No meio do caminho tinha uma pedra, tinha uma pedra no meio do caminho

0 Comentários // em Medicina UFSCar Vestibular // 7 de março de 2016

 

O famigerado ingresso no curso de medicina de uma universidade pública é apenas o início do caminho que optamos trilhar.A aprovação muitas vezes deixa a sensação de que todos os problemas foram deixados no passado e que a vida, a partir desse instante, é uma constante subida, culminando na felicidade e no sucesso profissional. O que ninguém nos contou, é que cursar medicina não é nada fácil quando queremos conciliar as vidas acadêmica, pessoal e social; ainda mais num curso com metodologia ativa, em que os momentos de estudo não se limitam ao período PERIPROVA. Não nos contaram também, que os problemas que finalmente deixaram de fazer peso em nossas costas, logo retornam infinitamente maiores com a aproximação das provas de residência. Separamos o depoimento de uma aluna recém egressa do primeiro ano e de um aluno recém formado na Medicina UFSCar, para mostrar como se sente um aluno de medicina no início e no fim do curso.

No meio do caminho tinha uma pedra, tinha uma pedra no meio do caminho

 

O PRIMEIRO ANO NA MEDICINA UFSCar

Escolher um curso superior e uma universidade são tarefas dificílimas. Assim, eleger a medicina UFSCar como opção no SISU não foi uma tarefa fácil. Após algumas horas dedicadas à pesquisa sobre o curso, sua conceituação frente aos órgãos da saúde e da educação, metodologia empregada no processo ensino-aprendizagem e egressos, coletei resultados promissores. Assim, decidi que “Medicina – Universidade Federal de São Carlos” deveria ser minha primeira opção no SiSU.

Durante as primeiras semanas do curso, nos dedicamos a tentar entender a metodologia e as unidades de aprendizagem. Apesar de ter estudado sobre metodologias ativas e conhecer egressos de outras escolas de medicina que também fazem uso do “PBL”, é inegável que a sensação do “O que estou fazendo aqui?”, “Será que algum dia vou conseguir me adaptar?”, “Foi a escolha certa?” e, principalmente, “Será que serei uma profissional qualificada?” surgiu. Surgiu, voltou, reapareceu. Junto a isso, a dificuldade para entender os limites das unidades de aprendizagem (Situação-Problema, Estação de Simulação, Reflexão da Prática e Prática Profissional) e o que era esperado do corpo discente em cada uma delas.

Entretanto, a recepção e auxílio dos discentes das demais turmas, a paciência e carinho de muitos docentes e a construção das redes de apoio dentro da própria turma foram fatores que permitiram visualizar a situação mais nitidamente e entender que eu não era a única com essas sensações. Participar de espaços que permitem a discussão do nosso próprio curso, entender os prós e contras de sua estrutura e expor as inúmeras dúvidas e angústias foram experiências essenciais para que eu me adaptasse ao processo de ensino-aprendizagem, de forma a me portar e estudar da maneira que fosse capaz de entender e compartilhar o conhecimento, reconhecer minhas fragilidades cognitivas e psicomotoras e elaborar estratégias para superá-las.

E então, paulatinamente, passei a vislumbrar o que os professores tentavam dizer com “Começou a entender a transitoriedade do conhecimento”, em minhas avaliações de desempenho. A transitoriedade do conhecimento não me era novidade alguma, mas na Medicina UFSCar esse conceito ultrapassa a ideia de estudar pelas últimas edições de livros, consultar os artigos publicados mais recentemente e sempre retomar conteúdos.

A compreensão dessa transitoriedade implica em assumirmos uma postura ativa, autônoma e de humildade, de forma que estejamos sempre construindo nosso conhecimento da forma que fizer sentido para cada um de nós. E essa forma muda com o dia, com a unidade educacional, com nosso crescimento e amadurecimento individual e com outros n fatores que, muitas vezes, nem sabemos determinar, mas nos indicam que é hora de mudar, de novo. E assim, vamos estudando e tentando construir o porquê de estudar aquilo, naquele lugar e naquele momento. Muitas vezes não consegui entender o porquê naquela hora, mas depois – estudando alguma outra coisa, vivenciando alguma outra realidade, conversando com alguma outra pessoa – as peças se encaixaram.

