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//TITULOS DO VOLUME 1
//NUMERO 1
titulo[0][0] = "Artigo Científico - Influência do Laser de Arseneto de Gálio (AsGa) sobre a Dor no Modelo Experimental de Contorção Abdominal em Camundongos.";

titulo[0][1] = "Resumo Ampliado - In Vivo <sup>31</sup>P-NMR and Histological Investigation of Muscle Recovery after Induced Injury.";

titulo[0][2] = "Artigo Científico - Análise Biomecânica da Ativação das Porções Superficiais do M.Quadríceps Femoral durante Contrações Excêntrica e Concêntrica.";

titulo[0][3] = "Artigo Científico - Controle de Desconfortos Posturais em Indivíduos que Trabalham Sentados: Avaliação da Eficácia de um Programa Audio-visual.";

titulo[0][4] = "Estudo de Caso - Bota de Polipropileno vs. Tutor Longo: Estudo Comparativo da Velocidade da Marcha, Consumo e Gasto de Energia em Pacientes Paraplégicos.";

titulo[0][5] = "Artigo Científico - Tratamento da Instabilidade Fêmoro-Patelar por meio de Estimulação Elétrica Neuromuscular Associada a Cinesioterapia.";

//NUMERO 2

titulo[0][6] = "Artigo Científico - Estudo Sobre a Freqüência de Distribuição da Cronaxia e a sua Correlação com Distintos Graus de Lesões Nervosas Periféricas.";

titulo[0][7] = "Artigo de Revisão - Reabilitação na Lesão do Ligamento Cruzado Anterior: Uma Revisão da Literatura.";

titulo[0][8] = "Artigo Científico - Considerações sobre Posicionamento Corporal Durante a Fisioterapia Respiratória.";

titulo[0][9] = "Artigo Científico - A Lombalgia e suas Relações com o Tipo de Ocupação, com a Idade e o Sexo.";

titulo[0][10] = "Artigo Científico - Função Pulmonar em Miopatias Hereditárias.";

titulo[0][11] = "Artigo Científico - Dosimetria de Aparelhos de UUra-Som Terapêutico Utilizando Balança Semi-Analítica.";

//TITULOS DO VOLUME 2
//NUMERO 1

titulo[1][0] = "Artigo Científico - Efeito da TENS na Dor Pós-Operatória Cardíaca e na Função Pulmonar - Estudo de Caso.";

titulo[1][1] = "Artigo Científico - Treinamentos para o Controle de Disfunções Músculo-Esqueléticas Ocupacionais: Um Instrumento Eficaz para a Fisoterapia Preventiva?";

titulo[1][2] = "Artigo Científico - Alterações Centrais e Periféricas Após Lesão do Sistema Nervoso Central. Considerações e Implicações para a Prática da Fisioterapia.";

titulo[1][3] = "Resumo Ampliado - Calibration of Acoustic Intensity of Therapeutic Ultrasound Equipment in use in the City of Piracicaba.";

titulo[1][4] = "Resumo Ampliado - Electromyographic Activity of Vastus Medialis Oblique Muscle in Step-Up and Step-Down Exercises.";

titulo[1][5] = "Resumo Ampliado - Participation of the Sternocleidomastoid Muscle on Deep Inspiration in Man.";

//NUMERO 2

titulo[1][6] = "Artigo Científico - Avaliação Funcional do Joelho em IndivíduosSubmetidos à Reconstrução de LCA.";

titulo[1][7] = "Artigo Científico - Efeito da Estimulação Elétrica Nervosa Transcutânea (TENS) Sobre os Tender Points dos Pacientes Fibromiálgicos: Estudo Preliminar.";

titulo[1][8] = "Artigo Científico - Aplicação do Ultra-Som Pulsado Terapêutico sobre a Resistência Mecânica na Osteotomia Experimental.";

titulo[1][9] = "Artigo dc Divulgação - Disfunções Craniomandibulares: Tratamento Interdisciplinar Desenvolvido na Faculdade de Odontologia de Piracicaba/Unicamp.";

titulo[1][10] = "Artigo Científico - O Efeito da Estimulação Elétrica Neuromuscular (NMES) no Músculo Tibial Anterior do Rato.";

titulo[1][11] = "Artigo Científico - The Effect of Cryotherapy and Treadmill exercise on the Mouse Soleus Muscle Damage.";

titulo[1][12] = "Resumo Ampliado - Effect of Local Cryotherapy and Elevation on Dextran Induced Edema in the Hind Paw of Rats.";

//TITULOS DO VOLUME 3
//NUMERO 1
titulo[2][0] = "Artigo de Divulgação - Desenvolvimento de um Suporte para Suspenso-Terapia.";

titulo[2][1] = "Artigo de Revisão - Fisiopatologia da Reparação Cutânea:Atuação da Fisioterapia.";

titulo[2][2] = "Artigo Científico - Estudo Sobre Procedimentos de Normalização do Sinal Eletromiográfico Durante o Movimento Humano.";

titulo[2][3] = "Artigo Científico - Estudo da Eficácia do Uso de Palmilhas noTratamento Conservador da Osteoartrite de Joelhos.";

titulo[2][4] = "Artigo Científico - Melhora da Performance Física Após Fisioterapia Respiratória em Pacientes com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC).";

titulo[2][5] = "Artigo Científico - O Efeito do Fenobarbital sobre as Reservas de Glicogênio no Músculo Sóleo Desnervado em Ratos.";

//NUMERO 2
titulo[2][6] = "Artigo de Revisão - Introdução à Análise do Movimento Humano - Descrição e Aplicação dos Métodos Biomecânicos de Medição.";

titulo[2][7] = "Artigo Científico - Efeito da Metformina e Eletroestimulação sobre as Reservas de Glicogênio do Músculo Sóleo Normal e Desnervado.";

titulo[2][8] = "Artigo CientífIco - Treinamento dos Músculos Respiratórios Associados a Exercícios de Recondicionamento Geral em Pacientes com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica.";

titulo[2][9] = "Estudo de Caso - Avaliação e Tratamento de um Paciente com Tensão Neural Adversa no Membro Inferior: Estudo de Caso.";

titulo[2][10] = "Artigo Científico - Indivíduos Portadores de LE.R. Acometidos Há 5 Anos ou Mais: Um Estudo da Evolução da Lesão.";

titulo[2][11] = "Artigo Científico - Utilização do Treinamento Aeróbio, de Curta Duração, no Tratamento de Portadores de Hipertensão Arterial Essencial.";

//TITULOS DO VOLUME 4
//NUMERO 1
titulo[3][0] = "Artigo de Revisão - Síndrome Dolorosa Miofascial.";

titulo[3][1] = "Artigo Científico - Efeito do Exercício Físico na Hipertensão Renovascular Crônica em Ratos.";

titulo[3][2] = "Artigo Científico - Ação do Ultra-Som Terapêutico sobre a Vascularização Pós-Lesão Muscular Experimental em Coelhos.";

titulo[3][3] = "Artigo Científico - Aplicação de Ultra-Som Terapêutico em Lesão Muscular Experimental Aguda.";

titulo[3][4] = "Artigo Científico - Movements Performed by Healthy and Workers Suffering from Work-Related Muscoloskeletal Disorders in Simulated Handling Tasks.";

titulo[3][5] = "Artigo Científico - Incidência de Lesões no Futebol: Um Estudo Prospectivo com Jogadores Masculinos Adultos Amadores Canadenses.";

titulo[3][6] = "Relato de Casos - Mobilização Precoce da Mão Pós-Reimplantes ou Revascularizações.";

//NUMERO 2
titulo[3][7] = "Artigo Científico - Estudo Eletromiográfico Comparativo de Movimentos de Facilitação Neuromuscular Proprioceptiva com os Realizados nos Planos Sagital.";

titulo[3][8] = "Artigo Científico - Fatores de Risco no Futebol: Desproporção Flexores/Extensores de Torque no Joelho e Encurtamento Muscular.";

titulo[3][9] = "Artigo Científico - Comparação dos Torques Gerados por Estimulação Elétrica e Contração Muscular Voluntária no Músculo Quadríceps Femural.";

titulo[3][10] = "Artigo Científico - Abordagem da Fisioterapia na Avaliação de Melhorias Ergonômicas de um Setor Industrial.";

titulo[3][11] = "Artigo Científico - Comparação de Duas Técnicas de Treinamento Muscular Respiratório em Pacientes Sob Ventilação Mecânica com Insucesso de Desmame.";


//TITULOS DO VOLUME 5
//NUMERO 1
titulo[4][0] = "Artigo de Revisão - Back School: um artigo de revisão.";

titulo[4][1] = "Artigo Científico - Desempenho Motor e Emocional de Parturientes Durante o 2º Período do Trabalho de Parto: Comportamento Motor.";

titulo[4][2] = "Artigo Científico - Atividade Eletromiográfica das Porções Anterior, Média e Posterior do Músculo Deltóide na Abdução do Braço";

titulo[4][3] = "Artigo Científico - Análise Eletromiográfica dos Músculos Vasto Medial e Vasto Lateral após Eletroestimulação do Músculo Vasto Medial- Estudo Preliminar";

titulo[4][4] = "Artigo Científico - Campos Eletromagnéticos Produzidos por Equipamentos de Ondas Curtas Usados em Fisioterapia: Uma Avaliação em Presidente Prudente, SP";

titulo[4][5] = "Artigo Científico - Influência de Tarefas Manuais e Mecanizadas na Amplitude dos Movimentos do Punho e Antebraço";

//NUMERO 2
titulo[4][6] = "Artigo Científico - Avaliação dos Meios Intermediários Utilizados na Aplicação do DUra-som Terapêutico";

titulo[4][7] = "Artigo Científico - Avaliação de Protocolos de Confiabilidade Propostos para Eletrogoniômetro Lombar";

titulo[4][8] = "Artigo Científico - Análise da Freqüência Mediana do Sinal Eletromiográfico de Superfície Antes e Depois da Aplicação da TENS em Indivíduos com DCM e Normais";

titulo[4][9] = "Artigo Cientítlco - Investigação da Variabilidade da Freqüência Cardíaca de Mulheres nos Períodos Manhã e Noite";

titulo[4][10] = "Artigo Científico - Avaliação Quantitativa da Escoliose Idiopática: Concordância das Mensurações da Gibosidade e Correlações com Medidas Radiológicas";

titulo[4][11] = "Artigo de Revisão - O Músculo como um Órgão de Secreção Hormonal Regulado pelo Estímulo Mecânico";

titulo[4][12] = "Artigo de Revisão - Bases Fundamentais da Espirometria";


//TITULOS VOLUME 6
//NUMERO 1

titulo[5][0] = "Artigo Científico - Efeitos do Exercício Crônico com Orientação Nutricional sobre Parâmetros Lipídicos de Mulheres Obesas.";

titulo[5][1] = "Estudo de Caso - Análise Biomecânica da Locomoção de Indivíduos com e sem Lesão no Ligamento Cruzado Anterior.";

titulo[5][2] = "Artigo Científico - Oscilação Corporal e Comportamento Funcional da Articulação Subtalar em Indivíduos com Entorse Recidivante de Tornozel.";

titulo[5][3] = "Artigo Científico - Desenvolvimento de um Dispositivo para Medir o Apoio de Cargas no Tronco em Manuseios Simulados.";

titulo[5][4] = "Artigo Científico - A Eficácia da Aplicação de Pressão Positiva Contínua nas Vias Aéreas (CPAP), com Utilização do Bird Mark 7, em Pacientes em Pós-operatório de Cirurgia de Revascularização do Miocárdio.";

titulo[5][5] = "Artigo Científico - Estudo Eletromiográfico dos Músculos Vasto Medial Oblíquo e Vasto Lateral, no Domínio Temporal, Durante a Marcha Human.";

titulo[5][6] = "Artigo Científico - Comparação entre a Escala de Borg Modificada e a Escala de Borg Modificada Análogo Visual Aplicadas em Pacientes com Dispnéi";

//NUMERO 2

titulo[5][7] = "Artigo de Revisão - Ventilação Não Invasiva no Pós-operatório de Cirurgias Abdominais e Cardíacas.";

titulo[5][8] = "Artigo Científico - Avaliação Isocinética dos Parâmetros Pico de Torque e Potência no Movimento de Flexão do Ombro de Indivíduos Portadores de DORT Grau I.";

titulo[5][9] = "Artigo Científico - Análise do Desempenho de Equipamentos de Ultra-som para Fisioterapia, Operando na Cidade do Rio de Janeiro, Conforme a Norma NBR/IEC 1689 da ABNT.";

titulo[5][10] = "Artigo Científico - Estudo da Ação Sinérgica dos Músculos Respiratórios e do Assoalho Pélvico.";

titulo[5][11] = "Artigo Científico - Interface entre Eletrogoniômetro e Indivíduo: Comparação entre as Fixações com e sem Canaletas de Acoplamento.";

titulo[5][12] = "Artigo Científico - O Efeito da Cinesioterapia e da Massagem na Sintomatologia Dolorosa de Mulheres Portadoras de DORT Grau III.";

titulo[5][13] = "Artigo Científico - Comparação entre a Aplicação do Método Maitland e da Terapia Convencional no Tratamento de Lombalgia Aguda.";

//NUMERO 3

titulo[5][14] = "Artigo de Revisão - Avaliação da Qualidade de Vida Relacionada à Saúde em Idosos com Osteoartrite de Joelhos.";

titulo[5][15] = "Artigo Metodológico - Produção Científica e Atuação Profissional: Aspectos que Limitam Essa Integração na Fisioterapia e na Terapia Ocupaciona.";

titulo[5][16] = "Artigo Científico - Avaliação Cardiorrespiratória de Esforço e Programa de Recondicionamento Aeróbico em Cicloergômetro para Pacientes com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica.";

titulo[5][17] = "Artigo Científico - Estudo sobre a Eletromiografia de Superfície em Pacientes Portadores de Espasticidade.";

titulo[5][18] = "Artigo Científico - Dilemas Éticos Presentes na Prática do Fisioterapeuta.";

titulo[5][19] = "Artigo Científico - Treinamento Muscular Respiratório em Pós-operatório de Cirurgia Cardíaca Eletiva.";

titulo[5][20] = "Artigo Científico - Características da Regeneração do Músculo do Rato a Longo Prazo Após Contusões Periódicas.";

titulo[5][21] = "Artigo Científico - Evolução Espontânea de Sintomas Músculo-Esqueléticos Relacionados ao Trabalho: Um Estudo Prospectivo";

titulo[5][22] = "Artigo Científico - Estimulação Elétrica Neuromuscular e Exercícios com Movimentos na Diagonal para Ganho de Força em Bíceps e Tríceps Braquial.";

titulo[5][23] = "Artigo Científico - A Influência da Postura sobre o Estado Comportamental e a Coordenação Mão-Boca do Bebê.";

//TITULOS VOLUME 7
//NUMERO 1
titulo[6][0] = "Artigo de Revisão - Recuperação Funcional de Indivíduos com Disfunção Fêmoro-patelar por Meio de Exercícios em Cadeia Cinética Fechada: Revisão da Literatura";

titulo[6][1] = "Artigo de Revisão - Utilização da Fonoforese em Desordens Músculo-esqueléticas: Uma Meta-análise";

titulo[6][2] = "Artigo Científico - Comparação de Dois Protocolos de Fortalecimento para Preensão Palmar";

titulo[6][3] = "Artigo Científico - Alongamento da Musculatura Inspiratória por Intermédio da Reeducação Postural Global (RPG)";

titulo[6][4] = "Altigo Científico - Alterações Ósseas Associadas a Traumas Musculares Periódicos";

titulo[6][5] = "Altigo Científico - Estudo da Evolução a Curto Prazo da Escoliose por Meio de Mensurações da Gibosidade, Radiográficas e da Dor em Adolescentes e Adultos Jovens";

titulo[6][6] = "Artigo Científico - Nível de Atividade Física e Desconfortos Músculo-esqueléticos Percebidos em Homens e Mulheres, Adultos e Idosos";

titulo[6][7] = "Artigo Científico - Análise da Confiabilidade de Técnicas Fotométricas para Medir a Flexão Anterior do Tronco";

titulo[6][8] = "Artigo Científico - Relação entre Capacidade Ventilatória e Exercício em Pacientes com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica Moderada-Grave";

titulo[6][9] = "Artigo Científico - Efeitos do Treinamento Físico e Muscular Respiratório em Pacientes com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) Grave Submetidos a BiPAP";

titulo[6][10] = "Artigo Científico - Estudo Morfométrico do Músculo Sóleo Denervado de Ratos Tratados pela Associação de Metformina e Estimulação Elétrica";

titulo[6][11] = "Artigo Metodológico - Programa Mínimo sobre Mecanismos de Dor e Analgesia para Cursos de Graduação em Fisioterapia";


//NUMERO 2

titulo[6][12] = "Artigo de Revisão - Eficácia da Espirometria de Incentivo na Prevenção de Complicações Pulmonares Após Cirurgias Torácicas e Abdominais - Revisão de Literatura";

titulo[6][13] = "Artigo Científico - Instabilidade Funcional do Tornozelo: Controle Motor e Aplicação Fisioterapêutica";

titulo[6][14] = "Artigo Científico - Efeitos da Estimulação Elétrica Nervosa Transcutânea na Dor Fantasma";

titulo[6][15] = "Artigo Científico - Influência da Saturação de O2 na Velocidade do Teste de Distância Percorrida em 6 Minutos, em Pacientes com DPOC Grave";

titulo[6][16] = "Artigo Científico - Efeitos Fisiológicos de um Programa de Fisioterapia Respiratória (FR) em Pacientes com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC) Associada à Hipertensão Arterial (HA)";

titulo[6][17] = "Artigo Científico - Análise da Transmissibilidade Ultra-sônica de Medicamentos Utilizados na Prática da Fonoforese";

titulo[6][18] = "Artigo Científico - Efeito do Exercício Isométrico de Extensão do Joelho Associado à Adução Isométrica do Quadril na Atividade Elétrica dos Músculos Vasto Medial Oblíquo e Vasto Lateral Oblíquo em Indivíduos com Disfunção Fêmoro-patelar";

titulo[6][19] = "Artigo Científico - Avaliação Multidimensional da Dor em Portadores de Desordem Temporomandibular Utilizando uma Versão Brasileira do Questionário McGill de Dor";

titulo[6][20] = "Artigo Científico - Fisioterapia na Atenção Primária: Uma Experiência de Integração entre Ensino, Serviço de Saúde e Assistência à Comunidade";

titulo[6][21] = "Artigo Científico - Efeito do Laser Terapêutico de Baixa Potência sobre o Processo de Reparação Óssea em Tíbia de Rato";

titulo[6][22] = "Estudo de Caso - Miopatia Mitocondrial - Efeito do Treinamento Aeróbio e de Equilíbrio: Estudo de Caso";

titulo[6][23] = "Estudo de Caso - Análises dos Movimentos de Punho nas Atividades de Ultra-sonografIas: Um estudo de Caso";

//NUMERO 3
titulo[6][24] = "Artigo Científico - Influência do Laser de Baixa Potência nos Níveis das Proteínas Plasmáticas de Coelhos";

titulo[6][25] = "Artigo Científico - Avaliação Isocinética dos Inversores e Eversores de Tornozelo: Estudo Comparativo entre Atletas de Futebol e Sedentários Normais";

titulo[6][26] = "Artigo de Revisão - Alterações no Sistema Neuromuscular Decorrentes do Envelhecimento e o Papel do Exercício Físico na Manutenção da Força Muscular em Indivíduos Idosos";

titulo[6][27] = "Artigo Científico - Musculação e Condicionamento Aeróbio em Hemiplégicos: Impacto no Desempenho Motor";

titulo[6][28] = "Artigo Científico - Influência do Peso Corporal sobre as Pressões Respiratórias Máximas nas Posições Sentada, Deitada e em Pé";

titulo[6][29] = "Artigo Científico - Drenagem Postural X Tapotagem x Técnica de Expiração Forçada: Análise da Transportabilidade do Muco Brônquico";

titulo[6][30] = "Artigo Científico - O Exercício de \"Final de Semana\" Contribui para o Controle das Dislipidemias em Ratos Adultos Machos Alimentados com Dieta Rica em Gorduras";

titulo[6][31] = "Artigo Científico - Caracterização e Análise da Satisfação da Clientela Atendida pela Fisioterapia do Serviço de Atenção à Saúde do Trabalhador/UFMG";

titulo[6][32] = "Artigo Científico - Teste de Caminhada de Seis Minutos em Adultos Eutróficos e Obesos";

titulo[6][33] = "Artigo Científico - Análise da Propriocepção e sua Relação com o Desempenho Funcional de Indivíduos com Deficiência do Ligamento Cruzado Anterior";

titulo[6][34] = "Artigo Científico - Alongamento, Caminhada e Fortalecimento dos Músculos da Coxa: um Programa de Atividade Física para Mulheres com Osteoporose";

titulo[6][35] = "Artigo Científico - Comparação entre o Duplo Flexímetro e o Eletrogoniômetro Durante o Movimento de Flexão Anterior da Coluna Lombar";

//TITULOS VOLUME 6
//NUMERO 1
titulo[7][0] = "Artigo Científico - Efeito do Ultra-som sobre o Reparo de Falha Óssea Experimental: Avaliação Quantitativa e Morfológica do Parâmetro Tempo de Estimulação";

titulo[7][1] = "Artigo Científico - Análise Comparativa da Marcha Humana em Solo à Subaquática em Dois Níveis de Imersão: Joelho e Quadril";

titulo[7][2] = "Artigo Científico - Estudo da Propriocepção e Desempenho Funcional em Idosos com Osteoartrite de Joelhos";

titulo[7][3] = "Artigo Científico - Análise do Músculo Esquelético Desnervado Tratado com Metformina fiou Estimulação Elétrica de Baixa Freqüência";

titulo[7][4] = "Artigo Científico - Determinação do Centro de Rotação do Quadril por Meio dc Técnica Não-invasiva: Efeito na Angulação do Quadril";

titulo[7][5] = "Artigo Científico - Correlação entre a Dor Anterior do Joelho e a Medida do Ângulo &quot;Q&quot; por Intermédio da Fotomctria Computadorizada";

titulo[7][6] = "Artigo Científico - Avaliação do Volume Corrente e da Configuração Toracoabdominal durante o Uso de Espirômetros de Incentivo a Volume e a Fluxo, em Sujeitos Saudáveis: Influência da Posição Corporal";

titulo[7][7] = "Artigo Científico - Efeito do Ultra-som na Permeação Cutânea do Tiratricol: Análise Histológica";

titulo[7][8] = "Artigo Científico - Efeitos da Aerossolterapia nas Propriedades Físico-químicas do Muco Brônquico";

titulo[7][9] = "Artigo Científico - Delineamentos de Linha de Base na Investigação Científica em Fisioterapia";

titulo[7][10] = "Artigo Científico - O Comportamento Neonatal de Prematuros Hospitalizados e a Interação com Suas Mães";

titulo[7][11] = "Artigo Científico - Aspectos Clínicos do Alongamento: Uma Revisão de Literatura";

titulo[7][12] = "Artigo Científico - Análise da Modulação Autonômica elo Coração durante Condições de Repouso em Homens de Meia-Idade e Mulheres Pós-Menopausa";

//NUMERO 2

titulo[7][13] = "Artigo Científico - Modulação do Sistema Nervoso Autonômico na Resposta da Freqüência Cardíaca em Repouso e à Manobra de Valsalva com o Incremento da Idade";

titulo[7][14] = "Artigo Científico - Correlação entre o Nível Cognitivo e a Independência Funcional após AVE";

titulo[7][15] = "Artigo Científico - Relação IsquiotibiaislQuadríceps em Mulheres Idosas Utilizando o Dinamômetro Isocinético";

titulo[7][16] = "Artigo Científico - Remodelamento Muscular Induzido por Treinamento: Expressão de Miosina em Músculo Esquelético de Rato - uma Análise Qualitativa";

titulo[7][17] = "Artigo Científico - Comparação entre Deslocamento Angular e Linear da Coluna Lombar Durante o Movimento de Flexão Anterior";

titulo[7][18] = "Artigo Científico - Influência da Aplicação Prévia do Ultra-som Terapêutico na Penetração Transcutânea de Diclofenaco Sódico em Humanos Sadios";

titulo[7][19] = "Artigo Científico - Aumento do Torque Muscular Após Tratamento em Esteira com Suporte Parcial de Peso em Pacientes com lIemiparesia Crilnica";

titulo[7][20] = "Relato de Caso - Avaliação da Eficácia da Estimulação Elétrica Nervosa Transcutânea sobre a Intensidade da Dor, Volumes Pulmonares e Força Muscular Respiratória no Pós-operatório de Cirurgia Abdominal- Estudo de Caso";

titulo[7][21] = "Artigo Científico - Prevalência de Fatores Ambientais Associados a Quedas em Idosos Residentes na Comunidade em São Paulo, SP";

titulo[7][22] = "Revisão de Literatura - Análise das Intervenções Utilizadas para a Promoção da Marcha em Crianças Portadoras de Paralisia Cerebral: Uma Revisão Sistemática da Literatura";

titulo[7][23] = "Relato de Caso - Transportabilidade e Viscoelasticidade do Muco Brônquico, de um Paciente com Bronquiectasia, Expectorado Após a Tapotagem e o Aparelho Flutter- VRPl- Estudo de Caso";

titulo[7][24] = "Artigo Científico - Alterações da Cronaxia, da Reobase e da Acomodação no Músculo Esquelético Desnervado Submetido à Eletroestimulação";

//NUMERO 3
titulo[7][25] = "Cinesiologia e Biomecânica - Avaliação da Amplitude Eletromiográfica do MÚsculo DeItóide em Diferentes Faixas Etárias";

titulo[7][26] = "Cinesioterapia - Análise do Torque Isométrico e da Atividade Elétrica após Lesão Muscnlar Induzida por Exercicio Excêntrico em Humanos";

titulo[7][27] = "Controle Motor - Ajuste da Rigidez Muscular Via Sistema Fuso-muscular-gama: Implicações para o Controle da Estabilidade Articular";

titulo[7][28] = "Controle Motor - Lesão e Reconstrução do LCA: Uma Revisão Biomecânica e do Controle Motor";

titulo[7][29] = "Fisioterapia nas Condições Cardiorrespiratórias - Avaliação da Variabilidade da Freqüência Cardiaca em Repouso de Homens Saudáveis, Sedentários e de Hipertensos e Coronariopatas em Treinamento Fisico";

titulo[7][30] = "Fisioterapia nas Condições Cardiorrespiratórias - Sazonalidade e Asma Infantil: Impacto em Indicadores Funcionais e Respiratórios";

titulo[7][31] = "Fisioterapia nas Condições Músculoesqueléticas - Correlação entre Métodos de Auto-relato e Testes Provocativos de Avaliação da Dor em Indivíduos Portadores de Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho";

titulo[7][32] = "Fisioterapia nas Condições Músculoesqueléticas - Efeitos de um Programa de Atividade Física na Postura Hipercifótica Torácica, na Dorsalgia e na Qualidade de Vida de Mulheres com Osteoporose";

titulo[7][33] = "Fisioterapia nas Condições Neurológicas - Desenvolvimento Motor de Lactentes Pré-termo Participantes de um Programa de Intervenção Fisioterapêutica Precoce";

titulo[7][34] = "Fisioterapia nas Condições Neurológicas - Efeitos do Fortalecimento Muscular e Sua Relação com a Atividade Funcional e a Espasticidade em Individuos Hemiparéticos";

titulo[7][35] = "Fisioterapia nas Condições Neurológicas - Gravidade da Paralisia Cerebral e Desempenho Funcional";

titulo[7][36] = "Fisioterapia nas Condições Neurológicas - Influência do Baixo Peso ao Nascer sobre o Desempenho Motor de Lactentes a Termo no Primeiro Semestre de Vida";

titulo[7][37] = "Fisioterapia nas Condições Neurológicas - O Impacto da Doença de Parkinson na Qualidade de Vida: Uma Revisão de Literatura";

titulo[7][38] = "Prevenção em Fisioterapia - Análise do Perfil do Paciente Portador de Doença Osteomuscular Relacionada ao Trabalho (DORT) Usuário do Serviço de Saúde do Trabalhador do SUS em Belo Horizonte";

titulo[7][39] = "Recursos Físicos e Naturais - Efeitos da Hidrocinesioterapia na Pressão Arterial e nas Medidas Antropométrieas em Mulheres Hipertensas";

//TITULOS DO VOLUME 9
//NUMERO 1
titulo[8][0] = "Fundamentação Teórica para Iontofores";

titulo[8][1] = "Three-dimensional Kinematic and Kinetic Analysis of lhe Hip and Knee Joints During lhe Stepping Exercise in Older Subjects";

titulo[8][2] = "Fatores Associados à Alteração da Mobilidade em Idosos Residentes na Comunidade";

titulo[8][3] = "Avaliação dos Níveis de Dor Após Sessões de Ultra-sonoterapia em Pacientes Cirúrgicos Cardiovasculares";

titulo[8][4] = "Estudo das Propriedades Reológicas do Muco Brõnquico de Pacientes Submetidos a Técnicas de Fisioterapia Respiratória";

titulo[8][5] = "Utilização do Sistema Dvideow na Análise Cinemática do Alcance Manual de Lactentes";

titulo[8][6] = "Impacto de um Programa de Atividade Física na Qualidade de Vida de Pacientes com Doença de Parkinson";

titulo[8][7] = "Avaliação da Propriocepção do Joelho em Indivíduos Portadores de Disfunção Femoropatelar";

titulo[8][8] = "Posturas do Ombro Durante Exame Ultra-Sonográfico Utilizando Diferentes Transdutores";

titulo[8][9] = "Efeito de Duas Técnicas de Alongamento Muscular dos Isquiotibiais na Amplitude de Extensão Ativa do Joelho e no Pico de Torque";

titulo[8][10] = "Comparação entre Protocolos de Exaustão e de 30 Segundos Utilizados na Avaliação da Fadiga Eletromiográfica dos Músculos Eretores da Espinha";

titulo[8][11] = "Confiabilidade de um Modelo de Avaliação para Portadores de Ler/Dort: a Experiência de um Serviço Público de Saúde";

titulo[8][12] = "Avaliação Isocinética da Função Muscular do Quadril e do Tornozelo em Idosos que Sofrem Quedas";

titulo[8][13] = "Comparação do Alinhamento Anatõmico de Membros Inferiores entre Indivíduos Saudáveis e Indivíduos com Tendinose Patelar";

titulo[8][14] = "A Influência da Estimulação Elétrica Funcional Associada ao Treinamento em Esteira com Suporte Parcial de Peso na Marcha de Hemiparéticos";


//NUMERO 2
titulo[8][15] = "Síndrome do Túnel do Carpa";

titulo[8][16] = "Lesões Desportivas em Praticantes de Atividade Física: Uma Revisão Bibliográfica";

titulo[8][17] = "Aplicação da Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF) na Prática Clínica do Fisioterapeuta";

titulo[8][18] = "Estudo dos Picos de Torque Concêntrico e Excêntrico dos Rotadores Mediais e Laterais do Ombro de Atletas do Pólo Aquático";

titulo[8][19] = "Avaliação dos Fatores de Co-Morbidade e sua Relação com a Qualidade de Vida em Pacientes Portadores de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica";

titulo[8][20] = "Avaliação da Força Muscular Respiratória no Terceiro Trimestre de Gestação";

titulo[8][21] = "Avaliação do Controle Autonômico da Freqüência Cardíaca e Determinação do Limiar de Anaerobiose em Homens Saudáveis e Coronariopatas";

titulo[8][22] = "Avaliação das Equações de Referência para Predição da Distância Percorrida no Teste de Caminhada de Seis Minutos em Idosos Saudáveis Brasileiros";

titulo[8][23] = "Alterações do Conteúdo de Glicogênio e do Peso Muscular em Função da Posição Articular e do Período de Imobilização";

titulo[8][24] = "Tratamento com Nifedipina, um Bloqueador de Canais de Cálcio, Melhora o Conteúdo Muscular de Glicogênio de Membro Imobilizado de Ratos";

titulo[8][25] = "Estudo Comparativo entre Três Métodos de Avaliação do Encurtamento de Musculatura Posterior de Coxa";

titulo[8][26] = "Diferenças entre Medidas Quali e Quantitativas Durante Testes de Comprimento Músculo-tendíneos dos Flexores do Quadril Uni e Biarticulares";

titulo[8][27] = "Efeitos da Administração Sistêmica de Corticosteróide Sobre Propriedades Mecânicas Musculares";

titulo[8][28] = "Comparação dos Níveis de Potência e de Freqüência Cardíaca no Limiar de Anaerobiose Determinado por Dois Métodos Indiretos";

titulo[8][29] = "Prevalência de Desordens Musculoesqueléticas Relacionadas ao Trabalho em Fisioterapeutas da Rede Hospitalar SUS-BH";

titulo[8][30] = "Assimetria e Desempenho Funcional em Hemiplégicos Crônicos Antes e Após Programa de Treinamento em Academia";

titulo[8][31] = "Análise Morfométrica dos Tecidos Muscular e Conjuntivo Após Desnervação e Estimulação Elétrica de Baixa Freqüência";

titulo[8][32] = "Efeitos da Estimulação de Alta Voltagem no Linfedema Pós-mastectomia";


//NUMERO 3
titulo[8][33] = "Estimulação Elétrica de Alta Voltagem: Uma Opção de Tratamento";

titulo[8][34] = "Atividade Eletromiográfica dos Músculos Masseter e Temporal Anterior de Crianças com Mordida Cruzada Posterior Unilateral (MCPu)";

titulo[8][35] = "Estudo Anatômico e Morfométrico do Tendão do Músculo Subescapular - Subsídios para a Anatomia Palpatória do Ombro";

titulo[8][36] = "Efeitos Agudos da Aplicação do BiPAP&reg; sobre a Tolerância ao Exercício Físico em Pacientes com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC)";

titulo[8][37] = "Comparação do Padrão Respiratório entre Adultos e Idosos Saudáveis";

titulo[8][38] = "Efeitos de Diferentes Sessões de Exercícios Resistidos sobre a Hipotensão Pós-exercício";

titulo[8][39] = "A Influência das Técnicas de Intervenção Fisioterapêutica e da Pressão Positiva Contínua nas Vias Aéreas (CPAP) no Pós-operatório de Cirurgia Cardíaca";

titulo[8][40] = "Transferência da Posição Sentada para em Pé: Estudo Comparativo entre Idosas Assintomáticas e Idosas com Osteoartrite e Correlação entre Tempo da Tarefa e Função Muscular";

titulo[8][41] = "Modelo de Lesão no Músculo Tibial Anterior de Rato Induzida pela Estimulação Elétrica Neuromuscular";

titulo[8][42] = "Validade e Confiabilidade loIra-indivíduo do Cifolordômetro na Avaliação da Convexidade Torácica";

titulo[8][43] = "Confiabilidade Intra e Interexaminadores e RepetibiJidade da Avaliação Postural pela Fotogrametria";

titulo[8][44] = "Freqüência da Discrepância de Membros Inferiores Após Artroplastia Total de Quadril";

titulo[8][45] = "Sinais e Sintomas de Disfunção Ternporornandibular em Crianças Portadoras de Paralisia Cerebral";

titulo[8][46] = "Treinamento Físico e Destreinamento em Hemiplégicos Crônicos: Impacto na Qualidade de Vida";

titulo[8][47] = "Validação do Roteiro para Avaliação de Riscos MusculoesqueJéticos (RARME) - Aplicação em Situações Ocupacionais Industriais";

titulo[8][48] = "Efeito do Ultra-som e do D-pantenol na Regeneração Tegumentar";

titulo[8][49] = "Desenvolvimento e Teste de Suporte de Peso Corporal Instrumentalizado para o Treino de Marcha em Esteira";

titulo[8][50] = "Limiar de Anaerobiose em Ratos Submetidos a Treinamento Físico em Esteira e Laser de Baixa Intensidade";


/*//TITULOS VOLUME 10
//NÚMERO 1
titulo[9][0] = "Estratégias Eletromiográficas e Cinéticas Para o Controle dos Movimentos";

titulo[9][1] = "Fadiga Muscular Localizada. Revisão de Três Estudos";

titulo[9][2] = "Tipos de Preensão e Movimentos do Punho Durante Atividade de Manuseio de Carga";

titulo[9][3] = "Sintomas Osteomusculares em Professores do Ensino Fundamental";

titulo[9][4] = "Comparação Entre as Medidas Inferenciais de Edema de Membros Inferiores Utilizando o LEG-O-METER e o Deslocador de Água";

titulo[9][5] = "Análise da Resposta da freqüência cardíaca Durante a Realização de Exercício Isocinético Excêntrico de Grupamento Extensor de Joelho";

titulo[9][6] = "Estimulação Diafragmática Elétrica Transcutânea Melhora Condições Metabólicas dos Músculos Respiratórios de Ratos";

titulo[9][7] = "Efeitos do Uso de Órtese na Mobiudade Funcional de Crianças com Paralisia Cerebral";

titulo[9][8] = "Efeito da Rotação do Quadril na Síndrome da Dor Femoropatelar";

titulo[9][9] = "Avaliação do Equilíbrio Estático em Indivíduos Amputados de Membros Inferiores Através da Biofotogrametria Computadorizada";

titulo[9][10] = "O Desempenho de Idosos Instituicionalizados com Alterações Cognitivas em Atividades de Vida Diária e Mobilidade: Estudo Piloto";

titulo[9][11] = "Efeitos da Fisioterapia Respiratória Convencional Versus Aumento do Fluxo Expiratório na Saturação de O<sup>2</sup>, Freqüência Cardíaca e Freqüência Respiratória em Prematuros no Período Pós-Extubação";

titulo[9][12] = "Adaptação do THRESHOLD&reg; IMT para Teste de Resistência dos Músculos Inspiratórios";

titulo[9][13] = "Os Efeitos do Ultra-Som Terapêutico nas Lesões por Esmagamento do Nervo Ciático de Ratos: Análise Funcional da Marcha";

titulo[9][14] = "Avaliação da Qualidade de Vida Pós-Cirurgia Cardíaca na Fase I da Reabilitação Através do Questionário MOS SF-36";

titulo[9][15] = "Influência de um Programa de Atividade Física de Longa Duração Sobre a Força Muscular e a Flexibilidade Corporal de Mulheres Idosas";

titulo[9][16] = "Avaliação Fisioterapêutica dos Sistemas Mastigatório e Respiratório de um Portador de Síndrome otodental: um Estudo de Caso";


//NÚMERO 2
titulo[9][17] = "Imnportância e Esclarecimento das Propriedades de Medida em Reabilitação";

titulo[9][18] = "Mudando a Face da Reabilitação Neurológica";

titulo[9][19] = "Paralisia cerebral Hemiparética: Dados Clínicos Comparados à Neuroimagem";

titulo[9][20] = "Comparação das Respostas Cardiorrespiratórias Entre Exercício de Carga Constante e Incremental Abaixo, Acima e no Limiar de Anaerobise Ventilatório";

titulo[9][21] = "Avaliação do Alinhamento POstural e do Desempenho em Atividades Funcionais de Crianças Hemofílicas em Idade Inferior a Sete Anos, com e sem Sinovite Crônica: Correlação com a Incidência de Hemartroses";

titulo[9][22] = "Estudo da Confiabilidade da Aplicação da Escala de FUGL-MEYER no Brasil";

titulo[9][23] = "Desenvolvimento do Neuropsicomotor de Lactantes Desnutridos";

titulo[9][24] = "Avaliação da Amplitude Articular do Joelho: Correlção Entre as Medidas Realizadas com o Goniômetro Universal e no Dinamîmetro Isocinético";

titulo[9][25] = "Estudo da Confiabilidade da Força Alicada Durante a Mobilização Articular Ântero-Posterior do Tornozelo";

titulo[9][26] = "Adaptação Enzimática da LDH em Ratos Submetidos a Treinamento Aeróbio em Estreita e Laser de Baixa Intensidade";

titulo[9][27] = "Relação Entre Intensidade de Dor e Capacidade Funcional em Indivíduos Obesos com Osteoartrite de Joelho";

titulo[9][28] = "Estimulação Elétrica Nervosa Transcutânea (TENS) no Pós-Operatório de Cesariana";

titulo[9][29] = "Influências de Práticas Maternas no Desenvolvimento Motor de Lactantes do 6º ao 12º Meses de Vida";

titulo[9][30] = "parâmetros Cinemáticos da Marcha com Obstáculo em Idosos com Doença de Parkinson, com e sem Efeito da Levodopa: Um Estudo Piloto";

titulo[9][31] = "A Profissionalização da Fisioterapia em Minas Gerais";


//NÚMERO 3

titulo[9][32] = "Não Disponível no Momento. Por Favor Tente Mais Tarde. Obrigado!";

titulo[9][33] = "Não Disponível no Momento. Por Favor Tente Mais Tarde. Obrigado!";

titulo[9][34] = "Não Disponível no Momento. Por Favor Tente Mais Tarde. Obrigado!";

titulo[9][35] = "Não Disponível no Momento. Por Favor Tente Mais Tarde. Obrigado!";

titulo[9][36] = "Não Disponível no Momento. Por Favor Tente Mais Tarde. Obrigado!";

titulo[9][37] = "Não Disponível no Momento. Por Favor Tente Mais Tarde. Obrigado!";

titulo[9][38] = "Não Disponível no Momento. Por Favor Tente Mais Tarde. Obrigado!";

titulo[9][39] = "Não Disponível no Momento. Por Favor Tente Mais Tarde. Obrigado!";

titulo[9][40] = "Não Disponível no Momento. Por Favor Tente Mais Tarde. Obrigado!";

titulo[9][41] = "Não Disponível no Momento. Por Favor Tente Mais Tarde. Obrigado!";

titulo[9][42] = "Não Disponível no Momento. Por Favor Tente Mais Tarde. Obrigado!";

titulo[9][43] = "Não Disponível no Momento. Por Favor Tente Mais Tarde. Obrigado!";

titulo[9][44] = "Não Disponível no Momento. Por Favor Tente Mais Tarde. Obrigado!";

titulo[9][45] = "Não Disponível no Momento. Por Favor Tente Mais Tarde. Obrigado!";

titulo[9][46] = "Não Disponível no Momento. Por Favor Tente Mais Tarde. Obrigado!";



//NÚMERO 4
titulo[9][47] = "Não Disponível no Momento. Por Favor Tente Mais Tarde. Obrigado!";

titulo[9][48] = "Não Disponível no Momento. Por Favor Tente Mais Tarde. Obrigado!";

titulo[9][49] = "Não Disponível no Momento. Por Favor Tente Mais Tarde. Obrigado!";

titulo[9][50] = "Não Disponível no Momento. Por Favor Tente Mais Tarde. Obrigado!";

titulo[9][51] = "Não Disponível no Momento. Por Favor Tente Mais Tarde. Obrigado!";

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titulo[9][53] = "Não Disponível no Momento. Por Favor Tente Mais Tarde. Obrigado!";

titulo[9][54] = "Não Disponível no Momento. Por Favor Tente Mais Tarde. Obrigado!";

titulo[9][55] = "Não Disponível no Momento. Por Favor Tente Mais Tarde. Obrigado!";

titulo[9][56] = "Não Disponível no Momento. Por Favor Tente Mais Tarde. Obrigado!";

titulo[9][57] = "Não Disponível no Momento. Por Favor Tente Mais Tarde. Obrigado!";

titulo[9][58] = "Não Disponível no Momento. Por Favor Tente Mais Tarde. Obrigado!";

titulo[9][59] = "Não Disponível no Momento. Por Favor Tente Mais Tarde. Obrigado!";

titulo[9][60] = "Não Disponível no Momento. Por Favor Tente Mais Tarde. Obrigado!";

titulo[9][61] = "Não Disponível no Momento. Por Favor Tente Mais Tarde. Obrigado!";*/

//TITULOS VOLUME 10

titulo[9][0] = "Clique para acessar artigos completos do volume 10.1";
titulo[9][1] = "Clique para acessar artigos completos do volume 10.2";
titulo[9][2] = "Clique para acessar artigos completos do volume 10.3";
titulo[9][3] = "Clique para acessar artigos completos do volume 10.4";


//TITULOS VOLUME 10

titulo[10][0] = "Clique para acessar artigos completos do volume 11.1";
titulo[10][1] = "Clique para acessar artigos completos do volume 11.2";
titulo[10][2] = "Clique para acessar artigos completos do volume 11.3";




