SiSU – Informações Gerais sobre a Medicina UFSCar

0 Comentários // em UFSCar Vestibular // 9 de janeiro de 2016

SiSU   Informações Gerais sobre a Medicina UFSCar

O SiSU vem aí e, com ele, algumas dúvidas comuns sobre a inscrição na Medicina UFSCar. Este post pretende responder algumas dessas dúvidas!

Informações Gerais sobre o processo seletivo:

  1. A Medicina UFSCar oferece 40 vagas/ano, com ingresso no 1º semestre, sendo que 50% dessas vagas são reservadas para ações afirmativas (Modalidades 1, 2, 3 e 4).
  2. O número de vagas por modalidade de concorrência e o calendário das chamadas está disponível no Edital de Ingresso da UFSCar 2016http://www.saci.ufscar.br/data/solicitacao/29573_edital_ufscar_pres_2016.pdf
  3. Conforme consta no edital, as notas PESO 2 válidas para o curso de Medicina são as da prova de Linguagem e Ciências da Natureza.
  4. O edital também traz a lista com a DOCUMENTAÇÃO necessária para matricular-se em cada uma das modalidades de ingresso: leia atentamente e já separe os documentos!

Relação de notas dos ingressantes nos últimos anos:

2015: http://www.ingresso.ufscar.br/presencialArquivo/compara_nc_ingressos2015.pdf
2014: http://www.ingresso.ufscar.br/presencialArquivo/compara_nc_ingressos2014.pdf
2013: http://www2.ufscar.br/documentos/22459_ntmd_ingresso2013_ufscar.pdf

Informações sobre auxílios/bolsas da Universidade disponíveis no site da Pró-Reitoria de Assuntos Comunitários e Estudantis: http://www.proace.ufscar.br/

Venha conversar com a gente! Use nosso grupo Vestibulandos Medicina UFSCar, no Facebook, para interagir com alunos e tirar suas dúvidas quanto ao curso!

Estamos esperando vocês, TXI! AbraSUS!

Clipping: Programa Paciente Simulado durante toda a graduação do curso de Medicina é exclusividade da UFSCar

0 Comentários // em Destaque Medicina Notícias São Carlos UFSCar // 5 de janeiro de 2016

 

Clipping: Programa Paciente Simulado durante toda a graduação do curso de Medicina é exclusividade da UFSCar

“Nunca fiquei doente, nem sequer uma dor de cabeça”, conta Vanir Tirapeli Paranhos, 65 anos, que há dez anos simula o papel de usuária do serviço de saúde para alunos dos cursos de Medicina, Fisioterapia, Enfermagem e Gerontologia da UFSCar.

Vanir, uma das mais antigas atrizes do grupo, é uma das 40 pessoas que participa do Programa de Orientação dos Pacientes Simulados (POPS) da Unidade de Simulação da Prática Profissional e Saúde (USPPS), vinculada ao Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS) da UFSCar. A USPPS fornece apoio aos cursos e departamentos envolvidos na formação de recursos humanos na área de saúde (Medicina, Enfermagem, Gerontologia, Fisioterapia, Terapia Ocupacional, Psicologia e Educação Física). A chefe desta Unidade, Andrea Aparecida Contini, professora do Departamento de Medicina (DMed), explica que por meio da simulação, os estudantes podem aprender e refletir a prática da profissão. “A simulação é importante pois possibilita ambientes onde é permitido errar e onde o erro pode ser corrigido, já que são utilizados atores, simuladores e/ou outros recursos pertinentes. Com isso, minimizamos os riscos para os sujeitos envolvidos”, reforça.

O grupo que compõe o Programa se reuniu no último dia 3 de dezembro para confraternizar o fim do ano e mais um ano de trabalho, comemorando resultados positivos das atividades realizadas. Andrea conta que o curso de Medicina da UFSCar é o primeiro do Brasil que possui um programa de simulação durante toda a graduação do aluno, do primeiro ao sexto ano. “Nosso perfil de metodologia ativa permite que o aluno vivencie situações encontradas nos cenários reais da prática profissional num ambiente protegido e, desta forma, proporcione experiências com pacientes padronizados e casos clínicos elaborados de forma fictícia e segura, reproduzindo aspectos da realidade e oferecendo ao aluno reflexões e aquisição de competências esperadas para o período letivo, com participação ativa deste aluno no processo de aprendizagem”.