E assim é nosso aprendizado no primeiro ano desse curso incrível: quando achamos que estávamos entendendo a metodologia, a unidade, as vivências e ementas… Descobrimos algo muito maior, mais revelador, coerente e encantador. Essa é a transitoriedade de nosso primeiro ano, do nosso conhecimento. Portanto, me sinto extremamente satisfeita em ter escolhido a “Medicina – Universidade Federal de São Carlos” como minha escola! Espero que vocês também possam fazer parte desse curso surpreendente e cativante!

 

Giovana Kharfan de Lima – TX

 

A JORNADA DE UM ACADÊMICO EM UM CURSO MÉDICO DE VANGUARDA (Adaptado)

 

Foi no ano de 2010, após dois longos anos de cursinho que eu, filho de dentistas, fanático por vídeo-games, torcedor tricolor, e um belo de um nerd para os padrões da época, fui aprovado, com muito custo, na sexta chamada da Gloriosa Medicina UFSCar. Época esplendorosa da vida daquele ainda adolescente, já com seus 20 anos. Pensava: “Agora todos os caminhos estão abertos, basta trilhá-los, um mundo de descobertas me aguarda!” E realmente aguardava.

No início tudo eram flores, um Campus colossal, um Hospital promissor e já imponente. Novos colegas todos igualmente geniais e motivados, como eu me sentia na época, pelo menos, era essa minha visão no momento. Um método de ensino revolucionário, porém que já existia desde a década de 1960. As palavras horizontalidade, síntese, aprendizado baseado em problemas, disparadores, facilitação, descritores e metodologia ativa, estavam todas em voga. “Vocês devem aprender a aprender” diziam nossos Docentes. As aulas estavam abolidas e a partir daquele momento, caminhávamos com nossas próprias e tão frágeis pernas.

O primeiro ano foi a grande adaptação. Uma carga horária muito menor que a dos outros anos, prezando justamente por essa adaptação. Nesse ano entendemos o Ciclo Vital e as bases do funcionamento do corpo humano, que associados criam a famigerada visão “Biopsicossocial” do ser humano. Nada havia de mais holístico, diga-se de passagem. Logo no início já fomos alocados no mundo real, em uma Unidade de Saúde de Família, sobre a qual era nos cobrado conhecimento do território e presença na comunidade local, nos tornando desde então agentes na saúde da população, e defensores da qualidade de vida e promoção de saúde. E tudo isso enquanto aprendíamos a arte do simples fato de conversar com pessoas, em ambiente simulado e muito bem protegido, aprendemos a nos portar.

Olhávamos nossos veteranos, muitos já bem versados na terminologia médica, com admiração como se eles fossem desde já heróis. No segundo ano começa o estudo das patologias! Fisiopatologia é a palavra em voga, processos patogênicos e sua repercussão na fisiologia normal. Livros mais complexos e uma carga de matéria consideravelmente maior. Na estação de simulação chega de narrativa! Façamos uma história MÉDICA! Uma hora e meia era pouco e nem tínhamos iniciado o exame físico! Exame Cardiovascular, Pulmonar e Abdominal! O regozijo de palpar o primeiro fígado, que na verdade era alça intestinal. E na prática, já estávamos adaptados à nossa USF! Fazendo parte da Equipe e plenamente territorializados. Os pacientes já nos conheciam e estavam acostumados a nos receber.

Os anos se passam e chega o internato, tivemos preceptores memoráveis em um serviço que mostrou que a Medicina não precisa ser tratada como algo sucateado. Tivemos a oportunidade de ver um coração batendo num tórax aberto. Vimos o milagre da vida humana surgir , mesmo que de maneira em vários momentos conturbada e desorganizada. Na Pediatria, descobrimos que aquelas doenças que são “tudo a mesma coisa” são completamente diferentes. E veio logo em seguida a Clínica Médica, com toda sua imponência, estágio mais puxado de toda a graduação, já éramos quase médicos.

