Bem-vindo, bixo!

0 Comentários // em Destaque Medicina Rede Escola São Carlos SUS UFSCar // 22 de janeiro de 2014

Bem vindo, bixo!

Bem-vindo à Medicina UFSCar!

Bem-vindo, bixo! Agora você é um universitário, um estudante de Medicina e faz parte da família Med UFSCar! Só você sabe como foi sua luta para chegar até aqui, mas nós temos certeza de que você é merecedor! PARABÉNS!

Sabemos o quão curioso e ansioso você deve estar nesse momento e a hora de suas dúvidas serem esclarecidas chegou!

O curso de Medicina da UFSCar

Você, provavelmente, já leu por aí que o curso de Medicina da Universidade Federal de São Carlos é um curso relativamente novo – e é. O curso abriu as portas no ano de 2006, sendo pioneiro no projeto governamental de abertura de escolas médicas (REUNI) e, portanto, recebe a 9ª (nona) turma neste ano de 2014.

Você também já deve ter lido que o curso de Medicina da UFSCar não segue o “modelo tradicional” de ensino das escolas médicas, e adota o PBL – Problem Based Learning – ou, no português, Aprendizado Baseado em Problemas (ABP). Mas o que é PBL? O método PBL é uma estratégia didático-pedagógica centrada no aluno. Tem sido aplicado em algumas escolas nos últimos 30 anos e trata-se de um método de eficiência comprovada por inúmeras pesquisas no campo da psicopedagogia e da avaliação de desempenho dos profissionais formados por esse método. Não se trata portanto, de método experimental. As escolas pioneiras na adoção do método são as escolas de McMaster, no Canadá, e a de Maastricht, na Holanda. Na última década o método tem se difundido e outras escolas o têm adotado, dentre elas, as escolas americanas de Albuquerque, Harvard e Havaí, entre outras.

E como é estudar em um curso que adota o método PBL? Diferente do método tradicional, você não terá aulas de anatomia ou fisiologia na aprendizagem baseada em problemas. Ao invés disso, uma situação problema será apresentada a você e a seu grupo (cerca de 10 pessoas) por um professor que, no PBL, assume a função de facilitador do processo ensino-aprendizado. O papel dos alunos será, portanto, levantar os problemas relacionados à situação descrita, sejam esses de aspecto biológico, psicológico ou social. A segunda etapa consiste em formular hipóteses que exprimam o raciocínio do grupo em relação aos problemas. Essas hipóteses servirão de base para a formulação de questões que investigarão os problemas que geraram “desconforto” no grupo. Neste primeiro momento, não haverá resposta, haverá apenas o desconforto causado pela falta do conhecimento. Após este encontro, fica combinado que os alunos terão alguns dias para buscar informações em diversas fontes com o intuito de eliminar as lacunas que surgiram. Depois desta busca de alguns dias, há um novo encontro em que os alunos apresentam os resultados de suas pesquisas e constroem juntos o conhecimento para resolver a situação problema apresentada. Essa é a disciplina Situação Problema.

E o que mais? Por ter uma metodologia baseada em problemas, o curso de Medicina da UFSCar também se volta para a realidade do sistema de saúde vigente para capacitar seus estudantes. Para isso, os alunos são integrados ao sistema de saúde do município de São Carlos desde o 1º ano, começando pelas USF’s (Unidades de Saúde da Família), passando por UBS’ (Unidades Básicas de Saúde), até chegar no hospital. A atividade permite ao aluno, além do contato com a realidade do sistema de saúde público desde o início, desenvolver um olhar crítico sobre o mesmo, conhecendo e identificando características do Sistema Único de Saúde, entrando em contato com o que é mais prevalente na população, e, sobretudo, entendendo a verdadeira dimensão e significado do cuidado em saúde. Essa é a disciplina Reflexão da Prática e Prática Profissional em Saúde.

Antes de começar a atuar na rede, porém, os alunos precisam estar preparados. E essa preparação é desenvolvida na disciplina Estação de Simulação, na qual os alunos simulam atividades da realidade da prática profissional com atores treinados, em um ambiente protegido, sob a supervisão de um professor e de um colega. As simulações acompanham os alunos até o 4º ano, e sua complexidade e nível de abrangência do ser humano aumentam gradativamente, visando preparar o aluno para as situações que possivelmente viverá nos estágios práticos.

Queremos conhecê-lo, bixo! O grupo “Vestibulandos Medicina UFSCar”, no Facebook, foi feito para abrir um canal de comunicação entre vestibulandos, calouros e veteranos da Medicina UFSCar! Participe!

Manifesto de Greve dos Estudantes de Medicina da UFSCar

0 Comentários // em CAMSA Destaque Greve Medicina Movimento Estudantil Paralisação São Carlos SUS UFSCar // 31 de março de 2013

Manifesto de Greve dos Estudantes de Medicina da UFSCar

“Quem não se movimenta, não sente as correntes que o prendem”. - Rosa Luxemburgo

Nós, estudantes de medicina da UFSCar, vimos pelo presente documento expressamente divulgar e apontar nosso descontentamento frente ao contínuo sucateamento do curso médico oferecido pela supracitada universidade. Exigimos que providências sejam tomadas pelas partes responsáveis, direta ou indiretamente, pela gestão, zelo e bom funcionamento da graduação em medicina. Exigimos um curso médico de qualidade a fim de poder, futuramente, oferecer um cuidado adequado à saúde da população em geral.