A professora ressalta que a falta de habilidade de comunicação está associada à má prática e erros médicos. “Cerca de 80% das queixas registradas no Conselho Regional de Medicina são relacionadas à comunicação do profissional da saúde com o usuário. Olhar para o paciente, conversar com ele para saber o que ele tem, entendê-lo, é extremamente importante para um atendimento mais humano e também para se conhecer o real diagnóstico”.

Vidício da Silva Paranhos, 67 anos, marido da Vanir, também participa das atividades desde o início do Programa. Ele já tinha experiência com o teatro, que praticava por hobby. “Fui atraído pela palavra ator. Eu gosto muito pois mantém a memória ativa. O grupo é incrível e, além disso, a gente aprende muito”.

Oscar Lopes Ferreira, de 65 anos, também paciente simulado do Programa desde sua criação, sabe que o contato dos atores com o aluno é rico tanto para eles quanto para os estudantes. “Somos colaboradores, ajudamos na formação mais prática dos alunos, a gente vê a evolução deles, na comunicação e no atendimento. O desembaraço em falar com as pessoas mais velhas, as que mais frequentam as unidades de saúde e hospitais”.

O estudante do terceiro ano de Medicina, João Victor Gonçalves, relata que a metodologia de aprendizagem em simulação é um processo muito importante para a formação dos alunos, juntamente com o ambiente físico da USPPS, muito próximo dos ambientes onde um médico pode atuar. “Os atores são muito bons. Como são pessoas e não bonecos, conseguimos fazer os exames básicos de aferição de pressão arterial, batimento cardíaco, respiratório, abdômen, dentre outros. Pela entrevista conseguimos saber as queixas e sintomas. A situação criada neste ambiente de aprendizagem é muito próxima do real, só percebemos que o caso não é de verdade mesmo quando vamos fazer um exame clínico para tentar encontrar o problema por meio de alguns sinais, já que é uma simulação. Talvez poderíamos usar alguns recursos associados ao trabalho do paciente simulado para ajudar a tornar o atendimento simulado ainda mais real”.

Programa de Orientação ao Paciente Simulado
O  Programa foi estruturado em 2006 no Departamento de Medicina da UFSCar, juntamente com a criação do curso de Medicina, tendo como inspiração os programas originados nas universidades de MacMaster, no Canadá, e Maastrich, na Holanda, e em nível nacional, o programa desenvolvido na Famema, em Marília. “O diferencial aqui na UFSCar é que, ao invés de usarmos a metodologia de aprendizagem em simulação somente em um determinado momento da trajetória do aluno ou em algumas disciplinas, ele é inserido durante todo o período acadêmico deste estudante, semanalmente, principalmente nos quatro primeiros anos do curso”, explica Andrea.

O paciente simulado é um recurso educacional utilizado em diversos cenários do ensino há mais de 40 anos. Esta estratégia pedagógica é utilizada no desenvolvimento de habilidades clínicas e também como instrumento de avaliação.

Albecy Cavalari, de 30 anos, estudante de Biblioteconomia, é paciente simulado há dois anos e meio. Ele viu na atividade uma maneira de saber mais sobre assuntos relacionados à saúde e também para quebrar um pouco a timidez. “É um momento de construção em que o aluno pode errar. Um diferencial que vejo também é que posso colaborar depois dizendo como foi o atendimento, o que não acontece num atendimento médico”.

O Programa visa a capacitação de pessoas que apresentem o perfil para atuarem como paciente/ator no que compõe o campo do relacionamento profissional na área da saúde. As pessoas que atuam são orientadas para simularem uma determinada situação, com objetivo de representar a realidade e suas implicações às quais estão expostos os profissionais de saúde. Qualquer pessoa acima de 18 anos, que tenha concluído o Ensino Fundamental e que tenha facilidade para memorizar, pode ser um paciente simulado. O trabalho é remunerado por hora de trabalho e não é necessário ser ator. O interessado se inscreve na USPPS, e quando surge demanda para seu perfil é chamado para participar das reuniões de orientação e capacitação para, posteriormente, atuar como paciente simulado. Cerca de 350 alunos dos curso de Medicina, Enfermagem, Gerontologia, Fisioterapia, Terapia Ocupacional e Educação Física passam pelo sistema de simulação. “Em nenhum momento o aluno percebe que é um paciente simulado, pois é tão real e rico, que ele pode aprender mesmo a prática da profissão”, conta Andrea.