SEXTO ANO! 50 semanas pra acabar! 20 dias pra acabar! 30 minutos pra acabar! Era o começo do fim… No sexto ano tudo parece fazer sentido, aquelas condutas aparentemente mirabolantes no quinto ano passam a se tornar rotineiras. Aqueles mesmos procedimentos do ano anterior, tão surpreendentes, agora parecem velhos conhecidos.

Aquele jovem nerd do primeiro ano, agora é um homem. O último ano parece um lento término de amadurecimento, já que o quinto é aquela metamorfose frenética, em que você encontra-se totalmente mudado, acadêmica, moral e, por que não, espiritualmente após o passar de poucas semanas.

Viver o sexto ano é como ver a mudança de tonalidade da casca de uma velha árvore durante a passagem das estações, tudo se movimenta em volta, porém a casca toma seu tempo, como se estivesse lapidando-se, para proteger um tronco cada vez mais sábio. É um ano de nostalgia, saudades e agradecimento, tanto aos amigos quanto aos mestres. E o conhecimento aumenta desapercebidamente, porém de maneira exponencial. Tanto que começamos a auxiliar os colegas mais novos, nos tornando também proliferadores do conhecimento. E os pacientes, esses começam a nos enxergar como profissionais, aqueles meninos de outrora agora são doutores. Mas não quaisquer doutores, esses novos doutores nos entendem, deve ter sido resultado da educação biopsicossocial do primeiro ano, afinal, esse curso é revolucionário.

E essa é a sensação de quem está no final do sexto ano. Parece que toda uma vida se passou, e você continua um iniciante, continua jovem, continua tolo, porém pelo menos agora, um pouco mais sábio.

 

Jorge Henrique Safady – TV

 

E assim é a vida do aluno em medicina na UFSCar, com altos e baixos, ou melhor, idas e vindas na espiral, por vezes optando pela vida acadêmica, deixando de lado todo o resto, perdendo algumas horas para melhor entender um assunto e ajudar um paciente, sentindo um inocente anseio de conhecer holisticamente o vasto conhecimento médico e um crescimento lento de autonomia, mas com um fim que é tudo aquilo que sonhávamos nas noites mal dormidas antes do vestibular.

DACA da FAMEMA manifesta seu apoio

0 Comentários // em CAMSA Greve Medicina Movimento Estudantil Notícias Paralisação UFSCar // 31 de março de 2013

Em moção de apoio publicada em sua página do facebook em 14 de março de 2013, o Diretório Acadêmico Cristiano Altenfelder, órgão de representação máxima dos estudantes de medicina da Faculdade de Medicina de Marília (FAMEMA), manifesta seu apoio e mais uma vez legitima o movimento de greve dos estudantes de medicina da UFSCar. Segue texto na íntegra:

“Marília, 14 de março de 2013.

MOÇÃO DE APOIO À GREVE DO ESTUDANTES DE MEDICINA DA UFSCAR

O Diretório Acadêmico Christiano Altenfelder, órgão de representação máxima dos estudantes de medicina da Faculdade de Medicina de Marília (Famema), manifesta seu apoio aos estudantes de medicina da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) que lutam por melhorias na graduação e decidiram em assembleia geral pela greve estudantil.

Entendemos que a a precarização do ensino, falta de professores e infraestrutura, são problemas comuns a muitos estudantes, e são consequência do sucateamento da universidade brasileira. Desta forma, todo o movimento estudantil deve se engajar na luta por uma educação de qualidade, à exemplo dos colegas da UFSCar que estão se mobilizando em defesa dos interesses estudantis e da população que merece ser atendida por médicos bem formados, críticos e competentes para exercer sua profissão.

Nos colocamos à disposição para colaborar com os colegas nessa luta!

Todo apoio à luta dos estudantes!

Diretório Acadêmico Christiano Altenfelter – DACA Famema
Gestão 2012/2013 – “Construção””

DACA da FAMEMA manifesta seu apoio

 Informe-se mais em nosso blog da greve.

Por que Medicina? Por que UFSCar?