///////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////////



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//TEXTOS DO VOLUME 1, NUMERO 1

texto[0][0] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>Influência do Laser de Arseneto de Gálio (AsGa) sobre a Dor no Modelo Experimental<br>de Contorção Abdominal em Camundongos</b></font><p align=justify>D.S. Borges<sup>1</sup>, J.A. Morettil<sup>1</sup>, N.A. Parizotto<sup>*2</sup> e E.F. Chagas<sup>3</sup><br><br><sup>1</sup>UNESP, Campus de Presidente Prudente; <sup>2</sup>Departamento de Fisioterapia e Terapia Ocupacional - CCBS UFSCar; <sup>3</sup>Departamento de Fisioterapia da UNESP, Campus de Presidente Prudente - SP<br><br><b>Resumo</b>: Há controvérsias a respeito do uso da terapia laser como método de produção de analgesia, tanto no aspecto clínico como no experimental. Por intermédio de um modelo experimental simples, de contorsões abdominais em camundongos induzidas por ácido acético injetado na cavidade peritoneal, avaliou-se o potencial de produção de analgesia pelo laser de arseneto de gálio de baixa intensidade. Os resultados demonstram efeito analgésico relacionado à dose empregada, observando-se bloqueio da dor em 46,4 e 59% no 15 Qe 20 Qminutos, com 5 J/cm<sup>2</sup>. Um padrão de resposta estatisticamente semelhante ao controle foi encontrado nos animais submetidos a dose de 1 J/cm<sup>2</sup>. Estes dados parecem ser a explicação para diversos achados discrepantes observados na literatura, tanto em dores agudas como crônicas e sob condições experimentais ou clínicas. Os mecanismos envolvidos neste modelo estão relacionados a múltiplos fatores, mas entre eles provavelmente se destacam o relaxamento da musculatura lisa do trato gastrointestinal e os mecanismos opióides endógenos, especialmente os receptores.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>dor, analgesia, laser de baixa intensidade, contorções abdominais.</i></p></font>";

texto[0][1] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>In Vivo <sup>31</sup>P-NMR and Histological Investigation of Muscle Recovery after Induced Injury</b></font><p align=justify>T.J. Bonagamba<sup>1</sup>, JT.F. Salvini<sup>2</sup>, H. Panepucci<sup>1</sup>, E.L.G. Vidoto<sup>1</sup>, A. Tannús<sup>1</sup>, A.C.M. Zeri<sup>1</sup> e C.C. Morini<sup>1</sup><br><br><sup>1</sup>Instituto de Física de São Carlos, USP, c.P. 369, 13560-970 São Carlos - SP, Brasil; <sup>2</sup>Laboratório de Neurociências, Departamento de Fisioterapia e Terapia Ocupacional, Universidade Federal de São Carlos, C.P. 676, 13565-905 São Carlos - SP, Brasil;<br><br><b>Resumo</b>: Sinais agudos de lesão muscular são observados nos músculos dos membros posteriores de camundongos sedentários após exercício intenso em esteira. O objetivo deste trabalho foi analisar a relação entre as alterações metabólicas dos compostos fosfatos, por meio da espectroscopia <i>in vivo</i> de <sup>31</sup>P por Ressonância Magnética Nuclear (<sup>31</sup>P-NMR) e a incidência de lesão nas fibras musculares do <i>soleus</i> avaliada com técnicas histológicas. Camundongos adultos sedentários foram exercitados, uma única vez, em esteira rolante à velocidade de 14 m/min, em três períodos de 3 h, com 30 min de repouso entre cada período de exercício. Pode-se identificar uma excelente correlação (r = 0.9) entre os espectros de <sup>31</sup>P-NMR e os sinais histológicos de lesão muscular em todos os períodos avaliados após a corrida. Esses resultados indicam que o <sup>31</sup>P-NMR é um método eficaz para avaliação das alterações metabólicas produzidas pela lesão aguda dos músculos esqueléticos e possibilita a análise das diversas etapas da recuperação muscular.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>espectroscopia por ressonância magnética in vivo, músculo esquelético de camundongo, lesão muscular, <sup>31</sup>P-NMR, exercícios em esteira rolante.</i></p></font>";

texto[0][2] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>Análise Biomecânica da Ativação das Porções Superficiais do M.Quadríceps Femoral <br>durante Contrações Excêntrica e Concêntrica</b></font><p align=justify>R.C. Araujo e A.C. Amadio<sup>1</sup><br><br><sup>1</sup>Laboratório de Biomecânica, Escola de Educação Física da Universidade de São Paulo, Av. Prof Mel/o Moraes 65, Cidade Universitária, 05508-900 São Paulo - SP, Brasil, e-mail: rcaraujo@usp.br<br><br><b>Resumo</b>: O presente trabalho apresenta uma análise biomecânica do m.quadríceps femoral, utilizando para isso análise eletromiográfica de seus ventres superficiais, juntamente com a análise e1etrogoniométrica, que permitiram, por cálculos realizados <i>a posteriori</i>, a determinação da velocidade angular. Com esse procedimento foi possível realizar uma comparação da atividade desse grupo muscular em dois movimentos distintos, exemplares de contração excêntrica e concêntrica, segundo a variação angular, sendo que os movimentos foram executados em três velocidades distintas. Para esse estudo, foram avaliados três indivíduos voluntários do sexo masculino, saudáveis e de mesma faixa etária, sendo adquiridos os dados no membro inferior direito, lado dominante para todos eles. A técnica de colocação dos eletrodos foi idêntica para ambos os movimentos, nos pontos motores dos referidos ventres musculares. Os resultados encontrados evidenciam uma diferença considerável de tempo de ativação dos ventres, segundo a velocidade e o tipo de contração muscular. Para a contração excêntrica, o m.vasto mediallongitudinal entra em atividade precocemente, cerca de 400 ms em relação aos demais, e os ventres dispostos lateralmente foram os últimos a serem ativados. Para a contração concêntrica, esse mesmo comportamento não foi encontrado, uma vez que as diferenças de tempo de ativação muscular não foram consistentes com o tipo de movimento, bem como da velocidade angular. Embora a compreensão dessa diferença de tempo de ativação segundo o tipo de movimento não tenha se efetivado, os resultados desse trabalho serviram para mostrar como os sistemas de controle do movimento interagem de maneira complexa com as forças mecânicas que atingem o aparelho locomotor.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>biomecânica, eletromiografia, m. quadríceps femoral.</i></p></font>";

texto[0][3] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>Controle de Desconfortos Posturais em Indivíduos que Trabalham Sentados: Avaliação <br>da Eficácia de um Programa Audio- Visual</b></font><p align=justify>S. Rodgher<sup>1</sup>, H.l.C. Coury<sup>2</sup> e LA.P. Sande<sup>3</sup><br><br><sup>1</sup>Aluna de Aperfeiçoamento-Pesquisa, CNPq; <sup>2</sup>Professora responsável pela área de Fisioterapia Preventiva; <sup>3</sup>Aluna de Iniciação Científica, CNPq, Universidade Federal de São Carlos, Departamento de Fisioterapia<br><br><b>Resumo</b>: Este estudo teve como objetivo elaborar e avaliar um programa preventivo audio-visual para reduzir desconfortos posturais em indivíduos que trabalham sentados. O conteúdo do programa foi baseado em um treinamento preventivo prévio disponível em forma de programa auto-instrucional. As situações ilustradas no programa procuraram retratar as condições de trabalho vivenciadas por trabalhadores sedentários em seus ambientes de trabalho. A avaliação do programa foi realizada com a participação de vinte e cinco usuários de teclado, através do acompanhamento de mudanças efetivamente implementadas e da evolução dos desconfortos músculo-esqueléticos percebidos pelos participantes. Para isso as situações ocupacionais de cada participante foi filmada e sua mobília foi medida antes e após a utilização do programa. As informações obtidas foram analisadas pela estatística descritiva e pelo teste t-Student. Os resultados indicaram que os sujeitos mudaram hábitos posturais, adotaram alguns outros componentes de auto cuidado e realizaram ajustes fisicos no ambiente de trabalho. Essas mudanças, por sua vez, parecem ter contribuído para reduzir de maneira significativa os desconfortos músculo-esqueléticos dos usuários do programa.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>fisioterapia preventiva, treinamentos posturais, postura sentada, ergonomia, desconfortos músculo-esqueléticos.</i></p></font>";

texto[0][4] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>Bota de Polipropileno vs. Tutor Longo: Estudo Comparativo da Velocidade da Marcha, <br>Consumo e Gasto de Energia em Pacientes Paraplégicos - Estudo de Caso</b></font><p align=justify>Rui Moreira da Costa Filho<sup>1</sup><br><br><sup>1</sup>Departamento de Fisioterapia, Universidade Estadual de Londrina - UEL<br><br><b>Resumo</b>: Desenvolvemos uma nova órtese para membros inferiores de pacientes portadores de paraplegia baixa ou monoplegia. O objetivo foi reduzir o peso, facilitar sua colocação e retirada e melhorar a marcha e a estética, bem como, devido a seu baixo custo operacional, viabilizar sua aquisição por um número maior de pacientes.<br>Na ORLAU, Inglaterra, avaliamos a bota de polipropileno em um paciente paraplégico, nível T<sub>12</sub>, com 40 anos de idade e totalmente independente.<br>Após a confecção da bota de polipropileno, o paciente foi levado ao laboratório de marcha com o objetivo de se analisar a posição correta do vetor de reação do solo para posterior colocação do mata-borrão sob o calçado. Em seguida, o paciente passou por um período de treinamento de três meses. Logo após, foram analisados e comparados a velocidade de marcha, o consumo e o gasto de energia para cada um dois sistemas, ou seja, a bota de polipropileno e o tutor longo convencional.<br>O estudo da velocidade da marcha demonstrou que quando o paciente deambulou com a bota depolipropileno sua velocidade foi menor que com o sistema convencional, principalmente quando o paciente deambulou com a marcha pendular.<br>O estudo do consumo de energia demonstrou que quando o paciente deambulou com a bota de polipropileno este foi menor que com o sistema convencional. Dessa forma, podemos dizer que a bota de polipropileno é fisiologicamente melhor que o sistema convencional, isto é, o paciente consegue suportar mais tempo deambulando com esse sistema.<br>O estudo do gasto de energia, por sua vez, demonstrou que quando o paciente deambulou com a bota de polipropileno, este foi maior que com o sistema convencional.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>órteses, paraplegia.</i></p></font>";

texto[0][5] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>Tratamento da Instabilidade Fêmoro- Patelar por meio da Estimulação Elétrica <br>Neuromuscular Associada a Cinesioterapia</b></font><p align=justify>João Carlos Ferrari Corrêa<sup>1</sup>, Rúben de Faria Negrãó Filho<sup>2</sup>, Antonio José Dócusse Filho<sup>3</sup> e Júlio José de Andrade Quialheiro<sup>4</sup> <br><br><sup>1</sup>Faculdade de Ciências e Tecnologia, UNESP, Presidente Prudente; <sup>2</sup>Departamento de Fisioterapia da UNESP, Faculdade de Ciências e Tecnologia, 19060-900 São Paulo - SP, Brasil; <sup>3</sup>Setor de Fisioterapia em Ortopedia e Traumatologia da Clínica Nossa Senhora Aparecida, Presidente Prudente, 19013-360 São Paulo - SP, Brasil; <sup>4</sup>Clínica Nossa Senhora Aparecida, Presidente Prudente, 19013-360 São Paulo - SP, Brasil<br><br><b>Resumo</b>: O presente trabalho foi realizado, com o objetivo de analisar o resultado de uma proposta de tratamento para a instabilidade fêmoro-patelar a partir do treinamento com estimulação elétrica neuromuscular, que, associada a técnicas cinesioterápicas, visa a estabilização medial da patela por meio do fortalecimento do músculo vasto medial oblíquo (VMO). Para tanto, foram realizadas avaliações clínicas, radiológicas e funcionais em dez indivíduos, encaminhados com diagnóstico médico de instabilidade fêmoro-patelar, constituindo uma amostragem de 20 joelhos. O protocolo de tratamento constituiu-se de treinamento do músculo vasto medial oblíquo por meio da estimulação elétrica neuromuscular transcutânea, exercícios específicos e alongamento muscular. O tratamento foi realizado diariamente, de segunda a sexta-feira, durante um periodo de seis semanas. As sessões diárias consistiram de quatro períodos, sendo um realizado no setor de fisioterapia, sob supervisão de um fisioterapeuta e os outros três pelo próprio paciente em seu domicílio ou no local de trabalho, fazendo uso somente da estimulação elétrica funcional. A análise dos dados foi realizada, considerando-se individualmente cada um dos itens de avaliação, com o teste estatístico Wilk's de Lambda e análises tabulares, além de uma análise conjunta dos itens de avaliação, através de porcentagem de melhora observada. A análise dos resultados de forma individualizada demonstra que houve uma significante melhora dos aspectos objetivos e subjetivos analisados, e a forma conjunta de análise dos resultados, comprovou a eficácia da proposta de tratamento, sendo que o quadro clínico de cinco pacientes evoluiu entre 94,24 e 100% de melhora; o de dois pacientes, entre 77,34 e 87,91%, e o de um teve 64,42% de melhora. Apenas dois pacientes apresentaram valores abaixo de 50% de melhora do quadro patológico. Portanto, foi possível concluir que a terapêutica proposta é totalmente viável e eficaz, mostrando-se de grande valia no tratamento dessa patologia apresentando uma porcentagem de melhora significativa, em curto período de tempo.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>estimulação elétrica, fortalecimento muscular, instabilidade fêmoro-patelar, reabilitação.</i></p></font>";

//TEXTOS DO VOLUME 1, NUMERO 2

texto[0][6] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>Estudo Sobre a Freqüência de Distribuição da Cronaxia e a sua Correlação com <br>Distintos Graus de Lesões Nervosas Periféricas</b></font><p align=justify>U.F. Ervilha e RC.Araujo<sup>1</sup><br><br><sup>1</sup>Disciplina de Eletroterapia / Curso de Fisioterapia, Universidade da Cidade de São Paulo R. Cesário Galeno 448, 03071-000 Tatuapé - São Paulo, SP<br><br><b>Resumo</b>: O presente trabalho propõe-se à realização de um estudo das provas cronaximétricas, onde foram estabelecidos intervalos correspondentes a diferentes graus de inervação. As cronaxias foram obtidas no ponto motor de cada músculo examinado, com a técnica monopolar, sendo o eletrodo ativo em forma de caneta e o passivo em forma de placa. Para tanto foram realizadas três etapas de estudo: I) determinação de um intervalo cronaximétrico representativo de indivíduos sadios, onde foram obtidos 84 valores amostrais de oito indivíduos voluntários; 2) análise de cronaxias de 11 músculos de cinco indivíduos que sofreram lesão nervosa periférica há um tempo superior a três anos, sem evolução clínica, representando lesões nervosas graves e irreversíveis; 3) estudo da cronaxia de 30 músculos de cinco indivíduos acometidos por lesão nervosa periférica com menos de dois anos de instalação do quadro, totalizando 30 valores de cronaxia. Essa diferença na amostra deveu-se à maior ou menor facilidade de selecionar indivíduos voluntários para o presente experimento. Os resultados evidenciam que os indivíduos com músculos íntegros apresentam valores cronaximétricos distribuídos numa curva gaussiana num intervalo de 0,05 a 0,30 ms com nível de confiança de 99%. Já não se pode afirmar exatamente qual é o grau preciso de lesão dos quadros rujas cronaxias estejam entre 1,5 e 20,0 ms e o termo lesão moderada pode ser demasiadamente abrangente para estabelecer o real prognóstico. Já os indivíduos com tempo de lesão superior a três anos, e sem melhora clínica, apresentaram valores de cronaxia superiores a 30 ms, demonstrando compatibilidade entre o alto valor cronaximétrico e a ausência de movimento e sensibilidade, obtidas através de exame clínico.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>cronaxia, eletrodiagnóstico, fisioterapia, lesões nervosas periféricas.</i></p></font>";

texto[0][7] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>Reabilitação na Lesão do Ligamento Cruzado Anterior: Uma Revisão da Literatura</b></font><p align=justify>V.C. Dionísio<sup>1</sup> e G.A. Pini<sup>2</sup><br><br><sup>1</sup>Fisioterapeuta, Professor e Supervisor de Estágio na área de Ortopedia e Traumatologia da Universidade de R.ibeirão Preto - UNAERP Mestrando em Bioengenharia - EESC/FMRP-USP; <sup>2</sup>Fisioterapeuta, concluinte do curso de aprimoramento em Ortopedia e Traumatologia da Universidade de Ribeirão Preto - UNAERP Universidade de Ribeirão Preto - UNAERP, Av. Costábile Romano, 2201 14.096-380 Ribeirânia, Ribeirão Preto - SP<br><br><b>Resumo</b>: Este trabalho apresenta uma revisão atualizada da literatura a respeito da lesão do Ligamento Cruzado Anterior e seu tratamento, abordando desde a fisiologia articular, mecanismo de lesão, diagnóstico, reconstrução ligamentar e tratamento fisioterápico, sendo estes últimos com ênfase a partir da técnica de Dejour, atualmente a mais utilizada pelos cirurgiões devido às características favoráveis de resistência e cicatrização do enxerto. A reabilitação é abordada com análise de vários protocolos de tratamento, seus resultados e diferenças, buscando um melhor entendimento com bases no conhecimento científico.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>reabilitação, ligamento cruzado anterior, lesão. reconstrução.</i></p></font>";

texto[0][8] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>Considerações sobre Posicionamento Corporal Durante a Fisioterapia Respiratória</b></font><p align=justify>E.C. Ribeiro<sup>1</sup><br><br><sup>1</sup>Rua Henrique Dias 1311;J03, 97010220 Santa Maria - RS<br><br><b>Resumo</b>: Através de uma breve revisão bibliográfica e estudo da relação da fisioterapia respiratória e a fisiologia pulmonar, pode-se chegar a alguns critérios para a seleção do posicionamento corporal que beneficie a função pulmonar, acentuando, desta forma, a resposta terapêutica dos recursos fisioterapêuticos empregados. O posicionamento corporal pode corrigir as irregularidades da distribuição da ventilação e perfusão, favorecendo a ocorrência das trocas gasosas. Os recursos fisioterapêuticos também visam melhorar a ventilação alveolar, mantendo as vias aéreas permeáveis e com volume aéreo adequado. Por isso, a associação dessas condutas, ou seja, o posicionamento corporal e as técnicas de fisioterapia respiratória proporciona uma abordagem mais fisiológica e com melhor resultado terapêutica em afecções como Síndrome da Angústia Respiratória do Adulto (SARA), derrame pleural, DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica) e cirurgia torácica.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>posição corporal, função pulmonar, fisioterapia respiratória.</i></p></font>";

texto[0][9] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>A Lombalgia e suas Relações com o Tipo de Ocupação, com a Idade e o sexo</b></font><p align=justify>A. De Vitta<sup>1</sup><br><br><sup>1</sup>Fisioterapeuta; Mestre em Educação Especial; Prof. Assistente do Departamento de Fisioterapia da Universidade do Sagrado Coração, Bauru - SP<br>Programa de Pós-Graduação em Educação Especial, Universidade Federal de São Cartos' Rodovia Washington Luís, Km 235, 13565-905 São Carlos - SP<br><br><b>Resumo</b>: O objetivo do presente trabalho foi verificar a correlação entre as variáveis epidemiológicas estudadas (tipo de ocupação, a idade e o sexo) e a Lombalgia. Examinaram-se 150 fichas de indivíduos assistidos em 13 setores de atendimento fisioterápico, das quais foram coletados dados relativos à categoria profissional, idade e sexo. Através do teste do Qui-quadrado (x<sup>2</sup>) foi verificado o tipo de relação entre a Lombalgia e as variáveis estudadas. Como resultado evidenciou-se que: a Lombalgia pode ser gerada tanto pelo trabalho fisico leve quanto pelo trabalho fisico pesado; esta patologia acomete tanto indivíduos nas faixas etárias avançadas quanto jovens e; acomete os dois sexos, mas com maior freqüência o masculino.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>fatores de risco, lombalgia, epidemiologia, ocupação,prevenção.</i></p></font>";

texto[0][10] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>Função Pulmonar em Miopatias Hereditárias</b></font><p align=justify>D. Costa<sup>1</sup>, M. Jamami I, LB.T. Soares<sup>2</sup>, J.M. Pinto<sup>2</sup> e J. Oishi<sup>3</sup><br><br><sup>1</sup>Departamento de Fisioterapia, <sup>2</sup>Departamento de Terapia Ocupacional e <sup>3</sup>Departamento de Estatística, Universidade Federal de São Carlos, Via Washington Luiz, km 235, 13565-905 São Carlos - SP, Brasil<br><br><b>Resumo</b>: O objetivo deste estudo foi associar a técnica de avaliação espirométrica à das pressões respiratórias máximas (PImáx e PEmáx) e verificar a eficácia dessas técnicas como métodos auxiliares na avaliação respiratória de pacientes com miopatias hereditárias e, com isso, melhor elucidar o prognóstico e planejamento de um programa de tratamento fisico desses pacientes, especialmente no que se refere ao seu sistema respiratório. Estudaram-se 12 pacientes com miopatias hereditárias, na faixa etária de 7 a 55 anos, os quais foram submetidos aos testes espirométricos e às Plmáx e PEmáx. Na maioria desses pacientes os resultados desses testes indicaram valores abaixo do previsto, especialmente na Plmáx e PEmáx, onde 67% deles obtiveram um valor menor que 50% do esperado. Nos valores da Ventilação Voluntária Máxima (VVM), 33% desses pacientes apresentaram resultados abaixo de 50% do previsto e, na Capacidade Vital Forçada (CVF), Volume Expiratório Forçado no 1° segundo (VEF<sub>1</sub>) 25% deles apresentaram valores abaixo de 50% do previsto. Detectou-se ainda, diferenças significativas (p &le; 0.05) entre as médias do percentual dos valores previstos dessas variáveis, de forma que a PEmáx e Plmáx foram menores que a CVF, VEF<sub>1</sub>, VVM, Pico de Fluxo (PF) e Capacidade Vital (CV), as quais foram inferiores ao índice de Tiffeneau. No que diz respeito à faixa etária constatou-se uma discreta diminuição nos valores da maioria dessas variáveis nos pacientes com mais idade. Com base nesses resultados considera-se que as medidas da força muscular respiratória associadas com a espirometria podem contribuir para melhor elucidar o quadro de disfunção de pacientes com miopatias hereditárias.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>espirometria, Plmáx, PEmáx, miopatias hereditárias, músculos respiratórios.</i></p></font>";

texto[0][11] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>Dosimetria de Aparelhos de Ultra-Som Terapêutica Utilizando Balança Semi-Analítica</b></font><p align=justify>R. Guirro<sup>1</sup>, D. Elias<sup>2</sup>, F. Serrão<sup>3</sup> e A.J. Bucalon<sup>4</sup><br><br><sup>1</sup>UNIMEP - Universidade Metodista de Piracicaba - Departamento de Fisioterapia; <sup>2</sup>Bolsista de Iniciação Cientifica FAP/UNIMEP; <sup>3</sup>Bolsista de Iniciação Cientifica PIBIC/CNPq; <sup>4</sup>UNESP - Campus Rio Claro - Universidade Estadual Paulista - Departamento de Física <br><br><b>Resumo</b>: Diferentes metodologias para a aferição dos aparelhos de ultra-som terapêutica (UST) são disponíveis desde a década de 20. As metodogias alternativas não foram incorporadas como rotina pelos usuários de ultra-som terapêutica até a presente data. Atualmente, há necessidade de adoção de uma metodologia que possibilite a quantificação da energia ultra-sônica, uma vez que vários autores destacam a grande discrepância entre a intensidade indicada no painel do aparelho e a intensidade emitida pelo transdutor. Em razão dessa necessidade, propôs-se o desenvolvimento de um método para a análise quantitativa da energia ultra-sônica através de balança semi-analítica. Para tanto, realizou-se a aferição de um aparelho em balança de pressão de radiação (modelo UPM- DT-1 digital, Ohmic lnstruments CO) com posterior calibração do mesmo. Numa fase seguinte, a energia ultra-sônica desse aparelho foi mensurada na balança semi-analítica. Como resultado obteve-se o valor de 0,085 gramas para a potência de 1,0 W, o qual permanece linear para as potências superiores. Conclui-se que se trata de uma metodologia acessível ao usuário de UST, permitindo assim a quantificação da energia ultra-sônica.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>dosimetria, ultra-som terapêutica, balança semi-analítica.</i></p></font>";

//TEXTOS DO VOLUME 2, NUMERO 1

texto[1][0] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>Efeito da TENS na Dor Pós-Operatória Cardíaca e na Função Pulmonar Estudo de Caso</b></font><p align=justify>R. Guirro<sup>1</sup>, LM. Da Silva<sup>2</sup>, S.H. Borin<sup>2</sup>, M.P. Damasceno<sup>3</sup> e E. Guirro<sup>4</sup><br><br><sup>1</sup>Departamento de Fisioterapia - Universidade Metodista de Piracicaba; <sup>2</sup>Alunos de Graduação do Curso de Fisioterapia - UNIMEP; <sup>3</sup>Fisioterapeuta; <sup>4</sup>Fisioterapeuta - Doutoranda UNESP - Campus de Rio Claro<br><br><b>Resumo</b>: Durante as últimas três décadas a eletroestimulação para o tratamento da dor foi largamente estudada. A estimulação elétrica nervosa transcutânea (TENS) consiste em uma suave estimulação dos nervos sensoriais, aplicada à pele através de eletrodos transcutâneos, com o objetivo de produzir analgesia. O objetivo do trabalho foi verificar a eficácia da TENS no controle da dor e da capacidade respiratória em pacientes submetidos à cirurgia cardíaca. Para tal proposta utilizou-se um aparelho gerador de pulsos (BIOTENS-Mini) nos parâmetros: pulso .bifásico balanceado assimétrico, na forma burst (2 Hz), com T = 160 &micro;s e f = 75 Hz. A estimulação iniciou-se após a vigésima quarta hora do pósoperatório, e permaneceu por um período de 3 h, interrompendo-se por alguns minutos a cada I h para mensuração da ventilometria. Os dados referentes à ventilometria mostraram que a aplicação da TENS aumentou tanto o volume corrente (22.0%,20.0%,75.8%) quanto o volume minuto (32.0%, 64.2% e 67.0%) ao final da terceira hora de estimulação, quando comparado com a ventilometria inicial, nos três pacientes. A intensidade da dor foi diminuída mesmo com a supressão total de analgésicos, possibilitando assim uma melhora da condição geral do paciente. Concluímos que este estudo piloto nos indica a possibilidade de adoção da TENS no atendimento de pacientes submetidos a cirurgia cardíada, por se tratar de um recurso que indiretamente pode promover o aumento da ventilação pulmonar.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>TENS, analgesia, cirurgia cardíaca, ventilometria.</i></p></font>";

texto[1][1] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>Treinamentos para o Controle de Disfunções Músculo- Esqueléticas <br>Ocupacionais: Um Instrumento Eficaz para a Fisioterapia Preventiva?</b></font><p align=justify>H.J.c.Gil Coury<sup>1</sup> e S. Rodgher<sup>2</sup><br><br><sup>1</sup>Professor Adjunto, Responsável pela área de Fisioterapia Preventiva;<sup>2</sup>Aluna de Mestrado, Bolsista do Capes Universidade Federal de São Cados, Departamento deFisioterapia<br><br><b>Resumo</b>: O número de lesões músculo-esqueléticas de natureza ocupacional tem aumentado expressivamente no Brasil nos últimos anos, gerando uma nova demanda de trabalho para a Fisioterapia, que começa a realizar trabalhos preventivos em ambientes ocupacionais. Historicamente, a experiência da Fisioterapia com prevenção foi iniciada através de treinamentos conhecidos como a &quot;Escola das Costas&quot; (<i>Back School</i>) na década de 1970. Aparentemente, a atuação da Fisioterapia em prevenção continua apoiando-se em treinamentos. No entanto, o contexto atual é ainda mais complexo, A necessidade de produzir em bases mais competitivas levou a indústria brasileira a aumentar sua produção sem alterar seu quadro de pessoal. Uma das conseqüências disso foi o aumento expressivo de lesões, principalmente daquelas relacionadas ao trabalho repetitivo. Para atender a esse novo contexto, os treinamentos estão mudando ao longo do tempo. Deixam de ser um fim em si, para tornarem-se um veículo na introdução de outras medidas preventivas. Insistir na utilização exclusiva de treinamentos para compensar deficiências decorrentes de situações alheias aos indivíduos treinados pode trazer frustrações para todos os envolvidos. Portanto, este trabalho teve como objetivo rever diferentes tipos de treinamentos preventivos disponíveis e os resultados decorrentes da aplicação desses programas em diferentes situações ocupacionais. A premissa dessa revisão é que o conhecimento acumulado possa contribuir para iniciativas futuras.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>fisioterapia preventiva, treinamentos preventivos, lesões músculo-esqueléticas ocupacionais, lesões por esforços repetidos.</i></p></font>";

texto[1][2] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>Alterações Centrais e Periféricas Após Lesão do Sistema Nervoso Central. <br>Considerações e Implicações para a Prática da Fisioterapia</b></font><p align=justify>Femando A.S. Villar<sup>1</sup><br><br><sup>1</sup>Department of Biokinesiology and Physical Therapy, University of Southem Califomia, 1540 Alcazar CHP 155, 90033 Los Angeles - CA, USA<br><br><b>Resumo</b>: Os neurônios conduzem informações sensoriais da periferia ao sistema nervoso central (SNC), processam-na ao longo do neuroeixo e determinam comandos motores para a musculatura. As células nervosas estabelecem inúmeras conexões entre si e as complexas funções do SNC dependem de seu grande número de neurônios. A lesão do SNC interrompe intrincadas cadeias neuronais, dificulta e/ou altera a transmissão e modulação dos sinais nervosos e, assim, compromete a função integrativa do SNC, causando atividade anormal ou perda em níveis diferentes de sua estrutura e conexões e sua restruturação inicia-se precocemente com o objetivo de restaurar a integridade anatômica e fisiológica do sistema. Processos como o brotamento axonal, ativação de sinapses dormentes e super-sensitividade de desnervação têm papel importante na recuperação funcional do SNC, o qual envolve várias etapas e pode durar meses em seres humanos. Isso não implica o retorno dos mesmos mecanismos perdidos com a lesão, mas uma adaptação de mecanismos residuais denotando a adaptabilidade biológica e comportamental ou plasticidade do SNC. Este processo pode ainda ser uma das causas do aparecimento de eventos motores anormais, tais como as sinergias, as reações de equilíbrio evocadas e mantidas anormalmente e a espasticidade que interferem com a produção de desempenho motor voluntário residual, agravando a disfunção do paciente. Esta revisão terá foco na literatura experimental das alterações centrais e periféricas do SNC após a lesão de sua relação com a literatura clínica de mudanças neuromusculares após o trauma central são discutidas as implicações destes achados no desempenho motor voluntário residual e nas anormalidades motoras.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>plasticidade sináptica, recuperação funcional, lesão do SNC, brotamento axonal, espasticidade.</i></p></font>";

texto[1][3] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>Calibration of Acoustic Intensity of Therapeutic Ultrasound Equiprnent in <br>use in the City of Piracicaba</b></font><p align=justify>R. Guirro<sup>1</sup>, F. Serrão<sup>1</sup>, D. Elias<sup>1</sup> e A.J. Bucalon<sup>2</sup><br><br><sup>1</sup>Departamento de Fisioterapia, UNIMEP, Piracicaba - SP, Brasil; <sup>2</sup>Departamento de Bioquímica e Microbiologia Aplicada, UNESP, Rio Claro - SP, Brasil<br><br><b>Resumo</b>: Aintensidade acústica temporal e espacial (SATA) dos equipamentos de ultra-som terapêutico (UST) deve ser monitoradaperiodicamente. Com o objetivo de avaliar as condições dos equipamentos de UST em uso na cidade de Piracicaba-SP foram analisados 31 equipamentos nos regimes de pulso contínuo e pulsado com frequência de 1 MHz. As intensidades 0.1, 0.2, 0.5, 0.8, 1.0, 1.5,2.0,2.5 e 3.0 W cm<sup>-2</sup>, indicadas no painel do equipamento, foram analisadas, utilizando-se para isso uma balança de pressão de radiação modelo UPM-DT-1, previamente aferida. Os resultados quanto à intensidade acústica (I) foram expressos a partir do método estatístico descritivo, através dos quartis superior (QS) e inferior (QI), para transdutores com superfície metálica de 9 cm<sup>2</sup>. Os resultados encontrados nos quartis superior e inferior, no regime contínuo foram respectivamente: I<sub>0.1</sub> = -20.0% e -96.2%, I<sub>0.2</sub> = -3.1 % e -83.7%, I<sub>0.5</sub> = -35.0% e -86.5%, I<sub>0.8</sub> = -37.5% e -71.0%,I<sub>1.0</sub> = -21.5% e -61.0%, I<sub>1.5</sub> = -34.2% e -63.4%, I<sub>2.0</sub> = -46.2% e -67.0%, I<sub>2.5</sub> = -49.0% e -69.5%,I<sub>3.0</sub> = -58.1% e -77.6%. Para o regime Pulsado, as intensidades encontradas foram: I<sub>0.1</sub> = -40.0% e -86.2%, I<sub>0.2</sub> = -46.9% e -77.5%, I<sub>0.5</sub> = -56.5% e -80.5%, I<sub>0.8</sub> = -59.4% e -76.9%, I<sub>1.0</sub> = -50.0% e -86.5%, I<sub>1.5</sub> = -62.5% e -82.5%, I<sub>2.0</sub> = -62.5% e -81.6%, I<sub>2.5</sub> = -64.7% e -88.8% e I<sub>3.0</sub> = -87.1 % e -94.8%. Em resposta a um questionário, a totalidade dos usuários não havia realizado aferições anteriores, sendo a faixa de 58 a 68 meses a de maior concentração quanto ao tempo de compra. Dessa forma, esse trabalho demonstra a grande discrepância entre a intensidade indicada no painel do equipamento e a emitida pelo transdutor, ressaltando assim a necessidade de avaliações periódicas do equipamento de UST. <br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>fatores de risco, lombalgia, epidemiologia, ocupação, prevenção.</i></p></font>";

texto[1][4] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>Electromyographic Activity of Vastus Medialis Oblique Muscle in Step-Up and Step-Down Exercises</b></font><p align=justify>Vanessa Monteiro-Pedro<sup>1</sup>, Mathias Vitti<sup>2</sup>, Fausto Bérzin<sup>3</sup>, Débora Bevilaqua-Grosso<sup>4</sup><br><br><sup>1</sup>Department of Physiotherapy, Federal University of São Carlos Via Washington Luís, Km 235, P.D. 676, 13565-905, São Carlos , SP - Brazil - vanessa@power.ufscar.br; <sup>2</sup>Department of Morphological Sciences, College of Dentistry of Ribeirão Preto, University of São Paulo; <sup>3</sup>Department de Morphological Sciences, College of Dentistry of Piracicaba, State University ofCampinas; <sup>4</sup>Department of Physiotherapy, University Methodist of Piracicaba.<br><br><b>Resumo</b>: A proposta deste estudo foi analisar a atividade eletromiográfica do músculo vasto medial oblíquo (VMO) nos exercícios de subir e descer um degrau. A atividade elétrica do músculo VMOfoi medida em 15 sujeitos, saudáveis com idade de 19 a 33 anos, (X = 24,4, SO = 4, 1) sem história de patologia no joelho, utilizando um eletromiógrafo Nicolet de 8 canais e mini eletrodos de superfície tipo Beckman. Os sinais captados foram quantificados em RMS (raiz quadrada da média) e expressos em microvolts. A análise estatística (ANOVA e Teste de Tukey) foi calculada ao nível de 5% de significância. Os resultados mostraram que a atividade eletromiográfica do músculo VMO foi significativamente maior no exercício de subir (trabalho concêntrico) do que no de descer (trabalho excêntrico). Estes achados, dentro das condições experimentais usadas, sugerem que os exercícios de subir e descer um degrau poderiam recuperar a função do músculo VMO, inicialmente com trabalho excêntrico e, posteriormente, concêntrico.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>eletromiografia, exercício, reabilitação do joelho.</i></p></font>";

texto[1][5] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>Dosimetria de Aparelhos de Ultra-Som Terapêutica Utilizando Balança Semi-Analítica</b></font><p align=justify>R. Guirro<sup>1</sup>, D. Elias<sup>2</sup>, F. Serrão<sup>3</sup> e A.J. Bucalon<sup>4</sup><br><br><sup>1</sup>UNIMEP - Universidade Metodista de Piracicaba - Departamento de Fisioterapia; <sup>2</sup>Bolsista de Iniciação Cientifica FAP/UNIMEP; <sup>3</sup>Bolsista de Iniciação Cientifica PIBIC/CNPq; <sup>4</sup>UNESP - Campus Rio Claro - Universidade Estadual Paulista - Departamento de Física <br><br><b>Resumo</b>: Diferentes metodologias para a aferição dos aparelhos de ultra-som terapêutica (UST) são disponíveis desde a década de 20. As metodogias alternativas não foram incorporadas como rotina pelos usuários de ultra-som terapêutica até a presente data. Atualmente, há necessidade de adoção de uma metodologia que possibilite a quantificação da energia ultra-sônica, uma vez que vários autores destacam a grande discrepância entre a intensidade indicada no painel do aparelho e a intensidade emitida pelo transdutor. Em razão dessa necessidade, propôs-se o desenvolvimento de um método para a análise quantitativa da energia ultra-sônica através de balança semi-analítica. Para tanto, realizou-se a aferição de um aparelho em balança de pressão de radiação (modelo UPM- DT-1 digital, Ohmic lnstruments CO) com posterior calibração do mesmo. Numa fase seguinte, a energia ultra-sônica desse aparelho foi mensurada na balança semi-analítica. Como resultado obteve-se o valor de 0,085 gramas para a potência de 1,0 W, o qual permanece linear para as potências superiores. Conclui-se que se trata de uma metodologia acessível ao usuário de UST, permitindo assim a quantificação da energia ultra-sônica.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>dosimetria, ultra-som terapêutica, balança semi-analítica.</i></p></font>";

//TEXTOS DO VOLUME 2, NUMERO 2

texto[1][6] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>Avaliação Funcional do Joelho em Indivíduos Submetidos à Reconstrução de LCA</b></font><p align=justify>Alexandra Avanian Jacob<sup>1</sup>, Vania Maria Portes de Souza<sup>1</sup>, Rúben de Faria Negrão Filho<sup>2</sup>, Antonio José Dócusse Filho<sup>3</sup> e Júlio José de Andrade Quialheiro<sup>4</sup><br><br><sup>1</sup>Fisioterapeutas formados pela Universidade Estadual Paulista - UNESP, Campus de Presidente Prudente, no ano de 1995<br><sup>2</sup>Professor na disciplina de Eletroterapia do curso de Fisioterapia da Universidade Estadual Paulista UNESP, Rua Roberto Simonsen n° 300, 19060-900 Presidente Prudente, SP<br><sup>3</sup>Fisioterapeuta responsável pelo Setor de Fisioterapia em Ortopedia e Traumatologia da Clínica Nossa Senhora Aparecida S/C Ltda., Rua Heitor Graça n° 966, 19013-360 Presidente Prudente, SP<br><sup>4</sup>Médico Ortopedista e Traumatologista da Clínica Nossa Senhora Aparecida S/C Ltda., Rua Heitor Graça n° 966, 19013-360 Presidente Prudente, SP<br><br><b>Resumo</b>: A rotina do tratamento cirúrgico e conservador de individuos portadores de lesão de ligamento cruzado anterior (LCA) necessita de instrumentos que permitam avaliar objetivamente os resultados destas condutas terapêuticas. Assim, o objetivo deste trabalho foi utilizar duas formas de avaliação funcional do joelho, a escala de Lysholm e o teste de performance, para avaliar indivíduos que se submeteram à cirurgia de reconstrução ligamentar do LCA. Foram estudados trinta individuos do sexo masculino, de dezoito a quarenta e cinco anos e que foram divididos em dois grupos. O grupo controle constou de quinze individuos sem história de doença articular ou muscular dos membros inferiores, e que foram submetidos à exame ligamentar do joelho para comprovação do estado de normalidade articular. O segundo grupo constou de quínze indivíduos que haviam sido submetidos à cirurgia de reconstrução ligamentar, todos com o mesmo cirurgião, nos últimos 5 anos, com um tempo mínimo de pós-cirúrgico de 8 meses. Todos os indivíduos foram submetidos a avaliação funcional pela escala de Lysholm, que consistiu de um questionário designado para determinar a função do joelho nas situações da vida diária; e pelo teste de performance, constituído de atividades fisicas que simulam situações de <i>stress</i> no LCA e que consistiu de três testes: corrida em linha reta, corrida da figura do oito e o teste do salto. O resultados deste estudo demonstraram que a escala de Lysholm e o teste de performance (através do teste do salto) foram eficazes para mostrar diferenças entre o grupo de individuos normais e o grupo pós-operado; e que a diferença observada entre os grupos sugerem que, embora os individuos tenham se submetido à cirurgia de reconstrução ligamentar, a recuperação completa da capacidade funcional do joelho não foi totalmente alcançada.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>testes funcionais, lesões ligamentares, reconstrução do lca.</i></p></font>";

texto[1][7] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>Efeito da Estimulação Elétrica Nervosa Transcutânea (TENS) sobre os <i>Tender Points</i><br>dos Pacientes Fibromiálgicos: Estudo Preliminar</b></font><p align=justify>Beatriz Michiko Gashu<sup>1</sup> e Arnélia Pascoal Marques<sup>2</sup><br><br><sup>1</sup>Fisioterapeuta bolsista da FAPESP; <sup>2</sup>Profà. Dra. do Curso de Fisioterapia da FMUSP<br><br><b>Resumo</b>: O presente trabalho teve como objetivo verificar a eficácia da Estimulação Elétrica Nervosa Transcutânea (TENS) na diminuição da sensibilidade dolorosa dos <i>tender points</i> de pacientes fibromiálgicos. Participaram da pesquisa seis pacientes com diagnóstico de fibromialgia segundo os critérios do Colégio Americano de Reumatologia, com idade variando de 39 a 53 anos. Para a aplicação da TENS foram selecionados quatro <i>tender points</i> dos músculos trapézio e supraespinhoso bilaterais, sendo realizadas oito sessões. Os resultados mostram que a TENS foi eficaz, diminuindo gradativamente a sensibilidade dolorosa dos <i>tender points</i>. Isso sugere um efeito cumulativo ao longo das sessões, havendo paralelamente um aumento da tolerância ao mesmo. Sugere-se que a TENS pode ser utilizada para promover alívio da sintomatologia dolorosa em pacientes com fibromialgia.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>fibromialgia, dor, fisioterapia, TENS.</i></p></font>";

texto[1][8] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>Aplicação do Ultra-Som Pulsado Terapêutico sobre a Resistência Mecânica na Osteotomia Experimental</b></font><p align=justify>Marcelo Renato Guerino<sup>1</sup>, E. Luciano<sup>1</sup> , Mamo Gonçalves <sup>1</sup> e T.P. Leivas<sup>2</sup><br><br><sup>1</sup>Laboratório de Biodinâmica - Departamento de Educação Física, UNESP, Campus de Rio Claro; Av. 24 A n.1515, Bela Vista, 13506-900, Rio Claro - SP; <sup>2</sup>Laboratório de Biomecânica - UM 41 do Instituto de Ortopedia e Traumatologia da Faculade de Medicina da USP, São Paulo<br><br><b>Resumo</b>: A necessidade de se abreviar o tempo de consolidação das fraturas Ósseas é evidente, visto que a fratura óssea é um fator incapacitante. O ultra-som pulsado de baixa intensidade tem sido amplamente utilizado com a finalidade de acelerar os processos de reparo, modificar a produção de tecido cicatricial e reduzir a dor. Assim, o objetivo deste trabalho foi analisar os efeitos do tratamento da osteotomia experimental com ultra-som pulsado (0,2 W/cm2) sobre a consolidação Óssea na resistência a esforços deformantes. Para isso realizamos uma osteotomia na tíbia direita de ratos Wistar e um grupo recebeu a terapia ultra-sônica. Após o período de tratamento (30 dias), os ratos foram sacrificados e realizaram-se as seguintes análises: teste de resistência máxima a flexão, flecha de ruptura e rigidez flexural média das tíbias. Nosso trabalho mostrou que o ultra-som provavelmente contribuiu para acelerar (j processo de mineralização do tecido Ósseo observado pelo aumento da rigidez flexural Óssea dos animais tratados com ultra-som (20,43 &plusmn; 3,22 kgf/mm) que nos animais que não receberam o tratamento (14,56 &plusmn; 2,80 kgf/mm), contribuindo para acelerar o processo de reparo do tecido Ósseo.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>ultra-som, osteotomia, resistência óssea e rigidez.</i></p></font>";

texto[1][9] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>Disfunções Craniomandibulares: Tratamento Interdisciplinar Desenvolvido na <br>Faculdade de Odontologia de Piracicaba/Unicamp</b></font><p align=justify>Célia Mariza Rizzatti-Barbosa<sup>1</sup>, Vanessa Monteiro-Pedra<sup>3</sup>, Denise A. Martinelli<sup>1</sup> , Kelly C. Alves Silverio<sup>2</sup>, Osvaldo DiHipolito<sup>1</sup>, Débora Bevilaqua-Grosso<sup>2</sup> e Ivana A. Gill<sup>1</sup><br><br><sup>1</sup>Universidade Estadual de Campinas - UNICAMP; <sup>2</sup>Universidade Metodista de Piracicaba - UNIMEP; <sup>3</sup>Universidade Federal de São Carlas - UFSCar<br><br><b>Resumo</b>: As Disfunções Craniomandibulares (DCM) são patogenias que ocorrem em um grande número de indivíduos da população adulta. Também comumente denominada Disfunção da Articulação Têmporomandibular ou Disfunção do Sistema Estomatognático, apresenta uma prevalência maior no sexo feminino em relação ao masculino, e constitui-se de sinais e sintomas que requerem uma intervenção interdisciplinar durante seu manuseio e perspectiva de cura. Este trabalho busca enfatizar a importância da abordagem terapêutica interdisciplinar desenvolvida em pacientes portadores de DCM, atendidos no Núcleo de Estudos da Dor (NED), da Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP) - Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), revelando as características da necessidade e eficácia deste típo de intervenção, envolvendo as áreas de Odontologia, Fonoaudiologia, Fisioterapia e Psicologia. Esta abordagem diferenciada vem possibilitando aprimorar a qualidade dos serviços prestados para o controle da dor do paciente.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>dis/unção craniomandibulares, reabilitação, dor.</i></p></font>";

texto[1][10] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>O Efeito da Estimulação Elétrica Neuromuscular (NMES) 	no Músculo Tibial Anterior do Rato</b></font><p align=justify>Marcos Amaral de Noronha<sup>1</sup>, Lilian C. Camargo<sup>1</sup>, Viviane Balisardo Minamoto<sup>1</sup>, Cartas Eduardo dos Santos Castro<sup>1</sup> e Tania de Fátima Salvini<sup>3</sup><br><br><sup>1</sup>Alunos de Graduação do Cursdde Fisioterapia - Universidade Federal de São Carlos; <sup>2</sup> Doutoranda, Programa de Pós-Graduação em Ciências Fisiológicas- Universidade Federal de São Carlos; <sup>3</sup>Professores do Departamento de Fisioterapia - Universidade Federal de São Carlos<br><br><b>Resumo</b>:  O presente trabalho foi delineado para avaliar os possiveis efeitos da Estimulação Elétrica Neuromuscular (NMES) no músculo Tibial Anterior (TA) do rato. Foram utilizados 6 ratos (Wistar) submetidos à estimulação no músculo TA direito. O eletrodo dispersivo foi fixado no plexo lombo sacro e o ativo no ponto motor do TA. Foram produzidas 20 contrações musculares em cada sessão (8 semanas, 3 vezes/semana), em dias alternados. A intensidade aplicada foi de 0.5 mA (resistência de teste = 100 &#8486;), a qual produzia flexão dorsal máxima da pata. A relação ON-OFF dos ciclos de estimulação foi de 1/1 (TON = 10 s; TOFF = 10 s). Os animais foram sacrificados 10 dias após a última eletroestimulação, e os TA direito e esquerdo retirados. As fibras musculares de ambos os TA apresentaram padrão moríológico normal, sem alteração na incidência e na área média das fibras musculares dos tipos I e lI. Assim, a NMES aplicada de forma transcutânea e com os parâmetros que são recomendados para uso na clínica fisioterápica não produziu transformação de tipos de fibras nem hipertrofia no TA estimulado. Os resultados obtidos sugerem que a hipertrofia muscular induzi da eletricamente pode estar relacionada a fatores como o estado de alerta (consciência) do animal durante a eletroestimulação ou às formas invasivas e crônicas de estimulação elétrica implantada. A ausência de hipertrofia nas fibras musculares indica também que é preciso avaliar melhor quais são os fatores que acarretam o alegado aumento de força muscular em humanos após a utilização da NMES, também descrito na literatura.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>estimulação elétrica neuromuscular, músculo tibial anterior, rato Wistar,músculo.</i></p></font>";

texto[1][11] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>The Effect of Cryotherapy and Treadmill exercise on the Mouse Soleus Muscle Damage</b></font><p align=justify>Tânia Fátima Salvini<sup>1</sup>, Cláudio Cezar Morini<sup>2</sup>, Sergio Eduardo A. Perez<sup>3</sup> e Pedra Ferreira Filho<sup>4</sup><br><br><sup>1</sup>Departamento de Fisioterapia, Universidade Federal de São Carlos, SP, Brasil; <sup>2</sup>Undergradute Fellow of CNPq. Actually is the recipient of a Master's Fellowship by FAPESP; <sup>3</sup>Departamento de Ciências Fisiológicas, Universidade Federal de São Carlos, SP, Brasil; <sup>4</sup>Departamento de Estatística, Universidade Federal de São Carlos, SP, Brasil<br><br><b>Resumo</b>: A crioterapia é extensamente utilizada no tratamento da lesão muscular. O objetivo do presente trabalho foi analisar a incidência de lesão no músculo soleus de camundongos sedentários e exercitados, após a crioterapia. Vinte e oito camundongos adultos foram utilizados. Os animais foram divididos em cinco grupos: </p><ul type='a'><li><p align='justify'>sedentário controle (N = 6);</p><li><p align='justify'>sedentário submetido à crioterapia (bolsa de gelo, N = 6);</p><li><p align='justify'>sedentário submetido somente à pressão da bolsa de gelo (N = 5);</p><li><p align='justify'>exercitado (N = 6);</p><li><p align='justify'>exercitado e submetido à crio terapia (N = 5).</p></ul><p align='justify'>No grupo sedentário o percentual de fibras lesadas aumentou após aplicação local da bolsa de gelo, o que não ocorreu quando somente a'pressão da bolsa (sem gelo) foi utilizada. Nos animais exercitados houve um aumento na incidência de lesão no soleus, independentemente da utilização da crioterapia. A utilização da crioterapia local não previne a lesão muscular após exercício intenso realizado em esteira, mas a crioterapia por si mesma induziu lesão no músculo soleus de camundongos sedentários.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>dosimetria, ultra-som terapêutica, balança semi-analítica.</i></p></font>";

texto[1][12] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>Effect of Local Cryotherapy and Elevation on Dextran Induced Edema in the Hind Paw of Rats</b></font><p align=justify>Vanessa Monteiro-Pedro<sup>1</sup>, Mário Roberto Vizioli<sup>2</sup>, Oslei Paes de Almeida<sup>2</sup>, Antônio alava Cardoso Jorge<sup>3</sup><br><br><sup>1</sup>Department of Physiotherapy - Federal University ofSão Carlos (UFSCar), SP, Brazil; <sup>2</sup>Department of Pathology and Oral Diagnostic - College of Dentistry of Piracicaba, State University ofCampinas (UNICAMP), SP, Brazil; <sup>3</sup>Department of Pathology - College of Dentistry, Paulista State University (UNESP), São José dos Campos, SP, Brazil<br><br><b>Resumo</b>: A proposta deste estudo foi analisar o efeito local da crioterapia asssociada à elevação no edema induzido pelo dextrano na pata posterior de ratos. Os animais foram divididos em 5 grupos: grupo controle (n = 10); elevação da pata durante 30 min (n = 10); elevação da pata durante 1 (uma) h (n = 10); crioterapia e elevação durante 30 min (n = 10); e crioterapia e elevação durante I (uma) h (n = 10). O aumento na espessura da pata foi expresso em percentagem, considerando os valores obtidos antes e 30 min, 1, 2, 4 e 6 h após a aplicação do dextrano. Os dados foram analisados pelo teste t de Student, ao nivel de 5% de significância. Os resultados desta pesquisa mostraram que a crioterapia associada à elevação, reduziu o edema induzido pelo dextrano na pata posterior de ratos mais efetivamente, quando aplicado por 1 (uma) h do que por 30 min. Isto sugere que a crioterapia e a elevação da pata influenciam no curso do edema. A elevação da pata provavelmente diminuiu a pressão hidróstatica capilar e aumentou a drenagem linfática. A crioterapia produziu vasoconstrição, reduzui o metabolismo e também a liberação e a ação da histamina nas junções endoteliais.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>Crioterapia, Elevação da pata, Inflamação, Edema.</i></p></font>";