Exclusividade

Sérgio Luiz Brasileiro Lopes, professor do Departamento de Medicina da UFSCar e gerente de ensino e pesquisa do Hospital Universitário (HU), ressalta que a Universidade é a primeira a colocar no organograma do HU a simulação para capacitar os médicos, enfermeiros, terapeutas ocupacionais, fisioterapeutas e demais profissionais da equipe do Hospital Universitário, prioritariamente, e também dos serviços de saúde que atendem pelo SUS da cidade. “Nossa prioridade é capacitar os profissionais da saúde dos hospitais universitários da região sudeste, mas também poderemos capacitar profissionais de qualquer hospital público”.

Outra exclusividade do curso de Medicina é que a USPPS é a primeira do Brasil que tem todos os ambientes onde um médico pode atuar. São diversos módulos funcionais orientados para que o estudante possa exercitar habilidades, competências e atitudes que serão posteriormente aplicadas no atendimento aos pacientes durante a prática real. “Aqui o aluno participa de oficinas de capacitação em procedimento e atendimento, num ambiente físico muito próximo de uma unidade básica de saúde real, realiza visitas em cenários de domicílios estruturados com esta finalidade e hospital contendo urgência e emergência, internação, central de material e centro cirúrgico”, finaliza Andrea.

Mais informações: http://www2.ufscar.br/servicos/noticias.php?idNot=8070.
Acessado em 05/01/2016.

Carta divulgada pela ABEM pede pelo combate ao trote, à violência e à opressão na Medicina

0 Comentários // em Uncategorized // 12 de fevereiro de 2015

Carta divulgada pela ABEM pede pelo combate ao trote, à violência e à opressão na Medicina
Pedro Franz (2015)

Em carta enviada às escolas médicas, a ABEM, Associação Brasileira de Educação Médica, pede à comunidade acadêmica que combata o trote, a violência e a opressão, sobretudo neste período de recepção dos ingressantes nos cursos de Medicina do país.

Confira a carta:

VIOLÊNCIA E TROTE: CARTA DA ABEM À COMUNIDADE ACADÊMICA DOS CURSOS MÉDICOS − DIRIGENTES, DOCENTES, PRECEPTORES E ESTUDANTES

Ao nos aproximarmos do início de mais um ano letivo e, tendo em vista a dimensão que a violência tem se apresentado em nossa sociedade, precisamos refletir, de forma franca e corajosa, sobre como ela está infiltrada entre nós.

Precisamos ficar atentos nas festas de recepção aos ingressantes em nossos cursos, principalmente na identificação e no combate à violência banalizada e minimizada que pode ser percebida por alguns como “normal”, parte de um “rito de passagem” ou de “nossas tradições”.

Os responsáveis pelos Cursos de Medicina devem deixar claro aos seus ingressantes que estes têm o controle sobre a recepção que recebem. Sempre que algo lhes parecer desagradável ou que venham a se sentir, de alguma forma, ameaçados, constrangidos ou agredidos, não devem hesitar em procurar as comissões de recepção, os centros acadêmicos e as suas diretorias, que devem estar preparados para tomar as providências necessárias para coibir e punir tais ocorrências.

Os veteranos devem saber que o trote é proibido dentro e fora das faculdades e campus universitários, com regras emanadas de instâncias acadêmicas e judiciais, que limitam claramente o que pode e o que não pode ser feito.

É importante lembrar que médicos, docentes ou não, e médicos residentes, que eventualmente participem de trotes violentos, assédio e constrangimentos estão passíveis, além das normas institucionais, também das averiguações éticas pelos conselhos profissionais e sujeitos as punições constantes do Código de Ética vigente.

Respeitar e acolher a todos, sempre, e em especial o colega ingressante, é um imperativo ético e profundamente humano!

Os gestores e professores não podem tolerar qualquer forma de violência. Cabe ao conjunto de pessoas da instituição e não somente aos veteranos decidir sobre o que é “tolerável”, “normal” ou “habitual” durante as recepções aos calouros. Cabe a eles, ainda, investigar toda e qualquer denúncia e punir os excessos, com rigor proporcional à gravidade dos fatos apurados.

Sabemos que não é apenas na recepção e no âmbito das faculdades e universidades que a violência se manifesta. Devemos confirmar compromisso de combatê-la em todos os ambientes e em todas as suas formas, por mais dissimuladas que estas possam ser percebidas!

“Humilhação e violência não podem ser comemorativos de momentos de vitória e de celebrações!”

Bem-vinda, turma X!

0 Comentários // em Uncategorized // 3 de fevereiro de 2015

Bem vinda, turma X!