0 Comentários // em CAMSA Medicina São Carlos UFSCar Vestibular // 10 de janeiro de 2013

Medicina UFSCar

Aos vestibulandos e futuros alunos da medicina UFSCar,

Antes de entrar na faculdade, quando comecei a pensar na ideia de vir para a UFSCar, não conhecia bem como era aqui e comecei a procurar informações. Nos cursinhos por onde passei (Etapa e Poliedro) e de todas as pessoas de fora, sempre que perguntava sobre o curso a resposta era a mesma: “acho que não é uma boa opção!”. Bom, segundo eles, o curso apresenta tudo de ruim que um curso de medicina pode ter: não tem hospital escola e utiliza o PBL como metodologia de ensino.

Nesse tempo que estou aqui, pude ver a realidade e passo a vocês como, de fato, é o curso. O PBL ou ABP (Aprendizagem Baseada em Problemas) foge do método tradicional, em que há aulas com turmas grandes e professores passando o conhecimento aos alunos que o recebem de maneira “passiva”, e trabalha por meio de discussões em pequenos grupos com a busca do conhecimento por parte dos próprios alunos, que passam a ser “ativos” na busca do mesmo. Isso parece loucura em um primeiro momento, pois não parece que vamos conseguir aprender tudo sem o professor para nos ensinar, mas depois de algumas crises da pra ver que de fato este método funciona e que aprendemos a desenvolver um raciocínio clínico mais precocemente, se comparado com alunos do método tradicional. Isso fica evidente com os elogios que nossos alunos recebem ao fazer estágios em outras universidades. Quanto ao hospital escola, já existe um módulo funcionando em que ocorre uma parte do internato, e aguardamos o prazo da nova prefeitura para sua finalização.

Em 2012, fizemos manifestações em busca de melhorias para a área da saúde de São Carlos e para o próprio curso de medicina. Como resultados, conseguimos mostrar que não estamos passivos quanto à politica da cidade, o compromisso de melhorias na qualidade do ensino e de ajustes nas estruturas do curso.
Apesar dos problemas e das incertezas não mudaria daqui. Aqui temos uma maior proximidade com os professores, proporcionada pelas atividades em pequenos grupos; temos uma grande abertura para participar de ligas acadêmicas, projetos de extensão e, até, do centro acadêmico e da atlética; e temos por base o excelente desempenho dos alunos da turma I (quase 90% de aprovação direta) nas mais concorridas residências, como cirurgia (UNIFESP, FAMEMA), clínica médica (USP, UNESP, FAMEMA), anestesiologia (USP) pediatria (UNICAMP), entre outras. Logo, podemos ver que o curso de medicina da UFSCar forma médicos generalistas competentes, que tem firmado o nome dessa universidade no meio médico. Todos estes motivos me dão confiança a continuar aqui e a buscar a não acomodação com o que nos é imposto, buscando uma postura ativa, não somente nos estudos, como também na vida.

Lucas Rocha Silva Barbosa – Turma VII

Acadêmico do 2º ano do Curso de Medicina da UFSCar.

Nota sobre movimentação dos Estudantes de Medicina da UFSCar

0 Comentários // em CAMSA Rede Escola São Carlos UFSCar // 18 de setembro de 2012

Estamos na época de eleições municipais. Nenhum outro momento poderia ser mais propício à discussão de dois temas explorados à exaustão durante a propaganda eleitoral: a saúde e a educação.

Conscientes do nosso papel na sociedade como cidadãos e futuros médicos, hoje mais uma vez expomos nossos problemas, estamos seriamente preocupados com as dificuldades que se apresentam ao desenvolvimento das atividades de nosso Curso – que mais uma vez apresenta riscos à sua continuidade.

Infelizmente, em algum ponto deste caminho tortuoso, nossos sonhos como futuros médicos e nossos esforços como estudantes não foram e não são respeitados e correspondidos por aqueles responsáveis por nossa formação.

Preocupados com a melhoria das condições de ensino, organizamos durante este ano de 2012, diversas Assembleias de Estudantes para discutir nosso processo de formação.

Chegamos à perversa conclusão de que poucos avanços foram alcançados e muitos problemas, não só não foram resolvidos, como muitos outros surgiram. Não nos acomodaremos nem ficaremos calados diante da desonestidade, da falta de compromisso e da incompetência técnica e administrativa. Lutaremos pelo que nos é de direito e por isso estamos aqui expondo para vocês o que é de direito de vocês saberem: fomos enganados, vocês foram enganados, a população de São Carlos foi enganada.