//TEXTOS DO VOLUME 3, NUMERO 1
texto[2][0] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>Desenvolvimento de um Suporte para Suspenso - Terapia</b></font><p align=justify>RT. Gonçalves<sup>1</sup><br><br><sup>1</sup>Departamento de Fisioterapia, Universidade Federal de São Carlos<br><br><b>Resumo</b>: A utilização da técnica de Suspenso- Terapia permite a execução precisa de exercícios progressivos e facilita o trabalho do fisioterapeuta ao proporcionar a suspensão segura de um membro, enquanto suas mãos permanecem livres para a execução de procedimentos terapêuticos simultaneamente. A simplificação do equipamento para suspensão, embora limite sua aplicação às articulações do ombro e quadril, justifica a retomada da antiga técnica nas regiões do corpo onde outros recursos mecanoterápicos são impróprios ou onerosos. O projeto procurou atender ainda a necessidade de um equipamento de confecção simples e de baixo custo para viabilizar sua instalação nos pequenos espaços de uma clínica ou setor de fisioterapia de um hospital geral. Sua conformação em &quot;L&quot; invertido satisfez os requisitos básicos quanto à forma, dimensão e custo previstos. Sua instalação em pequenos espaços de diferentes serviços de fisioterapia vem demonstrando a eficiência da técnica e as vantagens práticas e econômicas de sua utilização.<br><br><b>Palavras-Chave</b>: <i>bioengenharia, cinesioterapia, suspensão por amarras.</i></p></font>";

texto[2][1] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>Fisiopatologia da Reparação Cutânea: Atuação da Fisioterapia</b></font><p align=justify>G. Gonçalves<sup>1</sup> e N.A. Parizotto<sup>1</sup><br><br><sup>1</sup>Departamento de Fisioterapia, Universidade Federal de São Carlos<br><br><b>Resumo</b>: Os processos ulcerosos cutâneos crônicos são fatores de grande importância e interesse para os profissionais da saúde. Além de serem processos patológicos que evoluem a grande percentual de morbidade e mortalidade, são situações de difícil e angustiante manejo para seus portadores, familiares e acompanhantes, além dos próprios responsáveis pelo estado de saúde desses indivíduos. Neste sentido, o presente artigo de revisão apresenta levantamento de trabalhos científicos publicados em periódicos e livros acerca da aplicação de recursos fisioterápicos na reparação tecidual. Envolvidos nesta terapêutica encontram-se conhecimentos da fisiologia cicatricial das lesões cutâneas, influências locais e sistêmicas que podem atrasar o processo de reparo, fisiopatologia das lesões crônicas, cuidados decorrentes destas e recursos terapêuticos utilizados para estimulação da reparação tecidual. Ao se planejar possíveis tratamentos para feridas de origens traumática, circulatória ou neuropática é necessário melhorar das condições fisiológicas da área atingida e regiões adjacentes, interromper o componente de inflamação recorrente destas e aceleração do processo de cicatrização. O presente trabalho é portanto uma tentativa de contribuição ao resgate de informações aplicadas sobre o assunto de grande interesse não só ao clínico que depara-se com estas alterações fisiopatológicas, mas também aos acadêmicos de Fisioterapia e profissionais da área.<br><br><b>Palavras-Chave</b>: <i>reparação tecidual, cicatrização, fisiopatologia, feridas, úlceras, fisioterapia.</i></p></font>";

texto[2][2] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>Estudo Sobre Procedimentos de Normalização do Sinal Eletromiográfico Durante o Movimento Humano</b></font><p align=justify>U.F. Ervilha<sup>1</sup>, M. Duarte<sup>1</sup> e A.C. Amadio<sup>1</sup><br><br><sup>1</sup>Bolsista FAPESP, Processo n° 962961-0 (EEFEUSP), <sup>2</sup>Escola de Educação Fisica e Esporte da Universidade de São Paulo<br><br><b>Resumo</b>: A normalização da amplitude do sinal eletromiográfico tem sido descrita na literatura científica como crucial para comparações entre diferentes sujeitos, dias de medida, músculos ou estudos. Já que um valor de referência comum facilitaria a comparação entre diferentes estudos, esforços têm sido feitos para selecionar o melhor critério. Simplificadamente, o presente estudo consiste no registro do sinal eletromiográfico dos músculos <i>m. vastus medialis</i>, <i>m. gastrocnemius lateralis</i> e <i>m. tibialis anterior</i> de dez coletas realizadas em dez indivíduos sadios, durante a passada completa do andar humano e a normalização deste sinal por um outro valor do sinal eletromiográfico através de três procedimentos distintos, a saber: </p><ul type='1'><li><p align='justify'> normalização pela média do sinal eletromiográfico durante uma passada</p><li><p align='justify'> pelo pico do mesmo sinal e </p><li><p align='justify'> normalização pelo valor máximo do sinal eletromiográfico durante uma contração isométrica voluntária máxima.</p></ul><p align='justify'>Para se fazer a comparação entre os três procedimentos de normalização e o sinal não normalizado, utilizou-se o coeficiente de variabilidade obtido através da divisão do desvio padrão pela média. Os resultados mostraram uma variabilidade média da intensidade do sinal eletromiográfico para os valores não normalizados de 146%, 134% para os valores normalizados pela contração isométrica voluntária máxima e 57% e 50% respectivamente para os sinais normalizados pelo pico e pela média do sinal. Estes resultados permitem concluir que o sinal eletromiográfico tem que ser normalizado para que se possa comparar valores obtidos de diferentes sujeitos e em dias diferentes e que o valor médio ou o pico da amplitude do sinal obtido em tarefas cíclicas mostram-se valores adequados para esteprocedimento.<br><br><b>Palavras-Chave</b>: <i>normalização, eletromiografia.</i></p></font>";

texto[2][3] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>Estudo da Eficácia do Uso de Palmilhas no Tratamento Conservador da Osteoartrite de Joelhos</b></font><p align=justify>R.C. Dias<sup>1</sup>, LF. Teixeira<sup>1</sup>, J.M.D. Dias<sup>1</sup>, LA. Simões<sup>2</sup>, A.C. Bastone<sup>2</sup> e I.M. Nóbrega<sup>2</sup><br><br><sup>1</sup>Fisioterapeutas, Professores Assistentes do Departamento de Fisioterapia e Terapia Ocupacional, Mestres em Ciências da Reabilitação por Queen 's University, Canadá,  <br><br><sup>1</sup>Bolsistas de Iniciação Científica, PIBIC/CNPq<br><br><b>Resumo</b>: Para investigar a eficácia clinica do uso de palmilhas em pacientes idosos com osteoartrite (OA) de joelhos, foram tratados e acompanhados por três meses 23 joelhos de 15 pacientes com deformidades angulares em valgo e varo. Para avaliar a dor, a rigidez, função articular do joelho e dificuldades funcionais nas atividades de vida diária (AVDs), foram utilizados o <i>Western of Ontario and MacMaster's Universities (WOMAC) Osteoarthritis Index</i> e o <i>Knee Society Score (KSS)</i> adaptados. Os sujeitos foram aleatoriamente alocados em dois grupos, sendo um experimental (n = 8) e o outro controle (n = 7). Os pacientes em ambos os grupos receberam 10 sessões de fisioterapia durante 4 semanas com intervalos de até 4 dias entre as sessões. Além desse protocolo de fisioterapia, os sujeitos no grupo experimental fizeram uso constante de palmilhas corretivas com 8 mm de elevação nas bordas medial ou lateral, conforme a deformidade. Todos os sujeitos foram avaliados antes do início do tratamento, após 10 sessões de fisioterapia e 3 meses após as 10 sessões. Os resultados indicaram que o grupo experimental, após 3 meses do término do tratamento e em uso constante das palmilhas prescritas, demonstrou uma diferença estatisticamente significante (p &le; 0,05) em relação ao controle da dor e na melhora das capacidades funcionais quando comparado ao grupo controle. O uso de palmilhas demonstrou ser um importante recurso clínico no tratamento conservador da OA de joelhos leve e moderada com deformidade em valgo ou varo.<br><br><b>Palavras-Chave</b>: <i>osteoartrite, osteoartrose, joelho, AVD. medidas funcionais.</i></p></font>";

texto[2][4] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>Melhora da Performance Física Após Fisioterapia Respiratória em Pacientes com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC)</b></font><p align=justify>A.F. Brunetto<sup>1</sup> e  E. Paulin<sup>2</sup><br><br><sup>1</sup>Fisioterapeuta, Doutor em Ciências Biológicas (Fisiologia), Prof Adjunto do Departamento de Fisioterapia - Centro de Ciências da Saúde - Universidade Estadual de Londrina – PR, <sup>2</sup>Fisioterapeuta - Ex-Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/CNPq - Residente em Fisioterapia Respiratória - HURNP – UEL<br><br><b>Resumo</b>: Durante o exercício, o principal fator limitante para o portador de DPOC é a dispnéia. A fisioterapia respiratória procura melhorar a capacidade física destes pacientes. O objetivo deste trabalho foi verificar através da distância percorrida durante 6 min (DP6min), se melhorando o padrão respiratório e propiciando maior resistência à musculatura respiratória principal houve melhora da capacidade de exercício em pacientes com DPOC. Foram estudados três grupos: CONTROLE (normais), NÃO TRATADO (DPOC) e TRATADO (DPOC). O grupo CONTROLE apresentou resultados espirométricos normais (VEF \CVF80% do previsto e VVM1OO% do previsto) e caminhou 534,25 &plusmn; 13,47 m durante 6 min. O grupo NÃO TRATADO foi reavaliado a cada 3 meses. Os valores espirométricos e da DP6min mantiveram-se inalterados no decorrer do período. A distância percorrida na primeira avaliação foi 436,17 &plusmn; 19,71 m, após 3 meses foi 460,33 &plusmn; 27,09 e após 6 meses foi 391,00 &plusmn; 26,16. No grupo TRATADO a condição pulmonar permaneceu inalterada e a distância percorrida (DP6min) aumentou significativamente após 40 sessões de tratamento fisioterápico. A DP6min antes do tratamento foi de 498,00 &plusmn; 15,91 m e após 40 sessões 541,00 &plusmn; 15,76 m (p < 05). Ao comparar o grupo NÃO TRATADO após 6 meses com o TRATADO após 40 sessões de fisioterapia, constatou-se que os pacientes submetidos a fisioterapia apresentaram melhora significativa na tolerância ao exercício. Apesar de não estar claro o mecanismo responsável pelo aumento da tolerância ao exercício, o importante é que todos os pacientes submetidos à fisioterapia relataram redução do desconforto respiratório.<br><br><b>Palavras-Chave</b>: <i>doença pulmonar obstrutiva crônica, exercícios respiratórios, espirometria, caminhada, tolerância ao exercício.</i></p></font>";

texto[2][5] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>O Efeito do Fenobarbital sobre as Reservas de Glicogênio no Musculo Sóleo Desnervado em Ratos</b></font><p align=justify>C.A. da Silva<sup>1</sup>, M.LO. Polacow<sup>1</sup>, R. Guirro<sup>2</sup>, A.P. Tanno<sup>3</sup>, H.C. Silva<sup>3</sup> e D. Rodrigues<sup>3</sup><br><br><sup>1</sup>Departamento de Ciências Biológicas, Universidade Metodista de Piracicaba, <sup>2</sup>Departamento de Fisioterapia, Universidade Metodista de Piracicaba, <sup>3</sup>Bolsista de Iniciação Científica PIBIC, CNPq/UNIMEP<br><br><b>Resumo</b>: A desnervação da musculatura esquelética reduz a habilidade da insulina em estimular a formação de glicogênio. Após a desnervação, verifica-se uma série de modificações nos componentes e nas propriedades das membranas ao mesmo tempo em que a sensibilidade à insulina é reduzida. Dentre as principais alterações provocadas pela desnervação já foi constatado a redução na atividade intrínseca dos transportadores GLUT4 e redução no transporte e no metabolismo da glicose além da redução na síntese de glicogênio. Diversos autores têm observado que tanto no tecido hepático quanto no tecido muscular, o aumento na atividade da enzima glicogênio sintetase ocorre concomitantemente à elevação na concentração citosólica de glicose-6-fosfato. Neste sentido, já foi constatado que a desnervação reduz a eficiência dos processos ligados ao metabolismo da glicose e formação das reservas de glicogênio. A proposta deste estudo foi avaliar a ação do indutor enzimático fenobarbital sobre as reservas de glicogênio do músculo sóleo desnervado. Para tanto foram utilizados 24 ratos albinos, Wistar, com idade variando de 3 a 4 meses, divididos em 4 grupos. A concentração de glicogênio foi avaliada pelo método do fenol sulfúrico proposto por SIU LO <i>et al.</i>, 1970, e a glicemia foi determinada através de teste enzimático (GOD-ANA), segudo kit para laboratório CELM-Reactoclin. Os resultados mostram que quinze dias após a desnervação houve redução de 47% (P < 0,01) nas reservas de glicogênio do músculo sóleo. A administração oral de fenobarbital não modificou as reservas de glicogênio do músculo sóleo normal, no entanto, induziu um aumento de 85% (P < 0,01) nas reservas de glicogênio do músculo sóleo desnervado, sem causar modificações na glicemia. Frente ao observado, pode-se constatar que o fenobarbital promoveu um aumento nas reservas de glicogênio do músculo sóleo desnervado. Provavelmente este efeito esteja relacionado ao restabelecimento da atividade enzimática que ficou reduzida pela desnervação.<br><br><b>Palavras-Chave</b>: <i>fenobarbital, glicogênio, músculo desnervado</i></p></font>";

//TEXTOS DO VOLUME 3, NUMERO 2

texto[2][6] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>INTRODUÇÃO À ANÁLISE DO MOVIMENTO HUMANO - DESCRIÇÃO E APLICAÇÃO DOS MÉTODOS BIOMECÂNICOS DE MEDIÇÃO</b></font><p align=justify>Amadio, A. C., Costa, P. H. L., Sacco, I. C. N., Serrão, J. C., Araujo, R.C., Mochizuki, L. e Duarte, M.<br><br>Laboratório de Biomecânica, Escola ele Educação Física ela Universidade de São Paulo<br><br><b>Resumo</b>: A biomecânica é uma disciplina que, entre as ciências derivadas das ciências naturais, se ocupa de análises físicas de sistemas biológicos, conseqüentemente, de análises físicas de movimentos do corpo humano. Assim, através de suas áreas de conhecimento correlatas pode-se analisar as causas e fenômenos relacionados ao movimento humano. Levando-se em consideração cada uma das disciplinas que compõem seu espectro científico, a biomecânica é apresentada como uma ciência multidisciplinar para a investigação aplicada ao movimento humano. Essa estrutura se apresenta, devido à natureza de seus estudos, num domínio dinâmico do conhecimento científico no qual sempre se busca um novo aspecto e/ou explicações de fenômenos a partir de problemas interdisciplinares. O movimento humano é conceituado e considerado no presente trabalho como o objeto central de estudos nos quais são analisadas as causas e os efeitos produzidos em relação à biomecânica. Este estudo sobre o funcionamento físico de estruturas biológicas baseia-se principalmente em medidas experimentais que são metodologicamente apresentadas e discutidas com a preocupação fundamental de análise e interpretação do movimento humano. Contextualiza-se a dificuldade metodológica de acesso ao comportamento biomecânico de estruturas internas dos sistemas biológicos, devido a sua parametrização, em termos de variáveis biomecânicas internas, portanto torna-se extremamente dependente de medições externas ao corpo humano. Desta maneira ressalta-se que a biomecânica é um importante ramo de interação com áreas diversas aplicadas ao estudo do movimento humano. Destaca-se também a validade dos parâmetros biomecânicos para a análise do movimento na busca de sua otimização, não apenas no sentido de eficiência, mas ainda em relação a um processo de economia e controle da técnica de movimento. Apresenta-se também análise e discussão de resultados práticos de investigação biomecânica sobre aspectos de aplicação do movimento de locomoção humana, por tratar-se de uma classe de movimento muito comum no comportamento motor humano, e composta por movimentos integrados e complexos, donde se conclui genericamente sobre a importância e validade destes parâmetros biomecânicos para a análise do movimento humano.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>biomecânica, análise do movimento humano, métodos de medição do movimento humano, locomoção, força reação do solo.</i></p></font>";

texto[2][7] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>EFEITO DA METFORMINA E ELETROESTIMULAÇÃO SOBRE AS RESERVAS DE GLICOGÊNIO DO MÚSCULO SÓLEO NORMAL E DESNERVADO</b></font><p align=justify>Silva, C. A. da<sup>1</sup>, Guino, R.<sup>2</sup>, Polacow, M. L. O.<sup>2</sup>, Silva, H. C.<sup>3</sup>, Tanno, A. P.<sup>3</sup> e Rodrigues, D.<sup>3</sup><br><br><sup>1</sup>Faculdade de Ciências Matemáticas e da Natureza - UNIMEP, <sup>2</sup>Faculdade de Ciências da Saúde - UNIMEP, <sup>3</sup>Bolsista de Iniciação Científica PIBIC-CNPq/UNIMEP<br><br><b>Resumo</b>: A musculatura esquelética exerce um importante papel no controle glicêmico, pois é o maior sítio de captação de glicose induzida pela insulina. A principal função da insulina é induzir a captação celular de glicose, no entanto muitas evidências indicam que a contração muscular <i>in vivo</i> ou <i>in vitro</i> induzida pela estimulação elétrica induz a captação de glicose mesmo na ausência da insulina. O objetivo deste estudo foi avaliar as reservas de glicogênio do músculo sóleo normal e desnervado de ratos machos, adultos, tratados com metformina (1,6 &micro;g.ml<sup>-1</sup> e 3,2 &micro;g.ml<sup>-1</sup>) ou submetidos a sessões de estimulação elétrica (f = 10Hz, i = 4 mA, T = 3 ms, T<sub>ON</sub>: T<sub>OFF</sub>  = 2 S). Ratos machos foram anestesiados e o músculo sóleo desnervado pela secção do nervo ciático; no entanto, o grupo submetido a cirurgia simulada (SHAM) teve o nervo exposto, mas não seccionado. As reservas de glicogênio foram avaliadas pelo método do fenol sulfúrico. O estudo mostrou que a desnervação por 15 dias promoveu uma redução de 52,3% nas reservas de glicogênio do músculo sóleo (P < 0,05). A metformina 1,6 &micro;g.ml<sup>-1</sup> não modificou a síntese de glicogênio comprometida pela desnervação; no entanto, na concentração de 3,2 &micro;g.ml<sup>-1</sup> houve uma elevação de 82% no conteúdo de glicogênio de músculos normais e de 125% nos desnervados (P < 0,05). Por sua vez, a estimulação elétrica promoveu uma elevação de 58% nas reservas de glicogênio dos músculos normais e 87,5% nos músculos desnervados (P < 0,05). Nossos resultados sugerem que o efeito da metformina e estimulação elétrica em músculos desnervados está em parte relacionado à elevação na captação de glicose, metabolismo e síntese de glicogênio. Este efeito associado restabelece parcialmente a homeostasia energética dos músculos desnervados.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>metformina, eletroestimulação, glicogênio, músculo esquelético, desnervação.</i></p></font>";

texto[2][8] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>TREINAMENTO DOS MÚSCULOS RESPIRATÓRIOS ASSOCIADO A EXERCÍCIOS DE RECONDICIONAMENTO GERAL EM PACIENTES COM DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA</b></font><p align=justify>Oliveira, L. C.<sup>1</sup>, Gobette, V. L.<sup>1</sup>, Maio, F.<sup>2</sup>, Sugisaki, C. <sup>3</sup> e Godoy, I.<sup>4</sup><br><br><sup>1</sup>Fisioterapeuta Respiratória do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu. UNESP<br><sup>2</sup>Estagiária do Programa de Aprimoramento Profissional em Fisioterapia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Botucatu, UNESP<br><sup>3</sup>Professora de Educação Física do Campus de Botucatu, UNESP<br><sup>4</sup> Professora Assistente Doutora da Disciplina de Pneumologia do Departamento de Clínica Médica, Faculdade de Medicina de Botucatu, UNESP<br><br><b>Resumo</b>: A reabilitação pulmonar está bem estabelecida e é universalmente aceita como método adicional à terapia tradicional com a finalidade de aliviar os sintomas e otimizar a função em pacientes portadores de Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC). Exercícios de recondicionamento geral (ERG) são os componentes fundamentais dos programas de reabilitação. O benefício do treinamento dos músculos respiratórios (TMR) em pacientes com DPOC ainda é controverso. O objetivo do presente estudo foi avaliar se associação de TMR a programa de ERG, em reabilitação pulmonar, resulta em melhora funcional adicional em pacientes com DPOC. Treze pacientes (G1) realizaram TMR associado a ERG e nove pacientes (G2) realizaram apenas ERG. O TMR foi realizado diariamente utilizando aparelho com pressão dependente, com carga inspiratória igual a 40% da pressão inspiratória máxima (PImax) do indivíduo. Todos os pacientes realizaram duas sessões de ERG semanais, com duração de 1 hora, por período de 12 semanas. A capacidade física geral do paciente foi avaliada por meio da distância caminhada em 6 minutos. Foram medidas as alterações da PImax e da escala de dispnéia de Borg. A distância caminhada em 6 minutos não se alterou em nenhum dos grupos. Os pacientes do G1 apresentaram aumento estatisticamente significativo da PImax e redução da freqüência respiratória basal. Os pacientes do G2 apresentaram diminuição estatisticamente significativa dos valores da escala de Borg após exercício. Concluiu-se que o TMR, utilizando 40% da PImax, melhora a força dos músculos inspiratórios em pacientes com DPOC, porém não está associado à melhora na tolerância aos exercícios.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>DPOC, treinamento de músculos respiratórios, reabilitação pulmonar, exercícios de recondicionamento geral, PImax.</i></p></font>";

texto[2][9] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>AVALIAÇÃO E TRATAMENTO DE UM PACIENTE COM TENSÃO NEURAL 	ADVERSA NO MEMBRO INFERIOR: ESTUDO DE CASO.</b></font><p align=justify>Ladeira, C. E.<sup>1</sup><br><br><sup>1</sup>Professor Assistente no Physical Therapy Program, College of Allied Health, Florida, USA.<br><br><b>Resumo</b>: Este artigo descreve o tratamento de um paciente com um raro caso de tensão neural adversa gerando sintomas no membro inferior esquerdo (MIE). O paciente deste caso apresentou como sintomas sinais de aderência do nervo ciático aos músculos do MIE. O tratamento do paciente deu-se por meio de manobras de alongamento do nervo ciático juntamente com uma massagem para eliminar aderências entre o tecido nervoso e o tecido miofascial do MIE. Para ilustração da apresentação de caso, o autor fez uma revisão da literatura abordando os conceitos necessários para o tratamento de tensão neural adversa. Os tópicos desta revisão foram: a anatomia do tecido conectivo neural, a fisiologia do transporte endoneural, a neurobiomecânica e a patologia de lesões periféricas nervosas. Esta revisão da literatura demonstra como uma lesão nervosa periférica proximal pode contribuir para uma disfunção nervosa distal e vice-versa. A compreensão desses tópicos pode ajudar o clínico a tratar várias disfunções que afetam o sistema nervoso periférico.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>terapia manual, mobilização, tensão neural adversa, contratura do tecido nervoso, tecido miofascial.</i></p></font>";

texto[2][10] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>INDIVÍDUOS PORTADORES DE L.E.R. ACOMETIDOS HÁ 5 ANOS OU MAIS: UM ESTUDO DA EVOLUÇÃO DA LESÃO</b></font><p align=justify>Gil Coury, H. J. C.<sup>1</sup>, Walsh, I. A. P.<sup>2</sup>, Pereira, E. C. L.<sup>3</sup>, Manfrim, G. M.<sup>3</sup> e Perez, L.<sup>3</sup><br><br><sup>1</sup>Docente responsável pela área de Fisioterapia Preventiva do Departamento de Fisioterapia e Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia da Universidade Federal de São Carlos, SP<br><sup>2</sup>Fisioterapeuta responsável pelos setores de prevenção e assistência fisioterápica em empresa na cidade de São Carlos, SP<br><sup>3</sup>Alunas estagiárias do Curso de Graduação em Fisioterapia do Departamento de Fisioterapia da Universidade Federal de São Carlos, SP<br><br><b>Resumo</b>: O presente trabalho teve por objetivo estudar a evolução de disfunções músculo-esqueléticas relacionadas ao trabalho em um conjunto de trabalhadores que manifestaram sintomas clínicos em um período de 5 a 10 anos atrás, analisando descritivamente o quadro atual, clínico e funcional, desses indivíduos. Trinta e nove indivíduos participaram do estudo, os quais responderam a um questionário sobre suas vidas pessoal e profissional, tendo sido submetidos a uma avaliação clínica. As informações obtidas foram analisadas através de estatística descritiva, enquanto os estágios da lesão foram classificados através das Normas Técnicas do INSS para Avaliação da Incapacidade. Os resultados mostraram que, apesar de a maioria dos indivíduos (92%) terem sido afastados por motivos relacionados à lesão, 41% deles encontravam-se assintomáticos no momento da avaliação ou em grau mínimo da lesão (grau 1), 48% encontravam-se em grau 2 ou 3 e ativos e apenas 10% evoluíram para grau 4, apresentando menores ou maiores níveis de incapacidade. Foram encontradas associações estatisticamente positivas entre estágios da lesão e situação funcional atual (p < 0,001) e estágios da lesão e ano de admissão (p < 0,05). Dentre as principais conclusões destaca-se que as lesões não tiveram uma evolução necessariamente progressiva e incapacitante para o grupo estudado; pelo contrário, o mesmo apresentou-se bastante heterogêneo na avaliação atual.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>fisioterapia preventiva, lesões por esforços repetitivos, distúrbios ósteo-musculares relacionados ao trabalho, afastamentos.</i></p></font>";

texto[2][11] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>UTILIZAÇÃO DO TREINAMENTO AERÓBIO, DE CURTA DURAÇÃO, NO TRATAMENTO DE PORTADORES DE HIPERTENSÃO ARTERIAL ESSENCIAL</b></font><p align=justify>Garbelotti Jr., S. A.<sup>1,2</sup>, Garbelotti, L.<sup>1,3</sup> e Marmo, M. R.<sup>4</sup><br><br><sup>1</sup>Centro de Reabilitação da Clínica Cardiológica Dr. Eduardo Agostini<br><sup>2</sup>Fisioterapeuta, Mestrando em Morfologia/Anatomia na UNIFESP, EPM<br><sup>3</sup>Educador Físico, Coordenador de Esportes da Faculdade de Educação Física de Santo André, FEFISA<br><sup>4</sup>Fisiologista, Docente da Santa Casa de São Paulo e do Centro Universitário São Camilo.<br><br><b>Resumo</b>: Este trabalho tem por objetivo estudar os efeitos de um programa de treinamento aeróbio, de curta duração, em portadores de hipertensão arterial. Para tanto foram analisados dois grupos. O primeiro foi formado por 30 indivíduos (14 normotensos e 16 hipertensos), os quais foram submetidos apenas a um teste ergométrico submáximo, através do qual analisamos os efeitos agudos (imediatos) do exercício. O segundo grupo foi formado por 12 indivíduos (3 normotensos e 9 hipertensos) que se submeteram a um programa de condicionamento físico, de curta duração (3 e 6 meses), baseado em exercícios aeróbios dinâmicos (bicicleta, esteira e remo). Para a coleta dos dados foi utilizado um protocolo de avaliação física para os dois grupos, o qual compreendia uma avaliação cicloergométrica na qual os dados relativos à capacidade funcional (CF) foram obtidos de maneira indireta. Resultados positivos foram observados nos indivíduos portadores de hipertensão do segundo grupo, quanto ao incremento da capacidade funcional (maior valor de consumo de oxigênio ou VO<sub>2</sub> pico) e diminuição da pressão arterial (PA). Constatamos que o exercício atua fisiologicamente diminuindo a freqüência cardíaca (na ordem de 11% em repouso e 20% durante o esforço, após 6 meses do início do programa), aumentando o VO<sub>2</sub> pico (em cerca de 23% após 6 meses de programa) e diminuindo a PA em repouso (na ordem de 16% para a PA sistólica e 11% para a PA diastólica após 6 meses de programa).<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>fisioterapia, hipertensão arterial essencial, condicionamento físico, reabilitação cardiovascular.</i></p></font>";



//TEXTOS DO VOLUME 4, NUMERO 1

texto[3][0] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>SÍNDROME DOLOROSA MIOFASCIAL</b></font><p align=justify>Sande, L. A. P.<sup>1</sup>, Parizzoto, N. A.<sup>1</sup> e Castro, C. E. S.<sup>1</sup><br><br><sup>1</sup>Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, SP<br><br><b>Resumo</b>: O objetivo deste artigo foi apresentar aspectos da síndrome dolorosa miofascial encontrados na literatura. Além dos conhecidos distúrbios dos tecidos moles, que incluem os efeitos de traumas, as inflamações, fraqueza, tensão e espasmos musculares, há uma entidade fisiopatológica descrita há alguns anos, que também atinge estes tecidos e é conhecida como síndrome dolorosa miofascial. Esta síndrome é descrita como sendo uma disfunção neuromuscular regional caracterizada pela presença de locais sensíveis em bandas musculares contraturadas/tensas que produzem dor referida em áreas distantes ou adjacentes. Inúmeros tratamentos têm sido propostos visando à remissão do quadro clínico, entre eles: agulhamento seco, uso do spray de cloreto de etila ou fluormetano seguido por alongamento, injeção do ponto-gatilho com anestésicos ou solução fisiológica salina também seguida por alongamento, compressão isquêmica, técnicas de fricção profunda miofascial, TENS (estimulação elétrica nervosa transcutânea), ultra-som, iontoforese, calor (seco e úmido), medicamentos analgésicos, antinflamatórios ou relaxantes musculares, biofeedback. O objetivo desses tratamentos é a eliminação do ponto gatilho, restauração da amplitude de movimento e força muscular normais e sem dor. Além disso, é necessária uma educação para o paciente prevenir e lidar com as recorrências e também bloquear os fatores precipitantes e/ou perpetuantes. Mas ainda há muitas divergências nos resultados de diferentes estudos, o que sugere uma análise crítica dos mesmos e uma maior preocupação com as metodologias empregadas.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>dor miofascial, dor musculoesquelética, pontos-gatilho.</i></p></font>";

texto[3][1] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>EFEITO DO EXERCÍCIO FÍSICO NA HIPERTENSÃO RENOVASCULAR CRÔNICA EM RATOS</b></font><p align=justify>Machado, C. K.<sup>1</sup>, Andrade, S. C. R.<sup>2</sup>, Veiga, M. C. F. A.<sup>1</sup> e Castro, J. C. B. de<sup>1</sup><br><br><sup>1</sup>Departamento de Ciências Fisiológicas, FOP, UNICAMP, Piracicaba, SP, <sup>2</sup>Departamento de Ciências Fisiológicas, FOA, UNESP, Araçatuba, SP<br><br><b>Resumo</b>: Este experimento foi realizado tendo por objetivo verificar a influência do exercício físico na pressão arterial e no controle do peso corporal em ratos normais e ratos com hipertensão renovascular crônica, pelo método de Godblatt um rim, um clipe (HG<sub>1</sub>) Foram utilizados 40 ratos Wistar com peso entre 150 e 200 g, divididos em 4 grupos: I e II - Normotensos com e sem exercício físico; III  e IV - Hipertensos (HG<sub>1</sub>) com e sem exercício. O exercício físico constou de natação durante 15 minutos, 2 vezes ao dia por 5 semanas consecutivas. A pressão arterial dos animais foi verificada aos 7, 14,21,28 e 35 dias por meio de um eletrosfigmógrafo (NARCO BIOSYSTEMS, Houston, USA), com cabos acoplados do microfone KOROTKOF e bomba de compressão de cauda (cuff pump) e o peso corporal foi verificado diariamente antes do treinamento. Os resultados foram analisados, através do teste T de &quot;Student&quot; para dados pareados e não-pareados. Pelos resultados obtidos observou-se, decorrente do exercício, que os animais normotensos apresentaram redução significativa do ganho de peso corporal. Por outro lado, os animais hipertensos submetidos ao exercício físico, apresentaram uma redução significativa de PA, sugerindo que nos animais hipertensos (HG<sub>1</sub>), submetidos ao exercício físico de natação, por um período de 5 semanas, a pressão arterial é mais sensível a alterações do que o peso corporal. E que a natação reduz o ganho de peso corporal em animais normotensos sem alterar de forma significativa a PA.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>exercício físico, hipertensão.</i></p></font>";

texto[3][2] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>AÇÃO DO ULTRA-SOM TERAPÊUTICO SOBRE A VASCULARIZAÇÃO PÓS-LESÃO MUSCULAR EXPERIMENTAL EM COELHOS</b></font><p align=justify>Dionísio, V. C.<sup>1</sup> e Volpon, J. B.<sup>2</sup><br><br><sup>1</sup>Departamento de Ortopedia e Traumatologia, Universidade de Ribeirão Preto, UNAERP, <sup>2</sup>Departamento de Cirurgia, Ortopedia e Traumatologia, Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, USP<br><br><b>Resumo</b>: Foi analisado o efeito da aplicação do ultra-som terapêutico na vascularização do músculo após ser provocada uma lesão experimental. Foram utilizados 10 coelhas da raça Nova Zelândia, com peso médio de 2,5 kg. Os animais foram submetidos à lesão por esmagamento do músculo reto femoral em ambas as coxas de acordo com o modelo cirúrgico de Allbrook (1962), e após 24 horas, um dos lados foi tratado com ultra-som terapêutico e, o outro, serviu como controle. A freqüência utilizada foi de 1 MHz e intensidade de 0,5 W / cm<sup>2</sup> por 5 minutos, durante 10 dias consecutivos. Após 48 horas do término do período de tratamento, os animais foram sacrificados. Realizou-se a lavagem do sistema vascular com solução fisiológica e depois fez-se a injeção de uma solução de sulfato de bário e tinta da China por meio de um cateter introduzido na aorta abdominal. Os músculos do fêmur foram ressecados e submetidos ao processo de diafanização, de acordo com a técnica de Spalteholz. Depois que as peças foram fatiadas e tomaram-se transparentes, foram examinadas por microscópio cirúrgico. Os resultados não mostraram diferenças no padrão da vascularização (artérias e arteríolas) entre os lados tratados e não-tratados, sugerindo que o ultra-som terapêutico não provocou mudanças no padrão vascular após aplicação precoce em lesão muscular.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>ultra-som, neovascularização, músculo esquelético, lesão muscular.</i></p></font>";

texto[3][3] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>APLICAÇÃO DE ULTRA-SOM TERAPÊUTICO EM LESÃO MUSCULAR EXPERIMENTAL AGUDA</b></font><p align=justify>Menezes, D. F.<sup>1</sup>, Volpon, J. B.<sup>2</sup> e Shimano, A. C.<sup>3</sup><br><br><sup>1</sup>Universidade de Ribeirão Preto, UNAERP, <sup>2</sup>Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, <sup>3</sup>Laboratório de Bioengenharia, USP<br><br><b>Resumo</b>: Foi analisado o efeito da aplicação do ultra-som terapêutico em lesão muscular aguda. Foi realizada uma lesão por esmagamento no músculo reto da coxa direita e esquerda em 26 coelhos (52 músculos) da raça Nova Zelândia, com peso médio de 2,2 kg. Após 3 dias da lesão, os animais foram tratados em um lado com ultra-som terapêutico com tipo de onda pulsada, razão 1:5, freqüência de 1 MHz e intensidade de 0,5 W/cm<sup>2</sup> por 5 minutos, durante 10 dias consecutivos. O músculo contralateral serviu como controle e sofreu apenas esmagamento. Após 3 dias do término da aplicação, os animais foram sacrificados e os músculos submetidos a ensaios de tração na máquina universal de ensaio, com célula de carga de 200 kgf e velocidade de 4,5 mm/minuto. Foram analisados os resultados dos ensaios de 36 músculos (18 animais), mostrando que os músculos tratados pelo ultra-som apresentaram diferença significativa na deformação máxima, carga e deformação no limite de proporcionalidade, e na energia na fase de deformação elástica. Estes resultados sugerem que a aplicação do ultra-som terapêutico possa melhorar a qualidade da reparação da lesão muscular aguda.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>ultra-som, lesão muscular, músculo.</i></p></font>";

texto[3][4] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>MOVEMENTS PERFORMED BY HEALTHY AND WORKERS SUFFERING FROM WORK-RELATED MUSCULOSKELETAL DISORDERS IN SIMULATED HANDLING TASKS</b></font><p align=justify>Reyes, L. C. V.<sup>1</sup>, Coury, H. J. C. G.<sup>1</sup>, Oishi, J.<sup>2</sup> and Rebellato, J. R.<sup>1</sup><br><br><sup>1</sup>Department of Physiotherapy, Federal University of São Carlos, São Carlos, SP, Brazil, <sup>2</sup>Department of Statistics, Federal University of São Carlos, São Carlos, Sp, Brazil<br><br><b>Resumo</b>: Este estudo teve por objetivo comparar movimentos realizados por trabalhadores saudáveis e portadores de disfunções músculo-esqueléticas durante a execução de uma seqüência simples de manuseio de peso. Foram selecionados 98 trabalhadores industriais, 49 saudáveis e 49 sintomáticos após uma avaliação clínica para a identificação de disfunções músculo-esqueléticas. As disfunções foram classificadas em estágios progressivos, de acordo com o grau de severidade dos sintomas e sinais físicos. Foram identificadas diferenças significativas entre os saudáveis e os sintomáticos quando se comparou fatores individuais e ocupacionais. O registro em vídeo permitiu a análise dos movimentos dos dois grupos, ocasião em que um movimento específico foi identificado apenas para o grupo de sintomáticos. Esse movimento foi associado positivamente aos estágios progressivos da lesão (p < 0,05) e aos afastamentos motivados pelo problema (p < 0,01). A relação entre esse movimento e os graus progressivos de lesão sugere que o movimento pode ter sido executado como uma compensação para dor e redução da força muscular nos membros superiores.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>distúrbios osteo-musculares relacionados ao trabalho, postura no trabalho, sistema de classificação de sintomas, manuseio de peso.</i></p></font>";

texto[3][5] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>INCIDÊNCIA DE LESÕES NO FUTEBOL: UM ESTUDO PROSPECTIVO COM JOGADORES MASCULINOS ADULTOS AMADORES CANADENSES</b></font><p align=justify>Ladeira, C. E.<sup>1</sup><br><br><sup>1</sup>Department of Physical Therapy, Facu1ty of Rehabilitation Medicine, University of Alberta, AB, Canada<br><br><b>Resumo</b>: Esta investigação incluiu o estudo da incidência, recorrência, circunstâncias e conseqüências de lesões futebolísticas. Sessenta e dois jogadores amadores canadenses sofreram 22 lesões durante um campeonato de seis meses. A incidência de lesões foi de 13,4/1.000 horas de partidas de futebol. O índice de recorrência de lesões foi de 27%. Oitenta e seis por cento das lesões afetaram os membros inferiores (MIs) dos atletas: 32% foram estiramentos ligamentares e 36% foram distensões músculo-tendinosas. Sessenta e quatro por cento das lesões foram causadas sem contato físico entre jogadores. Apenas 9,1% das lesões foram consideradas graves. Apesar da pequena amostra de jogadores estudados e do pequeno número de lesões observadas, os resultados deste estudo foram similares às características de lesões no futebol publicadas em outras investigações.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>futebol, lesões, incidência, epidemiologia, distensões musculares, estiramentos ligamentares.</i></p></font>";

texto[3][6] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>MOBILIZAÇÃO PRECOCE DA MÃO PÓS-REIMPLANTES OU REVASCULARIZAÇÕES</b></font><p align=justify>Lamari, N. M.<sup>1</sup> e Miura, O.<sup>1</sup><br><br><sup>1</sup>Santa Casa de Misericórdia de São José do Rio Preto, SP<br><br><b>Resumo</b>: A alta freqüência de complicações pós-operatórias nos traumatismos das mãos e dedos por aderências cicatriciais, sugerem a aplicação de técnicas de reabilitação precoce, uma vez que a mobilização da mão neste período fornece melhor aporte vascular à área lesada, promove melhor qualidade nutricional, mantém as superfícies de deslizamento e evita a tão rotineira aderência tendinosa, que impossibilita a integridade funcional da mão e dedos comprometidos, além de evitar edemas e outros problemas pós-cirúrgicos. No entanto, há divergências em relação ao início devido, talvez, à insegurança dos cirurgiões na aplicação da técnica de cinesioterapia pós-operatória imediata após uma cirurgia que normalmente teve muitas horas de duração. Sugere-se neste estudo que a mobilização pós-reimplante ou revascularização dos dedos e/ou da mão seja iniciada após 48 horas, conforme o protocolo utilizado nos 3 casos apresentados neste trabalho, justificando, dessa forma, a integridade funcional e a reabilitação funcional da mão e dedos traumatizados. Preconizou-se o início das atividades diárias a partir do 21º dia após a cirurgia, sem qualquer incidente traumático em função da precocidade e com integridade funcional da mão.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>reimplante, reabilitação da mão, cinesioterapia precoce, traumatismos da mão.</i></p></font>";