Janeiro de 2015… Ano novo, vida nova! Não é isso? É, talvez. Mas, para alguns, foi um mês de ansiedade, angústia, apreensão… Não muito diferente do ano anterior, certo? Parecia que aquele pesadelo chamado vestibular não teria fim. E a decisão do MEC de divulgar as notas do ENEM um pouco mais tarde neste ano só piorava a situação. Sem falar da abertura do SiSU apenas no final do mês! “Será que consegui? Minha nota foi suficiente? Será que, dessa vez, passei?” Será… será… será…

E foi. Depois de vários minutos tentando, você conseguiu acessar a lista e… E lá estava um nome bastante familiar. O seu! Mas, esperem, melhor confirmar mais uma vez, certo? Certo. OK… Era o seu nome mesmo. Freddie Mercury poderia até ressuscitar e entrar em seu quarto agora cantando “we are the champions, my friend!”, afinal… Você conseguiu. Você passou. Adeus, ensino médio! Adeus, cursinho! É MEDICINA!!! É FEDERAL!!!

Aí a ficha caiu de vez. Para a maioria, essa aprovação também significa sair de casa, “deixar o ninho”… Morar sozinho, pagar contas, ser responsável… Crescer. Que seja! Afinal, foi por isso que vocês batalharam, não foi?

Esta já é a segunda turma de calouros que recebo. A segunda turma com a qual compartilho essa experiência, a mesma experiência que meus veteranos compartilharam comigo dois anos antes. Meu palpite é de que, ao vê-los chegando, revivemos todas aquelas emoções que experimentamos quando nós mesmos chegamos e por isso, ficamos tão felizes em vê-los aqui. É por isso que, quando dizemos “bem-vindos”, não estamos sendo apenas educados. Queremos mesmo desejar as boas-vindas. Queremos mesmo que vocês não sejam apenas recebidos, mas acolhidos. Queremos que vocês sintam o que sentimos. Alegria, sensação de dever cumprido, felicidade e mais um monte de coisas boas que as palavras não conseguem descrever.

Pois é, meus amigos, vocês conseguiram! Vocês, a partir de agora, são alunos do curso de Medicina da Universidade Federal de São Carlos. Med UFSCar, para os íntimos (o que, agora, inclui vocês). Agora, vocês fazem parte dessa família. Sim, família! Não tem uma palavra que melhor descreva a experiência. Agora é só chegar! Venha para São Carlos. Venha para a UFSCar. Venha fazer amigos que, certamente, você levará pelo resto da vida. Venha cumprir seu objetivo e/ou realizar seu sonho. Venha fazer parte dessa história! Venha fazer história!

Estamos esperando por vocês! De braços abertos! E livros também, é claro…

Hendrick Gramasco – “Febem” – TVIII 013
Coordenação Geral – CAMSA

UFSCar ofertará 2783 vagas ao SiSU; 40 em Medicina

5 Comentários // em Notícias UFSCar Vestibular // 3 de janeiro de 2015

UFSCar ofertará 2783 vagas ao SiSU; 40 em Medicina

“A UFSCar assinou, junto ao Ministério da Educação, o Termo de Adesão ao Sistema de Seleção Unificada (SiSU), confirmando a oferta de 2783 vagas em 61 opções de cursos de graduação presenciais para ingresso no primeiro semestre de 2015.

O Termo de Adesão ao SiSU contém informações sobre os pesos e as respectivas notas mínimas para cada uma das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em cada opção de curso e turno, além de explicitar a forma de distribuição das vagas de acordo com o estabelecido pela Lei 12.711/2012, que dispõe sobre o ingresso nas universidades federais e nas instituições federais de ensino técnico de nível médio. Também estão detalhadas as informações sobre a documentação exigida para matrícula para os estudantes que se inscreverem em cada uma das cinco modalidades de concorrência adotadas pela UFSCar no âmbito da Lei 12.711/2012, que na UFSCar garante a reserva de 50% das vagas, como parte do Programa de Ações Afirmativas.”

Para o curso de Medicina, são ofertadas 40 vagas, das quais 50% são reservadas para as ações afirmativas. Conforme explicitado no Termo de Adesão, será dado peso 2,00 às notas de Linguagens, Códigos e suas Tecnologias e Ciências da Natureza e suas Tecnologias; as demais notas terão peso 1,00, inclusive a Redação.

Para mais informações, consulte o site da UFSCar.

Página 1 de 3123
  • RSS
  • Email
  • Facebook
  • Google+
  • Twitter
  • Flickr
  • YouTube