Hoje, dia 18 de setembro de 2012, realizamos uma passeata que contou com a participação de cerca de 130 estudantes rumo ao Hospital Escola Municipal, representação máxima da interrupção de tudo o que nos foi prometido. Ao lado daquela obra inacabada enterramos simbolicamente nossos sonhos de formação. Somos vítimas de um projeto elaborado por uma universidade amadora, de uma política de governo estagnada e de um sistema de saúde falido – porém perfeitos no discurso. Os pactos acordados não foram cumpridos, os estudantes estão sem ensino e a população sem saúde.

Se por um lado é papel da universidade garantir a excelência do ensino que, a nosso ver, envolve, principalmente, a atuação dos estudantes junto à rede de saúde e a oferta de conhecimento acumulado para a sociedade, por outro é papel dos gestores municipais garantirem recursos financeiros, humanos, infraestrutura e mecanismos adequados para o cuidado digno da população de São Carlos e região.

Dos candidatos à Prefeito queremos propostas efetivas para a saúde, não somente rascunhos de propostas de governo. Vocês possuem um projeto para a saúde deste município? Estarão alinhados com os Governos Estadual e Federal? Estarão comprometidos com a qualidade a ampliação do atendimento, com a racionalização de recursos, com a gestão qualificada e com a inserção de estudantes na Rede Escola?

Por fim gostaríamos de manifestar nossa luta em defesa não somente de um ensino de excelência, mas também da consolidação da Rede Escola de Cuidados à Saúde de São Carlos e da estruturação do Sistema Único de Saúde.

Estudantes de Medicina da UFSCar

Departamento de Medicina da UFSCar realiza o I Simpósio sobre Emergências Endocrinológicas

0 Comentários // em Eventos Ligas Acadêmicas // 7 de setembro de 2012

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Evento acontece no dia 29 de setembro no campus São Carlos da UFSCar e as inscrições estão abertas

O Departamento de Medicina (DMed) da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) realiza o I Simpósio da Liga de Endocrinologia e Metabologia (LEMU) da UFSCar, no dia 29 de setembro. O Simpósio contará com aulas expositivas sobre o tema “Emergências Endocrinológicas”.

A Endocrinologia é área da Medicina que estuda os hormônios e sua interação, relação com o corpo e diversas doenças que podem levar, ou mesmo ser a causa, de alterações no organismo. Algumas doenças endocrinológicas podem levar o indivíduo à morte, se não reconhecidas a tempo.

A Liga de Endocrinologia e Metabologia é uma iniciativa dos estudantes do curso de Medicina da UFSCar e tem como coordenadora a docente do Departamento de Medicina, professora Joyce Silva e como colaborador o docente do DMed, professor Wilson Medina. A Liga promove atividades de ensino, extensão e pesquisa. Tem por intuito não só fulminar a produção acadêmica e aquisição de conhecimentos, bem como, a criação de estratégias de intervenção na comunidade, visando a geração de ações sociais.

A LEMU tem como objetivo aprofundar os conhecimentos em Endocrinologia; aguçar a visão clínica dos acadêmicos participantes para reconhecer alterações que em muitos casos passam despercebidas pelos médicos, possibilitando um melhor atendimento e diagnóstico precoce; fatores que muitas vezes levam a uma melhor resposta ao tratamento e qualidade de vida do paciente. Também pretende promover reuniões científicas entre seus membros e para o meio acadêmico, proporcionando maior conhecimento sobre a especialidade e respectivas patologias, desenvolver trabalhos científicos nessa área e criar estratégias de apoio à comunidade.

O Simpósio pretende oferecer conhecimento atualizado sobre as Emergências Endocrinológicas, além de proporcionar a aquisição de habilidades e competências para o reconhecimento desses casos.

O evento acontece às 8 horas, no Auditório do Departamento de Medicina, localizado na área Norte do campus São Carlos da UFSCar. As inscrições devem ser feitas no site www.lemu.notlong.com, onde mais informações sobre a atividade podem ser obtidas.

Através de Coordenadoria de Comunicação Social da UFSCar.

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