//TEXTOS DO VOLUME 4, NUMERO 2

texto[3][7] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>ESTUDO ELETROMIOGRÁFICO COMPARATIVO DE MOVIMENTOS DE FACILITAÇÃO NEUROMUSCULAR PROPRIOCEPTIVA COM OS REALIZADOS NOS PLANOS SAGITAL</b></font><p align=justify>Gonçalves, M.<sup>1</sup> e Bérzin, F.<sup>2</sup><br><br><sup>1</sup>Professor assistente doutor, Departamento de Educação Física, IB, Unesp, Rio Claro, <sup>2</sup>Professor titular, Departamento de Anatomia, FOP, Unicamp, Piracicaba<br><br><b>Resumo</b>: O objetivo deste estudo foi comparar a atividade eletromiográfica dos músculos semitendinosus (SEMI) e bíceps femuris (caput longum)(BCCL) aos 30º, 60º e 90º de flexão do joelho, durante movimentos realizados no plano diagonal, que caracterizam os padrões do Facilitação Neuromuscular Proprioceptiva - FNP (Kabat), e os movimentos realizados no plano sagital comumente indicados para reabilitação e treinamento. Estes movimentos foram realizados com e sem aplicação de resistência mecânica por meio do Sistema de Polias Duplas e os graus foram registrados por eletrogoniômetro. Os padrões de movimento no plano diagonal foram: </p><ul type='1'><li><p align='justify'> extensão, abdução, rotação medial do quadril, flexão do joelho, flexão plantar com eversão do tornozelo, flexão e adução dos dedos;</p><li><p align='justify'> extensão, adução e rotação lateral do quadril, com flexão do joelho, flexão plantar com inversão do tornozelo, flexão e adução dos dedos.</p></ul><p align='justify'>Em ambos os movimentos o voluntário estava em decúbito dorsal. O movimento realizado no plano sagital foi: flexão do joelho com o voluntário posicionado em decúbito ventral. No delineamento estatísitico foi verificado os fatores: movimento; carga: sem (L) e com (C); e ângulo: 30º, 60º e 90º. Para cada um dos músculos, separadamente, foi efetuada Análise de Variância. A interação entre estes fatores foi detalhada para verificar diferenças entre níveis de um fator em cada nível do outro. Nestes casos, calculou-se a DMS (&supe;) para contrastes entre pares de médias pelo método de TUKEY. Os resultados obtidos foram: Efeito de movimento: (M1 = M2) < M3, p &le; 0,01. Efeito de carga: L < C, p &le; 0,01. Efeito de ângulo: (30 = 60) < 90, p &le; 0,05. Dos resultados obtidos, conclui-se que os músculos BCCL e SEMI  apresentam maior atividade eletromiográfica no movimento de flexão do joelho no plano sagital e que em todos os padrões estudados os músculos apresentam maior atividade quando submetidos a aplicação de carga e quando atingiram 90º.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>eletromiografia, biomecânica, Fisioterapia, FNP, treinamento.</i></p></font>";

texto[3][8] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>FATORES DE RISCO NO FUTEBOL: DESPROPORÇÃO FLEXORES/ EXTENSORES DE TORQUE NO JOELHO E ENCURTAMENTO MUSCULAR</b></font><p align=justify>Ladeira, C. E.<sup>1</sup> e Magee, D. J.<sup>1</sup><br><br><sup>1</sup>Physical Therapy Program, College of Allied Health, Nova Southeastern University, <sup>2</sup>Department of Physical Therapy, Faculty of Rehabilitation Medicine, University of Alberta, Edmonton, Canada<br><br><b>Resumo</b>: Este trabalho teve dois objetivos: (a) determinar a relação entre extensibilidade muscular e distensões músculo-tendinosas e (b) identificar a relação entre a proporção de torque entre flexores/extensores (F/E) do joelho versus estiramento ligamentar do joelho e distensões nos membros inferiores (MIs). A extensibilidade muscular e o torque F/E do joelho de 62 jogadores amadores canadenses foram avaliados antes de um campeonato de futebol com duração de seis meses. Vinte e duas lesões foram observadas prospectivamente durante o campeonato. Jogadores com encurtamento nos ísquio-tibiais sofreram mais distensões neste grupo muscular do que seus colegas. Jogadores com uma alta proporção F/E de torque no joelho, obtido com o dinamômetro isocinético Cybex II&reg; na velocidade de 30º por segundo (ºs), sofreram um maior número de distensões nos MIs do que seus colegas. Os resultados desta pesquisa devem ser interpretados cuidadosamente devido ao pequeno número de lesões observadas. Entretanto, estes resultados serviram para alertar fisioterapeutas sobre fatores de risco que podem estar associados a uma alta incidência de lesões no futebol.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>futebol, flexibilidade, fator de risco, força muscular, lesões desportivas, desequilíbrio muscular.</i></p></font>";

texto[3][9] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>COMPARAÇÃO DOS TORQUES GERADOS POR ESTIMULAÇÃO ELÉTRICA E CONTRAÇÃO MUSCULAR VOLUNTÁRIA NO MÚSCULO QUADRÍCEPS FEMURAL</b></font><p align=justify>Brasileiro, J. S.<sup>1</sup> e Villar, A. F. S.<sup>2</sup><br><br><sup></sup>Universidade Federal do Rio Grande do Norte, <sup>2</sup>Universidade Federal da Paraíba<br><br><b>Resumo</b>: A proposta do presente estudo foi avaliar a influência da eletroestimulação funcional (EEF) na produção de força muscular. Essa influência refere-se, sobretudo, à capacidade de a EEF produzir ou não contrações musculares efetivas e, a partir daí, analisar sua possível aplicação terapêutica. A experiência envolveu 20 indivíduos do sexo masculino, com idade variando entre 20 e 30 anos, sem patologias prévias no sistema músculo-esquelético. Avaliou-se o torque extensor do joelho esquerdo de todos os participantes, em três situações distintas: na contração voluntária máxima (CVM), na contração provocada pelo uso exclusivo de um eletroestimulador e, por último, quando a aplicação da corrente elétrica foi superposta à CVM. Os torques foram obtidos usando-se uma cadeira de Bonet adaptada, com a instalação de dois transdutores de força acoplados a um microcomputador. Por meio de um <i>software</i> especialmente desenvolvido, os valores obtidos pelos sujeitos foram visualizados no monitor. A forma de corrente empregada na eletroestimulação foi a bifásica simétrica, com pulsos de 250 microssegundos de duração, freqüência de 70 Hz, e a amplitude utilizada foi a necessária para a produção de uma contração ao mesmo tempo uniforme e tolerável pelo indivíduo. A corrente elétrica mostrou-se capaz de produzir contrações musculares uniformes e efetivas, sendo que o torque gerado a partir desta foi menor que o produzido pela CVM (45,05% desta). A superposição da eletroestimulação à contração voluntária não demonstrou aumento significativo no torque extensor dos joelhos dos indivíduos analisados.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>força muscular, estimulação elétrica, eletroestimulação funcional.<i></p></font>";

texto[3][10] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>ABORDAGEM DA FISIOTERAPIA NA AVALIAÇÃO DE MELHORIAS ERGONÔMICAS DE UM SETOR INDUSTRIAL</b></font><p align=justify>Barbosa, L. H.<sup>1</sup>, Sturion, H. C.<sup>1</sup>, Walsh, I. A. P.<sup>2</sup>, Alem, M. E. R.<sup>2</sup> e Gil Coury, H. J. C.<sup>1</sup><br><br><sup>1</sup>Laboratório de Fisioterapia Preventiva/Ergonomia, Dfisio, Universidade Federal de São Carlos, <sup>2</sup>AW Faber Castell S.A.<br><br><b>Resumo</b>: O objetivo deste estudo foi avaliar posturas adotadas no trabalho, cargas manuseadas, características da atividade e desconfortos músculoesqueléticos em um setor industrial de escolha de lápis antes e após uma intervenção ergonômica. Dois grupos de trabalhadores participaram deste estudo: um grupo de 61 indivíduos que participou do estudo 1, e outro de 20 indivíduos, escolhidos aleatoriamente a partir do primeiro grupo, que participou do estudo 2. Os desconfortos percebidos antes e após a intervenção foram avaliados por um procedimento cego de avaliadores. As atividades do setor antigo (pré) e do novo (pós-intervenção) foram filmados e observados diretamente. As posturas foram registradas. O ciclo de trabalho foi cronometrado, as subetapas descritas e as cargas manuseadas e a produtividade foram medidas. Foi realizada uma entrevista para o registro da percepção dos funcionários sobre a intervenção. O teste qui-quadrado foi utilizado para o estudo dos desconfortos. Os resultados indicaram que os trabalhadores passaram a adotar posturas mais favoráveis após a intervenção para os segmentos: pescoço, cotovelo e coluna lombar. No entanto, as posturas do ombro e punho não apresentaram melhora. O manuseio de cargas foi completamente eliminado com a automação do transporte dos feixes de lápis e o trabalho muscular isométrico reduzido em 88%. A duração total do ciclo de trabalho foi levemente reduzida e a natureza das tarefas tomou-se mais esteriotipada. A análise dos desconfortos mostrou uma redução significativa para todas as regiões estudadas (p < 0,00001). Considerando os resultados deste estudo, é possível observar que a redução da força exercida e das posturas extremas durante as tarefas parece ter recebido maior impacto na redução dos desconfortos do que outros fatores, como ritmo de trabalho e controle da tarefa, os quais pioraram após a intervenção.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>fisioterapia preventiva, ergonomia, desconforto, postura, biomecânica, cinesiologia.</i></p></font>";

texto[3][11] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>COMPARAÇÃO DE DUAS TÉCNICAS DE TREINAMENTO MUSCULAR RESPIRATÓRIO EM PACIENTES SOB VENTILAÇÃO MECÂNICA COM INSUCESSO DE DESMAME</b></font><p align=justify>Pires, V. A.<sup>1</sup>, Costa, D.<sup>2</sup>2, Jamami, M.<sup>3</sup>, Oishi, J.<sup>4</sup> e Baldissera, V.<sup>5</sup><br><br><sup>1</sup>Doutoranda em Fisiologia pela Universidade Federal de São Carlos<br><sup>2</sup>Professor doutor do Departamento de Fisioterapia, Universidade Federal de São Carlos<br><sup>3</sup>Professor do Departamento de Fisioterapia - doutorando em Fisiologia pela Universidade Federal de São Carlos<br><sup>4</sup>Professor doutor do Departamento de Estatística, Universidade Federal de São Carlos<br><sup>5</sup>Professor doutor do Departamento de Ciências Fisiológicas- UFSCar<br><br><b>Resumo</b>: Os objetivos deste estudo foram investigar a existência de diferenças na evolução dos parâmetros de Pressão respiratória máxima (PImáx e PEmáx), do Volume Corrente (VC), Volume minuto (Vm), índice de Tobin e índice de oxigenação, em pacientes sob Ventilação Mecânica (VM), submetidos a um Treinamento Muscular Respiratório (TMR), verificar se esse tipo de intervenção contribui para o sucesso do desmame da VM e comparar os dois tipos de TMR utilizados. Foram estudados 45 pacientes com mais de uma semana sob VM e com pelo menos uma tentativa de desmame, malsucedida. Destes, 20 participaram de um TMR, utilizando o ajuste da sensibilidade do respirador e compuseram o grupo 1 (G-1) (9M e 11 H), 5 pacientes participaram do TMR com uso do threshold, constituindo o grupo 2 (G-2) (2m e 3H), e 20 não foram submetidos ao TMR e compuseram o grupo controle, grupo 3 (G-3) (9M e 11H). Para o TMR foi utilizada uma carga de resistência inspiratória com 40% da PImáx, obtida na avaliação inicial dos pacientes. Todos os pacientes participaram da rotina convencional do hospital e da UTI e foram submetidos a uma avaliação clínica constante, realizada durante todo o período de internação. O protocolo constou de duas sessões ao dia, nas quais foram realizadas cinco séries de dez inspirações. Comparando os resultados dos três grupos, constatou-se que não houve diferenças significativas (p &le; 0,05) na evolução das variáveis entre os grupos G-l e G-2 na maior parte das sessões, e os dois grupos diferenciaram do G-3. Por meio de um programa de TMR específico, observou-se um aumento significativo da PImáx (G-l - 79% e G-2 - 58%), PEmáx (G-1 - 79% e G-2 - 61 %), VC (G 152% e G - 235%), PaO<sub>2</sub>/FiO<sub>2</sub> (G - 132% e G - 212%) e Vm diminui no G-I (10%). O índice de Tobin diminuiu nos pacientes dos grupos G-l (50%) e G-2 (45%) e aumentou nos pacientes do G-3 (30%). Como efeito do TMR, os músculos respiratórios responderam eficientemente ao programa de TMR, pois estes tiveram um aumento da FMR e, como tal, contribuiu para o processo de desmame e redução no número de óbitos e de retorno ao aparelho.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>Treinamento Muscular Respiratório, Ventilação Mecânica, desmame, força muscular respiratória, músculos respiratórios.</i></p></font>";



//TEXTOS DO VOLUME 5, NUMERO 1

texto[4][0] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>BACK SCHOOL: UM ARTIGO DE REVISÃO</b></font><p align=justify>Pereira, A. P. B.<sup>1</sup>, Sousa, L. A. P.<sup>1</sup> e Sampaio, R. F.<sup>1</sup><br><br><sup>1</sup>Departamento de Fisioterapia, UFMG<br><br><b>Resumo</b>: O objetivo desta revisão bibliográfica é descrever a metodologia inicial do programa de <i>Back School</i> e suas modificações posteriores, além de revisar os estudos que avaliaram a eficácia dessa intervenção. A intervenção denominada <i>Back School</i> foi inicialmente desenvolvida por uma fisioterapeuta sueca, com o objetivo de capacitar os indivíduos para que assumissem atitudes de auto--cuidado com a coluna, por meio de orientações sobre a lombalgia. Para tanto, a <i>Back School</i> foi estruturada em quatro lições compostas por conteúdos teóricos e práticos (exercícios específicos). Essa proposta inicial sofreu modificações que deram origem a outras escolas, dentre as quais as mais importantes são: <i>Canadian Back Education Units (CBEU)</i> e a <i>Back School</i> Californiana. Alguns estudos comprovaram a eficácia da <i>Back School</i> em reduzir o absenteísmo, a dor e a incapacidade funcional. Porém, outros estudos, que investigaram a associação dessa técnica com a redução de dor e recidiva de lombalgias, não encontraram resultados significativos. Apesar de os artigos revisados descreverem pesquisas bem desenhadas, apresentaram uma metodologia de intervenção muito variada, dificultando nossa análise e mostrando que, para avaliar a eficácia dessa proposta, muitas são as variáveis a ser controladas. Assim sendo, a informação existente não é suficiente para encerrar essa discussão. Atualmente, a <i>Back School</i> pode representar uma alternativa de intervenção para pacientes portadores de problemas na coluna, necessitando, porém, de uma sistematização em sua metodologia.<br><br><b>Palavras-chave</b>: Back School, metodologia, lombalgia, fisioterapia.</i></p></font>";

texto[4][1] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>DESEMPENHO MOTOR E EMOCIONAL DE PARTURIENTES DURANTE O 2º PERÍODO DO TRABALHO DE PARTO: COMPORTAMENTO MOTOR</b></font><p align=justify>Cassol, E. G. M.<sup>1</sup>, Canfield, J. T.<sup>2</sup> e Morais, E. N.<sup>3</sup><br><br><sup>1</sup>Departamento de Fisioterapia e Reabilitação, Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, RS<br><sup>2</sup>Centro de Educação Física e Desportos, Universidade Federal de Santa Maria, RS<br><sup>3</sup>Departamento de Ginecologia e Obstetrícia, Universidade Federal de Santa Maria, RS<br><br><b>Resumo</b>: Avaliar o desempenho motor e emocional de parturientes durante o 2º período do trabalho de parto, no Centro Obstétrico do Hospital Universitário de Santa Maria, e verificar as relações com variáveis obstétricas foram os objetivos deste estudo. Considerou-se, como comportamento motor, a prensa abdominal, as condições do períneo e a respiração da parturiente. Categorizou-se o comportamento emocional observado durante o parto como <i>calmo, agitado, muito agitado</i> ou <i>outro comportamento</i>. A amostra foi composta por 105 parturientes, por meio da Técnica de Amostragem por Projeção. Coletaram-se os dados de prontuário, a parturiente foi entrevistada e teve seu parto observado pela pesquisadora. Utilizou-se o qui-quadrado na análise estatística dos dados para verificar as relações entre as variáveis estudadas e o comportamento motor. As relações com o comportamento emocional foram analisadas quali-quantitativamente. Dentre os resultados obtidos, a prensa abdominal associou-se significantemente (p < 0,01) ao tempo de duração do 2º período do trabalho de parto, quando o períneo estava relaxado e o parto ocorreu em menos de 30 minutos, em 86,8% dos casos. Também houve associação significante da prensa abdominal (p < 0,01) e do tempo do período expulsivo (p < 0,01) com o tipo de parto vaginal, sendo que 72,6% das parturientes com prensa e 64,4% dos partos ocorridos em menos de 30 minutos foram realizados sem manobras e/ou instrumentos. Houve relação entre o comportamento motor e o comportamento emocional, com melhor desempenho das parturientes calmas. Acredita-se que o parto, enquanto destreza motora, pode ser <i>aprendido</i> e ter seu desempenho melhorado por meio da prática, o que deverá ser observado em trabalhos futuros.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>preparo para o parto, psicoprofilaxia do parto, fisioterapia pré-parto, comportamento motor.</i></p></font>";

texto[4][2] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>ATIVIDADE ELETROMIOGRÁFICA DAS PORÇÕES ANTERIOR, MÉDIA E POSTERIOR DO MÚSCULO DELTÓIDE NA ABDUÇÃO DO BRAÇO</b></font><p align=justify>Oliveira, A. S.<sup>1</sup>,  Rodrigues, D.<sup>1</sup> e Bérzin, F.<sup>2</sup><br><br><sup>1</sup>Universidade Federal de São Carlos, Programa de Pós-graduação em Fisioterapia<br><sup>2</sup>Faculdade de Odontologia de Piracicaba da Universidade Estadual de Campinas<br><br><b>Resumo</b>: O objetivo deste trabalho foi apresentar uma análise eletromiográfica das porções anterior, média e posterior do músculo deltóide de dez voluntários adultos jovens, do sexo feminino, durante o movimento isotônico de abdução livre realizado nos planos escapular e frontal. Os sinais eletromiográficos de superfície foram adquiridos com eletrodos ativos duplo diferenciais, com ganho total de 3.000 vezes e freqüência de amostragem de 1.000 Hz. As amostras foram digitalizadas por uma placa conversora A/D de 12 bits. Os resultados mostram que, independente do plano de abdução do ombro, os valores de RMS das porções média e posterior não possuem diferenças estatisticamente significativas e ambas as porções possuem valores de RMS inferiores ao da porção anterior. Quando os valores de RMS foram comparados em relação ao plano em que o movimento foi realizado, nenhuma diferença estatisticamente significativa foi constatada entre os valores médios de RMS das diferentes porções do M. deltóide. Os valores dos coeficientes de variação dos envoltórios lineares normalizados pela média da amplitude do sinal eletromiográfico apresentaram maior semelhança no padrão de ativação das porções média e anterior quando o movimento era realizado no plano escapular, enquanto a porção posterior apresentou menor coeficiente de variação no plano frontal. Nossos resultados sugerem que, nessas condições experimentais, a amplitude da ativação elétrica das três porções do M. deltóide é semelhante e independente do plano em que o movimento é realizado, por outro lado o padrão de ativação elétrica é mais regular no plano escapular.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>eletromiografia, músculo deltóide, abdução do ombro.</i></p></font>";

texto[4][3] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>ANÁLISE ELETROMIOGRÁFICA DOS MÚSCULOS VASTO MEDIAL E VASTO LATERAL APÓS ELETROESTIMULAÇÃO DO MÚSCULO VASTO MEDIAL - ESTUDO PRELIMINAR</b></font><p align=justify>Albertini, R.<sup>1</sup>, Molck, L. M.<sup>1</sup> e Negrão Filho, R. F.<sup>1</sup><br><br><sup>1</sup>Curso de Fisioterapia, Faculdade de Ciências e Tecnologia, Universidade Estadual Paulista, Campus de Presidente Prudente<br><br><b>Resumo</b>: A abordagem terapêutica conservadora na instabilidade fêmuro-patelar busca o realinhamento do aparelho extensor, em que o músculo vasto medial é o alvo principal. Este estudo teve por objetivo verificar as possíveis alterações elétricas dos músculos vasto medial (VM) e vasto lateral (VL) após uso de eletroestimulação aplicada no VM, em indivíduos normais. Participaram deste estudo cinco indivíduos jovens saudáveis (20 a 22 anos), em que um deles serviu como controle e os outros quatro foram submetidos a 15 sessões diárias (de segunda a sexta-feira) de eletroestimulação em ambas as pernas, no período de três semanas, utilizando o eletroestimulador da Quark Produtos Médicos, modelo Nemesys. Para registro dos sinais elétricos foi utilizado um sistema de aquisição de sinais da Lynx Tecnologia Eletrônica Ltda., com capacidade para analisar sinais captados por eletrodos de superfície passivos (tipo Beckman) e de um eletrogoniômetro. Para análise eletromiográfica dos músculos VM e VL, foram considerados a medida do tempo de início de ativação elétrica e o comportamento da atividade elétrica, obtidos nos voluntários durante a realização do movimento de sentar e levantar, antes e após estimulação elétrica. Os resultados deste estudo demonstraram que há uma tendência do músculo VM ser ativado antes do VL no início do movimento de sentar e levantar, e que não houve diferença no comportamento elétrico dos músculos VM e VL no movimento de flexão e extensão dos joelhos durante a atividade de sentar e levantar, tanto antes como após o programa de estimulação elétrica funcional.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>eletromiografia, eletroestimulação, músculos vasto medial e vasto lateral.</i></p></font>";

texto[4][4] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>CAMPOS ELETROMAGNÉTICOS PRODUZIDOS POR EQUIPAMENTOS DE ONDAS CURTAS USADOS EM FISIOTERAPIA: UMA AVALIAÇÃO EM PRESIDENTE PRUDENTE, SP</b></font><p align=justify>Teixeira, S. R.<sup>1</sup>, Messias, I. de A.<sup>2</sup>, Peña, A. F. V.<sup>1</sup>, Masselli, M. R.<sup>3</sup> e Converso, M. E. R.<sup>3</sup><br><br><sup>1</sup>Departamento de Física, Química e Biologia, Faculdade de Ciências e Tecnologia, FCT, Universidade Estadual Paulista, Unesp<br><sup>2</sup>Faculdade de Saúde Pública, USP<br><sup>3</sup>Departamento de Fisioterapia, Faculdade de Ciências e Tecnologia, FCT, Universidade Estadual Paulista, Unesp<br><br><b>Resumo</b>: Este trabalho tem o objetivo de avaliar a quantidade de radiação eletromagnética a que o fisioterapeuta está submetido quando utiliza equipamentos de ondas curtas no tratamento de pacientes, em clínicas de Fisioterapia de Presidente Prudente, SP. Para isso, foram medidas densidades de potência em alguns lugares próximo ao paciente e ao equipamento, durante um procedimento-padrão de tratamento de coluna lombar. O paciente foi colocado em decúbito dorsal e foram usados eletrodos (ou aplicadores) de placas. Os locais escolhidos para medidas foram: 1) acima do painel do equipamento, 2) ao redor do cabo dos aplicadores e 3) na altura do abdome e dos olhos do paciente. As medidas foram feitas usando um medidor de densidade de potência (mW/cm<sup>2</sup>) NARDA, com um sensor para a faixa de freqüência de 10 a 300 MHz. Os resultados mostram uma queda exponencial da intensidade, em função da distância ao ponto escolhido. Alguns equipamentos apresentam valores da densidade de potência de até 20 mW/cm<sup>2</sup>, próximo dos cabos e dos aplicadores. Acima do painel de controle do equipamento os valores variam de 0,5 a 4,0 mW/cm<sup>2</sup> em distâncias de até 30 cm. Próximo aos olhos do paciente o valor medido é da ordem de 2,0 mW/cm<sup>2</sup>. Esses resultados indicam que em alguns locais o fisioterapeuta está sujeito a riscos de exposição acima dos valores recomendados pelos orgãos internacionais.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>diatermia, ondas curtas, radiação não-ionizante, radiofreqüência, riscos, saúde.</i></p></font>";

texto[4][5] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>INFLUÊNCIA DE TAREFAS MANUAIS E MECANIZADAS NA AMPLITUDE DOS MOVIMENTOS DO PUNHO E ANTEBRAÇO</b></font><p align=justify>Léo, J. A<sup>1</sup> e Coury, H. J. C. G.<sup>1</sup><br><br><sup>1</sup>Departamento de Fisioterapia, Programa de Pós-graduação em Fisioterapia, Universidade Federal de São Carlos<br><br><b>Resumo</b>: O objetivo deste estudo foi analisar a influência da automatização industrial sobre as amplitudes e freqüência de movimentos do punho em trabalhadoras de uma empresa multinacional de material escolar. Os movimentos foram registrados pela eletrogoniometria durante o trabalho normal em três setores com diferentes níveis de automatização (manual, semi-automatizado e automatizado) da seção de empacotamento. Foram analisadas as amplitudes máximas atingidas, a amplitude média e o número de movimentos. Os resultados indicam que, independente do nível de automatização dos postos de trabalho, foram observadas posturas extremas próximas ao limite articular e repetitividade de movimentos. Apesar desses resultados gerais, diferenças estatisticamente significativas entre os setores foram observadas no número de movimentos (p < 0,01). No setor semi-automatizado o número de movimentos foi 66% maior que no setor automatizado e 33% maior que no manual. Estes resultados sugerem que a automatização progressiva dos postos de trabalho não necessariamente elimina os fatores de risco para as lesões músculo-esqueléticas. Isso é particularmente válido nas situações em que atividades manuais complementares são mantidas ou cuja interface homem-máquina seja pouco flexível.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho, movimentos do punho, fatores de risco, eletrogoniometria, automatização.</i></p></font>";



//TEXTOS DO VOLUME 5, NUMERO 2

texto[4][6] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>AVALIAÇÃO DOS MEIOS INTERMEDIÁRIOS UTILIZADOS NA APLICAÇÃO DO ULTRA-SOM TERAPÊUTICA</b></font><p align=justify>Guirro, R.<sup>1</sup>, Cancelieri, A. S.<sup>2</sup> e Sant'Anna, I. L.<sup>2</sup><br><br><sup>1</sup>Faculdade de Ciências da Saúde, Unimep<br><sup>2</sup>Curso de Fisioterapia, Facis, Unimep<br><br><b>Resumo</b>: O ultra-som terapêutico (UST) é, atualmente, um dos recursos mais utilizados na fisioterapia para o tratamento de diversas lesões do sistema músculo-esquelético. Pela necessidade de sua aplicação em áreas pequenas e/ou irregulares, preconiza-se o uso do colimador, devido à capacidade de convergência do feixe, do balão ou da luva de látex, a fim de aumentar a área de contato. O objetivo deste trabalho foi verificar a efetividade dos colimadores cônico e cilíndrico, do balão e da luva de látex na transmissão da energia ultrasônica. Para tanto, foram utilizados uma balança de pressão de radiação (UPM-DT-I O OHMINIC - Instruments) e um aparelho de UST (Sonomaster - KW) previamente aferidos. O acoplamento dos meios ao transdutor foi realizado por meio de gel hidrossolúvel. A análise estatística foi realizada por intermédio do Teste t de Student para dados pareados. Os resultados mostraram uma transmissividade média de 21 % para a luva, 18% para o balão e 20% para o colimador cilíndrico, em comparação à água. No que se refere ao colimador cônico, a transmissão diferiu (p < 0,05) conforme a quantidade de gel utilizada, 21 % (1,5 ml) e 33% (2,5 ml), independente das fixações. Na ausência do gel, em ambos os colimadores, não houve transmissão da onda ultra-sônica. Os resultados permitem concluir que nenhum dos meios testados deve ser utilizado como meio intermediário entre o transdutor e a área a ser irradiada.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>ultra-som, meios intermediários, transmissividade.</i></p></font>";

texto[4][7] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>AVALIAÇAO DE PROTOCOLOS DE CONFIABILIDADE PROPOSTOS PARA ELETROGONIÔMETRO LOMBAR</b></font><p align=justify>Shiratsu, A.<sup>1</sup> e Gil Coury, H. J. C.<sup>1</sup><br><br><sup>1</sup>Laboratório de Fisioterapia Preventiva/Ergonomia, Departamento de Fisioterapia, Universidade Federal de São Carlos<br><br><b>Resumo</b>: O eletrogoniômetro (EGM) tem sido considerado um equipamento efetivo para quantificar posturas e movimentos. No entanto, há aspectos quanto a sua utilização, calibragem e validação que merecem investigação. Por isso, há necessidade de protocolos para a sistematização dessas pesquisas. Assim, este estudo teve por objetivo avaliar dois protocolos de confiabilidade para o sensor XM150/ B da EGM Biometrics, utilizado no estudo de movimentos da coluna vertebral. Para isso foi confeccionado um dispositivo para auxílio do posicionamento dos indivíduos em diferentes amplitudes de flexão do tronco, e foram propostos dois protocolos de teste. Uma calibragem prévia do sensor foi realizada, na qual identificou-se alta correlação entre as medidas obtidas com o mesmo (r = 0,99). Já os resultados das medidas obtidas no dispositivo, utilizando-se os dois protocolos, apesar da boa correlação identificada, indicam que tanto o dispositivo quanto o protocolo podem ser aprimorados.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>eletrogoniômetro, registro de movimento, protocolos de registro.</i></p></font>";

texto[4][8] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>ANÁLISE DA FREQÜÊNCIA MEDIANA DO SINAL ELETROMIOGRÁFICO DE SUPERFÍCIE ANTES E DEPOIS DA APLICAÇÃO DA TENS EM INDIVÍDUOS COM DCM E NORMAIS</b></font><p align=justify>Rodrigues, D.<sup>1</sup>, Oliveira, A. S.<sup>1</sup> e Bérzin, F.<sup>1</sup><br><br><sup>1</sup>Departamento de Morfologia, Faculdade de Odontologia de Piracicaba, FOP/Unicamp<br><br><b>Resumo</b>: Sabendo-se que a dor e a fadiga muscular são sintomas freqüentemente relatados por indivíduos portadores de desordem craniomandibular (DCM), o objetivo desta pesquisa foi avaliar o efeito da estimulação elétrica nervosa transcutânea (TENS) sobre a freqüência mediana do sinal eletromiográfico do M. masséter direito e esquerdo. Para tal, foram selecionados 20 voluntários do sexo feminino (20-33 anos, x = 24,6), sendo 10 com DCM e 10 sem DCM. A TENS (pulso quadrático bifásico simétrico, 150 Hz, 20 &micro;s, intensidade agradável, modulação em freqüência = 50%) foi aplicada uma vez em ambos os grupos, por 45 min. O exame eletromiográfico foi realizado antes e imediatamente após a aplicação da TENS. A freqüência mediana do sinal eletromiográfico foi obtida por meio da Transformada Rápida de Fourier (FFT) e os dados foram analisados pelo Teste t para dados pareados e pelo Teste t para duas amostras independentes. O estudo mostrou que em ambos os grupos a média da freqüência mediana do M. masséter direito e esquerdo foi menor após a aplicação da TENS. Comparando-se os dois grupos antes da aplicação da TENS, pôde-se observar que, no grupo com DCM, a média da freqüência mediana foi menor que no grupo sem DCM e que essa situação não foi revertida após a aplicação da TENS. Esses resultados sugerem que apenas uma aplicação da TENS promove um deslocamento do espectro de freqüência em direção às baixas freqüências, o que pode ser um indicativo de fadiga M. masséter, tanto no grupo com DCM como no grupo sem DCM.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>desordem craniomandibular, espectro de freqüência, estimulação elétrica nervosa transcutânea, eletromiografia, fadiga.</i></p></font>";

texto[4][9] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>INVESTIGAÇÃO DA VARIABILIDADE DA FREQÜÊNCIA CARDÍACA DE MULHERES NOS PERÍODOS MANHÃ E NOITE</b></font><p align=justify>Silva, C. S. da<sup>1</sup>, Marques, L. S.<sup>1</sup>, Maraes, F. R.<sup>1</sup>, Catai, A. M.<sup>2</sup>, Oliveira, L.<sup>3</sup> e Silva, E.<sup>2</sup><br><br><sup>1</sup>Departamento de Bioengenharia, USP, São Carlos, SP<br><sup>2</sup>Laboratório de Fisioterapia Cardiovascular, Departamento de Fisioterapia, Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, SP<br><sup>3</sup>Departamento de Física, Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, SP<br><br><b>Resumo</b>: A proposta desta investigação foi comparar a variabilidade da freqüência cardíaca (VFC) de mulheres de manhã e à noite. Foram estudadas sete mulheres saudáveis, com idade média de 23 (&plusmn; 2,03) anos. As voluntárias foram avaliadas em repouso nas posições supina e sentada e durante o teste de esforço físico dinâmico do tipo degraus descontínuos, submáximo, nas potências de 20, 30, 40 e 50 Watts (W) em cicloergõmetro eletromagnético na posição sentada. A freqüência cardíaca foi coletada a partir do eletrocardiograma em tempo real pela manhã (8 h) e pela noite (20 h). A VFC foi analisada pelo índice de RMSSD dos intervalos R-R (iR-R) em milissegundos (ms). Em relação aos períodos do dia, foi observado que a VFC no período da manhã, em comparação ao período da noite, nas condições de repouso supino, sentado e durante o exercício físico na potência de 40 W apresentou diferença estatisticamente significativa (p < 0,05). Os resultados mostram, ainda, que da transição do repouso para o exercício físico nos dois períodos ocorre uma diminuição crescente da VFC com o aumento dos níveis de potência. Esses resultados sugerem maior modulação vagal no período da manhã, tanto no repouso quanto no exercício físico.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>variabilidade da freqüência cardíaca, repouso, exercício físico dinâmico, manhã e noite.</i></p></font>";

texto[4][10] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>AVALIAÇÃO QUANTITATIVA DA ESCOLIOSE IDIOPÁTICA: CONCORDÂNCIA DAS MENSURAÇÕES DA GIBOSIDADE E CORRELAÇÕES COM MEDIDAS RADIOLÓGICAS</b></font><p align=justify>Ferreira, D. M. A.<sup>1</sup> e Defino, H. L. A.<sup>1</sup><br><br><sup>1</sup>Departamento de Fisioterapia da Faculdade de Ciências e Tecnologia de Presidente Prudente, Unesp<br><sup>2</sup>Departamento de Ortopedia e Traumatologia da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, USP<br><br><b>Resumo</b>: A escoliose é uma deformidade que afeta a coluna vertebral nos três planos, sendo o desvio lateral no plano frontal, a rotação vertebral no plano axial e a lordose no plano sagital, que produz uma topografia irregular na superfície do tronco, fato que tem levado vários autores a pesquisarem métodos para mensurar este fenômeno. Portanto, o presente estudo foi realizado com o propósito de avaliar a relação da deformidade anatômica estrutural pela rotação vertebral com a magnitude da curva na escoliose idiopática, por meio da mensuração da gibosidade feita em três posições e por três examinadores e também por meio de suas correlações com medidas radiológicas. Foram avaliados 52 pacientes com escoliose idiopática a fim de comparar as mensurações da gibosidade, realizadas com uma régua e um nível d'água em três posições e por três examinadores:</p><ul><li><p align='justify'>posição 1. flexão anterior da coluna com os membros superiores em pêndulo; <li><p align='justify'>posição 2. flexão anterior da coluna com as mãos unidas;</p><li><p align='justify'>posição 3. flexão anterior da coluna na posição sentada.</p></ul><p align=justify>Também foi estudado o coeficiente de correlação linear de Pearson (valor de r) entre essas medidas, com a avaliação radiológica na posição ortostática e de decúbito dorsal, por meio das medidas do ângulo de Cobb e da rotação vertebral pelo método de Nash & Moe e pelo método de Raimondi. Os resultados mostraram uma alta concordância das medidas da gibosidade entre os três examinadores (teste de hipótese, teste t de Student com nível de significância = 5%), e, quanto às três posições, a posição 1 apresentou melhor concordância para mensurar gibosidade quando comparada à posições 2 e 3, que não mostraram diferenças significativas. A correlação das medidas da gibosidade com o ângulo de Cobb foi excelente (r = 0,90 e r = 0,91 nas posições 1 e 2, respectivamente), bem como com a rotação vertebral, pelo método de Raimondi (r = 0,85 nas posições 1 e 2), com o método de Nash & Moe a correlação foi boa (r = 0,77 e r = 0,74 nas posições 1 e 2, respectivamente) somente para as curvas torácicas e na avaliação radiológica na posição ortostática. A correlação do ângulo de Cobb com a rotação vertebral pelo método de Raimondi foi melhor do que pelo método de Nash & Moe nas curvas torácicas (r = 0,90 e r = 0,65, respectivamente) e tóraco-lombares (r = 0,66 e r = 0,57, respectivamente). O método não invasivo utilizado para mensurar gibosidade pode ser recomendado com segurança para detectar escolioses torácicas, principal-mente na posição 1; mas em escolioses lombares ou tóraco-lombares, o método não se mostrou confiável, mas fornece um registro quantitativo que pode ser usado para acompanhamento de tratamento conservador nas escolioses leves e moderadas, porém deve ser intercalado, obrigatoriamente, com medidas radiológicas.<br><br><b>Palavras-chave<b>: <i>coluna, escoliose, gibosidade, ângulo de Cobb, rotação vertebral.</i></p></font>";

texto[4][11] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>O MÚSCULO COMO UM ÓRGÃO DE SECREÇÃO HORMONAL REGULADO PELO ESTÍMULO MECÂNICO</b></font><p align=justify>Minamoto, V. B.<sup>1</sup> e Salvini, T. F.<sup>1</sup><br><br><sup>1</sup>Programa de Pós-graduação em Ciências Fisiológicas, Universidade Federal de São Carlos<br><sup>2</sup>Departamento de Fisioterapia, Universidade Federal de São Carlos<br><br><b>Resumo</b>: O objetivo dessa revisão é apresentar estudos recentes que identificaram a relação entre o estímulo mecânico aplicado ao músculo e a expressão gênica de fatores de crescimento pelo próprio músculo. Os fatores de crescimento, secretados pelos músculos esqueléticos, quando submetidos a um aumento de tensão muscular, são similares ao fator de crescimento insuIínico (IGF-I) e regulam a síntese protéica e a hipertrofia muscular. Estudos recentes sugerem que um desses fatores, denominado &quot;mechanical growth factor&quot; (MGF), seja o sinal molecular para a hipertrofia, isto é, o elo de ligação entre o estímulo mecânico ao qual o músculo é submetido e o aumento da síntese protéica que resulta na hipertrofia muscular. Acredita-se que ele seja o principal fator de crescimento que controla o crescimento e a reparação muscular esquelética e cardíaca. Serão também abordadas algumas implicações entre o efeito desses hormônios e a realização dos diferentes tipos de exercícios físicos.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>hipertrofia, estímulo mecânico, MGF, IGF.</i></p></font>";

texto[4][12] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>BASES FUNDAMENTAIS DA ESPIROMETRIA</b></font><p align=justify>Costa, D.<sup>1</sup> e Jamami, M.<sup>2</sup><br><br><sup>1</sup>Programa de Pós-graduação em Fisioterapia, Departamento de Fisioterapia, Universidade Federal de São Carlos<br><sup>2</sup>Programa de Pós-graduação em Ciências Fisiológicas, Departamento de Fisioterapia, Universidade Federal de São Carlos<br><br><b>Resumo</b>: Com o objetivo de reunir em um único texto, de forma resumida e prática, todos os conteúdos básicos e fundamentais da espirometria, buscou-se na literatura pertinente ao tema os elementos mais importantes sobre ele, a saber: aspectos históricos, principais objetivos e cuidados técnicos, tipos de equipamentos e classificação ou detalhamento e resultados técnicos espirométricos. Dentro da abordagem classificatória estabeleceu-se uma divisão entre a espirometria simples ou convencional e a completa ou por análise de gases. Na espirometria convencional, por meio das três manobras básicas de capacidade vital lenta, capacidade vital forçada e ventilação voluntária máxima, explorou-se os elementos mais comumente empregados para a obtenção dos volumes, das capacidades e dos fluxos pulmo-nares, com uma visão geral da interpretação dos resultados espirométricos.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>espirometria, prova de função pulmonar, curva fluxo-volumétrica.</i></p></font>";


