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Secretaria Fechada - 27/08 - Paralisação Nacional dos Funcionários

Informamos que dia 27/08 a secretaria estará fechada devido à paralisação nacional dos funcionários. Segue na integra comunicado SINTUFSCar (sindicato dos servidores):

SERVIDORES DECIDEM PARTICIPAR DA PARALISAÇÃO DIA 27/08

Os Servidores Técnico-Administrativos da UFSCar de Araras e São Carlos deliberaram por unanimidade em Assembleia, a adesão à Paralisação Nacional com realização de atividades nos Campus no próximo dia 27/08.

As Assembleias da Categoria promoveram uma avaliação política sobre o plano de lutas aprovado na Plenária da FASUBRA e o decepcionante processo de reuniões com o MEC, usando como referência as informações repassadas pela representação do sindicato presente a Plenária e o último ID divulgado pela FASUBRA.

Após o debate do os Servidores de Araras e São Carlos aprovaram a adesão à paralisação nacional com realização de atividades nos Campus no próximo dia 27. Com a finalidade de não caracterizar uma paralisação de esvaziamento da Instituição serão organizadas discussões sobre a Pauta Interna e em São Carlos, será realizada também uma atividade em apoio à Greve dos Funcionários da USP.

Os Servidores do Campus de Sorocaba irão realizar sua Assembleia, no dia de hoje à partir das 14 horas.

Na oportunidade, a Diretoria do SINTUFSCar convoca os Servidores dos para debaterem a Pauta Interna e participarem de mais esta luta em defesa dos interesses da categoria.

Diretoria SINTUFSCar

Gestão 2013 - 2014

“A Chapa que mudou o Sindicato”

Quartas indomáveis dia 27/08

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Eventos Hybris-PPGAS

Problemas cosmológicos e uma ecologia transgressiva no Rio Erepecuru

Julia Sauma (doutora pela UCL e atual pos-doc na USP)

Nesse trabalho busco refletir sobre a relação entre os problemas cosmológicos de um povo-parente e a sua forma de habitar a sua terra. Inicio essa reflexão apresentando a importância que os Filhos do Erepecuru – castanheiros, ribeirinhos e remanescentes de quilombos – conferem ao movimento no Rio Erepecuru, município de Oriximiná, Pará. A partir dessa questão etnográfica, exploro como o movimento está relacionado à transformação de “negros escravos fugidos” em “filhos” de um rio e, portanto, a uma forma específica de se estabelecer e manter novas relações em um novo ambiente. Através da comparação com problemas cosmológicos indígenas relevantes, proponho que os Filhos utilizam uma ‘ecologia transgressiva’ para compreender e se relacionar com o Erepecuru – ecologia esta que possibilita a sobreposição de diferentes donos em um mesmo espaço e que faz do movimento um mecanismo indispensável para a construção e manutenção da sua coletividade.
dia 27 de agosto, quarta, às 18:30, no auditório do departamento de Ciências Sociais, UFSCar