A paralisação total das atividades do primeiro ao quarto ano foi o único caminho restante vislumbrado pela maioria dos alunos. mesmo com um prejuízo imenso envolvendo carga horária, tempo de formação, exposição e a própria tensão psicológica surgida em tal atividade, tanto para professores como alunos, não desistiremos até que nossas reivindicações sejam atendidas. Não estamos exigindo nada além daquilo que nos foi prometido: “Um ensino médico de excelência, ousadia e compromisso social à luz das Diretrizes Curriculares Nacionais de Graduação em Medicina e dos princípios do Sistema Único de Saúde – SUS.” Infelizmente, nem o suporte básico à graduação bem como a questão assistencial em saúde à população serão possíveis enquanto não houver interesse e investimento nesse setor.

As reivindicações de nós, estudantes de medicina, vão muito além de uma questão intimista e pessoal. Ao contrário, atendem também ao suplício de toda uma população sedenta por um atendimento de excelência em saúde. Assim, esperamos por uma sensibilização das autoridades competentes quanto a essa questão e, mais, esperamos uma ação sinérgica entre todas as partes envolvidas para a resolução de tais agravos. Na busca de um ensino de excelência, na busca por um cuidado digo à população.

São Carlos, aos 15 de Março de 2013.
Estudantes de Medicina em Greve.

‘Texto retirado do Manifesto de  Greve dos Estudantes de Medicina da UFSCar.’

Leia aqui Manifesto na íntegra.

CAMSA Entrevista Secretário Municipal de Saúde de São Carlos

0 Comentários // em CAMSA Medicina Notícias Rede Escola São Carlos SUS // 7 de abril de 2012

CAMSA Entrevista Secretário Municipal de Saúde de São Carlos

Estudantes do Curso de Medicina da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), através do Centro Acadêmico Medicina Sérgio Arouca (CAMSA) realizaram no dia 21 de março de 2012 na Secretaria Municipal de Saúde entrevista com o atual Secretário Municipal de Saúde, Dr. Marcus Vinícius Bizarro. Foram abordados temas gerais relacionados à Rede Escola de Cuidados à Saúde do município, a construção do Hospital Escola Municipal e o plano de trabalho para sua gestão.

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Gestantes demoram para perceber problemas de saúde, aponta pesquisa

0 Comentários // em Notícias SUS UFSCar // 14 de março de 2012

Gestante

Uma pesquisa feita pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) em parceria com a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) constatou que 44% das mortes maternas têm relação com a demora da mulher em perceber problemas de saúde durante a gestação.

O estudo acompanhou várias grávidas de todo o país por um ano e chegou à conclusão que entre os registros de morte materna, quase metade ocorreu porque a mulher grávida, ou a que acabou de ter bebê, demorou a perceber que estava com problemas de saúde.

Rodolfo de Carvalho, um dos médicos que participou da pesquisa, explicou que entre os sintomas de risco está o ganho exagerado de peso, mais de dois quilos por semana, combinado com dor de cabeça aguda e pressão alta.

A médica Carla Polido disse que os problemas de saúde das gestantes podem ser identificados no pré-natal. “90% das mulheres não terão problema durante a gestação e o problema dos outras 10% pode ser identificado no pré-natal”.

Pré-natal

Carla alertou ainda sobre a importância do pré-natal para evitar problemas na gravidez. “O pré-natal pode evitar que a mãe tenha um desfecho desfavorável”, complementou.

A Organização Mundial de Saúde recomenda que as mulheres façam, no mínimo, seis consultas de pré-natal durante a gestação.

Confira a entrevista aqui.

Através de g1.globo.com

Fiocruz pesquisa aumento de cesarianas no Brasil

0 Comentários // em Notícias SUS // 11 de fevereiro de 2012

Cesariana

Para descobrir o porquê da preferência de muitas brasileiras pelo parto cirúrgico, a Escola Nacional de Saúde Pública da Fiocruz, ligada ao Ministério da Saúde, está coordenando a pesquisa “Nascer Brasil: Inquérito sobre Parto e Nascimento”. O estudo vai entrevistar 24 mil mulheres em situação de pós-parto. Dados recentes do Ministério da Saúde revelam aumento no número de cesarianas. A pesquisadora da Escola Nacional de Saúde Pública da Fiocruz, Silvana Granado, explica que, no caso das mães que optaram passar por uma cesárea, será questionado o motivo da escolha.

“A gente entrevista a mãe no pós-parto na própria maternidade e pergunta um pouco sobre a história estética dela, quantas vezes ela ficou grávida, quantos filhos ela já teve. Para ver a idade gestacional que esse neném está nascendo e se foi parto normal ou cesariana”, diz a pesquisadora da Escola Nacional de Saúde Pública da Fiocruz, Silvana Granado. Ela explica que a pesquisa também verificará qual indicação médica e a preferência pelo tipo de parto, onde ela fez o pré-natal, se foi o mesmo profissional que fez o parto.

Dados do Ministério da Saúde apontam que, em 2010, o Brasil registrou mais cesarianas do que partos normais. Enquanto em 2009 o País alcançava uma proporção de 50% de partos cesáreos, em 2010, a taxa subiu para 52%. A Organização Mundial da Saúde recomenda que essa taxa fique em torno de 15%. Na rede privada, o índice de partos cesáreos chega a 82% e na rede pública, 37%.

“É uma epidemia. É inaceitável para nós. Tem hospitais que se aproximam de 100%. E há uma pressão, às vezes, da própria paciente para que isso aconteça. Existe muito desconhecimento”, afirma o secretário de Atenção à Saúde, Helvécio Magalhães. Segundo ele, é preciso reforçar que a mulher tem o direito a anestesia, para aquelas que têm medo da dor, além do acompanhante durante todo o processo. A questão da dor. Nós estamos insistindo que é direito ter analgesia.

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