//TEXTOS DO VOLUME 6, NUMERO 1

texto[5][0] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>EFEITOS DO EXERCÍCIO CRÔNICO COM ORIENTAÇÃO NUTRICIONAL SOBRE PARÂMETROS LIPÍDICOS DE MULHERES OBESAS</b></font><p align=justify>Guerra, R. L. F.<sup>1</sup>, Cunha, C. T. da<sup>2</sup>, Montes, R. S.<sup>3</sup>, Júnior, J. A. S.<sup>4</sup>, Dias, A.<sup>5</sup> e Dâmaso, A. R.<sup>5</sup><br><br><sup>1</sup>Departamento de Ciências Fisiológicas da Universidade Federal de São Carlos<br><sup>2</sup>Disciplina de Nutrição e Metabolismo da Universidade Federal de São Paulo, Escola Paulista de Medicina, SP<sup>3</sup>Departamento de Educação Física da Universidade Federal de São Carlos<sup>4</sup>Instituto Adolfo Lutz de São Carlos<sup>5</sup>Centro de Ciências Biológicas e da Saúde da Universidade Federal de São Carlos<br><br><b>Resumo</b>:A obesidade é uma doença com incidência epidemiológica: atinge 41,5% da população brasileira e está fortemente relacionada às dislipidemias. O objetivo do presente estudo foi observar os efeitos do exercício crônico de intensidade moderada, realizado 2 vezes por semana, durante um período de 12 semanas, acompanhado de orientação nutricional, sobre a composição lipídica no plasma de mulheres obesas. Para este estudo foram considerados os seguintes parâmetros: avaliação antropométrica (peso, estatura e circunferências da cintura e do quadril), concentração de glicose e lipídios no soro (lipídios totais, triglicérides e colesterol total, pelo método colorimétrico enzimático) e avaliação clínica nutricionaI. Decorrente do exercício e da orientação nutricional, observou-se diminuição significativa de 29,8% na concentração de lipídios totais e de 9,50% no colesterol total (*p < 0,05), redução média de 9,9% na concentração de glicose sangüínea e de 18,9% na concentração de triglicérides. Desse modo, acreditamos que este modelo de intervenção (exercício moderado associado à orientação nutricional) contribui de forma substancial para o controle da obesidade e alterações no metabolismo lipídico.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>exercício, orientação nutricional, metabolismo lipídico, obesidade, mulheres, dislipidemias, Síndrome X.</i></p></font>";

texto[5][1] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>ANÁLISE BIOMECÂNICA DA LOCOMOÇÃO DE INDIVÍDUOS COM E SEM LESÃO NO LIGAMENTO CRUZADO ANTERIOR - UM ESTUDO DE CASO</b></font><p align=justify>Mata, Y. L.<sup>1</sup>, Amadia, A. C.<sup>2</sup>, Hernandez, A. J.<sup>3</sup> e Duarte, M.<sup>2</sup><br><br><sup>1</sup>Departamento de Fisioterapia, Universidade Católica de Brasília. QS07, Lote 1, EPCT, Águas Claras, Taguatinga, DF.<br><sup>2</sup>Escola de Educação Física e Esporte, Universidade de São Paulo, Av. Mello Moraes, 65, Cidade Universitária, São Paulo, SP<br><sup>3</sup>Hospital das Clínicas, Faculdade de Medicina, Instituto de Ortopedia e Traumatologia da Universidade de São Paulo, São Paulo, SP<br><br><b>Resumo</b>: A lesão do Ligamento Cruzado Anterior (LCA) influencia os mecanismos funcionais da articulação do joelho, por intermédio de processos adaptativos ainda não muito claros. O objetivo do presente estudo foi identificar as alterações biomecânicas da locomoção devido à lesão do LCA em um estudo de caso. Foram analisados a atividade elétrica dos músculos vasto lateral, vasto medial e bíceps da coxa, a força de reação do solo, a variação angular e o momento de força da articulação do joelho durante a fase de apoio do andar. Foram estudados um sujeito com lesão do LCA e um sujeito sem nenhuma disfunção músculo-esquelética. Os resultados indicam a presença de mecanismos compensatórios de redução do momento de força interno extensor no início da fase de apoio do andar, que corrobora com o aumento da atividade eletromiográfica do músculo bíceps da coxa nessa fase.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>análise da marcha, eletromiografia, dinâmica, cinemetria, ligamento cruzado anterior.</i></p></font>";

texto[5][2] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>OSCILAÇÃO CORPORAL E COMPORTAMENTO FUNCIONAL DA ARTICULAÇÃO SUBTALAR EM INDIVÍDUOS COM ENTORSE RECIDIV ANTE DE TORNOZELO</b></font><p align=justify>Bonfim, T. R.<sup>1</sup>, Danna dos Santos, A.<sup>1</sup> e Barela, J. A.<sup>1</sup><br><br><sup>1</sup>Laboratório para Estudos do Movimento, Departamento de Educação Física, IB, UNESP/RC, Rio Claro, SP<br><br><b>Resumo</b>: Os entorses recidivantes de tornozelo têm sido freqüentemente relacionados à instabilidade mecânica e/ou funcional. Porém, o comportamento funcional da articulação subtalar após este tipo de lesão não é claro. Este estudo investigou a oscilação corporal e o comportamento funcional da articulação subtalar em nove sujeitos com entorse recidivante de tornozelo unilateral (grau 1 ou 2). Um sistema de análise tridimensional foi utilizado para obter informações do centro de massa (CM) em apoio monopodal, com e sem informação visual, durante um período de 20 segundos. Simultaneamente, um outro sistema de vídeo foi utilizado para obter informações da articulação subtalar. Os resultados encontrados demonstraram que, em relação à oscilação corporal, não houve diferença significativa na amplitude média de oscilação do CM entre os tornozelos lesado e não lesado. No entanto, houve diferença significativa entre as condições com e sem visão (p < 0,005). Para o posicionamento da articulação subtalar houve uma diferença significativa entre os tornozelos lesado e não lesado. O tornozelo lesado revelou uma média do ângulo externo da articulação subtalar menor que a do tornozelo não lesado (p < 0,002). Os resultados deste estudo indicam que não há diferença na oscilação corporal, quando em apoio monopodal, entre os tornozelos lesado e não lesado. Isto parece ocorrer devido a um rearranjo mecânico da articulação subtalar que ocorre em um sentido contrário ao mecanismo de lesão, ou seja, há uma tendência de reposicionamento articular do tornozelo em valgo, caracterizando-se como um posicionamento preventivo e também como uma nova estratégia funcional.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>controle postural, entorse, tornozelo, visão, articulação subtalar.</i></p></font>";

texto[5][3] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>DESENVOLVIMENTO DE UM DISPOSITIVO PARA MEDIR O APOIO DE CARGAS NO TRONCO EM MANUSEIOS SIMULADOS</b></font><p align=justify>Padula, R. S.<sup>1</sup> e Gil Coury, H. J. C.<sup>1</sup><br><br><sup>1</sup>Laboratório de Fisioterapia Preventiva/Ergonomia, Universidade Federal de São Carlos, Departamento de Fisioterapia<br><br><b>Resumo</b>: O objetivo deste estudo foi projetar e desenvolver um dispositivo para mensurar a força transferida ao tronco durante manuseios simulados. Uma caixa de aço foi construída para armazenar uma célula de carga da marca &quot;Kratos&quot;, modelo CDB, calibrada para compressão de até 30 kgf, e esta foi conectada a um indicador de leitura &quot;Kratos&quot;, modelo DDK, o qual registrava os valores máximos (kgf) exercidos sobre a célula. O dispositivo foi calibrado em três posições. A calibragem foi necessária para compreensão das forças registradas pela célula de carga, devido aos ângulos de inclinação da caixa. Os dados foram analisados de forma descritiva e a seguir aplicou-se uma análise de regressão múltipla para testar a linearidade dos resultados da calibragem. Os resultados mostraram um aumento linear da força em função dos ângulos de inclinação da caixa, confirmada pela análise de regressão, isto tanto para a inclinação horária quanto para a inclinação anti-horária, respectivamente, r<sup>2</sup>= 0,993 e r<sup>2</sup>= 0,997. Conclui-se então que diferentes níveis de inclinação da caixa ocasionaram variações bastante pequenas, podendo ser previsíveis. Portanto, o equipamento pode ser considerado adequado para estudos que mensurem especificamente apoios no tronco decorrentes de tarefas simuladas de manuseio.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>manuseio de carga, fisioterapia preventiva, biomecânica, coluna vertebral.</i></p></font>";

texto[5][4] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>A EFICÁCIA DA APLICAÇÃO DE PRESSÃO POSITIVA CONTÍNUA NAS VIAS AÉREAS (CPAP), COM UTILIZAÇÃO DO BIRD MARK 7, EM PACIENTES EM PÓS-OPERATÓRIO DE CIRURGIA DE REVASCULARIZAÇÃO DO MIOCÁRDIO</b></font><p align=justify>Pazzianotto-Forti, E. M.<sup>1</sup>, Naleto, M. C. C.<sup>1</sup> e Giglioli, M. O.<sup>1</sup><br><br><sup>1</sup>Hospital dos Fornecedores de Cana de Piracicaba, Universidade Metodista de Piracicaba (UNIMEP), Rod. do Açúcar, km 156, CEP 13400-911, Piracicaba, SP<br><br><b>Resumo</b>: Das cirurgias cardíacas, decorrem alterações fisiológicas que promovem o aparecimento da hipoxemia. O objetivo deste estudo foi avaliar a eficácia da aplicação de Pressão Positiva Contínua nas Vias Aéreas (CPAP), com 10 cm H<sub>2</sub>O, utilizando o Bird Mark 7, na reversão da hipoxemia, em pacientes submetidos à revascularização do miocárdio. Foram estudados 14 indivíduos (11 homens e 3 mulheres), com idade entre 50 e 70 anos (x = 57 &plusmn; 7,3), que receberam CPAP por 30 minutos no primeiro dia pós-operatório. A gasometria arterial foi colhida cinco minutos antes e cinco minutos depois da aplicação da técnica, permitindo-nos observar que antes a pressão parcial de oxigênio no sangue arterial (Pa0<sub>2</sub>) encontrava-se menor do que o esperado para a idade, caracterizando a hipoxemia. A saturação de oxigênio (Sa0<sub>2</sub>) foi verificada a cada cinco minutos, por meio de um oxímetro de pulso, e o índice de troca gasosa foi verificado por intermédio da relação PaO<sub>2</sub>/fração inspirada de oxigênio (FiO<sub>2</sub>), antes e depois da aplicação do CPAP. O método estatístico empregado foi o teste t e os resultados obtidos revelaram um aumento significativo nos valores da PaO<sub>2</sub> (p = 0,0079), no índice de troca gasosa (p = 0,0058) e na SaO<sub>2</sub> (p = 0,0001), enquanto os valores da PaC0<sub>2</sub> não apresentaram alterações significativas (p = 0,81). Os resultados obtidos sugerem que a aplicação do CPAP, com a utilização do Bird Mark 7, se mostrou um recurso da fisioterapia respiratória eficaz na reversão da hipoxemia, evidenciada pelo índice de troca gasosa, e na melhora da perfusão tecidual, evidenciada pelo aumento da saturação da hemoglobina.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>fisioterapia, pressão positiva, pós-operatório, cirurgia cardíaca, hipoxemia.</i></p></font>";

texto[5][5] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>ESTUDO ELETROMIOGRÁFICO DOS MÚSCULOS VASTO MEDIAL OBLÍQUO E VASTO LATERAL, NO DOMÍNIO TEMPORAL, DURANTE A MARCHA HUMANA</b></font><p align=justify>Corrêa,J. C. F.<sup>1</sup>, Corrêa, F. I.<sup>1</sup>, Nogueira, G. V.<sup>1</sup>, Ferraz, M. C. D.<sup>1</sup>, Negrão Filho, R. F.<sup>2</sup> e Bérzin, F.<sup>2</sup><br><br><sup>1</sup>Universidade de Taubaté, Unitau, Taubaté, SP<br><sup>2</sup>FOP, Unicamp, Piracicaba, SP<br><br><b>Resumo</b>: Há uma crescente preocupação com o estudo da articulação do joelho durante atividades funcionais como a marcha humana; embora haja estudos detalhados e extensos sobre essa temática, nada há na literatura sobre a análise eletromiográfica da articulação do joelho, associando-a à instabilidade fêmuro-patelar. O presente estudo teve por objetivo apresentar a atividade eletromiográfica dos músculos vasto medial oblíquo e vasto lateral, durante a marcha realizada em aclive e declive. Os resultados, por meio da análise do coeficiente de variação e correlação cruzada no domínio temporal, indicaram a existência de padrões semelhantes para as curvas eletromiográficas médias dos músculos supra citados dos voluntários. Concluiu-se, portanto, que existe um padrão comum de atividade em voluntários saudáveis para os músculos vasto medial oblíquo e vasto lateral.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>eletromiografia, marcha humana, joelho, VMO, VI.</i></p></font>";

texto[5][6] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>COMPARAÇÃO ENTRE A ESCALA DE BORG MODIFICADA E A ESCALA DE BORG MODIFICADA ANÁLOGO VISUAL APLICADAS EM PACIENTES COM DISPNÉIA</b></font><p align=justify>Brunetto, A. F.<sup>1</sup>, Paulin, E.<sup>2</sup> e Yamaguti, W. P. S.<sup>3</sup><br><br><sup>1</sup>Av. Robert Kock, 60, Bairro Cervajaria, c.P 6001, CEP 86010-190, Londrina, PR<br><sup>2</sup>Rua Marialva, 5819, Zona III, CEP 87502-100, Umuarama, PR<br><sup>3</sup>Rua Tijuca, 94, Jardim Ipanema, CEP 86015-230, Londrina, PR<br><br><b>Resumo</b>: Dispnéia é um sintoma respiratório que pode ser primário ou associado a várias condições patológicas. A utilização de instrumentos que possibilitem a graduação da intensidade desta sensação subjetiva de desconforto respiratório deve ser incorporada na prática clínica do fisioterapeuta. A literatura relata que vários instrumentos têm sido propostos para a avaliação da intensidade da dispnéia, incluindo métodos de entrevistas, questionários auto-aplicativos e escalas numéricas e visuais. A Escala de Borg Modificada é a mais utilizada na prática clínica para a avaliação do grau de desconforto respiratório durante o exercício, porém sua aplicação está restrita a indivíduos alfabetizados. Diante disso, surgiu a necessidade de criar uma forma alternativa de avaliar a dispnéia em pacientes analfabetos ou com baixo grau de compreensão. Então, elaboramos uma escala com a mesma graduação da Escala de Borg Modificada, porém, em vez de o paciente ler para dar a nota, ele se orientará por quadros que vão variar a intensidade da cor, conforme a sensação de dispnéia referida pelo paciente no momento. Denominamos este novo instrumento de medida baseado na Escala de Borg Modificada de Escala de Borg Modificada Análogo Visual. O objetivo deste estudo foi comparar a Escala de Borg Modificada (EBM) com a Escala de Borg Modificada Análogo Visual (EBMAV) desenvolvida em nosso setor. Foram selecionados, aleatoriamente, 23 pacientes que aguardavam atendimento no Hospital Regional do Norte do Paraná (HURNPr) e que estivessem procurando o serviço devido à dispnéia. Todos os pacientes graduaram a intensidade da dispnéia que apresentavam naquele exato momento por intermédio das duas escalas: Escala de Borg Modificada (EBM) e Escala de Borg Modificada Análogo Visual (EBMAV). A média das notas obtidas pela aplicação das duas escalas foram de 4,83 &plusmn; 1,67 para a Escala de Borg Modificada e de 4,91 &plusmn; 2,19 para a Escala de Borg Modificada Análogo Visual. Não houve diferença significativa entre os valores das duas escalas (p = 0,32), indicando similaridade entre as duas escalas na mensuração da dispnéia. A EBMAV é um recurso prático que pode ser utilizado pelo fisioterapeuta na avaliação de pacientes não alfabetizados que relatam dispnéia, visando graduar a intensidade dessa sensação subjetiva de desconforto respiratório ao repouso e/ou durante o exercício.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>dispnéia, Escala de Borg Modificada, Escala Análogo Visual, avaliação.</i></p></font>";

//TEXTOS DO VOLUME 6, NUMERO 2

texto[5][7] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>VENTILAÇÃO NÃO INVASIVA NO PÓS-OPERATÓRIO DE CIRURGIAS ABDOMINAIS E CARDÍACAS - REVISÃO DA LITERATURA</b></font><p align=justify>Ferreira, F. R.<sup>1</sup>, Moreira, F. B.<sup>1</sup> e Parreira, V. F.<sup>2</sup><br><br><sup>1</sup>Fisioterapeuta<br><sup>2</sup>Departamento de Fisioterapia, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, MG, Brasil<br><br><b>Resumo</b>: Este artigo é uma revisão de literatura que aborda o uso de ventilação não invasiva no pós-operatório de cirurgias abdominais e cardíacas. Cirurgias cardíacas e abdominais podem gerar alterações da função pulmonar, responsáveis por aumento da morbidade e mortalidade pós-operatória. Diferentes técnicas da fisioterapia respiratória têm sido usadas na prevenção e tratamento das complicações pulmonares, como fisioterapia convencional, espirometria de incentivo ou ventilação não invasiva com máscara nasal, como pressão positiva contínua ou em dois níveis nas vias aéreas. Entretanto, a superioridade de uma técnica em relação à outra não está claramente estabelecida. A literatura revisada sugere que o padrão respiratório do tipo restritivo e a hipoxemia, presentes no pós-operatório, não podem ser prevenidos com o uso da ventilação não invasiva, mas modificados. A utilização dessa abordagem terapêutica promoverá uma normalização mais rápida da função pulmonar, o que implica a diminuição das complicações pulmonares clinicamente importantes. Os resultados dos estudos randomizados, nos quais a ventilação não invasiva foi utilizada como opção terapêutica, demonstraram aumento significativo da capacidade vital e capacidade vital forçada, da capacidade residual funcional, do volume de reserva inspiratório e expiratório, do volume expiratório forçado no primeiro segundo e dos índices de oxigenação, saturação de oxigênio e pressão parcial arterial de oxigênio, e redução da freqüência respiratória, assim como da incidência de atelectasias. Assim sendo, o uso de ventilação não invasiva parece ser uma terapêutica que merece ser considerada, pois contribui para a diminuição da morbidade nos pacientes submetidos a cirurgias abdominais e cardíacas.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>fisioterapia, ventilação não invasiva, pós-operatório, cirurgias abdominais e cardíacas.</i></p></font>";

texto[5][8] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>AVALIAÇÃO ISOCINÉTICA DOS PARÂMETROS PICO DE TORQUE E POTÊNCIA NO MOVIMENTO DE FLEXÃO DO OMBRO DE INDIVÍDUOS PORTADORES DE DORT GRAU I</b></font><p align=justify>Venturini, P. J. E.<sup>1</sup>, Oliveira, L. A.<sup>2</sup> e Mattiello-Rosa, S. M. G.<sup>1</sup><br><br><sup>1</sup>Universidade Federal de São Carlos, Departamento de Fisioterapia<br><sup>1</sup>Universidade Federal de São Carlos, Departamento de Estatística<br><br><b>Resumo</b>: Os Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho (DORT) são considerados acometimentos que atingem cada vez mais pessoas em todo o mundo. Este distúrbio, por ser identificado essencialmente por intermédio de análises clínicas subjetivas, tem seu diagnóstico precoce dificultado. Este trabalho avalia as diferenças na performance funcional de portadoras e não-portadoras de DORT grau 1, dando início às pesquisas sobre dinamometria isocinética no diagnóstico objetivo e precoce do DORT. Para isto, foram realizados testes para o movimento isocinético concêntrico de flexão do ombro em 32 voluntárias, 28,6 &plusmn; 7 anos, sendo 16 portadoras de DORT grau 1 e 16 não-portadoras. Para esta avaliação foi utilizado um dinamômetro isocinético da marca BIODEX modelo System II. Os testes foram realizados em ambos os membros (dominante e não dominante) em três velocidades diferentes (90º/s, 180º/s e 300º/s), com sete repetições contínuas em cada velocidade, sendo registradas pelo equipamento apenas as últimas cinco. Os parâmetros analisados foram pico torque e potência, nas diferentes velocidades. Os resultados foram analisados pela aplicação do teste t-student, com nível de significância de 5%. Entre os membros dominante e não-dominante não foram encontradas diferenças significativas tanto para o grupo de portadoras quanto para o de não-portadoras. Os resultados indicaram que no grupo de mulheres portadoras de DORT foram obtidos valores estatisticamente maiores (p = 0,0024), para o parâmetro torque na velocidade de 90º/s, que os obtidos no grupo de mulheres não-portadoras. Em relação à potência, foram encontradas diferenças significativas (p = 0,0008) entre portadoras e não portadoras de DORT apenas na velocidade de 300º/s, sendo que o grupo das portadoras da doença obteve valores estatisticamente menores que o grupo das mulheres não-portadoras de DORT. Desta forma podemos concluir que parece existir, entre mulheres portadoras de DORT e mulheres não-portadoras, quando avaliadas pela dinamometria isocinética, diferenças na capacidade funcional no movimento de flexão do ombro, em velocidades determinadas.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>LER, DORT, dinamômetro isocinético, BIODEX, ombro, flexão.</i></p></font>";

texto[5][9] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>ANÁLISE DO DESEMPENHO DE EQUIPAMENTOS DE ULTRA-SOM PARA FISIOTERAPIA, OPERANDO NA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, CONFORME A NORMA NBR/IEC 1689 DA ABNT</b></font><p align=justify>Ishikawa, N. M.<sup>1,2</sup>, Alvarenga, A. V.<sup>1</sup>, Paes, L. F. C.<sup>1</sup>, Pereira, W. C. A.<sup>1</sup> e Machado, J. C.<sup>1</sup><br><br><sup>1</sup>Programa de Engenharia Biomédica, COPPE/UFRJ, Rio de Janeiro, RJ<br><sup>2</sup>Instituto Nacional de Câncer, Seção de Reabilitação, Rio de Janeiro, RJ<br><br><b>Resumo</b>: Este trabalho apresenta a avaliação do desempenho de equipamentos de ultra-som para fisioterapia, operando em clínicas e hospitais do Município do Rio de Janeiro, tendo por base a Norma NBR-IEC 1689 da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), publicada em 1998. Os equipamentos analisados são de fabricação nacional e estrangeira, com tempo de uso variado, de diversas marcas e modelos, utilizados em serviços públicos e privados na cidade do Rio de Janeiro. Os parâmetros avaliados foram: intensidade, área de radiação efetiva do cabeçote, freqüência ultra-sônica, relação de não-uniformidade do feixe, intensidade máxima do feixe, tipo de feixe e forma de onda de modulação para o modo pulsátil, fator de operação e exatidão do temporizador. Foram utilizados uma balança calibrada para medir a potência ultra-sônica e um sistema ultra-sônico, incluindo um tanque acústico, para mapeamento do feixe ultra-sônico emitido pelo transdutor. Nenhum dos equipamentos atendeu completamente à norma. Como conseqüência, o tratamento fisioterapico por ultra-som pode estar ineficaz ou provocando efeitos indesejáveis, submetendo paciente e fisioterapeuta a riscos desnecessários.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>ultra-som, avaliação, equipamento de fisioterapia.</i></p></font>";

texto[5][10] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>ESTUDO DA AÇÃO SINÉRGICA DOS MÚSCULOS RESPIRATÓRIOS E DO ASSOALHO PÉLVICO</b></font><p align=justify>Moreira, E. C. H.<sup>1</sup>, Brunetto, A. F<sup>2</sup>, Catanho, M. M. J.<sup>3</sup>, Nakagawa, T. H.<sup>3</sup> e Yamaguti, W. P. S.<sup>4</sup><br><br><sup>1</sup>Docente do Curso de Fisioterapia, Setor de Ginecologia e Obstetrícia da Universidade Estadual de Londrina, UEL, PR<br><sup>2</sup>Docente do Curso de Fisioterapia, Setor de Pneumologia da Universidade Estadual de Londrina, UEL, PR<br><sup>3</sup>Acadêmicas do 4º Ano do Curso de Fisioterapia, Universidade Estadual de Londrina, UEL, PR<br><sup>4</sup>Bolsista de Iniciação Científica PIBIC/CNPq, Acadêmico do 4º Ano do Curso de Fisioterapia, Universidade Estadual de Londrina, UEL, PR<br><br><b>Resumo</b>: O objetivo deste estudo foi identificar de maneira objetiva a existência ou não do Sinergismo Lombo-Pélvico (SLP). Foram avaliadas 10 mulheres sem doenças ginecológicas e/ou respiratórias prévias. Todas as pacientes foram submetidas a 2 procedimentos realizados em 2 fases. Na fase 1, as pacientes eram treinadas para a realização das manobras de Pressões Respiratórias Máximas com a utilização de um manovacuômetro analógico. Na fase 2, era realizada a avaliação da força dos músculos respiratórios e do períneo concomitantemente em dois experimentos. No experimento 1, a mensuração da força dos músculos do períneo foi realizada com um perineômetro que registrava a força exercida por esses músculos no momento das manobras de Pressões Respiratórias Máximas. Nesse experimento, não era solicitada verbalmente a contração voluntária do períneo. Dessa forma, a contração da musculatura ocorria como resposta sinérgica da contração dos músculos respiratórios pelo aumento da pressão da cavidade abdominal. O experimento 2 seguiu a mesma metodologia do 1, porém foi solicitada verbalmente a contração voluntária dos músculos do períneo durante as medidas de Pressões Respiratórias Máximas. Os resultados demonstraram, nos dois experimentos, que a contração do períneo é maior durante as manobras de Pemáx. Maiores valores de força muscular do períneo foram obtidas no experimento 2, no qual foi solicitada a contração voluntária da musculatura. Foi possível identificar a presença de SLP por meio de medidas concomitantes de Pressões Respiratórias Máximas e da contração dos músculos do assoalho pélvico.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>Sinergismo Lombo-Pélvico, assoalho pélvico, Pressões Respiratórias Máximas, músculos respiratórios.</i></p></font>";

texto[5][11] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>INTERFACE ENTRE ELETROGONIÔMETRO E INDIVÍDUO: COMPARAÇÃO ENTRE AS FIXAÇÕES COM E SEM CANALETAS DE ACOPLAMENTO</b></font><p align=justify>Vieira, E. R.<sup>1</sup> e Gil Coury, H. J. C.<sup>1</sup><br><br><sup>1</sup>Universidade Federal de São Carlos, Departamento de Fisioterapia, Laboratório de Fisioterapia<br><br><b>Resumo</b>: A utilização do eletrogoniômetro para quantificar o movimento da coluna pode apresentar algumas dificuldades em relação ao acoplamento do sensor e à definição da região analisada. Por isso, esta pesquisa desenvolveu e avaliou um dispositivo e procedimentos para facilitar o acoplamento de eletrogoniômetro. Para alcançar essas metas desenvolveram-se dois estudos. No Estudo 1, em que é descrito o dispositivo de acoplamento, intitulado Canaletas de Acoplamento (CAs), compararam-se as mensurações de dois eletrogoniômetros, um utilizando as CAs (EGM A) e outro não (EGM B), com os registros de um goniômetro universal. Nesse estudo, não foram encontradas diferenças entre as mensurações. No Estudo 2, ambos os eletrogoniômetros foram acoplados paralelamente na musculatura paravertebral de 14 voluntários e coletaram dados de 5 flexões anteriores consecutivas da coluna lombar. As amplitudes de registro utilizadas como referência foram 15°, 30° e 45° do EGM A. Os resultados do Estudo 2 mostraram que não houve diferença entre as mensurações do EGM B, independentemente da lateralidade de acoplamento (p = 0,623; 0,439; e 0,169, respectivamente, para as amplitudes 15°,30° e 45° do EGM A). Também não houve diferença entre as mensurações do EGM B em relação às do EGM A nas posições 15° e 30° (p = 0,119 e 0,069, respectivamente), mas houve diferença em 45° (p = 0,009). Essa diferença pode ser decorrente de assimetrias e diferentes trofismos musculares e/ou diferenças existentes nas duas formas de acoplamento, ambos evidenciados na amplitude mais extrema. Os resultados desta pesquisa reafirmam a precisão dos eletrogoniômetros e a não interferência das CAs nas mensurações, sendo que tanto as CAs quanto o acoplamento do terço distal do terminal telescópico permitiram definição mais precisa da região mensurada.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>coluna, movimento, mensuração, eletrogoniômetro, acoplamento.</i></p></font>";

texto[5][12] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>O EFEITO DA CINESIOTERAPIA E DA MASSAGEM NA SINTOMATOLOGIA DOLOROSA DE MULHERES PORTADORAS DE DORT GRAU III</b></font><p align=justify>Landgraf, J. F.<sup>1</sup>, Zanichelli, K.<sup>1</sup>, Chiappa, L.<sup>2</sup>, Castro, C. E. S.<sup>3</sup> e Salvini, T. F.<sup>3</sup><br><br><sup>1</sup>Alunas do Curso de Graduação em Fisioterapia<br><sup>2</sup>Fisioterapeuta<br><sup>3</sup>Docentes do Departamento de Fisioterapia da Universidade Federal de São Carlos<br><br><b>Resumo</b>: As Disfunções Osteomusculares Relacionadas ao Trabalho (DORT) decorrem de distúrbios funcionais ou orgânicos e estão relacionadas ao uso repetitivo e excessivo de grupos musculares e à manutenção de posturas desconfortáveis, por tempo prolongado e sem pausas. O objetivo do presente estudo foi avaliar os efeitos da cinesioterapia e da massagem nos sintomas de dor em mulheres portadoras de DORT grau III. O estudo foi realizado em seis mulheres (31 &plusmn; 7 anos) que apresentavam sintomas de dor predominantemente nos membros superiores e trabalhavam na linha de produção de uma empresa em São Carlos. Após avaliação inicial, elas receberam 2 sessões semanais, com 1 h de duração cada, num total de 20 sessões. As sessões semanais eram intercaladas: numa delas era utilizada a cinesioterapia e na outra, a massagem. Os resultados mostraram que houve redução na área de localização da dor e melhora significativa na algometria avaliada no pontos gatilhos. Entretanto, nenhuma alteração significativa foi observada nas diversas categorias de dor, avaliadas por intermédio da Versão Brasileira do Questionário McGíll de Dor.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>DORT, LER, cinesioterapia, massagem, dor.</i></p></font>";

texto[5][13] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>COMPARAÇÃO ENTRE A APLICAÇÃO DO MÉTODO MAITLAND E DA TERAPIA CONVENCIONAL NO TRATAMENTO DE LOMBALGIA AGUDA</b></font><p align=justify>Calonego, C. A.<sup>1</sup> e Rebelatto, J. R.<sup>2</sup><br><br><sup>1</sup>Professor do Curso de Fisioterapia da Universidade de Mogi das Cruzes, SP, e mestre em Fisioterapia pela UFSCar, SP<br><sup>2</sup>Professor do Departamento de Fisioterapia da UFSCar, SP<br><br><b>Resumo</b>: O objetivo do presente estudo foi comparar a eficácia do tratamento convencional por ultra-som pulsátil a 0,8 w/cm<sup>2</sup> (0,16 w/cm<sup>2</sup> de dose SATA) associado à Estimulação Elétrica Nervosa Transcutânea (TENS) com freqüência a 100 Hz modulada a 2 Hz, no modo &quot;burst&quot;, durante 30 minutos, e o tratamento por mobilização vertebral segundo o método Maitland nas lombalgias agudas por esforço. Para tal foram tratados seis sujeitos de ambos os sexos, sendo três submetidos ao tratamento convencional e três a técnicas de mobilização vertebral. Todos os sujeitos foram avaliados por no mínimo três e no máximo sete observações e receberam dez sessões de tratamento. Utilizou-se um modelo metodológico de linha de base múltipla de desenho AB. Foram controladas as variáveis dor, por meio de escala de dor de McGill, e a amplitude de movimento (ADM) controlada por goniometria. Os resultados mostram que ambas as técnicas propiciaram alívio da dor e ganho de ADM ao final das dez sessões de tratamento. Observou-se também que os dois tratamentos foram eficazes quando se comparou o nível de dor e ADM antes e pós-tratamento. Os sujeitos submetidos às técnicas de mobilização vertebral tiveram alívio da dor e ganho de ADM mais precoce que os sujeitos submetidos ao tratamento convencional. Em síntese, foi possível verificar que, embora o resultado final tenha sido aparentemente semelhante, as técnicas de mobilização vertebral apresentam resultado mais precoce (em tomo de três sessões de tratamento), possibilitando recuperação mais rápida dos indivíduos. <br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>fisioterapia, lombalgia, maitland, ultra-som, TENS.</i></p></font>";

//TEXTOS DO VOLUME 6, NUMERO 3

texto[5][14] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DE VIDA RELACIONADA À SAÚDE EM IDOSOS COM OSTEOARTRITE DE JOELHOS</b></font><p align=justify>Dias, R. C.<sup>1</sup> e Dias, J. M. D.<sup>2</sup><br><br><sup>1</sup>Fisioterapeuta, Doutora em Ciências da Reabilitação, Professora Adjunto<br><sup>2</sup>Fisioterapeuta, Doutor em Ciências da Reabilitação, Professor Adjunto<br><br><b>Resumo</b>: Esta revisão apresenta uma discussão sobre o tema da avaliação da qualidade de vida relacionada à saúde (QVRS) no contexto do envelhecimento humano como uma medida complementar para estudar o impacto das doenças, tanto nas atividades dos indivíduos quanto em sua participação social. São discutidas as alternativas de avaliação genérica e específica da qualidade de vida relacionada à saúde, apresentando alguns questionários, suas vantagens, desvantagens e aplicabilidade na pesquisa e na clínica na área de Fisioterapia, em geriatria e gerontologia. Apresentamos uma análise do uso dessa forma de avaliação como desfecho para ensaios clínicos controlados de exercícios terapêuticos em pacientes idosos com osteoartrite (OA) de joelhos. E, ao final, fazemos uma análise crítica de ensaios clínicos controlados e não controlados, pesquisados na base de dados MEDLINE (Medical Literature Analysis and Retrieval System), que estudaram o impacto de protocolos de exercícios terapêuticos sobre a QVRS de pacientes com OA de joelhos, discutindo sua metodologia e resultados.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>idosos, osteoartrite, joelho, fisioterapia, exercícios terapêuticos, qualidade de vida.</i></p></font>";

texto[5][15] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>PRODUÇÃO CIENTÍFICA E ATUAÇÃO PROFISSIONAL: ASPECTOS QUE LIMITAM ESSA INTEGRAÇÃO NA FISIOTERAPIA E NA TERAPIA OCUPACIONAL</b></font><p align=justify>Sampaio, R. F<sup>1</sup>, Mancini, M. C.<sup>2</sup> e Fonseca, S. T.<sup>1</sup><br><br><sup>1</sup>Departamento de Fisioterapia, Universidade Federal de Minas Gerais<br><sup>2</sup>Departamento de Terapia Ocupacional, Universidade Federal de Minas Gerais<br><br><b>Resumo</b>: Profissões da área da reabilitação como a Fisioterapia e a Terapia Ocupacional têm buscado fundamentação científica para nortear a prática clínica. Alguns fatores têm dificultado a integração da produção científica com a prática, entre eles estão o tecnicismo e o modelo médico. O impacto de cada um desses fatores na utilização de evidências científicas para nortear a prática desses profissionais é discutido, bem como as características do contexto sócio-econômico e histórico que vêm pressionando as profissões da saúde a buscarem informação científica para subsidiar a escolha de intervenções. Além disso, discute-se que a adoção de um modelo funcional e que uma melhor sistematização da prática podem auxiliar terapeutas a buscarem evidências que sejam relevantes. Por fim, o conceito de prática baseada em evidências é definido e caracterizado, indicando-se ainda os caminhos necessários para sua implementação na prática de fisioterapeutas e de terapeutas ocupacionais.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>prática baseada em evidências, competência profissional, modelo de função e disfunção.</i></p></font>";

texto[5][16] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>AVALIAÇÃO CARDIORRESPIRATÓRIA DE ESFORÇO E PROGRAMA DE RECONDICIONAMENTO AERÓBIO EM CICLOERGÔMETRO PARA PACIENTES COM DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA</b></font><p align=justify>Paschoal, M. A.<sup>1</sup><br><br><sup>1</sup>Professor Doutor da Faculdade de Fisioterapia, Centro de Ciências da Vida, Pontifícia Universidade Católica de Campinas<br><br><b>Resumo</b>: Dentre as várias etapas do tratamento nas quais o pneumopata obstrutivo está sob os cuidados do fisioterapeuta, há um momento em que as condições clínicas permitem que os procedimentos sejam direcionados à introdução do paciente à prática de atividades físicas dinâmicas, representadas pela execução de exercícios aeróbios. Objetivando expor o paciente a essa nova condição funcional, cujo gasto energético é mais elevado do que em todas as etapas anteriores de seu tratamento, torna-se necessária sua avaliação cardiorrespiratória dinâmica, para a correta prescrição de sua carga de trabalho em programas de recondicionamento aeróbio. Muitos são os métodos de avaliação e os programas de treinamento aeróbio encontrados na literatura, mas poucos se adaptam à condição da grande maioria dos serviços em que o profissional fisioterapeuta se encontra engajado no Brasil. Nossa intenção com o presente trabalho foi apresentar um método confiável e simples, realizado em cicloergômetro, que possa fazer parte do dia-a-dia da avaliação e do tratamento dos pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>doença pulmonar obstrutiva crônica, teste de esforço, exercício dinâmico, fisioterapia.</i></p></font>";

texto[5][17] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>ESTUDO SOBRE A ELETROMIOGRAFIA DE SUPERFÍCIE EM PACIENTES PORTADORES DE ESPASTICIDADE</b></font><p align=justify>Pereira, A. C.<sup>1</sup> e Araujo, R. C.<sup>2</sup><br><br><sup>1</sup>Fisioterapeuta, Mestranda em Ciências pelo Departamento de Fisiopatologia Experimental da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo<br><sup>2</sup>Professor Doutor do Curso de Fisioterapia da Universidade São Judas Tadeu e da Universidade de Taubaté<br><br><b>Resumo</b>: O estudo teve por objetivo comparar os sinais elétricos do músculo bíceps braquial espástico e sadio pela eletromiografia (EMG) de superfície. O grupo A constitui-se de 25 indivíduos saudáveis e voluntários e o grupo B, de 25 sujeitos portadores de hemiplegia espástica, sendo que a espasticidade de tais pacientes foi classificada entre os graus 1 e 4 pela escala modificada de Ashworth. Os registros EMG foram obtidos nas condições de repouso, contração voluntária máxima (CVM) e reflexa. Além disso, os registros EMG foram coletados em ambos os lados, para efeito de comparação inter e intragrupos. Os testes estatísticos aplicados para a construção dos resultados foram: o método Shapiro Wilk para conhecimento da curva de freqüência; o teste paramétrico t de Student para a curva normal, tanto para grupos independentes quanto dependentes; e os não paramétricos Wilcoxon e Mann- Whitney para a curva não normal e para grupos relacionados e não relacionados, respectivamente. A comparação feita entre os lados lesado e sadio no grupo B demonstrou diferença estatisticamente significativa em todas as condições de aquisição, sendo a atividade EMG do lado lesado maior ao repouso e ao reflexo, e menor na CVM. Devido à grande variabilidade intrínseca do sinal EMG, e adotando como critério mais consistente a comparação dos valores do sinal entre os lados, verificou-se maior diferença, estatisticamente significativa, no grupo de pacientes com hemiplegia espástica do que entre os lados direito e esquerdo de pessoas saudáveis. Fazendo-se comparação do sinal EMG com a escala modificada de Ashworth, observaram-se as seguintes tendências: na condição de repouso, o sinal EMG foi maior quanto mais severa era a espasticidade; já na condição de CVM, o sinal foi menor quanto maior a severidade dessa espasticidade. Entretanto, não foi encontrada relação entre os valores dos sinais EMG e a severidade da espasticidade, na condição reflexa. Há, portanto, a possibilidade de utilização da EMG de superfície para comparação dos sinais elétricos entre dois músculos semelhantes.<br><br><b>Palavras-chave</b>: EMG de superfície, comparação, espasticidade, avaliação quantitativa da espasticidade, escala modificada de Ashworth.</i></p></font>";

texto[5][18] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>DILEMAS ÉTICOS PRESENTES NA PRÁTICA DO FISIOTERAPEUTA</b></font><p align=justify>Renner, A. F.<sup>1</sup>, Goldim, J. R.<sup>2</sup> e Prati, F. M.<sup>3</sup><br><br><sup>1</sup>Fisioterapeuta<br><sup>2</sup>PhD. em Medicina/Bioética, Professor das Faculdades de Ciências da Saúde, IPA<br><sup>3</sup>Fisioterapeuta, Coordenador do Curso de Fisioterapia das Faculdades de Ciências da Saúde, IPA<br><br><b>Resumo</b>: O fisioterapeuta, como todo profissional da saúde que toma decisões diante de situações de incerteza, está sujeito a se deparar com dilemas éticos. Um dilema ético é uma situação na qual um profissional da saúde se depara com duas alternativas de tratamento ou condução do caso que tenham justificativas técnicas, mas com algum questionamento moral ou social. O objetivo deste estudo foi identificar os tipos de dilemas éticos presentes na prática do fisioterapeuta. Foi realizado um estudo transversal, tipo &quot;survey&quot;, com uma amostra de fisioterapeutas que trabalham em Porto Alegre. Para isso encaminhamos pelo correio uma carta informativa e um questionário. Os dados obtidos foram comparados com um estudo inglês semelhante realizado por Barnitt. Obteve-se retorno de 37 (5,7%), com a exclusão de 13 (35,0%) por não se tratar de questões envolvendo dilemas éticos. A classificação dos dilemas de acordo com os princípios foi casual, apesar de as categorias autonomia, beneficência e justiça terem sido discriminadas no próprio material informativo. Quanto às situações dos dilemas, obtivemos as seguintes respostas: 37,5% relativas ao limite de atuação profissional, 25,0% trataram da falta de recursos, 4,2% referentes ao não dizer a verdade, 4,2% sobre a eficiência da terapia e 29,2% dos fisioterapeutas relataram não ter se deparado com situações referentes a dilemas éticos durante sua atuação profissional. O baixo índice de retorno dos questionários compromete a validade externa do trabalho. Contudo, com base nos dados obtidos com a presente amostra, estabelecemos algumas considerações. As questões predominantes foram relativas às &quot;tomadas de decisões do dia-a-dia&quot;. A baixa taxa de devolução e o alto índice de respostas inadequadas podem indicar o pouco envolvimento dos profissionais, a pouca compreensão dos objetivos da pesquisa ou a falta de hábito de reflexão ética. Já o alto índice de ausência de dilemas éticos surpreendeu os autores do presente trabalho, uma vez que o fisioterapeuta tem contato direto com seu paciente, seu sofrimento e desconforto e é um profissional da saúde que toma decisões diante de situações de incerteza. As informações obtidas demonstram a necessidade de realização de mais estudos nessa área.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>fisioterapia, bioética, dilemas éticos.</i></p></font>";

texto[5][19] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>TREINAMENTO MUSCULAR RESPIRATÓRIO EM PÓS-OPERATÓRIO DE CIRURGIA CARDÍACA ELETIVA</b></font><p align=justify>Garcia, R. C. P.<sup>1</sup> e Costa, D.<sup>2</sup><br><br><sup>1</sup>Mestre em Ciências Fisiológicas pela Universidade Federal de São Carlos, UFSCar<br><sup>2</sup>Professor Doutor do Departamento de Fisioterapia, UFSCar<br><br><b>Resumo</b>: Os objetivos deste estudo foram avaliar os efeitos do treinamento muscular respiratório (TMR) na evolução dos parâmetros das pressões respiratórias máximas (PImáx e PEmáx) e das amplitudes de movimento tóraco-abdominal por intermédio da cirtometria e dos valores de peak-flow em pacientes pós-operados de cirurgia cardíaca (CC) e submetidos à circulação extracorpórea (CEC). Foram incluídos no estudo 60 pacientes submetidos à CC eletiva com CEC. Destes, 40 participaram de um TMR, sendo que 20, 13 homens e 7 mulheres com idade de 56 &plusmn; 11 anos, treinaram uma vez ao dia, compondo o Gl, os outros 20, 16 homens e 4 mulheres com idade de 58 &plusmn; 7,5 anos, treinaram duas vezes ao dia, compondo o G2. Um terceiro grupo de 20 pacientes, 11 homens e 9 mulheres com idade de 63 &plusmn; 9 anos, não participou do TMR, vindo a compor o grupo controle (G3). A todos os pacientes foi assegurada a fisioterapia respiratória, seguindo protocolo próprio para pós-operatório de CC dos hospitais envolvidos. A coleta de dados de PImáx, PEmáx, peak-flow e cirtometria foi realizada em três momentos, a saber: no pré-operatório (um ou dois dias antes da CC), no pós-operatório (segundo dia após a CC) e na alta (último dia de internação). O TMR para Gl e G2 teve início no segundo dia pós-operatório e prosseguiu durante todo o período de internação. O protocolo constou de TMR 1 ou 2 vezes ao dia, respectivamente, para G 1 e G2, com sessões de 3 séries de 10 inspirações cada, no próprio manovacuômetro, por intermédio de esforço inspiratório máximo possível. Comparando os resultados entre os três grupos nas fases pré, pós e alta, constatou-se aumento significativo (p < 0,05) da Plmáx e PEmáx, entre Gl, G2 e G3, na fase alta. Os dados foram então ordenados pelo teste Post Hoc de Duncan, em que foram verificadas diferenças significativas na evolução das variáveis Plmáx e PEmáx entre G2 e G3, o mesmo não ocorrendo com G 1. Para os valores de peakflow e cirtometria, as diferenças não foram significativas entre os grupos. Constatou-se que, por intermédio de um TMR específico, ocorreu aumento da força muscular respiratória (FMR) tanto no grupo que treinou duas (G2) quanto no que treinou uma (Gl) vez ao dia, em comparação com o grupo controle (G3), que não apresentou alterações.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>fisioterapia respiratória, força muscular respiratória, treinamento muscular respiratório, cirurgia cardíaca.</i></p></font>";

texto[5][20] = "Resumo não disponível no momento. Tente mais tarde. Obrigado!";

texto[5][21] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>EVOLUÇÃO ESPONTÂNEA DE SINTOMAS MÚSCULO-ESQUELÉTICOS RELACIONADOS AO TRABALHO: UM ESTUDO PROSPECTIVO</b></font><p align=justify>Walsh, I. A. P.<sup>1</sup> e Gil Coury, H. J. C.<sup>2</sup><br><br><sup>1</sup>Supervisora de Estágio em Fisioterapia Preventiva, Universidade Federal de São Carlos<br><sup>2</sup>Professora Doutora do Departamento de Fisioterapia, responsável pelo Laboratório de Fisioterapia Preventiva/Ergonomia, Universidade Federal de São Carlos<br><br><b>Resumo</b>: Um estudo de delineamento longitudinal prospectivo foi conduzido por 2 anos com 27 trabalhadores com histórico de sintomas de lesão músculo-esquelética de uma empresa multinacional de médio porte. Todos responderam a um questionário com informações acerca do número de regiões corporais acometidas e dos locais de acometimento dos sintomas, sendo o mesmo aplicado em duas ocasiões. Na primeira coletaramse informações sobre o início dos sintomas e sobre a situação presente. Na segunda ocasião, dois anos após a primeira, o questionário foi aplicado novamente, trazendo informações sobre as características dos sintomas naquele momento. Os resultados indicaram que no início os sintomas se concentravam em uma ou duas regiões. Na ocasião da primeira aplicação do questionário foram encontradas até seis regiões e na segunda observou-se a mesma tendência de progressão. O teste t de Student utilizado para comparar o número de locais acometidos entre o início dos sintomas e a primeira e a segunda avaliações identificou diferenças significativas entre o número de regiões acometidas no início dos sintomas e na primeira avaliação e entre o início dos sintomas e segunda avaliação, mas não entre a primeira e a segunda avaliações. As regiões acometidas inicialmente foram punho, cotovelo e braço. Na primeira avaliação, regiões mais proximais como ombro e peseoço também passaram a apresentar alta freqüência de acometimento. Para o grupo estudado, os sintomas tiveram evolução progressiva. Dessa forma, uma assistência precoce que interfira nos fatores de origem da lesão é primordial para o sucesso da recuperação dos mesmos.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>lesões músculo-esqueléticas ocupacionais, LER, DORT, sintomas músculo-esqueléticos.</i></p></font>";

texto[5][22] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>ESTIMULAÇÃO ELÉTRICA NEUROMUSCULAR E EXERCÍCIOS COM MOVIMENTOS NA DIAGONAL PARA GANHO DE FORÇA EM BÍCEPS E TRÍCEPS BRAQUIAL</b></font><p align=justify>Oliveira, F.<sup>1</sup>, Maki, T.<sup>1</sup>, Calonego, C. A.<sup>2</sup>, Nascimento, N. H.<sup>2</sup> e Rebelatto, J. R.<sup>3</sup><br><br><sup>1</sup>Fisioterapeuta, Universidade de Mogi das Cruzes<br><sup>2</sup>Docente do Curso de Fisioterapia, Universidade de Mogi das Cruzes<br><sup>3</sup>Docente do Curso de Fisioterapia, Universidade Federal de São Carlos<br><br><b>Resumo</b>: O propósito deste estudo foi comparar os efeitos do exercício contra-resistido em diagonal com halter e da Estimulação Elétrica Neuromuscular (EENM) combinada com exercício isométrico ou combinada com exercício contra-resistido em diagonal com halter no incremento de força e no aumento de massa nos músculos bíceps e tríceps braquial. Para isso, 28 indivíduos de ambos os sexos foram divididos em quatro grupos (n = 7 cada): </p><ul><li><p align='justify'>Grupo I - exercícios contra-resistidos em diagonal com halter;</p><li><p align='justify'>Grupo II - EENM associado à isometria;</p><li><p align='justify'>Grupo III - exercício contra-resistido em diagonal com halter associado à EENM;</p><li><p align='justify'>e Grupo IV - controle.</p></ul><p align='justify'>Todos os voluntários foram submetidos a um Teste Incremental de Membros Superiores (TIMS) com movimentos em diagonal, seguindo os princípios do método de Facilitação Neuromuscular Proprioceptiva (FNP). Foram controladas, nesse teste, as seguintes variáveis: esforço de membros superiores (Escala de Borg), pressão arterial (PA), freqüência cardíaca (FC), perimetria e tempo em que o voluntário realizou o teste e a carga em que terminou. Após 24 sessões de treinamento, realizadas três vezes por semana com a carga fixa de 50% da carga máxima obtida no TIMS, foi repetida a avaliação. Diferenças significativas (p < 0,05) foram encontradas na carga e no tempo pós-treinamento no Grupo III e no aumento da perimetria no membro superior esquerdo do Grupo I. Não houve diferença significativa para Escala de Borg entre os grupos, sugerindo a necessidade de mais pesquisas nessa área.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>fortalecimento muscular, Tese Incremental de Membros Superiores, EENM, FNP.</i></p></font>";

texto[5][23] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>A INFLUÊNCIA DA POSTURA SOBRE O ESTADO COMPORTAMENTAL E A COORDENAÇÃO MÃO-BOCA DO BEBÊ</b></font><p align=justify>Rocha, N. A. C. F.<sup>1</sup> e Tudella, E.<sup>2</sup><br><br><sup>1</sup>Professora do Curso de Fisioterapia das Faculdades Integradas de Santa Fé do Sul (FUNEC-FISA)<br><sup>2</sup>Professora Adjunto do Curso de Pós-graduação em Fisioterapia da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar)<br><br><b>Resumo</b>: O presente estudo teve por objetivos verificar a tolerância dos bebês em permanecer em uma superfície rígida e a coordenação mão-boca. Foram estudados 17 bebês saudáveis, idade média = 64,47 dias (&plusmn; 45,29). Estes foram filmados em estado de alerta nas posturas supina e prona sobre uma mesa de madeira, por um período máximo de 300 segundos. Considerou-se tolerância quando o bebê permanecia em estado de alerta e intolerância quando apresentava choro, no qual o teste era interrompido. A freqüência e o tempo de permanência da coordenação mão-boca foram verificados pela análise das fitas de vídeo. Constatou-se que 82,35% dos bebês demonstraram intolerância à postura prona, enquanto 29,41 %, à supina. O teste não paramétrico de Wilcoxon demonstrou diferença significativa entre as posturas estudadas (p = 0,0026). Verificou-se que o período médio de tolerância em supino foi de 248 s (&plusmn; 101) e em prono, foi de 161,4 s (&plusmn; 101,5). A coordenação mão-boca foi verificada em 23,53% dos bebês em uma freqüência média de 1,66 (&plusmn; 0,57), quando na postura supina. Desses, 5,8% permaneceram com a mão em contato com a boca por um tempo médio de 2 s. Em prono, 29,14% dos bebês apresentaram a coordenação mão-boca em uma freqüência média de 2,25 (&plusmn; 1,25) e o tempo médio de permanência foi de 20,3 s (&plusmn; 20,88). Conclui-se que a postura prona é pouco tolerada pelos bebês, no entanto, favorece a coordenação mão-boca. Portanto, deve ser incentivada em momentos de intervenção fisioterapêutica.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>comportamento, coordenação, mão-boca, recém-nascido, ambiente, postura.</i></p></font>";

//TEXTOS VOLUME 7, NUMERO 1
texto[6][0] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>PATELAR POR MEIO DE EXERCÍCIOS EM CADEIA CINÉTICA FECHADA: REVISÃO DA LITERATURA</b></font><p align=justify>Cabral, C. M. N.<sup>1</sup> e Monteiro-Pedro, V.<sup>2</sup><br><br><sup>1</sup>Mestre em Fisioterapia pela Universidade Federal de São Carlos<br><sup>2</sup>Professora Adjunto IV do Departamento de Fisioterapia da Universidade Federal de São Carlos<br><br><b>Resumo</b>: A disfunção fêmoro-patelar constitui importante lesão músculo-esquelética, acometendo adultos jovens e uma grande porcentagem de atletas. Vários fatores etiológicos estão envolvidos nessa patologia da articulação fêmoro-patelar, a qual é estabilizada principalmente por estruturas dinâmicas - músculos. Somente após o correto conhecimento dos estabilizadores dinâmicos da articulação fêmoropatelar e dos principais fatores envolvidos em sua etiologia pode-se prescrever um correto protocolo de exercícios na reabilitação funcional. Dentre os mais utilizados estão os exercícios em cadeia cinética fechada, realizados com o segmento distal do membro inferior fixo. Exemplos desses exercícios são o agachamento e os exercícios realizados no leg-press e no step. Apesar de vários estudos terem analisado os estabilizadores dinâmicos da articulação fêmoro-patelar nesses exercícios em cadeia cinética fechada, faltam evidências científicas que comprovem o aumento da hipertrofia ou do desempenho muscular. Dessa forma, mais estudos biomecânicos, anatômicos e eletromiográficos tomam-se necessários para embasar a aplicação dos exercícios em cadeia cinética fechada na reabilitação de pacientes com disfunção fêmoro-patelar.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>disfunção fêmoro-patelar, recuperação funcional. estabilizadores dinâmicos da patela, exercícios em cadeia cinética fechada.</i></p></font>";

texto[6][1] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>UTILIZAÇÃO DA FONOFORESE EM DESORDENS MÚSCULO-ESQUELÉTICAS: UMA META-ANÁLISE</b></font><p align=justify>Parizotto, N. A.<sup>1</sup>, Koeke, P. U.<sup>2</sup>, Moreno, B. G. D.<sup>3</sup> e Lourencin, F. T. c.<sup>4</sup><br><br><sup>1</sup>Departamento de Fisioterapia, Programa de Pós-graduação em Fisioterapia, Universidade Federal de São Carlos<br><sup>1,2</sup>Programa de Pós-graduação Interunidades Bioengenharia, EESC/FMRP/IQSC, Universidade de São Paulo<br><sup>3</sup>Curso de Fisioterapia, Faculdades Adamantinenses Integradas (FAI)<br><sup>4</sup>Programa de Pós-graduação em Ciências, Faculdade de Medicina, Departamento de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas, Universidade de São Paulo<br><br><b>Resumo</b>: O primeiro relato da fonoforese aconteceu em 1954, e desde então vem sendo usada com freqüência pela fisioterapia. Este estudo tem por objetivo analisar a relevância e a confiabilidade da fonoforese nas desordens músculo-esqueléticas, assim como sua utilização clínica. A pesquisa bibliográfica foi realizada na base de dados do Probe e Medline, com isso 56 trabalhos foram selecionados entre os anos de 1954 e 2001. Os trabalhos foram analisados pelo critério de filtros, que verificou a importância e a presença de informações, prefixadas. Após a análise constatamos que nenhum dos trabalhos respeitava todos os critérios de filtragem estabelecidos. Concluímos então que a utilização da fonoforese ainda apresenta dúvidas quanto à sua relevância à confiabilidade de seus efeitos positivos julgados pelos autores. Novos estudos que se utilizem de uma análise estatística mais consistente são necessários, para que se possa descrever o uso dessa prática baseado em evidências.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>ultra-som, fonoforese, meta-análise e fisioterapia.</i></p></font>";

texto[6][2] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>COMPARAÇÃO DE DOIS PROTOCOLOS DE FORTALECIMENTO PARA PREENSÃO PALMAR</b></font><p align=justify>Femandes, L. F. R. M.<sup>1,2</sup>, Araújo, M. S.<sup>1</sup>, Matheus, J. P. c.<sup>1</sup>, Medalha, C. c.<sup>3</sup>, Shimano, A. C.I.<sup>4</sup> e Pereira, G. A.<sup>1</sup><br><br><sup>1</sup>Curso de Fisioterapia, Instituto de Ciências Biológicas e da Saúde, Universidade de Uberaba<br><sup>2</sup>Laboratório de Instrumentação para Biomecânica, Faculdade de Educação Física, UNICAMP<br><sup>3</sup>Laboratório de Neurociências, Curso de Fisioterapia, Universidade Federal de São Carlos<br><sup>4</sup>Laboratório de Bioengenharia, Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, USP<br><br><b>Resumo</b>: A medida da força de preensão palmar tem sido um dos meios úteis para a avaliação das características físicas, a evolução durante a reabilitação e o grau de incapacidade. Na prática clínica o fisioterapeuta se depara com a dificuldade em selecionar o protocolo mais adequado e eficiente para o fortalecimento muscular. O objetivo deste trabalho foi comparar dois protocolos de regimes isotônicos buscando evidenciar qual deles seria o mais indicado para o fortalecimento dos músculos responsáveis pela preensão. As medidas da força de preensão pré e pós-treinamento foram realizadas com um dinamômetro mecânico da marca Jamar, em 22 mulheres com idade entre 18 e 21 anos (média de 19 anos). As voluntárias foram separadas em 2 grupos, DeLorme (carga crescente) e Oxford (carga decrescente), para a aplicação dos protocolos. Para o treinamento foi utilizado um exercitador de mão e dedos da marca Digi-flex, e o programa foi realizado duas vezes por semana, com duração de 20 minutos cada sessão em um total de 8 sessões. Posteriormente, foram comparadas as forças pré e pós-treinamento e foi observado que, para as amostras dependentes (pré e pós-treinamento), houve diferença significativa tanto no grupo DeLorme quanto no Oxford, já para as amostras independentes (pós-DeLorme e pós-Oxford) não houve diferença significativa.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>preensão palmar, treinamento, força, isotônico, DeLorme, Oxford, avaliação.</i></p></font>";

texto[6][3] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>ALONGAMENTO DA MUSCULATURA INSPIRATÓRIA POR INTERMÉDIO DA REEDUCAÇÃO POSTURAL GLOBAL (RPG)</b></font><p align=justify>Teodori, R. M.<sup>1</sup>, Moreno, M. A.<sup>1</sup>, Fiore Junior, J. F.<sup>1</sup> e Oliveira, A. C. S.<sup>1</sup><br><br><sup>1</sup>Universidade Metodista de Piracicaba (UNIMEP), Piracicaba, SP<br><br><b>Resumo</b>: O objetivo deste estudo foi analisar o efeito do alongamento dos músculos da cadeia muscular inspiratória, proposto pelo método de reeducação postural global (RPG), sobre a força muscular respiratória e a expansibilidade torácica. Participaram deste estudo 20 voluntários sadios, do sexo feminino, com idade entre 18 e 23 anos (média = 21,2; DP = 1,61), que foram divididos de fonna randomizada em dois grupos: 10 voluntários submetidos à postura &quot;rã no chão com braços fechados&quot; por 20 minutos (grupo RPG) e 10 voluntários que não receberam o alongamento, pennanecendo em repouso por 20 minutos (grupo controle). Utilizaram-se para a avaliação a medida das pressões respiratórias máximas e a toracometria em ambos os grupos, antes e após o período estabelecido. Observou-se que o método de alongamento utilizado proporcionou aumento da expansibilidade torácica e das pressões respiratórias máximas, havendo significância estatística pelo método de Wi1coxon no que se refere à força dos músculos inspiratórios no grupo que recebeu o alongamento. Também houve diferença significativa na expansibilidade torácica da região axilar no grupo RPG quando comparado com o grupo controle. Os resultados sugerem investigar o efeito desse método de alongamento em pneumopatas crônicos, os quais I poderiam ser beneficiados, visando a sua utilização como recurso fisioterapêutico.<br><br><b>Palavras-chave</b>: fisioterapia, alongamento, músculos respiratórios, reeducação postural global, força muscular respiratória.</i></p></font>";

texto[6][4] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>ALTERAÇÕES ÓSSEAS ASSOCIADAS A TRAUMAS MUSCULARES PERIÓDICOS</b></font><p align=justify>Paro, D. Z.<sup>1</sup>, Bertoncello, D.<sup>2</sup>, Danella, P. M.<sup>1</sup>, Nonaka, K. 0.<sup>2</sup> e Salvini, T. F.<sup>1</sup><br><br><sup>1</sup>Unidade de Plasticidade Muscular, Laboratório de Neurociências, Departamento de Fisioterapia<br><sup>2</sup>Laboratório de Neuroendocrinologia, Departamento de Ciências Fisiológicas, Universidade Federal de São Carlos, Brasil<br><br><b>Resumo</b>: O objetivo do presente trabalho foi avaliar a resposta do tecido ósseo a traumas musculares periódicos. O trauma muscular foi produzido de forma não-invasiva por um equipamento que libera carga sobre a superfície muscular. Os animais foram divididos aleatoriamente em 2 grupos experimentais: o primeiro foi submetido a 4 traumas periódicos e avaliado 7 dias após (n = 5) e o grupo controle não foi traumatizado (n = 5). O trauma foi aplicado na região anterior do ventre do músculo Tibialis anterior (TA) direito. Após os traumas, além das tíbias direita e esquerda, os músculos TAs direito e esquerdo de ambos os grupos foram analisados. A pata contralateral dos animais do grupo traumatizado foi mantida intacta. Após o sacrifício dos animais, as tíbias foram submetidas às seguintes análises: resistência óssea, peso das cinzas, volume ósseo e densidade mineral óssea. As tíbias traumatizadas periodicamente apresentaram maiores valores de força máxima até o ponto de fratura óssea quando comparadas às contralaterais (71,78 &plusmn; 14,32 N vs. 49,19 &plusmn; 17,51 N, respectivamente, p &le; 0,03), indicando aumento da resistência óssea. A análise dos parâmetros físicos mostrou que o peso das cinzas das tíbias traumatizadas foi maior que o das contralaterais intactas (0,313 &plusmn; 0,01 vs. 0,276 &plusmn; 0,03 g, respectivamente, p = 0,002), também quando comparados ao grupo controle (0,313 &plusmn; 0,01 g vs. 0,241 &plusmn; 0,02 g, respectivamente, p = 0,003). No entanto, não foram observadas alterações nos valores do volume ósseo e da densidade mineral óssea entre as tíbias traumatizadas e contra1aterais do grupo traumatizado periodicamente e entre as tíbias de ambos os grupos experimentais. Conclusões: contusões musculares periódicas promovem alterações significativas no conteúdo mineral ósseo e na resistência óssea, sem causar mudanças na densidade mineral óssea.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>tíbia, densidade mineral óssea, volume ósseo, resistência óssea, contusão muscular, músculo tibial.</i></p></font>";

texto[6][5] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>ESTUDO DA EVOLUÇÃO A CURTO PRAZO DA ESCOLIOSE POR MEIO DE MENSURAÇÕES DA GffiOSIDADE, RADIOGRÁFICAS E DA DOR EM ADOLESCENTES E ADULTOS JOVENS</b></font><p align=justify>Salate, A. C. B.<sup>1</sup>, Aroni, F. C.<sup>2</sup> e Ferreira, D. M. A.<sup>3</sup><br><br><sup>1</sup>Frota. da FAI em Adamantina e estagiária do Laboratório de Eletrotennofototerapia da UFSCar<br><sup>2</sup>Fisioterapeuta especialista em reumatologia pela UNIFESP, SP<br><sup>3</sup>Profa. Ms da UNESP de Presidente Prudente e doutoranda na USP, São Carlos<br><br><b>Resumo</b>: Foi realizado estudo clínico em 15 pacientes com o objetivo de avaliar a evolução a curto prazo da escoliose em adolescentes e adultos jovens, por meio de mensurações da gibosidade, radiográficas e da dor, independente do tratamento. Também foi estudada a correlação das medidas de gibosidade com o ângulo de Cobb, com a rotação vertebral e com a escala visual analógica que quantifica a dor (EVA) e a correlação dessas medidas radiográficas com a EVA. Os indivíduos de ambos os sexos foram submetidos a exame clínico por meio de uma ficha de avaliação que constou da medida da gibosidade com um nível d'água e uma régua. Nessa mensuração, o sujeito realizou flexão anterior de tronco e o nível d'água foi colocado no ponto mais alto da gibosidade. A avaliação da dor foi realizada pela EVA, no exame radiológico foi determinada a medida do ângulo de Cobb e a medida da rotação vertebral por meio da régua de Raimondi. A correlação das medidas de gibosidade com o ângulo de Cobb apresentou melhores resultados na escoliose tóraco-Iombar; a correlação das medidas de gibosidade com a rotação vertebral mostrou melhores valores nas escolioses tóraco-Iombar e lombar. A correlação do ângulo de Cobb com a EVA foi moderada na escoliose torácica e insatisfatória para a escoliose tóraco-Iombar e a correlação da rotação vertebral com a EVA foi insatisfatória em todos os tipos de escoliose. As mensurações de gibosidade, radiográficas e da dor não apresentaram alterações consideráveis quando comparadas a curto prazo. Portanto, a técnica não invasiva para mensuração da gibosidade pode ser utilizada na prática clínica como um método de rotina para o acompanhamento da evolução das escolioses, mas deve ser intercalada com medidas radiográficas. E a dor continua sendo fator secundário e desconhecido na escoliose idiopática, o que indica que mais pesquisas devem ser realizadas, não só a curto mas também a longo prazo.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>escoliose, gibosidade, ângulo de Cobb, rotação vertebral, dor.<i></p></font>";

texto[6][6] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>NÍVEL DE ATIVIDADE FÍSICA E DESCONFORTOS MÚSCULO- ESQUELÉTICOS PERCEBIDOS EM HOMENS E MULHERES, ADULTOS E IDOSOS</b></font><p align=justify>De Vitta, A.<sup>1</sup>, Neri, A. L.<sup>2</sup> e Padovani, C. R.<sup>3</sup><br><br><sup>1</sup>Docente responsável pela área de Fisioterapia Preventiva do Curso de Fisioterapia da Universidade do Sagrado Coração (USe), Bauru, São Paulo<br><sup>2</sup>Professora titular na UNICAMP, onde ensina e pesquisa sobre Psicologia da Vida Adulta e da Velhice<br><sup>3</sup>Professor titular do Departamento de Bioestatística do m, UNESP, Botucatu, São Paulo<br><br><b>Resumo</b>: A literatura de pesquisa e a prática profissional têm revelado forte relação entre bem-estar físico, gênero, idade e a prática de atividade física. Este estudo teve por objetivo caracterizar as relações entre nível de atividades físicas e desconfortos músculo-esqueléticos percebidos em adultos jovens e em idosos masculinos e femininos. Foram avaliados 200 voluntários que formaram dois grupos com 100 indivíduos cada, um de 20 a 35 anos e o outro de 60 a 70 anos, cada um composto por 50 homens e 50 mulheres, metade sedentária e metade ativa. Os instrumentos incluíram: um questionário de caracterização sociodemográfica e ocupacional, de prática de atividades físicas e doenças; e um questionário de queixas relativas a desconfortos músculo-esqueléticos percebidos nos últimos anos e nos últimos sete dias. Foram realizadas análises estatísticas descritivas, testes de contrastes (Goodman) e de hipótese (Mann-Whitney). Os resultados indicaram que: 1) os idosos, I as mulheres e os sedentários relataram mais desconfortos músculo-esqueléticos nos últimos seis meses e nos últimos sete dias. Investigações nesses domínios podem melhorar o bem-estar físico e psicológico de adultos jovens e idosos e aumentar as chances de uma velhice satisfatória.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>indicadores de .saúde, exercícios físicos, adultos, idosos, desconfortos músculo-esqueléticos percebidos.</i></p></font>";

texto[6][7] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>ANÁLISE DA CONFIABILIDADE DE TÉCNICAS FOTOMÉTRICAS PARA MEDIR A FLEXÃO ANTERIOR DO TRONCO</b></font><p align=justify>Sato, T. O.<sup>1</sup>, Vieira, E. R.<sup>1</sup> e Gil Coury, H. J. C.<sup>1</sup><br><br><sup>1</sup>Departamento de Fisioterapia, Laboratório de Fisioterapia Preventiva - Ergonomia, Universidade Federal de São Carlos<br><br><b>Resumo</b>: Lombalgias são freqüentes na população em geral e no contexto do trabalho em particular. Os fatores de risco para sua ocorrência ou agravamento podem ser individuais, biomecânicos ou psicossociais. Dentre os fatores biomecânicos, o risco é maior à medida que. a flexão anterior do tronco aumenta. Uma nova técnica de quantificação angular da flexão anterior do tronco foi utilizada neste estudo marcadores perpendiculares - para o cálculo do ângulo entre linhas traçadas sobre marcadores perpendiculares acoplados sobre os processos espinhosos da coluna vertebral. O objetivo deste estudo foi descrever a técnica dos marcadores perpendiculares para a coluna tóraco-Iombar e analisar a confiabilidade intra e interobservadores para três métodos de registro angular, sendo eles a técnica Chaffin Modificada (CM), Whistance (W) e marcadores perpendiculares (MP). Os resultados indicaram boa confiabilidade intra-observador para as três técniCas (ICC entre 0,94 e 0,95). Já para a confiabilidade interobservadores, a técnica de CM não apresentou confiabilidade (ICe = 0,54), enquanto as demais técnicas apresentaram boa confiabilidade. Os valores angulares obtidos pela técnica de CM (116,65° &plusmn; 11,09°) foram estatisticamente diferentes daqueles obtidos pelas técnicas W e MP, 72,31° &plusmn; 6,89° e 67,89° &plusmn; 14,32°, respectivamente. A técnica CM parece se aproximar dos valores estabelecidos para a flexão anterior do tronco (110° a 140°), porém, superestima a flexão da coluna vertebral por incluir movimentos do quadril. As técnicas W e MP mostraram maior compatibilidade com valores encontrados para a flexão da coluna vertebral descritos na literatura cinesiológica, sem a participação do quadril que ocorre no final do movimento.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>fotometria, confiabilidade, flexão anterior do tronco, medidas angulares.</i></p></font>";

texto[6][8] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>RELAÇÃO ENTRE CAPACIDADE VENTILATÓRIA E EXERCÍCIO EM PACIENTES COM DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA MODERADA-GRAVE</b></font><p align=justify>Brunetto, A. F.<sup>1,2</sup>, Pitta, F. 0.<sup>1</sup>, Paulin, E.<sup>3</sup>, Probst, V. S.<sup>1</sup>, Yamaguti, W. P. S.<sup>1</sup> e Ferreira, L. F.<sup>1</sup><br><br><sup>1</sup>Departamento de Fisioterapia, Laboratório de Pesquisa em Fisioterapia Pulmonar (LFIP),Universidade Estadual de Londrina (UEL)<br><sup>2</sup>Departarnento de Fisioterapia, Universidade Norte do Paraná (UNOPAR)<br><sup>2</sup>Departarnento de Fisioterapia, Universidade Paranaense (UNIPAR)<br><br><b>Resumo</b>: Este estudo teve por objetivo verificar a influência da capacidade ventilatória na capacidade de exercício do paciente com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC). Participaram do estudo 38 pacientes com DPOC moderada-grave (VEF<sub>1</sub> &lt; 60% do previsto e VEF<sub>1</sub>/CVF &lt; 90% do previsto), sendo 19 homens e 19 mulheres, com idade média de 65,00 &plusmn; 9,94 anos, peso 59,78 &plusmn; 15,74 kg, altura 157,76 &plusmn; 8,65 cm e VEFj 36,94 &plusmn; 11,74% do previsto (média &plusmn; dpm). Os pacientes foram submetidos a espirometria, prova de pressões respiratórias máximas e teste da distância percorrida em seis minutos (DP6min). Foi realizada a prova de ventilação voluntária máxima (VVM) e calculados os valores da reserva ventilatória (RV) e o índice de reserva ventilatória (IRV) baseados na VVM e no volume minuto (VM). A força muscular respiratória foi medida pela pressão inspiratória máxima (Plmáx) e pressão expiratória máxima (PEmáx). A capacidade de exercício foi avaliada pela DP6min. Para análise estatística utilizou-se a correlação simples de Pearson (p &lt; O,O5). Os pacientes apresentaram DP6min média de 410,29 &plusmn; 129,57 m, RV 23,64 &plusmn; 11,45 litros, IRV 66,89 &plusmn; 13,84%, VVM 34,01 &plusmn; 12,49% do previsto, PImáx -55,26 &plusmn; 22,02 cmH<sub>2</sub>O e PEmáx 1O0,74 &plusmn; 31,78 cmH<sub>2</sub>O. A RV (r = 0,76), a IRV (r = 0,71), a VVM (r = 0,68) e a Plmáx (r = 0,43) apresentaram correlação significativa com a DP6min. Portanto, a VVM, a RV, o IRV e a Plmáx influenciam a capacidade de exercício submáximo de pacientes com DPOC moderada-grave.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>capacidade ventilatória, exercício físico, DPOC, teste de caminhada.</i></p></font>";

texto[6][9] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>EFEITOS DO TREINAMENTO FÍSICO E MUSCULAR RESPIRATÓRIO EM PACIENTES COM DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIV A CRÔNICA (DPOC) GRAVE SUBMETIDOS A BiPAP</b></font><p align=justify>Pires Di Lorenzo, V. A.<sup>1</sup>, Silva, A. R<sup>2</sup>, Sampaio, L. M. M.<sup>3</sup>, Jamami, M.<sup>4</sup>, Oishi, J.<sup>5</sup> e Costa, D.<sup>6</sup><br><br><sup>1</sup>Doutora em Fisiologia pela Universidade Federal de São Carlos, UFSCar<br><sup>2</sup>Mestre em Fisioterapia pela UFSCar<br><sup>3</sup>Mestre em Fisiologia pela Universidade Federal de São Carlos, UFSCar<br><sup>4</sup>Professor do Departamento de Fisioterapia, doutorando em Fisiologia pela Universidade Federal de São Carlos, UFSCar<br><sup>5</sup>Professor doutor do Departamento de Estatística, UFSCar<br><sup>6</sup>Professor doutor do Departamento de Fisioterapia, UFSCar<br><br><b>Resumo</b>: O objetivo deste estudo foi verificar a influência do treinamento físico (TF) e do muscular respiratório (TMR), associados à ventilação I não invasiva (VNI) pela &quot;bilevel positive airway pressure&quot; (BiPAP), sobre a pressão inspiratória e expiratória máxima (PImax e PEmáx), distância percorrida (DP) e escala de Borg (EB) no teste de caminhada de 6 minutos (TC6min) e no de esforço (TE) da avaliação para reavaliação. Participaram 24 pacientes com DPOC grave (VEF<sub>1</sub> &lt; 40%), estáveis clinicamente, com dispnéia ao esforço físico, randomizados em 4 grupos de 6 pacientes: Gl, realizando TF e TMR associados ao BiPAP; G2, realizando TF associado ao BiPAP; G3, realizando TMR e BiPAP; e G4, realizando somente BiPAP por 30 minutos, com nível pressórico fixado na inspiração em 12 cmH<sub>2</sub>O e expiração em 4 cmH<sub>2</sub>O. Foram realizadas sessões de 1 hora, 3 vezes por semana, com duração total de 6 semanas. O TF na esteira teve duração de 30 minutos com intensidade de 80% da FC máxima obtida no TE. Utilizou-se para o TMR carga de 40% da Plmáx. Constatou-se aumento significativo (teste t p &le; 0,05) da Plmáx e PEmáx para os grupos G 1 e G3 e da DP no TC6min para os grupos G 1 e G2, com diminuição significativa da EB para os pacientes do G4. Em relação ao TE, observou-se aumento significativo da DP para os grupos G1, G2 e G3. Embora não tenham sido constatadas alterações significativas da EB e da DP em todos os grupos, observou-se maior tolerância ao exercício físico e força muscular respiratória quando as técnicas foram utilizadas em conjunto. Com base nesses resultados, conclui-se que o TF e o TMR associados ao BiPAP tiveram importante influência nas variáveis estudadas.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>treinamento físico, treinamento muscular respiratório, BiPAP, ventilação não invasiva, força muscular respiratória, escala de dispnéia.</i></p></font>";

texto[6][10] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>ESTUDO MORFOMÉTRICO DO MÚSCULO SÓLEO DENERVADO DE RATOS TRATADOS PELA ASSOCIAÇÃO DE METFORMINA E ESTIMULAÇÃO ELÉTRICA</b></font><p align=justify>Polacow,M. L. 0.<sup>1</sup>, Silva, C. A.<sup>1</sup>, Guirro,R. R. J.<sup>1</sup>, Campos,M. R.<sup>1</sup> e Borges, J. P.<sup>2</sup><br><br><sup>1</sup>Faculdade de Ciências da Saúde, PPG em Fisioterapia, Universidade Metodista de Piracicaba, Unimep<br><sup>2</sup>Bolsista de Iniciação Científica PffiIC/CNPq<br><br><b>Resumo</b>: Diversos estudos relatam os efeitos da denervação sobre a homeostasia energética do músculo sóleo, sendo demonstrado que concomitante ao processo de atrofia há redução no metabolismo muscular da glicose e aumento de colágeno no endomísio e perimísio, indicanJo que a atrofia é acompanhada de alterações metabólicas e fibrose. O objetivo deste trabalho foi estudar os efeitos da associação dos tratamentos com metformina (0,1 g/kg) e estimulação elétrica (f = 10 Hz, fase = 3 ms, 20 mio/dia) sobre a morfologia e reserva de glicogênio do músculo sóleo denervado de ratos. Tratamento com PAS (ácido periódico de Schift) foi utilizado para evidenciar reservas de glicogênio, e a densidade de área das fibras foi obtida pela técnica morfométrica e analisada pela ANOVA com teste F e teste de Tukey para comparação das médias. Após 15 dias, a associação dos tratamentos não recuperou o peso do músculo sóleo (69,33 mg), perdido com a denervação (63,33 mg, p &gt; 0,05), no entanto, promoveu aumento de grânulos de glicogênio, evidenciando melhora nas condições metabólicas das fibras. A densidade de área das fibras musculares após tratamento foi significativamente maior (33,93%, p &lt; 0,05) que a das fibras denervadas, apontando para possível redução da fibrose. Esse tratamento pode ser útil na tentativa de manter as condições funcionais musculares para o caso de futura reinervação.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>músculo sóleo, denervação, eletroestimulação, metformina.</i></p></font>";

texto[6][11] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>PROGRAMA MÍNIMO SOBRE MECANISMOS DE DOR E ANALGESIA PARA CURSOS DE GRADUAÇÃO EM FISIOTERAPIA</b></font><p align=justify>Castro, C. E. S.<sup>1</sup>, Parizotto, N. A.<sup>1</sup> e Barboza, H. F. G.<sup>2</sup><br><br><sup>1</sup>Departamento de Fisioterapia. Universidade Federal de São Carlos<br><sup>2</sup>Instituto de Ortopedia e Traumatologia da Faculdade de Medicina da USP<br><br><b>Resumo</b>: A dor é um problema comum para muitos pacientes que buscam a Fisioterapia. Controlar a sintomatologia álgica e promover capacitação funcional são objetivos fundamentais nesses casos. Recentes avanços na neurofisiologia da modulação e percepção da dor trouxeram fundamentação científica para o uso dos agentes físicos nos cuidados dos pacientes com dor. Além disso, a Fisioterapia é fundamental para a restauração funcional desses pacientes, &quot;reativando&quot; pacientes descondicionados, depressivos e incapacitados por imobilização, repouso ou desuso prolongado em razão da dor. Portanto, todo fisioterapeuta deveria dominar os mecanismos de dor e analgesia e os princípios de ação dos recursos analgésicos. Todavia, é falha a formação do fisioterapeuta em relação aos temas ligados à dor e à analgesia. Desse modo, o objetivo do presente ensaio é propor um programa de ensino relativo ao papel do fisioterapeuta no alívio da dor, destacando: a terminologia relativa aos fenômenos de dor e analgesia; as bases fisiológicas e os componentes psicológicos, ambientais e culturais da dor; o impacto que a experiência dolorosa exerce sobre as diversas fases da vida (infância e adolescência, fase adulta, velhice); as diversas estratégias de avaliação e medida clínica da dor; os modelos teóricos, os fundamentos fisiológicos e as evidências empíricas da efetividade das diversas estratégias fisioterápicas de tratamento e controle da dor; e o papel dos demais profissionais de saúde e das diversas especialidades médicas no controle da dor. A disciplina proposta, &quot;Dor e Movimento: Recursos Analgésicos em Fisioterapia&quot;, tem carga horária sugerida de 60 horas/aula e está organizada de modo a despertar nos alunos o interesse pelo estudo desse tema, fomecendo-lhes as bases para reflexão posterior mais aprofundada, o que inclui a indicação das referências bibliográficas fundadoras, das atuais e das mais facilmente disponíveis, na área dos estudos da dor. A proposição de uma disciplina específica busca garantir o tratamento orgânico da questão, capaz de gerar no aluno reflexão articulada sobre os problemas da dor e de seu alívio.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>dor, analgesia, ensino, fisioterapia.</i></p></font>";



//TEXTOS VOLUME 7, NUMERO 2
texto[6][12] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>EFICÁCIA DA ESPIROMETRIA DE INCENTIVO NA PREVENÇÃO DE COMPLICAÇÕES PULMONARES APÓS CIRURGIAS TORÁCICAS E ABDOMINAIS - REVISÃO DE LITERATURA</b></font><p align=justify>MATOS, J. P.<sup>1</sup>, MADUREIRA, K. T.<sup>1</sup>, FILHO, D. S.<sup>1</sup> e PARREIRA, V. F. (Ph.D.)<sup>2</sup><br><br><sup>1</sup>Fisioterapeutas, Belo Horizonte, MG, Brasil<br><sup>2</sup>Profa. Adjunta do Departamento de Fisioterapia, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, MG, Brasil<br><br><b>Resumo</b>: O objetivo deste trabalho foi fazer uma revisão da literatura sobre a eficácia da espirometria de incentivo na prevenção de complicações pulmonares, que ainda são a principal causa de morbidade e mortalidade após cirurgias torácicas e abdominais. Alterações na hematose, na mecânica respiratória, nos volumes e nas capacidades pulmonares ocorrem após cirurgia, tornando-se máximas, de 48 a 72 horas após o período operatório.Evidências na literatura indicam que um padrão respiratório superficial, sem inspirações profundas, é o principal fator que leva a essas alterações. O espirômetro de incentivo é um recurso terapêutico largamente utilizado na prática clínica para induzir a inspiração máxima sustentada, na tentativa de prevenir ou reverter colapso alveolar, reduzindo, assim, a incidência de complicações pulmonares pós-operatórias. Entretanto, há controvérsias quanto a sua eficácia. Vários estudos foram realizados para avaliar sua eficácia ou compará-lo a outras formas de tratamento na profilaxia de complicações pulmonares pós-operatórias. Na maioria dos estudos não foi encontrada diferença significativa na incidência dessas complicações ao comparar o espirômetro de incentivo a outras terapias, mas esse recurso tem sido considerado mais eficaz do que qualquer outra forma de terapia respiratória. Estudos futuros que avaliem aspectos como influência da supervisão, adesão ao tratamento, posição corporal e custo-benefício poderão contribuir para elucidar a eficácia dos espirômetros de incentivo.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>espirometria de incentivo, fisioterapia respiratória, fisioterapia, pós-operatório, cirurgias torácicas e abdominais.</i></p></font>";

texto[6][13] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>INSTABILIDADE FUNCIONAL DO TORNOZELO: CONTROLE  MOTOR E APLICAÇÃO FISIOTERAPÊUTICA</b></font><p align=justify>Zampieri, C.<sup>1,2</sup> e Almeida, G. L.<sup>1,3</sup><br><br><sup>1</sup>Universidade de Ribeirão Preto, UNAERP<br><sup>2</sup>Universidade do Estado de São Paulo, UNESP, Rio Claro<br><sup>3</sup>Universidade de Campinas, UNICAMP<br><br><b>Resumo</b>: A instabilidade funcional do tornozelo é um problema crônico muito freqüente, principalmente entre atletas. Esse problema é sempre abordado na prática fisioterapêutica, porém pouco se sabe de concreto acerca de sua verdadeira etiologia. Por essa razão, os tratamentos fisioterapêuticos atualmente oferecidos são pouco padronizados e pouco fundamentados cientificamente. Neste artigo é feita uma revisão da literatura sobre a instabilidade funcional do tornozelo, ressaltando os aspectos mais relevantes para atualização do fisioterapeuta que trata essa lesão. Juntamente com esta revisão foram mostrados alguns dados de um estudo de movimentos voluntários realizados em laboratório. Primeiro lugar, foi descrito um tornozelo normal em seus aspectos anatômicos e funcionais. Em seguida relatou-se a incidência do entorse e sua relação com a instabilidade funcional. Depois, discorreu-se sobre os mecanismos de lesão, assim como as modificações e adaptações das estruturas envolvidas no entorse. Na seqüência foram escritos os possíveis mecanismos defesa e proteção do organismo para evitar lesões em inversão do tornozelo. Também discutimos como as mudanças nesses mecanismos podem predispor o indivíduo ao entorse, enfocando particularmente as respostas reflexas mono e polissinápticas (reações préprogramadas) na musculatura dessa articulação. Além das respostas reflexas, também foi abordado o papel do controle dos movimentos' voluntários do tornozelo na instabilidade funcional. Finalmente, elegeu-se um sistema de avaliação fisioterapêutica e classificação do entorse, também fazendo considerações em relação às condutas adotadas para o tratamento da instabilidade funcional do tornozelo.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>tornozelo, entorse, ligamentos, fisioterapia, instabilidade e eletromiografia.</i></p></font>";

texto[6][14] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>EFEITOS DA ESTIMULAÇÃO ELÉTRICA NERVOSA TRANSCUT ÂNEA NA DOR FANTASMA</b></font><p align=justify>Ticianeli, J. G.<sup>1</sup>, Baraúna, M. A.<sup>2</sup> e da Silva, A. M. C.<sup>3</sup><br>Faculdades UNICEN, MT<br><sup>2</sup>Centro Universitário do Triângulo, UNIT, MG<br><sup>3</sup>Universidade de Cuiabá (UNIC), UNIVAG Centro Universitário e Secretaria Estadual de Saúde, MT<br><br><b>Resumo</b>: A dor fantasma é atualmente uma sensação conhecida e observada após amputações. Ela pode ser ocasional ou contínua e é descrita como contraturante. lancinante, ardente ou esmagadora. Além disso, pode começar imediatamente após a amputação ou, às vezes, aparecer semanas. meses e até anos mais tarde. Seu aparecimento pode estar associado à sensação dolorosa experimentada antes da amputação. denominada memória da dor. Várias teorias e suposições envolvem tentativas de explicar tal processo, mas a neuromatrix. publicada por Melzack em 1990,<sup>35</sup> ainda é a mais satisfatória. Este trabalho teve por objetivo verificar o efeito da estimulação elétrica nervosa transcutânea no tratamento da dor fantasma e observar sua evolução e modulação. O protocolo utilizado nesse procedimento constou de duas técnicas aplicadas em grupos, sendo que no primeiro foi utilizado o TENS associado à massagem e no segundo, apenas a massagem. Os resultados demonstraram que a estimulação elétrica nervosa transcutânea permitiu melhora significativa na modulação da dor do voluntário amputado em comparação ao segundo grupo (p &lt; 0,05). O que nos leva a concluir a eficácia do TENS no tratamento dessa dor.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>dor fantasma, estimulação elétrica nervosa transcutânea (TENS) e massagem.</i></p></font>";

texto[6][15] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>INFLUÊNCIA DA SATURAÇÃO DE O<sub>2</sub> NA VELOCIDADE DO TESTE DE DISTÂNCIA PERCORRIDA EM 6 MINUTOS, EM PACIENTES COM DPOC GRAVE</b></font><p align=justify>Brunetto, A. F.<sup>1,2</sup>, Pitta, F. de O.<sup>1</sup>, Probst, V. S.<sup>1</sup>, Paulin, E.<sup>3</sup>, Yamaguti, W. P dos S.<sup>1</sup> e Ferreira, L. F.<sup>1</sup><br><br><sup>1</sup>Departamento de Fisioterapia, Laboratório de Pesquisa em Fisioterapia Pulmonar (LFIP), Universidade Estadual de Londrina (UEL), Brasil<br><sup>2</sup>Departamento de Fisioterapia, Universidade Norte do Paraná (UNOPAR), Brasil<br><sup>3</sup>Departamento de Fisioterapia, Universidade Paranaense (UNIPAR), Brasil<br><br><b>Resumo</b>: Introdução: Pacientes com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) freqüentemente apresentam capacidade de exercício reduzida, entretanto, a influência da saturação de O<sub>2</sub> ao repouso (SpO<sub>2</sub>r) e&#47;ou da dessaturação de O<sub>2</sub> ao exercício (DES) na capacidade de exercício de pacientes com DPOC grave não está totalmente esclarecida. O objetivo deste estudo foi analisar a distância percorrida em seis minutos (DP6) por pacientes com DPOC grave, classificados de acordo com a SpO<sub>2</sub>r e a DES. Métodos: Foram estudados 20 pacientes (12 homens e 8 mulheres) com DPOC grave [VEF<sub>1</sub> 30,95 &plusmn; 6,90% previsto (média &plusmn; desvpad)] que apresentaram dessaturação = 4% durante teste de DP6. Os pacientes foram divididos em dois grupos, de acordo com a SpO<sub>2</sub>r: baixa saturação ao repouso (BSR) &#91;Sp0<sub>2</sub> &le; 92% (n = 11)&#93; e baixa saturação ao exercício (BSE) &#91;SpO<sub>2</sub> &gt; 92% (n = 9)&#93;. Para análise estatística utilizou-se teste t de Student e o teste de Chi-quadrado. Resultados: DP6 foi 339,09 &plusmn; 111,35 m (grupo BSR) e 456,78 &plusmn; 48,54 m (grupo BSE); p = 0,004. A freqüência de interrupção do teste da DP6 foi maior no grupo BSR (p = 0,01). Houve correlação significativa entre a SpO<sub>2</sub> durante o teste e a velocidade de caminhada a cada minuto no grupo BSR (r = 0,86; p = 0,03), enquanto no grupo BSE não houve correlação significativa (r = 0,59; P = 0,22). Conclusão: O grupo BSR apresentou menor capacidade de exercício funcional que o grupo BSE. Além disso, nos pacientes do grupo BSR há relação entre a SpO<sub>2</sub> e a velocidade de caminhada no teste da DP6.<br><br><b>Palavras-chave<b>: <i>DPOC, exercício, saturação de oxigênio e teste de caminhada.</i></p></font>";

texto[6][16] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>EFEITOS FISIOLÓGICOS DE UM PROGRAMA DE FISIOTERAPIA RESPIRATÓRIA (FR) EM PACIENTES COM DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIV A CRÔNICA (DPOC) ASSOCIADA À HIPERTENSÃO ARTERIAL (HA)</b></font><p align=justify>Silva, A.B.<sup>1</sup>, Medeiros Filho, A. A. I.<sup>1</sup>, Polliss, R.<sup>1</sup>, Pires Di Lorenzo, V. A.<sup>1</sup>, Sampaio, L. M. M.<sup>1</sup>, Jamami, M.<sup>1</sup> e Costa, D.<sup>2</sup><br><br><sup>1</sup>Laboratório de Eletromiografia e Espirometria, Universidade Federal de São Carlos<br><sup>2</sup>Professor Doutor do Departamento de Fisioterapia, Universidade Federal de São Carlos<br><br><b>Resumo</b>: A redução da capacidade física no paciente com doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) leva-o a uma intolerância ao exercício físico, resultando em déficit cardiovascular e respiratório, sendo necessário um programa de reabilitação física individualizado.<sup>1</sup> Os programas de fisioterapia respiratória (FR) visam reduzir a dispnéia, aumentar a força muscular e melhorar a tolerância aos esforços. No entanto, pacientes com comprometimento cardiovascular associado são excluídos desses estudos. Assim, o objetivo deste estudo foi avaliar os efeitos de um programa de FR em pacientes com DPOC associada à hipertensão arterial (HA) sobre os seguintes parâmetros fisiológicos: pressão arterial (PA), freqüência cardíaca (FC), saturação de oxigênio (SaO<sub>2</sub>) e dispnéia. Foram estudados 6 indivíduos com diagnóstico clínico e espirométrico de DPOC e HA, estáveis, com idade de 67,6 &plusmn; 4 anos, que foram submetidos a um teste incremental na esteira, até a exaustão voluntária, por dispnéia, aumentos excessivos da PA ou da FC máxima (FCmáx) prevista. Durante cada estágio foram mensuradas PA, FC e SaO<sub>2</sub> e a dispnéia, no início e término do teste. Os pacientes realizaram um programa de exercícios físicos que constou de exercícios respiratórios, reeducação diafragmática, alongamentos e caminhada de 30 minutos na esteira rolante com intensidade de 70% da FCmax, durante 6 semanas consecutivas. Foram observadas alterações significativas da FC, aumento da SaO<sub>2</sub>, do tempo, da velocidade e da distância percorrida (p &lt; 0,05), porém a dispnéia não reduziu significativamente. Os resultados obtidos demonstram que o programa de FR neste estudo proporcionou modificações fisiológicas benéficas aos pacientes.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), fisioterapia respiratória (FR), hipertensão arterial (HA), saturação de oxigênio (SaO<sub>2</sub>) e freqüência cardíaca (FC).</i></p></font>";

texto[6][17] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>ANÁLISE DA TRANSMISSIBILIDADE ULTRA-SÔNICA DE MEDICAMENTOS UTILIZADOS NA PRÁTICA DA FONOFORESE</b></font><p align=justify>Brasileiro, J. S.<sup>1</sup>, Alves, T. C.<sup>2</sup> e Escóssia, C. C.<sup>2</sup><br><br><sup>1</sup>Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Centro de Ciências da Saúde, Departamento de Fisioterapia, Natal, RN<br><sup>1</sup>Universidade Potiguar, Natal, RN<br><br><b>Resumo</b>: A fonoforese é um sistema de aplicação de drogas através da pele que utiliza o ultra-som para aumentar a eficácia da penetração. Embora atualmente seja uma modalidade bastante empregada na prática fisioterapêutica, poucos produtos têm apresentado características apropriadas para o uso. O propósito do presente estudo foi avaliar a transmissibilidade dos medicamentos mais utilizados nas clínicas de fisioterapia, por meio de análises qualitativas e quantitativas. A análise qualitativa foi realizada por meio da observação da movimentação de ondas ultra-sônicas na superfície de uma camada de água, enquanto a análise quantitativa foi feita com o auxílio de uma balança semi-analítica. Foi constatada uma prática de 65% da fonoforese nas clínicas avaliadas, sendo que os modos contínuo e pulsátil são aplicados em iguais proporções. Na análise qualitativa, o Gelol, o Inflamene creme e o lodex pomada foram reprovados. Já na análise quantitativa, o Proflam creme e o Clofenak gel demonstraram transmissibilidade pobre; Calminex pomada, transmissão moderada e os demais medicamentos, 8 no total, mostraram boa transmissibilidade. Os dados finais demonstraram que, dos 14 medicamentos avaliados, 8 revelaram-se adequados para o uso da fonoforese, e entre esses estão os mais utilizados pelos fisioterapeutas na prática da fonoforese.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>ultra-som, fonoforese e fisioterapia.</i></p></font>";

texto[6][18] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>EFEITO DO EXERCÍCIO ISOMÉTRICO DE EXTENSÃO DO JOELHO ASSOCIADO À ADUÇÃO ISOMÉTRICA DO QUADRIL NA ATIVIDADE ELÉTRICA DOS MÚSCULOS VASTO MEDIAL OBLÍQUO E VASTO LATERAL OBLÍQUO EM INDIVÍDUOS COM DISFUNÇÃO FÊMORO-PATELAR</b></font><p align=justify>Nunes, C. V.<sup>1</sup> e Monteiro-Pedro, V.<sup>1</sup><br><br><sup>1</sup>Universidade Federal de São Carlos, Departamento de Fisioterapia, Laboratório de Avaliação e Intervenção em Ortopedia e Traumatologia, São Carlos, SP, Brasil<br><br><b>Resumo</b>: A articulação do joelho está envolvida em cerca de 50% das lesões músculo-esqueléticas, sendo que a alteração mais encontrada é a disfunção fêmoro-patelar (DFP). Diante disso, a proposta deste trabalho foi avaliar a atividade elétrica dos músculos vasto medial oblíquo e vasto lateral oblíquo no <i>Leg Press Horizontal</i>, no exercício de contração isométrica voluntária máxima (CIVM) de extensão do joelho, com o mesmo fletido a 90°, associado à adução isométrica do quadril. Para isso, a atividade elétrica dos músculos foi mensurada em 10 voluntários do sexo feminino com sinais de DFP e idade variando de 20 a 29 anos (22,2 &plusmn; 2,65 anos), utilizando um conversor analógico-digital e eletrodos ativos diferenciais simples. O sinal eletromiográfico foi quantificado pela raiz quadrada da média (RMS) e normalizado pela CIVM de extensão do joelho fletido a 90. Os dados foram estatisticamente analisados por meio da Análise de Variância para Medidas Repetidas e do teste de Análise de Variância de Contrastes Variáveis, com 5% de significância. Os resultados evidenciaram que a atividade elétrica do músculo vasto medial oblíquo foi significativamente maior que a do vasto lateral oblíquo no exercício proposto. Os resultados desta pesquisa, nas condições experimentais utilizadas, sugerem que o exercício isométrico de extensão do joelho, associado à adução isométrica do quadril, é recomendado para tratamento de pacientes com disfunção fêmoro-patelar, já que potencializou a atividade do músculo vasto medial oblíquo em relação ao vasto lateral oblíquo.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>eletromiografia cinesiológica, cadeia cinética fechada, disfunção fêmoro-patelar, músculo vasto medial oblíquo, músculo vasto lateral oblíquo e reabilitação do joelho.</i></p></font>";

texto[6][19] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>AVALIAÇÃO MULTIDIMENSIONAL DA DOR EM PORTADORES DE DESORDEM TEMPOROMANDIBULAR UTILIZANDO UMA VERSÃO BRASILEIRA DO QUESTIONÁRIO MCGILL DE DOR</b></font><p align=justify>Oliveira, A. S.<sup>1</sup>, Bennudez, C. c.<sup>2</sup>, Souza, R. A.<sup>2</sup>, Souza, C. M. F.<sup>2</sup>, Castro, C. E. S.<sup>3</sup> e Bérzin, F.<sup>4</sup><br><br><sup>1</sup>Centro Universitário do Triângulo, UNIT, Uberlândia, MG, Brasil<br><sup>2</sup>Centro Universitário de Araraquara, UNIARA, Araraquara, SP, Brasil<br><sup>3</sup>Universidade Federal de São Carlos, UFSCar, São Carlos, SP, Brasil<br><sup>4</sup>Faculdade de Odontologia de Piracicaba, FOP-UNICAMP, Piracicaba, SP, Brasil<br><br><b>Resumo</b>: O objetivo deste estudo foi avaliar, discriminar e comparar a queixa dolorosa de portadores de desordem temporomandibular (DTM), classificados segundo índice clínico de diagnóstico, utilizando versão brasileira do Questionário McGill de Dor (Br-MPQ). Foram estudados 23 pacientes, sendo 21 mulheres e 2 homens (28 &plusmn; 11 anos). Oito voluntários foram classificados como portadores de DTM moderada e 15 como de severa. São apresentadas as distribuições das freqüências dos achados do Br-MPQ  e os resultados do teste Q-quadrado, com nível de significância de 5%. No grupo DTM severa a articulação temporomandibular foi anotada como a região mais dolorosa. enquanto no grupo DTM moderada foi a cervical (p &lt; 0,05). O músculo temporal foi indicado como o mais doloroso por ambos os grupos (p &lt; 0,05). Para o padrão temporal da dor, 50% do grupo com DTM moderada anotou a característica ritmada, periódica. intermitente, enquanto o grupo DTM severa preferiu o padrão contínuo, estável, constante. A análise da intensidade da dor (PPI) revelou que o grupo DTM severa concentrou as anotações em níveis de intensidade menores que o grupo DTM moderada (p &lt; 0,05). Os valores médios da intensidade da dor (PRI) foram maiores para a dimensão de palavras mistas em ambos os grupos. Assim, os resultados do Br-MPQ foram capazes de diferenciar o padrão temporal, o local de maior queixa de dor e a intensidade da dor de portadores de DTM classificados por um índice diagnóstico. No entanto, o caráter afetivo, ligado à memória e à percepção das dores relacionadas a essa desordem, foi semelhante entre os grupos de estudo, independentemente da severidade.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>dor, questionário McGill, desordem temporomandibular e índice anamnésico.</i></p></font>";

texto[6][20] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>FISIOTERAPIA NA ATENÇÃO PRIMÁRIA: UMA EXPERIÊNCIA DE INTEGRAÇÃO ENTRE ENSINO, SERVIÇO DE SAÚDE E ASSISTÊNCIA À COMUNIDADE</b></font><p align=justify>Viana, S. O., Merényi, A.<sup>1</sup>, Sampaio, R. F.<sup21</sup> e Furtado, S. R. C.<sup>3</sup><BR><BR><sup>1</sup>Acadêmicas de Fisioterapia, Universidade Federal de Minas Gerais, Unidade administrativa II, Campus Pampulha, Belo Horizonte, MG<br><sup>2</sup>Orientadora, Universidade Federal de Minas Gerais, Unidade administrativa II, Campus Pampulha, Belo Horizonte, MG<br><sup>3</sup>Colaboradora, Universidade Federal de Minas Gerais, Unidade administrativa II, Campus Pampulha, Belo Horizonte, MG<br><br><b>Resumo</b>: O Centro de Saúde São Gabriel (CSSG) situa-se no distrito sanitário Nordeste e tem uma população adscrita de 19.400 pessoas. O CSSG oferece, dentre outros serviços, a fisioterapia, que desenvolve ações de promoção, prevenção e recuperação da saúde dos indivíduos, procurando manter a população assistida com o máximo de capacidade funcional e independência física. O objetivo deste trabalho foi descrever o perfil dos usuários atendidos pela fisioterapia no CSSG no período de junho a agosto/2002 e analisar o conhecimento dos mesmos em relação à profissão. Para realizar o estudo, foi criado protocolo com questões fechadas incluindo características sócio-demográficas e clínicas dos usuários, além de uma questão aberta solicitando ao paciente a definição de fisioterapia. Nos três meses de estudo foram atendidos 104 pacientes, sendo 82% do sexo feminino. O diagnóstico mais freqüente foi hipertensão arterial (n = 34), seguido por diabetes (n = 12). A maioria dos usuários pertencia à ocupação &quot;do lar&quot; (45%). Em relação ao entendimento da clientela sobre a fisioterapia, a maioria das pessoas (n = 56) associou o tratamento fisioterapêutico a trabalho de nível técnico e 40 usuários responderam que fisioterapia é &quot;alguma coisa por meio da qual o corpo e a mente ficam bem&quot;. Poucas pessoas (n = 8) associaram objetivamente a fisioterapia à terapia de reorganização física, prevenção, educação e reconstituição de alguma perda. Para melhor desenvolver ações fisioterapêuticas de promoção e prevenção de saúde e tratamento é necessário facilitar o acesso a esse tipo de serviço, além de socializar a profissão para a população em geral.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>fisioterapia, serviços de saúde e atenção primária.</i></p></font>";

texto[6][21] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>EFEITO DO LASER TERAPÊUTICO DE BAIXA POTÊNCIA SOBRE O PROCESSO DE REPARAÇÃO ÓSSEA EM TÍBIA DE RATO</b></font><p align=justify>Marino, J. A. M.<sup>1</sup>, Taciro, C.<sup>1</sup>,  Zuanon, J. A. S.<sup21</sup>, Benatti Neto, C.<sup>2</sup> e Parizotto, N. A.<sup>1</sup><br><br><sup>1</sup>Universidade Federal de São Carlos, Departamento de Fisioterapia, Laboratório de Eletrotermofototerapia, São Carlos, SP<br><sup>2</sup>Universidade Estadual Paulista, Faculdade de Odontologia de Araraquara, Departamento de Fisiologia e Patologia<br><br><b>Resumo</b>: Este estudo teve por objetivo avaliar os efeitos do laser terapêutico de baixa potência sobre o processo de reparação óssea em tíbia de rato. O modelo experimental consistiu na realização de uma osteotomia mecânica por escareação na face medial da tíbia de 48 ratos machos, utilizando uma broca odontológica de aço cilíndrica. Os animais foram divididos em 3 grupos, sendo que os grupos 1 e 2 foram irradiados com laser na dose de 5 J/cm<sup>2</sup> e 50 J/cm<sup>2</sup>, respectivamente, enquanto o grupo 3 (controle) recebeu tratamento placebo. Foi utilizado o laser diodo Ga-Al-As (830 nm, 60 mW, CW), com densidade de potência de 20 W/cm<sup>2</sup>, em aplicações pontuais a cada 24 horas, com intervalo de 2 dias a cada 5 sessões. Cada grupo foi subdividido aleatoriamente em 2 subgrupos para realização das avaliações ao final do 7º e do 14º dias do pós-operatório (PO), completando-se 5 e 10 sessões de tratamento, respectivamente. Os parâmetros referentes ao tecido de reparo avaliados foram: 1. comportamento biomecânico ao final de 14 dias PO e 2. morfologia ao final de 7 e 14 dias do PO, referentes ao tecido de reparo. Os achados das análises histomorfológicas dos 7° dias do PO demonstraram melhor evolução do processo de reparação no grupo irradiado com a dose de 50 J/cm<sup>2</sup>, comparado aos demais grupos. Esses resultados sugerem que, sob as condições experimentais da investigação, a terapia laser de baixa potência (LLLT) favorece o processo de reparação óssea durante seus estágios iniciais.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>laser de baixa potência, osso, osteotomia, rato, biomecânica e reparação.</i></p></font>";

texto[6][22] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>MIOPATIA MITOCONDRIAL - EFEITO DO TREINAMENTO AERÓBIO E DE EQUILÍBRIO: ESTUDO DE CASO</b></font><p align=justify>Mattiello-Sverzut, A.C.<sup>1</sup>, Futigami, P.<sup>2</sup>, Fatarelli, I. F. C.<sup>3</sup>, Meirelles, M. C. C. C.<sup>4</sup> e Sobreira, C.<sup>5</sup><br><br><sup>1</sup>Docente do Departamento de Biomecânica, Medicina e Reabilitação do Aparelho Locomotor, Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP), Universidade de São Paulo (USP)<br><sup>2</sup>Aluna regular do Curso de Especialização Lato-Sensu em Fisioterapia Neuromuscular da Universidade de Ribeirão Preto (UNAERP)<br><sup>3</sup>Doutorando do Departamento de Fisiologia, Instituto de Biologia, UNlCAMP<br><sup>4</sup>Docente do Departamento de Fisioterapia, UNAERP<br><sup>5</sup>Pesquisadora do Departamento de Neurologia, Psiquiatria e Psicologia Médica, FMRP-USP<br><br><b>Resumo</b>: Indivíduos com miopatia mitocondrial apresentam quadro característico de intolerância ao exercício, fadiga e acidose lática. Foram avaliadas as adaptações fisiológicas, a capacidade aeróbia e a performance muscular de um paciente portador dessa doença, submetido a treinamento aeróbio realizado em cicloergômetro e exercícios em solo. O treinamento aeróbio foi realizado totalizando 20 minutos de exercício dentro da zona de freqüência cardíaca (FC) submáxima durante 8 semanas; exercícios de solo estimularam coordenação e equilíbrio da paciente durante 18 semanas. A capacidade aeróbia foi estimada antes e após o treinamento aeróbio por meio de teste de esforço submáximo, realizado em esteira com implemento de carga, dada a partir de 0,5 km/h a cada intervalo de 2 min. A interrupção do teste baseou-se no alcance da FC submáxima e na percepção subjetiva de esforço, segundo a escala de Borg. O consumo de oxigênio foi determinado a partir da análise direta dos gases. A performance muscular foi avaliada antes e depois dos exercícios em solo e o programa de treinamento aeróbio, pela análise das variáveis pico de torque e trabalho total, nas velocidades de 60°/seg e 120°/seg. Os resultados observados para a capacidade aeróbica demonstraram um acréscimo de 33,9% nos índices aeróbios e de 33,8% para equivalentes metabólicos. O joelho direito do paciente apresentou melhora na força de flexão e extensão concêntricas (60% e 120°/seg), e o esquerdo apresentou melhora na força de extensão concêntrica (60% e 120°/seg). Esse estudo sugere que o treinamento aeróbio associado a exercícios em solo pode beneficiar indivíduos com miopatia mitocondrial, auxiliando-os no desempenho das atividades de vida diária por reduzir a fraqueza e a intolerância aos exercícios.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>miopatia mitocondrial, treinamento aeróbio, intolerância ao exercício, pico de torque, trabalho total e performance muscular.</i></p></font>";

texto[6][23] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>ANALYSIS OF WRIST MOVEMENTS IN THE ACTIVITY OF ULTRASONOGRAPHERS: A CASE STUDY</b></font><p align=justify>Barbosa, L. H.<sup>1</sup> e Gil Coury, H. J. C.<sup>1</sup><br><br><sup>1</sup>Universidade Federal de São Carlos, Departamento de Fisioterapia, Laboratório de Fisioterapia Preventiva! Ergonomia, São Carlos, SP, Brasil<br><br><b>Resumo</b>: Este estudo teve por objetivo analisar os movimentos de punho durante atividades regulares realizadas por ultra-sonografistas. Um eletrogoniômetro foi utilizado para registrar os movimentos de flexão, extensão, desvio ulnar e radial do punho e pronação, supinação dos antebraços de dois médicos ultra-sonografistas durante exames mais freqüentes realizados por eles ou exames que promoviam mais desconforto. Os resultados foram analisados descritivamente em relação à amplitude, repetição e porcentagem do tempo gasto em faixas de amplitudes preestabelecidas. Resultados mostraram que os movimentos de extensão, desvio ulnar e pronação foram os mais prevalentes. Movimentos altamente repetitivos foram registrados. Esses resultados corroboram a hipótese de que ultrasonografistas realizam tarefas de risco para o sistema músculo-esquelético.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>ultrasonografia, eletrogoniômetro e movimentos de punho.</i></p></font>";

//TEXTOS VOLUME 7, NUMERO 3
texto[6][24] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>INFLUÊNCIA DO LASER DE BAIXA POTÊNCIA NOS NÍVEIS DAS PROTEÍNAS PLASMÁ TICAS DE COELHOS</b></font><p align=justify>Sandoval-Ortiz, M. C.<sup>1,3</sup>, Mattiello-Rosa, S. M.<sup>1</sup>, Soares, E. G.<sup>2</sup> e Parizotto, N. A.<sup>1</sup><br><br><sup>1</sup>Universidade Federal de São Carlos, Programa de Pós-graduação em Fisioterapia, São Carlos, SP, Brasil<br><sup>2</sup>Universidade de São Paulo, USP, Departamento de Patologia da Faculdade de Medicina, Ribeirão Preto, SP, Brasil<br><sup>3</sup>Universidad Industrial de Santander, VIS, Departamento de Fisioterapia, Bucaramanga, Colômbia<br><br><b>Resumo</b>: Os efeitos do laser de baixa potência parecem não se limitar ao local da aplicação. Eles podem, por meio dos mediadores metabólicos, chegar a áreas mais distantes do corpo promovendo efeitos sistêmicos. O objetivo deste trabalho foi analisar as mudanças dos níveis de proteínas séricas, como uma forma de determinar um dos efeitos sistêmicos do laser de baixa potência. Trinta e seis coelhos machos foram induzidos a um processo inflamatório articular no joelho da pata direita com Terebinthina comum (Tc). Foram divididos aleatoriamente em 3 grupos, cada um com 12 animais, e subdivididos em grupos de 6 animais para receber as densidades energéticas diferenciadas de 3.4 J.cm<sup>-2</sup>e 8 J.cm<sup>-2</sup>. O grupo experimental agudo (GEA) iniciou o laser 48 horas após a injeção da Tc; o grupo experimental crônico (GEC) recebeu laser 5 dias depois da indução da inflamação; e o grupo controle, que não recebeu tratamento e foi subdividido, por sua vez, em 6 animais (GCA) que seguiram o mesmo esquema do GEA e outros 6 (GCC), o esquema do GEC. Também foi colhido o sangue de outros 30 animais normais para obter um grupo-padrão. Usou-se um laser com comprimento de onda de 830 nm e potência de 77 mW, aplicado durante 7 dias, uma sessão a cada 24 horas. O sangue foi processado para eletroforese. O modelo experimental foi adequado, uma vez que os animais dos grupos sob indução da inflamação se comportaram diferentemente do grupo-padrão. Nos animais com inflamação induzida, foram observadas as seguintes alterações: diminuição acentuada da albumina no GCC, aumento da &alpha;-globulina no GEA e da &beta;-globulina nos GCA e GCC e elevação da &gamma;-globulina no GCC. Poucas diferenças foram encontradas quando comparadas as duas doses de laser empregadas (3,4 e 8 J.cm<sup>-2</sup>). Os resultados indicam haver efeito sistêmico sobre as proteínas plasmáticas promovido pelo laser de baixa potência nesse modelo de inflamação articular induzida.<br><br><b>Palavras-chave: <i>laser de baixa potência, efeito sistêmico, proteínas plasmáticas.</i></p></font>";

texto[6][25] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>AVALIAÇÃO ISOCINÉTICA DOS INVERSORES E EVERSORES DE TORNOZELO: ESTUDO COMPARATIVO ENTRE ATLETAS DE FUTEBOL E SEDENTÁRIOS NORMAIS</b></font><p align=justify>Alonso, A.C.<sup>1</sup>, Greve, J. M. D.<sup>2</sup>, Macedo, O. G.<sup>3</sup>, Pereira, C. A. M.<sup>4</sup> e Souza, P. C. M.<sup>5</sup><br><br><sup>1.2.3.4</sup>Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas, Laboratório de Estudos do Movimento<br><sup>5</sup>Sport Clube Guapira<br><br><b>Resumo</b>: O objetivo deste trabalho foi avaliar os grupos musculares eversores e inversores do tornozelo e fazer uma comparação das respostas dinâmicas de força e potência entre os agonistas e antagonistas quanto à dominância e prática de futebol. Métodos: foram avaliados 30 indivíduos do sexo masculino de 17 a 20 anos, sem lesões, divididos em dois grupos: 15 atletas (categoria juniores) de futebol, idade 18,4 &plusmn; 0,8 anos, peso 65 &plusmn; 7,3 kg e altura 1,74 &plusmn; 0,05 me 15 não atletas (grupo controle) com idade de 17,6 &plusmn; 0,8 anos, peso 65,8 &plusmn; 15 kg e altura 1,72 &plusmn; 0,1 m pela dinamometria isocinética. Os parâmetros avaliados foram pico de torque (Newton metros - Nm), trabalho (joules - J) e potência (watts - W) nas velocidades angulares de 300/s e 1200/s. Resultados: a relação dos grupos musculares agonistas/antagonistas quanto à dominância e atividade futebolística não apresentou diferença significativa. As relações entre os grupos inversores/eversores do tornozelo ficaram próximas de 100%.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>avaliação, isocinética, tornozelo, futebol.</i></p></font>";

texto[6][26] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>ALTERAÇÕES NO SISTEMA NEUROMUSCULAR DECORRENTES DO ENVELHECIMENTO E O PAPEL DO EXERCÍCIO FÍSICO NA MANUTENÇÃO DA FORÇA MUSCULAR EM INDIVÍDUOS IDOSOS</b></font><p align=justify>Davini, R.<sup>1</sup> e Nunes, C V.<sup>2</sup><br><br><sup>1</sup>Fisioterapeuta, mestre em Educação Física pela Universidade Estadual de Campinas, professor do curso de Fisioterapia da Universidade São Francisco, USF<br><sup>2</sup>Fisioterapeuta, mestre em Fisioterapia pela Universidade Federal de São Carlos, professora do curso de Fisioterapia da Universidade São Francisco, USF<br><br><b>Resumo</b>: A diminuição da força muscular e subseqüente comprometimento da função motora, associados ao processo de envelhecimento, afetam diretamente a vida de indivíduos idosos, diminuindo suas habilidades em tarefas simples como caminhar e dificultando a realização de atividades de vida diária, comprometendo a qualidade de vida e a saúde mental dessa população. A participação regular em programas de exercícios físicos de força muscular (EFFM) causa respostas favoráveis que contribuem para um envelhecimento saudável. Há evidências de que a reeducação muscular realizada por meio da aplicação de exercícios físicos visando ao aumento da força muscular tem efeito positivo no sistema neuromuscular de indivíduos idosos. Estima-se que no ano de 2030 o número de indivíduos com 65 anos ou mais poderá chegar a 70 milhões em países desenvolvidos, e no Brasil projeções estatísticas para o ano de 2025 indicam que a população total aumentará 5 vezes em relação à de 1950, ao passo que a população acima de 60 anos terá aumentado cerca de 15 vezes. Dessa forma, quanto mais a expectativa de vida aumenta, mais importante se torna determinar a extensão e os mecanismos com os quais os EFFM podem melhorar as condições de saúde, a capacidade funcional, a qualidade de vida e a independência da população de idosos. Assim, este artigo tem por objetivos revisar os efeitos do processo de envelhecimento sobre o sistema neuromuscular e ainda destacar a importância da reeducação muscular realizada por meio da aplicação dos EFFM com o intuito de amenizar as alterações fisiológicas encontradas no sistema neuromuscular em decorrência do envelhecimento.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>envelhecimento, sistema neuromusculflr, exercício físico, hipertrofia muscular.</i></p></font>";

texto[6][27] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>MUSCULAÇÃO E CONDICIONAMENTO AERÓBIO EM HEMIPLÉGICOS: IMPACTO NO DESEMPENHO MOTOR</b></font><p align=justify>Teixeira-Salmela, L. F., Augusto, A. C. C., Silva, P. C., Lima, R. C. M. e Goulart, F.<br><br>Departamento de Fisioterapia, UFMG<br><br><b>Resumo</b>: O objetivo deste estudo foi avaliar o impacto de um programa de condicionamento aeróbio e fortalecimento muscular, utilizando a musculação como recurso, no desempenho motor de indivíduos hemiplégicos crônicos. Trinta participantes (17 homens e 13 mulheres) com média de idade de 56,36 &plusmn; 10,86 anos, com tempo médio de evolução pós-AVC variando de 1 a 14 anos, foram avaliados antes e após o treinamento. O programa de treinamento, de 30 sessões (3 vezes/semana), consistiu em sessões supervisionadas de exercícios subdivididas em períodos de aquecimento, exercícios aeróbios, fortalecimento por meio da musculação e resfriamento. Medidas de torque dos principais grupos musculares dos membros inferiores e tronco, de espasticidade do quadríceps, flexores plantares e flexores do cotovelo e punho e medidas de simetria foram utilizadas para avaliar o impacto do programa. Após o treinamento, foram observados valores de torque significativamente maiores que os iniciais em todos os grupos musculares avaliados, sendo os ganhos observados no lado afetado (35,85%) maiores que os do lado não afetado (27,42%), sem aumento concomitante do grau de espasticidade. Além disso, foi observada melhora significativa (p = 0,019) na simetria na posição ortostática. A musculação mostrou-se alternativa viável na melhora do desempenho motor em pacientes hemiplégicos crônicos.<br><br><b>Palavras-chave: <i>AVC, fortalecimento muscular, espasticidade, musculação, hemiplegia, condicionamento aeróbio.</i></p></font>";

texto[6][28] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>INFLUÊNCIA DO PESO CORPORAL SOBRE AS PRESSÕES RESPIRATÓRIAS MÁXIMAS NAS POSIÇÕES SENTADA, DEITADA E EM PÉ</b></font><p align=justify>Domingos-Benício, N. C.<sup>1</sup>, Gastaldi, A. C.<sup>2</sup>, Perecin, J. C.<sup>3</sup>, Avena, K. M.<sup>4</sup>, Guimarães, R.C.<sup>5</sup>, Sologuren, M. J. J.<sup>6</sup> e Lopes-Filho, J. D.<sup>7</sup><br><br><sup>1</sup>Mestre em Fisioterapia, Universidade de Cuiabá (UNIC)<br><sup>2</sup>Doutora em Reabilitação Pulmonar, Centro Universitário do Triângulo (UNIT, MG)<br><sup>3</sup>Mestre em Fisioterapia, Universidade de Cuiabá (UNIC)<br><sup>4</sup>Mestranda em Fisioterapia, bolsista pela PROSUP/CAPES, Centro Universitário do Triângulo (UNIT, MG)<br><sup>5</sup>Doutor em Engenharia de Materiais e Metalúrgica, Centro Universitário do Triângulo (UNIT, MG)<br><sup>6</sup>Livre-docente em Pediatria, Centro Universitário do Triângulo (UNIT, MG)<br><sup>7</sup>Doutor em Saúde Pública, Universidade de São Paulo (USP)<br><br><b>Resumo</b>: Estudos anteriores demonstraram que a obesidade oferece sobrecarga mecânica ao sistema respiratório e que, diante disso, algumas pessoas aumentam a atividade dos músculos inspiratórios. Entretanto, poucos estudos relacionaram o peso corporal com as pressões respiratórias. Este estudo analisou a influência do peso corporal na força dos músculos respiratórios correlacionando índice de massa corpórea (IMC), porcentual de gordura e relação cintura/quadril (RC/Q) com as medidas de pressões respiratórias (PI<sub>MÁx</sub> e PE<sub>MÁx</sub>) em três diferentes posições corporais. Quarenta e seis universitários sedentários, idades entre 20 e 40 anos, foram distribuídos em cinco grupos, baseados no IMC. Foram mensuradas pregas cutâneas e RC/Q; as medidas de PI<sub>MÁx</sub> e PE<sub>MÁx</sub> foram realizadas nas posições sentada, deitada e em pé. Os valores obtidos de PI<sub>MÁx</sub> e PE<sub>MÁx</sub> não foram diferentes daqueles previstos por Black & Hyatt. Na posição deitada, os valores de PI<sub>MÁx</sub> foram menores que nas posições sentada e em pé, enquanto os valores de PE<sub>MÁx</sub> foram menores na posição sentada que em pé (p &lt; 0,05). Não foram observadas correlações entre os valores de PI<sub>MÁx</sub> e PE<sub>MÁx</sub> e o IMC em nenhuma das posições. Foram encontradas, nas mulheres, correlações positivas entre medidas de PI<sub>MÁx</sub> e pregas subescapular na posição sentada (r = 0,40) e coxa nas posições deitada e em pé (r = 0,44 e 0,51, respectivamente). Não foram encontradas correlações entre os valores de PE<sub>MÁx</sub> e as pregas cutâneas e entre os valores de PI<sub>MÁx</sub> e PE<sub>MÁx</sub> e a RC/Q. Conclui-se que a força muscular respiratória, avaliada por PI<sub>MÁx</sub> e PE<sub>MÁx</sub> de obesos, encontra-se dentro da normalidade. Novos estudos são necessários, ampliando a população estudada e os métodos de avaliação.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>obesidade, índice de massa corpórea, função pulmonar, força muscular respiratória.</i></p></font>";

texto[6][29] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>DRENAGEM POSTURAL X TAPOTAGEM X TÉCNICA DE EXPIRAÇÃO FORÇADA: ANÁLISE DA TRANSPORTABILIDADE DO MUCO BRÔNQUICO</b></font><p align=justify>Ramos, E. M. C.<sup>1</sup>, Ramos, D.<sup>1</sup>, Jardim, J. R. B.<sup>2</sup>, Faresin, S. M.<sup>2</sup>, Saldiva, P. H. N.<sup>3</sup>, Machione, M.<sup>3</sup> e Tigre, E.<sup>3</sup><BR><BR><sup>1</sup>Prof.ª Drª do Departamento de Fisioterapia da FCT/UNESP<br><sup>2</sup>Profs. Drs. da Disciplina de Pneumologia da UNIFESP<br><sup>3</sup>Pesquisadores do Laboratório de Poluição Atmosférica da FMUSP<br><br><b>Resumo</b>: É comum na fisioterapia respiratória a utilização das manobras de higiene brônquica, no entanto, ainda não está bem claro o melhor protocolo de atendimento, visto que os efeitos isolados de cada manobra necessitam ser mais explorados, inclusive com métodos de análise da transportabilidade do muco brônquico. Este estudo analisou amostras de muco brônquico expectorado por 12 bronquiectásicos submetidos à drenagem postural isolada e associada à  tapotagem e à técnica de expiração forçada. Para analisar a transportabilidade foi realizada a mensuração do ângulo de adesão, do deslocamento do muco na máquina da tosse e da velocidade relativa de transporte no palato de rã, além do peso úmido e da relação peso seco/peso úmido do muco. Houve forte tendência de remoção de maior quantidade de secreção após drenagem postural isolada e associada à  tapotagem, além da tendência de remoção de secreção com menor teor líquido após duas sessões (50 minutos) de drenagem postural associada à tapotagem. O ângulo de adesão do muco removido após 80 minutos da conduta CONT foi menor (p &lt; 0,05) e, próximo da normalidade, de fácil remoção, Neste caso, considerando que as demais manobras não contribuem para a piora das qualidades físico-químicas do muco, e que os tempos iniciais das condutas não apresentaram diferenças estatísticas, o muco expectorado por essas manobras apresentou ângulo distante da normalidade, sugerindo que em todos os tempos das condutas estudadas o muco expectorado apresentou pior perfil reológico, isto é, de difícil remoção, e somente pela aplicação das mesmas esse muco pôde ser removido.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>muco brônquico, tapotagem, tosse, percussão, drenagem postural.</i></p></font>";

texto[6][30] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>O EXERCÍCIO DE &quot;FINAL DE SEMANA&quot; CONTRIBUI PARA O CONTROLE DAS DISLIPIDEMIAS EM RATOS ADULTOS MACHOS ALIMENTADOS COM DIETA RICA EM GORDURAS</b></font><p align=justify>Duarte, F.O.<sup>1</sup>, Sene, M. O.<sup>2</sup>, Oishi, J. C.<sup>1</sup>, Bidinotto, P.<sup>3</sup>, Feres, S. E. A.<sup>4</sup>, Moraes, G.<sup>5</sup> e Dâmaso, A. R.<sup>6</sup><br><br><sup>1</sup>Mestre em Ciências Fisiológicas pela UFSCar<br><sup>2</sup>Mestre em Bioengenharia pela Universidade de São Paulo, USP<br><sup>3</sup>Mestre em Bioquímica Adaptativa pela UFSCar<br><sup>4</sup>Professor doutor do Departamento de Ciências Fisiológicas, UFSCar<br><sup>5</sup>Professor doutor do Departamento de Genética e Evolução, UFSCar<br><sup>6</sup>Professora doutora do Departamento de Educação Física, UFSCar<br><br><b>Resumo</b>: Sabe-se que o sedentarismo, associado a uma dieta não balanceada, tem grande importância para o desenvolvimento de doenças crônico degenerativas. Por outro lado, o exercício físico tem sido um meio utilizado para o controle dessas doenças. Entretanto, pouco foi relatado sobre os efeitos do exercício de &quot;final de semana&quot; no controle das dislipidemias. Assim, o objetivo deste estudo foi observar respostas adaptativas ao exercício de final de semana sobre o metabolismo das lipoproteínas em ratos machos alimentados com dieta hiperlipídica. Foram divididos em grupos 96 ratos machos adultos: dieta normocalórica (N) e hipercalórica (H); sedentário (S); treinado contínuo (TC) e treinado de &quot;fim de semana&quot; (TFS), 5 e 2 sessões semanais/90 minutos/dia, respectivamente, por natação. Durante todo o período experimental foram controlados: o peso e o consumo alimentar em gramas. Foram coletados, pesados e congelados o plasma (P), os tecidos adiposos brancos retroperitoneal (RET) e epididimal (EPI), tecido adiposo marrom (TAM), músculo gastrocnêmio (GAST), fígado (FIG) e coração (COR), para posteriores análises. Foram considerados significativos os valores de p &le; 0,05 a partir da análise de variância &quot;Anova Tree Way&quot;. O treinamento de &quot;final de semana&quot; promoveu diminuição significativa nos triglicerídeos plasmáticos em animais hipercalóricos (SH 180,7 &plusmn; 13,9 vs TFSH 97,2 &plusmn; 8,3*). Os dois tipos de treinamento foram importantes no controle das dislipidemias em ratos alimentados com dieta hipercalórica, sendo observado aumento na concentração de HDL colesterol em relação aos respectivos animais sedentários (SH 26,5 &plusmn; 2,0 vs TCH 35,7 &plusmn; 6,2* e TFSH 37,1 &plusmn; 1,2*).<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>ratos, exercício de &quot;final de semana&quot;, obesidade, dislipidemias, dieta normocalórica, dieta hipercalórica.</i></p></font>";

texto[6][31] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>CARACTERIZAÇÃO E ANÁLISE DA SATISFAÇÃO DA CLIENTELA ATENDIDA PELA FISIOTERAPIA DO SERVIÇO DE ATENÇÃO À SAÚDE DO TRABALHADOR/UFMG</b></font><p align=justify>Viana, S. O.<sup>1</sup>, Morato, L. G.<sup>1</sup>, Makino, A. T.<sup>1</sup>, Sampaio, R. F.<sup>2</sup> e Bonfim, H. C.<sup>3</sup><br><br><sup>1</sup>Acadêmicos do Curso de Fisioterapia, Universidade Federal de Minas Gerais<br><sup>2</sup>Orientadora, Universidade Federal de Minas Gerais<br><sup>3</sup>Colaborador, Universidade Federal de Minas Gerais<br><br><b>Resumo</b>: Em 1999, a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) criou o Serviço de Atenção à Saúde do Trabalhador (SAST Pampulha). O presente estudo objetivou descrever o perfil e avaliar a satisfação dos servidores que receberam tratamento fisioterapêutico no SAST no período de julho de 1999 a junho de 2002. Para caracterizar a clientela atendida na fisioterapia, elaborou-se um protocolo contendo variáveis relacionadas às características sócio-demo gráficas, ocupacionais e clínicas dos trabalhadores. Para avaliar a satisfação, foi criado um questionário com 18 questões de múltipla escolha relacionadas ao ambiente físico do serviço, ao profissional, ao tratamento e às expectativas do paciente; e uma questão aberta para o entrevistado expor suas críticas e sugestões. Desde a criação do SAST Pampulha, em 1999, até junho de 2002, 307 trabalhadores procuraram o serviço de fisioterapia. Deste total, 149 concluíram o tratamento e receberam alta, 76 abandonaram o serviço, 39 foram somente avaliados e 43 não participaram do estudo. Dos 264 casos estudados, 103 (40%) eram trabalhadores de serviços administrativos e 197 apresentaram diagnóstico clínico de doença osteomuscular, sendo que as dorsalgias foram responsáveis por 20% dos casos (n = 54). A análise da satisfação foi realizada separadamente, a partir da comparação de dois grupos de trabalhadores, equivalentes quanto ao sexo, idade e escolaridade, de acordo com a conclusão do tratamento (alta e abandono). A relação terapeuta-paciente parece ter sido o fator que mais motivou o abandono do tratamento, ocasionando a insatisfação com os resultados do mesmo. Espera-se que os resultados deste estudo possam contribuir para a adequação da dinâmica de funcionamento do serviço e servir de base para o planejamento e a estruturação de outros serviços de fisioterapia voltados para a atenção à saúde do trabalhador.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>fisioterapia, saúde do trabalhador, satisfação do paciente.</i></p></font>";

texto[6][32] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>TESTE DE CAMINHADA DE SEIS MINUTOS EM ADULTOS EUTRÓFICOS E OBESOS</b></font><p align=justify>Perecin, J. C.<sup>1</sup>, Domingos-Benício, N. C.<sup>1</sup>, Gastaldi, A. C.<sup>2</sup>, Sousa, T. C.<sup>2</sup>, Cravo, S. L. D.<sup>2</sup> e Sologuren, M. J.J<sup>2</sup><br><sup>1</sup>Professores da Universidade de Cuiabá, UNIC<br><sup>2</sup>Professores do Centro Universitário do Triângulo, UNIT, MG<br><br><b>Resumo</b>: O teste de caminhada freqüentemente é utilizado para demonstrar os efeitos das doenças cardiovasculares e respiratórias sobre a capacidade física, como também para determinar os efeitos de tratamentos aplicados. Participaram do estudo 46 pessoas, divididas em 5 grupos por faixa de IMC. O grupo 1 foi constituído por 18 pessoas com IMC de 20 a 24,9 kg/m<sup>2</sup>; o grupo 2, por 12 pessoas com IMC de 25 a 29,9 kg/m<sup>2</sup>; o grupo 3, por 6 pessoas com IMC de 30 a 34,9 kg/m<sup>2</sup>; o grupo 4, por 1 pessoa com IMC de 35 a 39,9 kg/m<sup>2</sup>; e o grupo 5, por 9 pessoas com IMC &gt; 40 kg/m<sup>2</sup>. Os voluntários realizaram um total de quatro testes de caminhada, de forma padronizada com acompanhamento do avaliador durante a caminhada. Os resultados mostraram que no 4º teste a distância percorrida foi maior que no 1º teste (p< 0,01); no intervalo de tempo de O a 2 minutos, a distância caminhada foi maior que nos demais intervalos de tempo (p< 0,01); com o aumento do peso corporal houve diminuição da distância caminhada (p &lt; 0,01), em média, distância caminhada de 760 m &plusmn; 50,6 m (grupo 1),731 m &plusmn; 71,9 m (grupo 2), 680 m &plusmn; 56,7 m (grupo 3), 663 m (grupo 4) e 596 m &plusmn; 61,8 m (grupo 5). O porcentual de gordura foi a medida antropométrica que melhor se correlacionou com distância caminhada (r = ?0,85 e p &lt; 0,05), seguido pelo índice de massa corporal (r = -0,65); e pela relação cintura/quadril (r = -0,56), somente para o sexo masculino. Conclui-se que o aumento do peso corporal interfere na capacidade física, diminuindo a distância caminhada; no intervalo de tempo de 0 a 2 minutos, ocorre o melhor desempenho físico; o efeito aprendizado influencia a distância percorrida; e o porcentual de gordura é a medida antropométrica que melhor se correlaciona com distância percorrida.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>desempenho físico, teste de caminhada de seis minutos, obesidade, fisioterapia.</i></p></font>";

texto[6][33] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>ANÁLISE DA PROPRIOCEPÇÃO E SUA RELAÇÃO COM O DESEMPENHO FUNCIONAL DE INDIVÍDUOS COM DEFICIÊNCIA DO LIGAMENTO CRUZADO ANTERIOR</b></font><p align=justify>Fonseca, S. T.<sup>1</sup>, Ocarino, J. M.<sup>2</sup>, Silva, P. L. P.<sup>2</sup>, Lage, C. A.<sup>3</sup>, Guimarães, R. B.<sup>3</sup> e Oliveira, M. T. C.<sup>3</sup><br><br><sup>1</sup>Professor adjunto do Departamento de Fisioterapia da UFMG<br><sup>2</sup>Mestrandas em Ciências da Reabilitação, Departamento de Fisioterapia, UFMG<br><sup>3</sup>Fisioterapeutas<br><br><b>Resumo</b>: Lesões do ligamento cruzado anterior (LCA) podem resultar em instabilidade funcional em alguns indivíduos, enquanto outros retomam ao nível funcional pré-lesão. A relação da propriocepção com o desempenho funcional de indivíduos com LCA lesado não está bem evidenciada na literatura. Os objetivos deste estudo foram: (1) comparar a propriocepção de indivíduos com e sem lesão do LCA por meio da avaliação do senso posicional e limiar de percepção de movimento e (2) verificar se há associação entre o desempenho funcional e a acuidade proprioceptiva desses indivíduos. Participaram do estudo dez sujeitos (idade média = 24 anos) com lesão unilateral do LCA tratada conservadoramente e dez sem história de lesão. A propriocepção foi avaliada por meio dos testes de senso posicional e limiar de percepção de movimento. O desempenho funcional foi avaliado pela Escala Funcional de Cincinatti, Hop Index e razão figura oitollinha reta. Os dados foram avaliados por uma análise de variância fatorial com fator de medida repetida, testes T e por modelos de regressão Stepwise. Os resultados demonstraram que os sujeitos com lesão apresentaram pontuação na escala de Cincinatti significativamente inferior ao grupo controle (p = 0,001). Não foi observada diferença significativa entre grupos ou entre pernas para senso posicional e limiar de percepção de movimento. Nenhuma diferença significativa foi encontrada entre grupos para o Hop Index e razão figura oitollinha reta. Apenas a variável limiar de percepção de movimento foi selecionada pelo modelo de regressão para explicar o Hop Index (r = 0,643; R<sup>2</sup> = 0,413; p = 0,045). Os resultados mostram que indivíduos com LCA lesado não operado e com bom desempenho funcional não apresentam déficit proprioceptivo, sugerindo que mecanorreceptores ligamentares não exercem papel primário na propriocepção. Além disso, a propriocepção parece não ter impacto direto no desempenho funcional desses indivíduos.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>joelho, propriocepção, ligamento cruzado anterior, desempenho funcional.</i></p></font>";

texto[6][34] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>ALONGAMENTO, CAMINHADA E FORTALECIMENTO DOS MÚSCULOS DA COXA: UM PROGRAMA DE ATIVIDADE FÍSICA PARA MULHERES COM OSTEOPOROSE</b></font><p align=justify>Navega, M. T.<sup>1</sup>, Aveiro, M. C.<sup>1</sup> e Oishi, J.<sup>1</sup><br><sup>1</sup>Universidade Federal de São Carlos, Departamento de Fisioterapia<br><sup>2</sup>Universidade Federal de São Carlos, Departamento de Estatística<br><br><b>Resumo</b>: Este trabalho teve por objetivo propor, aplicar e analisar os efeitos de um programa de atividade física no equilíbrio, estatura, força muscular, tolerância ao exercício e flexibilidade de mulheres com diagnóstico densitométrico de osteoporose. Foram selecionadas 17 mulheres voluntárias (67,3 &plusmn; 3,68 anos), que foram submetidas a uma avaliação física. A cada um mês e meio, o grupo passou por reavaliação. O programa de atividade física foi orientado por fisioterapeuta, durante 3 meses, 3 vezes por semana, durante 60 minutos. Cada sessão foi constituída por alongamentos gerais e 20 minutos de caminhada e exercícios em cadeia cinética aberta para fortalecimento dos músculos extensores e flexores do joelho, utilizando-se de 50% a 75% das 10 repetições máximas (10RM). Os dados foram analisados estatisticamente por meio dos testes não paramétricos ANOVA de Friedman e de WiIcoxon. As variáveis referentes à tolerância ao esforço físico, equilíbrio, flexão anterior do tronco e torque dos músculos extensores e flexores do joelho apresentaram melhora significativa (p &le; 5 0,05). A estatura das voluntárias não apresentou aumento significativo. Desta forma, os resultados obtidos neste trabalho permitem concluir que o programa de atividade física empregado foi eficaz para aumentar a tolerância ao esforço físico, o equilíbrio, a flexibilidade e o torque dos músculos extensores e fIexores do joelho, sugerindo ser um treinamento eficaz e seguro para mulheres com osteoporose.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>osteoporose, exercícios físicos, fortalecimento muscular, fisioterapia.</i></p></font>";

texto[6][35] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>COMPARAÇÃO ENTRE O DUPLO FLEXÍMETRO E O ELETROGONIÔMETRO DURANTE O MOVIMENTO DE FLEXÃO ANTERIOR DA COLUNA LOMBAR</b></font><p align=justify>Rodrigues, F. L.<sup>1</sup>, Vieira, E. R.<sup>1</sup>, Benze, B. G.<sup>2</sup> e Coury, H. J. C. G.<sup>1</sup><br><br><sup>1</sup>Departamento de Fisioterapia, Laboratório de Fisioterapia Preventiva/Ergonomia, Universidade Federal de São Carlos<br><sup>2</sup>Departamento de Estatística, Universidade Federal de São Carlos<br><br><b>Resumo</b>: A elevada incidência de desordens lombares representa altos custos pessoais e sociais para o Estado. O movimento extremo de flexão lombar é fundamental para o desenvolvimento e agravamento da dor nessa região. Desta forma, a quantificação precisa desse movimento é importante para prevenção e tratamento dessas desordens. O propósito deste trabalho foi avaliar a confiabilidade paralela do duplo flexímetro (FLM) da marca FLEXIMETER&reg; por intermédio da utilização de um eletrogoniômetro (EGM) flexível, considerado altamente preciso, durante as medidas do movimento de flexão anterior da coluna lombar. Foram estudados doze sujeitos saudáveis (sexo masculino; idade média de 21,2 anos; altura média de 1,73 m; massa corporal média de 72,3 kg; IMC entre 20 e 30 kg/m<sup>2</sup>). Após triados por uma avaliação postural, os sujeitos foram familiarizados com a situação de teste e preparados para a coleta. Três posições preestabelecidas ao longo do movimento de flexão anterior da coluna lombar (15°, 30° e 45°) foram registradas pelo EGM e utilizadas como parâmetro para as medidas efetuadas simultaneamente com o duplo fIexÍmetro. Os resultados do teste <i>t</i> emparelhado para as médias dos valores angulares do FLM mostraram os <i>p</i>-valores 0,0052, 0,048 e 0,17, respectivamente, para as posições 15°, 30° e 45° registradas pelo EGM. Apenas para o ângulo de 45° (p &gt; 0,05) as medidas registradas pelos dois aparelhos foram equivalentes e, portanto, confiáveis. Apesar de a confiabilidade do FLM tender a aumentar com o aumento da amplitude de movimento, de maneira geral, o FLM da marca FLEXIMETER não pode ser considerado confiável para a amostra estudada.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>flexÍmetro, eletrogoniômetro, flexão do tronco e confiabilidade paralela.</i></p></font>";


//TEXTOS VOLUME 8, NUMERO 1

texto[7][0] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>EFEITO DO ULTRA-SOM SOBRE O REPARO DE FALHA ÓSSEA EXPERIMENTAL: AVALIAÇÃO QUANTITATIVA E MORFOLÓGICA DO PARÂMETRO TEMPO DE ESTIMULAÇÃO</b></font><p align=justify>Albertin, L. M.<br><br>Escola de Engenharia de São Carlos e Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, da Universidade de São Paulo – Bioengenharia<br><br><b>Resumo</b>: O presente trabalho teve por objetivo identificar o tempo de estimulação mais adequado na aceleração do reparo ósseo, estabelecendo como tempos de aplicação a serem estudados: 5, 10, 20 e 40 minutos diários, comparando-os entre si e com grupo-controle submetidos a recuperação espontânea, e identificar se há relação positiva entre o tempo de exposição e o ciclo de trabalho proposto neste protocolo de intervenção, otimizando-se o método ultra-sônico proposto, tendo por base os estudos iniciados por L. R. Duarte, em 1977. No experimento, utilizou-se como instrumento estimulador um gerador de ondas ultra-sônicas, com o qual pode-se variar parâmetros, como largura de pulso, freqüência de repetição e amplitude da onda ultra-sônica. O estudo foi realizado em osteotomias experimentais do osso rádio de coelhos adultos da raça Nova Zelândia. O tempo de exposição ao ultra-som variou de 5, 10,20 e 40 minutos diários por um período de 15 dias, tendo sido fixados os outros parâmetros, como largura de pulso em 50 µs, freqüência de repetição em 500 Hz e amplitude em 30 v (pico a pico). Os resultados foram avaliados com base em análises radiológicas, exames histológicos e análise morfométrica do calo ósseo, dos grupos controle e experimental. Pode-se concluir que, com exceção do tempo de 5 minutos, a estimulação pelo ultra-som provocou aumento da ossificação do calo ósseo. O tempo mais longo utilizado, 40 minutos, foi o mais eficiente para a consolidação da falha óssea, considerados os parâmetros ultra-sônicos citados.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>ultra-som, osso, fratura, coelho, osteotomia.</i></p></font>";

texto[7][1] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>ANÁLISE COMPARATIVA DA MARCHA HUMANA EM SOLO À SUBAQUÁTICA EM DOIS NÍVEIS DE IMERSÃO: JOELHO E QUADRIL</b></font><p align=justify>Brito, R. N.<sup>1</sup>, Roesler, H.<sup>2</sup>, Haupenthal, A.<sup>2</sup> e Souza, P. V.<sup>2</sup><br><br><sup>1</sup>Professor da Universidade do Extremo Sul Catarinense<br><sup>2</sup>Laboratório de Pesquisas em Biomecânica Aquática, Centro de Educação Física, Fisioterapia e Desportos, Universidade do Estado de Santa Catarina<br><br><b>Resumo</b>: Esta pesquisa exploratória teve por objetivo analisar os parâmetros da marcha em ambiente aquático em dois níveis de imersão: quadril e joelho (1,1 e 0,6 m), quando comparada ao ambiente terrestre. Participaram desta pesquisa 11 sujeitos com idade entre 15 e 28 anos, de ambos os gêneros. Realizaram a marcha em uma passarela de 3,65 metros de comprimento e 0,5 metro de largura. Duas plataformas de força subaquáticas foram colocadas na passarela para a aquisição das forças de reação do solo e pesagem dos sujeitos. Foram adquiridas no total 220 curvas de força vertical de reação do solo por intermédio da plataforma para cada uma das três situações: fora e dentro d&#39;água nas profundidades que correspondem, aproximadamente, aos níveis do quadril e do joelho. O valor médio da força, normalizado pelo peso corporal (N/PC), do primeiro e segundo picos de força foi de: 1,03 N/PC fora d&#39;água, 0,88 N/PC no nível do joelho e 0,43 N/PC no quadril. No pico mínimo os valores foram: 0,87 N/PC fora d&#39;água, 0,76 N/PC no nível do joelho e 0,37 N/PC no quadril. Analisando as curvas qualitativamente, foi constatado que conforme aumenta o nível de imersão vão sendo alteradas as características da curva de força de reação do solo (primeiro pico, segundo pico e pico mínimo), levando a forma da curva à semelhança da figura de um trapézio. Essas alterações no ciclo da marcha são importantes para a prescrição de tratamento para um indivíduo que não consiga suportar todo o peso corporal e deva iniciar seu processo de recuperação funcional terapêutica, pois com a redução das forças verticais o indivíduo terá maior segurança para a fase inicial de treinamento da marcha.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>biomecânica, plataforma de força, marcha humana em ambiente aquático, fisioterapia aquática.</i></p></font>";

texto[7][2] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>ESTUDO DA PROPRIOCEPÇÃO E DESEMPENHO FUNCIONAL EM IDOSOS COM OSTEOARTRITE DE JOELHOS</b></font><p align=justify>Camargos, F. F. O.<sup>1</sup>, Lana, D. M.<sup>1</sup>, Dias, R. C.<sup>2</sup> e Dias, J. M. D.<sup>2</sup><br><br><sup>1</sup>Fisioterapeutas graduadas na UFMG<br><sup>2</sup>Fisioterapeutas, Doutores em Ciências da Reabilitação, Professores Adjuntos da UFMG<br><br><b>Resumo</b>: Há evidências de que a propriocepção e o desempenho funcional tendem a declinar nos idosos saudáveis e essa tendência é ainda maior nos idosos com osteoartrite (OA). O objetivo deste estudo foi verificar se havia diferença quanto à propriocepção e à função entre um grupo de 11 idosos assintomáticos (GASS) e 11 com OA de joelhos (GOA). A propriocepção foi avaliada por meio de um dinamômetro isocinético e o protocolo consistiu de um teste de reposicionamento ativo a 20° e 40° de flexão de joelhos, em cadeia cinética aberta. O desempenho funcional foi avaliado pelos testes de velocidade auto-selecionada de marcha e subida e descida de escadas. Para caracterizar a amostra foram usadas variáveis clínicas e para avaliar a gravidade da doença, o Índice de Lequesne. Os dados foram analizados utilizando-se o teste não-paramétrico de Mann-Whitney U. A maior proporção do GOA apresentava OA leve, segundo o Índice de Lequesne. Houve tendência do GOA a apresentar maior déficit proprioceptivo comparado ao grupo assintomático, apesar dessa diferença não ter sido estatisticamente significativa (p = 0,056 e p = 0,134 para 20° e 40°, respectivamente). Os indivíduos com OA de joelhos foram mais lentos nos três testes funcionais (p = 0,003, P = 0,000 e p = 0,000 para velocidade de marcha, subida e descida de escadas, respectivamente). Concluímos que os indivíduos com OA leve de joelhos apresentam déficit funcional e tendência à redução da acuidade proprioceptiva em relação aos idosos saudáveis. A intervenção precoce da fisioterapia pode contribuir para prevenir a progressão dos déficits de propriocepção que têm impacto negativo sobre o desempenho funcional.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>idosos, osteoartrite, propriocepção, desempenho funcional, Biodex.</i></p></font>";

texto[7][3] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>ANÁLISE DO MÚSCULO ESQUELÉTICO DESNERVADO TRATADO COM METFORMINA E/OU ESTIMULAÇÃO ELÉTRICA DE BAIXA FREQÜÊNCIA</b></font><p align=justify>Guirra, R. R. J.<sup>1</sup>, Silva, C. A.<sup>1</sup>, Farti, F.<sup>1</sup> e Cancelliero, K. M.<sup>1</sup><br><br><sup>1</sup>PPG Fisioterapia, Faculdade de Ciências da Saúde, Unimep<br><sup>1</sup>Mestrandas em Fisioterapia, Unimep<br><br><b>Resumo</b>: O objetivo deste estudo foi avaliar o conteúdo de glicogênio (GLI) dos músculos sóleo (S) e gastrocnêmios branco (GB) e vermelho (GV) normais e desnervados, as concentrações plasmáticas de glicose, ácidos graxos livres (AGL) e lactato, além do peso muscular de ratos machos, submetidos à estimulação elétrica (EE) percutânea (f = 10 Hz; i = 5 mA; fase = 3 ms, 20 min/dia, por 30 dias alternados) associada ou não à metformina (MET, 1,4 mg.ml<sup>-1</sup>). A glicemia e o AGL foram determinados por testes laboratoriais e o GLI, pelo método fenol sulfúrico. Para análise estatística foi fixado o nível crítico de 5% (p &lt; 0,05). A desnervação reduziu 40,91% o GLI no S, 60,61% no GV e 38,77% no GB. O tratamento isolado com MET promoveu elevação de 250% no S controle (C) e 34,61% no S desnervado (D); 184,61 % 110 GVC e 91,30% no GVD; e 226,53% no GBC e 166,66% 110 GBD. Por sua vez, a EE elevou em 111,36% o GLI no SC e 103,84% no SD; 41,54% no GVC e 147,83% no GVD; 114,28% no GBC e 153,33% 110 GBD. O tratamento associado (MET+EE) promoveu elevação de 279,54% no SC e 150% no SD; 184,61% 110 GVC e 165,22% no GVD; 285,71% no GBC e 163,33% no GBD. A desnervação promoveu redução de 43,73% na massa muscular do S. Observou-se que não houve alterações nas concentrações plasmáticas de glicose, AGL e lactato. O estudo mostra que tanto a EE quanto a MET mantêm o perfil metabólico dos músculos analisados, no entanto, não foram suficientes para impedir a perda de massa muscular.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>glicogênio, metformina, desnervação, estimulação elétrica.</i></p></font>";

texto[7][4] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>RADIOGRAPHIC AND NON-INVASIVE DETERMINATION OF THE HIP JOINT CENTER LOCATION: EFFECT ON HIP JOINT ANGLES</b></font><p align=justify>Kirkwood, R. N.<sup>1</sup>, Culham, E. G.<sup>2</sup> e Costigan, P.<sup>3</sup><br><br><sup>1</sup>Universidade Federal de Minas Gerais, Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional, Departamento de Fisioterapia, Belo Horizonte, Minas Gerais, Brazil<br><sup>2</sup>School of Rehabilitation Therapy, Faculty of Health Sciences, Queen's University, Kingston, Ontario<br><sup>3</sup>School of Physical and Health Education, Queen's University, Kingston, Ontario<br><br><b>Resumo</b>: A localização do centro de rotação do quadril é importante na análise dos dados cinemáticos da marcha. Métodos acurados para localização do centro da articulação envolvem técnicas invasivas e de alto custo. O objetivo deste trabalho foi obter ângulos no quadril durante a marcha, usando quatro métodos não-invasivos de estimar o centro de rotação do quadril, e comparar com os ângulos obtidos usando a técnica radiográfica QPR. Dez sujeitos sadios, entre 57 e 73 anos de idade, participaram do estudo. As técnicas não-invasivas usam distâncias entre proeminências ósseas localizadas na pelve e no quadril para estimar o centro de rotação do quadril. As radiografias no plano frontal obtidas usando o QPR fornecem com precisão a localização do centro de rotação do quadril nas direções médio-laterais e próximo-distais. O método mais acurado de estimar a localização do centro de rotação do quadril foi determinado localizando o ponto médio de uma linha conectando a espinha ilíaca direita ânterior-superior e a sínfise púbica, e movendo essa linha 2 cm inferiormente. Essa técnica estimou o centro de rotação do quadril 0,7 em medial e 0,8 cm superior a sua localização, como determinado pela técnica do QPR. Os ângulos obtidos no quadril durante o ciclo da marcha usando esse método gerou erros inferiores a 2° em cada plano, quando comparado com o QPR. OS resultados deste estudo indicam que esse método não-invasivo é de baixo custo e válido para estimar o centro de rotação do quadril em estudos de análise de marcha.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>cinemática do quadril, análise da marcha, radiografia, ângulos, medidas, técnicas não-invasivas.</i></p></font>";

texto[7][5] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>CORRELAÇÃO ENTRE A DOR ANTERIOR DO JOELHO E A MEDIDA DO ÂNGULO &quot;Q&quot; POR INTERMÉDIO DA FOTOMETRIA COMPUTADORIZADA</b></font><p align=justify>Melo de Paula, G.<sup>1</sup>, Molinero de Paula, V. R.<sup>1</sup>, Almeida, G. J. M.<sup>2</sup>, Machado, V. E. I.<sup>3</sup>, Baraúna, M. A.<sup>3</sup> e Bevilaqua-Grosso, D.<sup>4</sup><br><br><sup>1</sup>Departamento de Fisioterapia da FESURV (Universidade de Rio Verde), Rio Verde, GO<br><sup>2</sup>Departamento de Fisioterapia da UNIFESP (Escola Paulista de Medicina), São Paulo, SP<br><sup>3</sup>Departamento de Fisioterapia da UNIT (Centro Universitário do Triângulo), Uberlândia, MG<br><sup>4</sup>Departamento de Fisioterapia da USP (Universidade de São Paulo), Ribeirão Preto, SP<br><br><b>Resumo</b>: A dor anterior do joelho (DAJ) se caracteriza por uma dor em geral não específica presente de forma difusa, com possibilidade de irradiação para a região poplítea. Seu início geralmente é insidioso, podendo aumentar ao subir e descer escadas, durante a prática de atividade física, na manutenção por prolongado período de flexão do joelho (&quot;sinal do cinema&quot;) e posição de agachamento, podendo também ser acompanhada de pseudobloqueios. Vários autores correlacionam a DAJ com o aumento do ângulo &quot;Q&quot;. No entanto, esse fator etiológico tem sido questionado, principalmente por essa medida ser estática. Assim, o objetivo deste trabalho foi correlacionar a dor anterior do joelho com o ângulo &quot;Q&quot; por intermédio da fotometria computadorizada. Foram estudados 58 joelhos de 29 indivíduos, com faixa etária compreendida entre 15 e 34 anos (x = 22,11, sd = 4,1), divididos em dois grupos: grupo A, composto por 11 indivíduos (22 joelhos) que apresentavam episódios de dor bilateral, e grupo B, composto por 18 indivíduos (36 joelhos) sem nenhum episódio de dor. Para a correlação entre os índices de dor e a medida do ângulo &quot;Q&quot; nos joelhos dos indivíduos sintomáticos, foi aplicada a prova do Coeficiente de Correlação por Postos de Spearman, a qual verificou como resultado, dentro das condições experimentais utilizadas, correlação direta negativa entre o aumento dos valores do ângulo &quot;Q&quot; e a presença da dor anterior no joelho. Dessa forma, quando analisado de maneira isolada, o aumento do ângulo &quot;Q&quot; não deve ser considerado fator etiológico da DAJ.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>fotometria computadorizada, ângulo &quot;Q&quot;, dor anterior do joelho.</i></p></font>";

texto[7][6] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>AVALIAÇÃO DO VOLUME CORRENTE E DA CONFIGURAÇÃO TORACOABDOMINAL DURANTE O USO DE ESPIRÔMETROS DE INCENTIVO A VOLUME E A FLUXO, EM SUJEITOS SAUDÁVEIS: INFLUÊNCIA DA POSIÇÃO CORPORAL</b></font><p align=justify>Parreira, V. F.<sup>1</sup>, Coelho, E. M.<sup>2</sup>, Tomich, G. M.<sup>2</sup>, Alvim, A. M. A.<sup>2</sup>, Sampaio, R. F.<sup>3</sup> e Britto, R. R.<sup>4</sup><br><br><sup>1</sup>Doutora em Fisioterapia, Professora adjunta do Departamento de Fisioterapia da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)<br><sup>2</sup>Acadêmicas do Curso de Fisioterapia da UFMG<br><sup>3</sup>Doutora em Saúde Pública, Professora adjunta do Departamento de Fisioterapia da UFMG<br><sup>4</sup>Doutora em Ciências Fisiológicas, Professora adjunta do Departamento de Fisioterapia da UFMG<br><br><b>Resumo</b>: O objetivo deste estudo foi avaliar a influência da posição corporal no volume corrente e na configuração toracoabdominal durante o uso de dois diferentes espirômetros de incentivo (EI), um orientado a volume (Voldyne) e outro a fluxo (Triflo II). Foram estudados 20 participantes saudáveis, com conhecimento prévio da técnica de espirometria de incentivo. Foram medidos, por meio da pletismografia respiratória por indutância calibrada, volume corrente (Vc), ventilação minuto, freqüência respiratória, porcentagem do tempo inspiratório em relação ao tempo total do ciclo respiratório, fluxo inspiratório médio e contribuição da caixa torácica (%CT/Vc) e do abdome (%AB/Vc) para o volume corrente. Essas variáveis foram registradas durante períodos de baseline e de uso dos EI, na posição supino a 30° e a 45° de inclinação da horizontal. A análise estatística foi realizada por meio do teste ANOVA, com o pós-teste Contraste. Os principais resultados foram: aumento significativo do Vc durante os períodos de espirometria, independente do espirômetro de incentivo utilizado ou da posição corporal, e diminuição da %AB/Vc nos períodos de espirometria em relação aos períodos de baseline, exceto durante o uso do Voldyne a 30°, em que não houve diferença significativa na configuração toracoabdominal. A influência da posição corporal na configuração toracoabdominal, comparando-se 30° e 45°, só ocorreu durante o uso do Voldyne, sendo que a %AB/Vc foi maior a 30°. Comparando-se os EI, houve maior %AB/Vc com o uso do Voldyne, em ambas as posições. Os resultados do presente estudo sugerem que há influência da posição corporal sobre a configuração toracoabdominal, não havendo, entretanto, sobre o volume corrente.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>espirometria de incentivo, fisioterapia respiratória, pletismografia respiratória por indutância, posição corporal, configuração toracoabdominal.</i></p></font>";

texto[7][7] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>EFEITO DO ULTRA-SOM NA PERMEAÇÃO CUT ÂNEA DO TIRATRICOL: ANÁLISE HISTOLÓGICA</b></font><p align=justify>Polacow, M. L. O.<sup>1</sup>, Pires-de-Campos, M. S. M.<sup>1</sup>, Leonardi, G. R.<sup>1</sup>, Carvalho, L. S.<sup>2</sup>, Ribeiro, M. C. A. P.<sup>1</sup> e Montebello, M. I. L.<sup>3</sup><br><br><sup>1</sup>Faculdade de Ciências da Saúde, UNIMEP<br><sup>2</sup>Bolsista de Iniciação Científica PIBICI/CNPq<br><sup>3</sup>Faculdade de Ciências Matemáticas, da Natureza e Tecnologia da Informação<br><br><b>Resumo</b>: O objetivo deste trabalho foi estudar o efeito do ultra-som na permeação cutânea do tiratricol, fármaco lipolÍtico muito utilizado no tratamento mesoterápico para celulite. Trata-se, porém, de método invasivo, razão do interesse pela aplicação tópica. Os tratamentos tópicos foram realizados no dorso de cinco suínos (Landrace x Large White), machos, com 50 dias, em áreas de 8 cm<sup>2</sup>: C - controle, G - gel (carbopol 940 &reg;, G+US - gel + ultra-som, G+ T - gel + tiratricol (20 mg/3 g de gel), G+ T +US - gel + tiratricol + ultrasom, eM - mesoterapia, tratados diariamente por 15 dias. O protocolo do US foi: 3 MHz, 0,2 W/cm<sup>2</sup>, contínuo. Após processamento histológico em parafina com coloração por HE, usando-se ocular milimetrada (Zeiss), foram feitas medidas histométricas da pele, analisadas pela ANOVA com teste F e teste de DUNNET a 5% (p &lt; 0,05) de significância. Essa análise mostrou espessamento na epiderme, em razão do poder hidratante do gel, o que não ocorreu no tratamento com mesoterapia. A hipoderme das áreas tratadas por mesoterapia sofreu redução significativa em sua espessura (33,8%, p &lt; 0,05), assim como as áreas tratadas por gel + tiratricol + US (23,5%, p &lt; 0,05), o que não ocorreu com o tiratricol isoladamente (6,08%, p &gt; 0,05). Conclui-se que o US aumentou a permeação do tiratricol.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>ultra-som, tiratricol, fonoforese, suíno.</i></p></font>";

texto[7][8] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>EFEITOS DA AEROSSOLTERAPIA NAS PROPRIEDADES FÍSICO-QUÍMICAS DO MUCO BRÔNQUICO</b></font><p align=justify>Ramos, D.<sup>1</sup>, Ramos, E. M.<sup>1</sup>, Jardim, J. R.<sup>2</sup>, Faresin, S. M.<sup>2</sup> Saldiva, P. H.<sup>3</sup>, Macchione, M.<sup>3</sup> e Tigre, E.<sup>3</sup><br><br><sup>1</sup>Profa. Dra. do Departamento de Fisioterapia da FCT, UNESP<br><sup>2</sup>Profs. Drs. da Disciplina de Pneumologia da EPM, UNIFESP<br><sup>3</sup>Pesquisadores do Laboratório de Poluição Atmosférica da FMUSP<br><br><b>Resumo</b>: A aerossolterapia é utilizada com freqüência no tratamento das alterações do aparelho mucociliar, entretanto, até hoje não há provas significativas de seus efeitos. Este estudo analisou amostras de muco brônquico expectorado por 12 bronquiectásicos submetidos a inaloterapia com N-acetilcisteína (NAC 10%), salina hipertônica (SH 1,5%), salina isotônica (SI 0,9%) e água destilada (AD). Para analisar as propriedades do muco brônquico foram realizadas a mensuração do ângulo de adesão do deslocamento do muco na máquina simuladora da tosse e a velocidade de transporte em palato isolado de rã, além da quantidade de muco expectorado, pela análise do peso úmido e pela relação peso seco/peso úmido. Não foram verificadas diferenças significativas (p &lt; 0,05) quando comparadas as substâncias estudadas para as variáveis espirometria, relação peso seco/peso úmido, ângulo de adesão e medida de deslocamento do muco na máquina simuladora da tosse. Porém, ao serem analisadas cada uma separadamente em relação aos períodos antes, após e 60 minutos do término da sessão foram encontradas diferenças para as variáveis peso úmido, na máquina simuladora da tosse e transporte em palato isolado de rã. A solução salina hipertônica (1,5%) determinou redução significativa (p &lt; 0,05) na quantidade de muco expectorado após 60 minutos da inalação (6.80), porém de melhor transportabilidade. A Nacetilcisteína (NAC 10%) promoveu aumento significativo (p &lt; 0,05) na quantidade de muco expectorado, associado à tendência de pior transportabilidade.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>aerossolterapia, muco brônquico, acetilcisteína, salina isotônica.</i></p></font>";

texto[7][9] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>DELINEAMENTOS DE LINHA DE BASE NA INVESTIGAÇÃO CIENTÍFICA EM FISIOTERAPIA</b></font><p align=justify>Rebelatto, J. R.<sup>1</sup> e Albuquerque, F.<sup>2</sup><br><br><sup>1</sup>Professor do Departamento de Fisioterapia da Universidade Federal de São Carlos, SP<br><sup>2</sup>Professor do Curso de Fisioterapia da Universidade de Salamanca, Espanha<br><br><b>Resumo</b>: O objetivo do presente estudo foi identificar a utilização de delineamentos de linha de base na área de Fisioterapia, em periódicos disponibilizados eletronicamente, e apontar as possibilidades de contribuição desses delineamentos para a produção do conhecimento científico em Fisioterapia. Para isso, foi realizada uma busca de artigos e publicações na Internet, em distintas bases de dados, buscadores e periódicos científicos relacionados à Fisioterapia, à Medicina e à Psicologia, em inglês, espanhol e português. Os títulos e os resumos dos trabalhos localizados foram lidos, analisados e categorizados por dois fisioterapeutas investigadores com conhecimento dos referidos idiomas. Os dados foram agrupados em função da base de dados, do periódico e do idioma utilizado e os resultados foram contrastados entre as áreas examinadas e com a produção científica sobre metodologia científica. Como resultado foi possível verificar que a utilização de delineamentos de linha de base em Fisioterapia é significativamente inferior à Psicologia e à Medicina e que a produção científica por meio desses delineamentos por investigadores de idiomas espanhol e português é nitidamente inferior aos de língua inglesa. Além disso, foram indicadas possíveis contribuições desse tipo de delineamento para a área.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>delineamento, metodologia, linha de base múltipla, conhecimento científico.</i></p></font>";

texto[7][10] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>O COMPORTAMENTO NEONATAL DE PREMATUROS HOSPITALIZADOS E A INTERAÇÃO COM SUAS MÃES</b></font><p align=justify>Rech, V. V.<sup>1</sup> e Maldavsky, C. R.<sup>2</sup><br><br><sup>1</sup>Fisioterapeuta, Mestre em Problemas e Patologias do Desamparo, Professora da Faculdade de Fisioterapia, Universidade Luterana do Brasil, RS, Brasil<br><sup>2</sup>Psicóloga, Doutora em Psicologia, Professora da Maestría en Problemas y Patologías dei Desvalimiento, Universidad de Ciencias Empresariales y Sociales, Buenos Aires, Argentina<br><br><b>Resumo</b>: Atualmente, os centros de terapia intensiva neonatal contam com importantes recursos tecnológicos para o atendimento de bebês pré-termos: ventilador mecânico, monitor cardiorrespiratório, entre outros. Assim, os bebês que necessitam de cuidados intensivos ou de manobras invasivas deverão se adaptar à realidade desse ambiente: sem o conforto dos braços maternos e sofrendo hiperestimulação com luzes, alarmes e manuseios da equipe de saúde. Este trabalho objetivou estudar o comportamento neonatal de prematuros que foram submetidos à ventilação mecânica (Grupo 2), comparados àqueles que não necessitaram desse processo (Grupo 1), e a interação com suas mães. Constituíram a amostra 17 prematuros do Grupo 1 e 17 do Grupo 2, internados na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal do Hospital Conceição da Criança, Porto Alegre, Brasil. A coleta de dados incluiu observações das mães com os bebês e avaliação do comportamento neonatal (Escala de Brazelton). A análise dos dados foi realizada pelos testes de comparação de médias de t-Student, coeficiente de correlação de Pearson e Qui-quadrado. Observou-se que os bebês do Grupo 1 tenderam a direcionar mais o olhar &quot;face a face&quot; (88,2%) do que os do Grupo 2 (47,1 %), com p &lt; 0,05. A média de maturidade motora foi maior (7,41) no Grupo 1 comparado ao Grupo 2 (6,65), com p &lt; 0,05, assim como também o número médio de visitas das mães aos bebês foi maior no Grupo 1 (p &lt; 0,05). Conclui-se que, ao restabelecer a interação mãe-prematuro, após a ventilação mecânica, o bebê retribui com melhor organização fisiológica, variado comportamento motor e atencional-interativo.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>prematuro, comportamento do lactente, relações mãe-filho, desenvolvimento infantil, terapia intensiva neonatal.</i></p></font>";

texto[7][11] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>ASPECTOS CLÍNICOS DO ALONGAMENTO: UMA REVISÃO DE LITERATURA</b></font><p align=justify>Rosário, J. L. R.<sup>1</sup>, Marques, A. P.<sup>1,2</sup> e Maluf, A. S.<sup>3</sup><br><br><sup>1</sup>Programa de Pós-graduação em Fisiopatologia Experimental da Faculdade de Medicina, USP, São Paulo, SP<br><sup>2</sup>Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional, Faculdade de Medicina, USP, São Paulo, SP<br><sup>3</sup>Professora do Curso de Fisioterapia da UNIARARAS e da UNISANTA<br><br><b>Resumo</b>: Embora os exercícios de alongamento sejam muito usados na Fisioterapia para corrigir ou prevenir desvios posturais, a literatura apresenta alguns pontos controversos. Foi realizada uma revisão de literatura com o objetivo de organizar e discutir as publicações mais recentes sobre alongamento quanto ao tipo, ao ganho de sarcômeros e viscoelasticidade, ao tempo de duração, à prevenção de lesões e à influência na postura. Foi possível concluir que as melhores opções são o alongamento estático segmentar, o global e a facilitação proprioceptiva neuromuscular; como efeito imediato do alongamento, o ganho de amplitude de movimento se deve à diminuição da viscoelasticidade, mas após um período de treinamento, deve-se ao ganho de sarcômeros em série; para alongamentos estáticos segmentares de curta duração em músculos saudáveis, o tempo ideal de alongamento está em torno de 30 segundos; e, segundo os estudos, o alongamento feito antes de uma atividade não previne lesões. Há muitas divergências nos resultados dos diferentes estudos, o que sugere a necessidade de padronização nas metodologias de futuros estudos.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>alongamento, flexibilidade, postura, exercícios.</i></p></font>";

texto[7][12] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>ANÁLISE DA MODULAÇÃO AUTONÔMICA DO CORAÇÃO DURANTE CONDIÇÕES DE REPOUSO EM HOMENS DE MEIA-IDADE E MULHERES PÓS-MENOPAUSA</b></font><p align=justify>Sakabe, D. L.<sup>1</sup>, Catai, A. M.<sup>1</sup>, Neves, V. F. C.<sup>1</sup>, Oliveira, L.<sup>1</sup>, Silva de Sá, M. F.<sup>2</sup>, Azevedo, G. D.<sup>2</sup>, GaBo Jr. L.<sup>2</sup>, Martins, L. E. B.<sup>3</sup> e Silva, E.<sup>1,4</sup><br><br><sup>1</sup>Núcleo de Pesquisa em Exercício Físico, DFisio-UFSCar, São Carlos, SP<br><sup>2</sup>Divisão de Cardiologia e Departamento de Ginecologia e Obstetrícia do HCFMRP-USP, Ribeirão Preto, SP<br><sup>3</sup>Laboratório de Fisiologia do Exercício da FEF-UNICAMP, Campinas, SP<br><sup>4</sup>Laboratório de Pesquisa em Fisioterapia Cardiovascular e de Provas Funcionais, FACIS- UNIMEP, Piracicaba, SP<br><br><b>Resumo</b>: O controle autonômico do coração pode ser investigado a partir da análise da variabilidade da freqüência cardíaca (VFC). Sabe-se que o aparecimento de doenças cardiovasculares (DCV) em mulheres aumenta com a idade, principalmente após a menopausa, quando o risco torna-se similar ao observado em homens. Assim, o objetivo deste trabalho é analisar e comparar a VFC de homens de meia-idade e de mulheres pós-menopausa em condições de repouso. Foram estudados dois grupos saudáveis e sedentários, sendo 10 homens de meia-idade (52,6 &plusmn; 2,63 anos) e 10 mulheres pós-menopausa (56,8 &plusmn; 5,09 anos) que não faziam uso de terapia de reposição hormonal. A freqüência cardíaca e os intervalos R-R (iR-R) foram obtidos a partir de eletrocardiograma em tempo real, batimento a batimento, durante 6 minutos em condições de repouso, nas posições supina (S) e sentada (SE). Para análise da VFC foram calculados os índices RMSM e RMSSD dos iR-R em milissegundos (ms). Não foram observadas diferenças estatisticamente significativas nos valores dos índices RMSM e RMSSD entre os homens e as mulheres e entre as posições supina e sentada de ambos os grupos. A redução da VFC observada em ambos os grupos estudados sugere similar decréscimo da modulação parassimpática sobre o coração, fato que pode contribuir para o aumento do risco de DCV observado nessa faixa etária em ambos os sexos.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>variabilidade da freqüência cardíaca, repouso, homens de meia-idade, mulheres pós-menopausa.</i></p></font>";



//TEXTOS VOLUME 8, NUMERO 2
texto[7][13] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>MODULAÇÃO DO SISTEMA NERVOSO AUTONÔMICO NA RESPOSTA DA FREQÜÊNCIA CARDÍACA EM REPOUSO E À MANOBRA DE VALSALVA COM O INCREMENTO DA IDADE</b></font><p align=justify>Marães, V. R. F. S.<sup>1,3</sup>, Santos, M. D. B.<sup>1</sup>, Catai, A. M.<sup>1</sup>, Moraes, F. R.<sup>1</sup>, Oliveira, L.<sup>1,4</sup>, GaBo Jr, L.<sup>2</sup> e Silva, E.<sup>1,3</sup><br><br><sup>1</sup>Laboratório de Fisioterapia Cardiovascular. Departamento de Fisioterapia. Universidade Federal de São Carlos, São Carlos. SP<br><sup>2</sup>Divisão de Cardiologia. Hospital das Clínicas. Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo. Ribeirão Preto. SP<br><sup>3</sup>Faculdade de Ciências da Saúde. Universidade Metodista de Piracicaba. Piracicaba.SP 4Departamento de Física. Universidade Federal de São Carlos. São Carlos. SP<br><br><b>Resumo</b>: A manobra de Valsalva (MV) provoca sobrecarga no sistema cardiovascular, ativando barorreceptores arteriais, quimiorreceptores e receptores cardiopulmonares. Há interação entre os receptores e o sistema nervoso central, desencadeando respostas autonômicas que modulam a respostada freqüência cardíaca (FC). O objetivo do presente estudo foi verificar o controle autonômico do coração nas seguintes condições:</p><ul type='a'><li><p align='justify'> durante a MV;</p></li><li><p align='justify'> em repouso, nas condições supina e sentada;</p></li><li><p align='justify'> antes e após a MV, na posição supina em homens jovens e de meia-idade.</p></li></ul><p align='justify'> Dezesseis voluntários jovens (mediana = 22,5 anos) e 11 de meia-idade (mediana = 43 anos) foram submetidos a uma avaliação clínica e cardiovascular. A FC foi captada batimento a batimento em tempo real:</p><ul type='a'><li><p align='justify'> durante 900 s sem repouso, na posição supina e sentada;</p></li><li><p align='justify'> durante 60 s em repouso, com respiração espontânea, e 20 sem MV, mantendo pressão oral de 40 mmHg e após, por 280 s, com respiração espontânea.</p></li></ul><p align='justify'> Os dados foram analisados por meio do índice de Valsalva, da variação dos intervalos RR e da variabilidade da FC (VFC) por meio do índice RMSSD dos intervalos RR em milissegundos. Os resultados mostram que a VFC, o índice de Valsalva e a variação dos intervalos RR foram menores nos voluntários de meia-idade comparativamente aos jovens (p &lt; 0,05). Tais resultados sugerem diminuição da atividade parassimpática atuante sobre o nódulo sinoatrial com o incremento de idade.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>variabilidade da freqüência cardíaca, manobra de Valsalva, sistema nervoso autonômico e homens.</i></p></font>";

texto[7][14] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>CORRELAÇÃO ENTRE O NÍVEL COGNITIVO E A INDEPENDÊNCIA FUNCIONAL APÓS AVE</b></font><p align=justify>Calasans,P. A.<sup>1</sup> e Alouche, S. R.<sup>2</sup><br><br><sup>1</sup>Fisioterapeuta, Especialista em Fisioterapia em Neurologia, Faculdade de Fisioterapia, Universidade Metodista de São Paulo.<br><sup>2</sup>Fisioterapeuta, Professora Doutora da Faculdade de Fisioterapia da Universidade Metodista de São Paulo e do Programa de Pós-graduação em Ciências da Reabilitação Neuromotora da Universidade Bandeirante de São Paulo.<br><br><b>Resumo</b>: O comprometimento cognitivo é uma deficiência comum após o Acidente Vascular Encefálico (AVE). Investigamos se há correlação entre o nível cognitivo e a independência funcional dos indivíduos vítimas de AVE. Dezessete pacientes crônicos com diagnóstico de AVE isquêmico foram estudados. O Miniexame do Estado Mental (MEEM) e o Índice de Barthel foram utilizados para avaliar a função cognitiva e a independência funcional dos pacientes, respectivamente. Os dados obtidos foram submetidos à análise de variância (PROC GLM, General Linear Model); a média de idade comparada pelo teste de Tukey e a análise de regressão multivariada foram verificadas pelo procedimento REG do SAS&reg; (Statistical Analysis System). A análise de regressão que relacionou o Índice de BartheI com o MEEM, a idade e o tempo de lesão não demonstrou significância em termos de idade (p = 0,4) e tempo de lesão (p = 0,5), mas mostrou alta significância com o MEEM (p = 0,001). Foi feita nova análise de regressão correlacionando o Índice de BartheI à pontuação do MEEM, que evidenciou correlação positiva entre esses fatores (p &lt; 0,001). Nossos resultados sugerem que a habilidade cognitiva está altamente correlacionada ao prognóstico de independência funcional em pacientes Com AVE. Essa correlação deve ser considerada ao estimarmos a recuperação desses indivíduos em reabilitação.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>AVE, cognição, independência funcional e Miniexame do Estado Mental.</i></p></font>";

texto[7][15] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>RELAÇÃO ISQUIOTIBIAIS/QUADRÍCEPS EM MULHERES IDOSAS UTILIZANDO O DINAMÔMETRO ISOCINÉTICO</b></font><p align=justify>Dias, J. M, D.<sup>1</sup>, Arantes, P. M. M.<sup>2</sup>, Alencar, M.A.<sup>2</sup>, Faria, J. C.<sup>3</sup>, Machala, C. C.<sup>3</sup>, Camargos, F. F. O.<sup>3</sup>, Dias, R. C.<sup>1</sup> e Zazá, D. C.<sup>4</sup><br><br><sup>1</sup>Professor Adjunto, Departamento de Fisioterapia, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, MG, Brasil.<br><sup>2</sup>Bolsista de Iniciação Científica CNPq, Curso de Fisioterapia da Universidade Federal de Minas Gerais.<br>Fisioterapeuta<sup>3</sup><br><sup>4</sup>Mestre em Educação Física, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, MG, Brasil.<br><br><b>Resumo</b>: A relação entre o torque isocinético máximo dos isquiotibiais e o torque isocinético máximo do quadríceps (relação IQT/QUA) é um parâmetro utilizado para descrever o equilíbrio muscular da articulação do joelho. Uma alteração desse equilíbrio predispõe a articulação ou o grupo muscular mais fraco à lesão. A obtenção de valores de referência da relação IQT/QUA de idosas é importante, pois possibilita comparações entre indivíduos dessa faixa etária. O objetivo deste estudo foi estabelecer valores normatívos para a relação IQT/QUA de idosas não-institucíonalizadas que vivem na região metropolitana de Belo Horizonte. Este foi um estudo transversal de uma amostra composta por 47 idosas voluntárias (69,11 &plusmn; 3,64 anos). Como não houve diferença estatisticamente significati va entre os membros, foram descritos apenas a média, o desvio-padrão, o coeficiente de variação (CV) e o erro estimado (EE) da relação IQT/QUA do membro inferior dominante, nas velocidades angulares de 600°/s e 1800°/s, utilizando o dinamômetro isocinético Biodex System 3 Pro. Na velocidade de 60°/s, a média foi de 47,95 &plusmn; 10,99 (%); o CV, 22,91; e o EE, 6,85. Na velocidade de 180°/s a média foi 59,59 &plusmn; 13,40 (%); o CV, 22,49; e o EE, 6,43. Assim, o valor da relação foi maior com o aumento da velocidade. Os resultados aqui encontrados, aliados a outros de diferentes regiões, podem ser considerados referência para idosas vivendo na comunidade, o que poderá direcionar a reabilitação, tornando-a mais efetiva. Além disso, esses dados permitirão comparações com futuros estudos que envolvam populações de idosas comunitárias, institucionalizadas ou com alguma doença.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>idosa, isocinético e relação isquiotibiais/quadríceps.</i></p></font>";

texto[7][16] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>REMODELAMENTO MUSCULAR INDUZIDO POR TREINAMENTO: EXPRESSÃO DE MIOSINA EM MÚSCULO ESQUELÉTICO DE RATO UMA ANÁLISE QUALITATIVA</b></font><p align=justify>Mesquita, R. A.<sup>1</sup>, Micocci, K. c.<sup>1</sup>, Perez, S. E. A.<sup>2</sup>, Salvini, T. F.<sup>3</sup> e Selistre-de-Araújo, H. S.<sup>1</sup><br><br><sup>1</sup>Laboratório de Farmacologia e Biologia Molecular, Departamento de Ciências Fisiológicas,DCF, Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, SP.<br><sup>2</sup>Laboratório de Neurofisiologia e Fisiologia do Exercício, DCF, Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, SP.<br><sup>3</sup>Laboratório de Neurociências, Departamento de Fisioterapia, Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, SP.<br><br><b>Resumo</b>: O músculo possui uma habilidade inerente de adaptação diante de variadas condições, como tipo de inervação, atuação de hormônios, atividade contrátil (treinamento), condição de alongamento, o próprio crescimento pós-natal, entre outros. Há grande correlação entre a isoforma de cadeia pesada de miosina (CPM) expressa e a função muscular. O presente estudo teve por objetivo estudar o remodelamento muscular por meio da análise da expressão das diferentes isoformas de CPM de músculo esquelético em ratos submetidos a treinamento físico. A metodologia utilizada consistiu em treinamento de ratos albinos (n = 10), machos, em protocolo de natação, em um período de 6 horas/dia, em 3 sessões de 2 horas, com intervalos de 30 minutos entre cada sessão, totalizando 5 dias de treinamento. Ao término do treinamento, os animais foram sacrificados para extração do músculo sóleo. Foi feita a extração de RNA total e posterior reação de RT-PCR utilizando oligonucleotídeos iniciadores específicos para as diferentes isoformas de CPM. Também foi realizada, a partir de extratos protéicos do músculo retirado, a separação eletroforética das isoformas de CPM, utilizando SDS-PAGE com gradiente de 7%-10%. Os resultados obtidos com a técnica de RT-PCR demonstraram expressão de todas as isoformas de CPM, tanto em ratos sedentários como nos treinados. Apesar de a análise não ter sido feita de forma quantitativa, parece haver tendência de aumento especialmente das isoformas lIa e IIx com a evolução do treinamento. A separação eletroforética das isoformas mostrou que não houve alteração na expressão das isoformas de CPM (I, IIa, IIb e IIx) com o treinamento.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>isoforma, treinamento, músculo esquelético, cadeia pesada de miosina e remodelamento.</i></p></font>";

texto[7][17] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>COMPARAÇÃO ENTRE DESLOCAMENTO ANGULAR E LINEAR DA COLUNA LOMBAR DURANTE O MOVIMENTO DE FLEXÃO ANTERIOR</b></font><p align=justify>Aguiar, A. N., Vieira, E. R. e Coury, H. J. C. G.<br><br>Departamento de Fisioterapia, Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, SP.<br><br><b>Resumo</b>: Vários fatores individuais e ocupacionais podem atuar facilitando a ocorrência e/ou o agravamento das lombalgias relacionadas ao trabalho, dentre os quais: manuseio de cargas, repetição e flexão anterior do tronco. Portanto, a quantificação dos movimentos do tronco é importante para avaliar os riscos e propor intervenções de controle. Diferentes métodos de registro de movimentos, desde os mais sofisticados e precisos até os mais simples e acessíveis, têm sido utilizados nessa tarefa. O objetivo deste estudo foi avaliar, comparativamente, um novo método simples de mediua linear da flexão lombar, o distanciômetro, utilizando como referência um equipamento preciso, o eletrogoniômetro. Participaram do estudo 12 sujeitos saudáveis, do sexo masculino, com idade entre 18 e 25 anos, altura de 1.65 a 1,80 m, peso de 60 a 80 kg e índice de massa corporal de 20 a 26 kg/m<sup>2</sup>. Os ângulos preestabelecidos e utilizados como referência para a comparação foram 15°, 30° e 45°, e as faixas de amplitudes, 0-15°, 16-30, 31-45° do eletrogoniômetro. Os ângulos foram comparados pela correlação de Pearson (r), e as faixas de amplitude, pelo teste de Friedman.Os valores da correlação entre os ângulos foram elevados (r = 0,96), indicando alta confiabilidade paralela do distanciômetro em relação ao eletrogoniômetro, enquanto os resultados do teste de Friedman indicaram ausência de diferenças significativas ao longo das faixas de amplitude avaliadas (p = 0,342), sugerindo consistência das medidas ao longo de toda a faixa de amplitude. Finalmente, apesar de o distanciômetro encontrar-se ainda em fase de protótipo e necessitando de estudos futuros para aprimoramento, o mesmo indicou potencialidade para medição da flexão lombar no que tange a seus custos e à confiabilidade paralela.<br><br><b>Palavra-chave</b>: <i>lombalgias, flexão lombar, distanciômetro e eletrogoniômetro.</i></p></font>";

texto[7][18] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>INFLUÊNCIA DA APLICAÇÃO PRÉVIA DO ULTRA-SOM TERAPÊUTICO NA PENETRAÇÃO TRANSCUT ÂNEA DE DICLOFENACOSÓDICO EM HUMANOS SADIOS</b></font><p align=justify>Rosim, G. C.<sup>1</sup>, Barbieri, C. H.<sup>1,2</sup> e Lanças, F. M.<sup>3</sup><br><br><sup>1</sup>Curso de Pós-graduação Interunidades em Bioengenharia, USP.<br><sup>2</sup>Departamento de Biomecânica, Medicina e Reabilitação do Aparelho Locomotor, USP.<br><sup>3</sup>lnstituto de Química de São Carlos, USP<br><br><b>Resumo</b>: A influência do ultra-som terapêutica na transmissão transcutânea de diclofenaco sódico na forma de gel tópico (Voltaren Emulgel) foi investigada em 14 voluntários sadios (10 mulheres, 4 homens, 26,4 anos de idade, 62 kg de peso corporal e 1,7 m de altura, em média). O ultra-som terapêutico (modo contínuo, freqüência de 1 MHz, 0,5 W/cm<sup>2</sup>) foi aplicado durante 5 minutos em duas áreas de 225 cm2 de cada lado do dorso dos voluntários, utilizando gel comum para acoplamento do transdutor. Em seguida, o gel comum foi removido para aplicação de 2,5g do gel de diclofenaco nas mesmas, áreas. Amostras de sangue foram coletadas imediatamente antes e 60,120 e 180 minutos após a aplicação do gel de diclofenaco, a fim de analisar a massa presente no plasma dos voluntários por meio de cromatografia líquida de alta eficiência (HPLC). O mesmo procedimento foi repetido um mês depois, nos mesmos voluntários, mas com o equipamento de ultra-som desligado (procedimento placebo) para controle. Os resultados mostraram que a massa de diclofenaco no plasma foi significativamente mais alta (p = 0,01) após a aplicação do ultra-som (0.0987 mg/ml 0,0724 mg/ml e 0.0864 mg/ml, aos 60, 120 e 180 minutos, respectivamente), se comparada ao procedimento placebo (0,0389 mg/ml. 0,0529 mg/ml e 0,0683 mg/ml, respectivamente). Os autores concluem que a aplicação do ultra-som terapêutica antes da aplicação do gel de diclofenaco facilita a penetração transcutânea do medicamento com possíveis efeitos terapêuticos.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>ultra-som terapêutico, transmissão transcutânea, fonoforese, diclofenaco sódico e cromatografia líquida de alta eficiência.</i></p></font>";

texto[7][19] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>AUMENTO DO TORQUE MUSCULAR APÓS TRATAMENTO EM ESTEIRA COM SUPORTE PARCIAL DE PESO EM PACIENTES COM HEMIPARESIA CRÔNICA</b></font><p align=justify>Coelho, J. L.<sup>1</sup>, Abrahão, F.<sup>2</sup> e Mattioli, R.<sup>3</sup><br><br><sup>1</sup>Fisioterapeuta, Mestre em Fisioterapia e Doutorando pelo Programa de Pós-graduação em Ciências Fisiológicas da Universidade Federal de São Carlos.<br><sup>2</sup>Fisioterapeuta, Mestre em Fisioterapia e Doutoranda pelo Programa de Pós-graduação em Fisioterapia da Universidade Federal de São Carlos.<br><sup>3</sup>Professora Doutora do Departamento de Fisioterapia, Universidade Federal de São Carlos, Programa de Pós-graduação em Fisioterapia, Laboratório de Neurociências.<br><br><b>Resumo</b>: A melhora da marcha é a meta mais comum após um Acidente Vascular Cerebral (AVC), sendo assim, o objetivo deste estudo foi comparar o treino da marcha sobre esteira elétrica com suporte parcial de peso corporal, por meio da técnica Kabat, em pacientes com hemiparesia crônica. Essa comparação foi feita pela análise das variáveis espaço-temporais e do torque muscular em máxima contração isométrica dos flexores plantares, Doze pacientes com hemiparesia crônica causada por um AVC na região da artéria cerebral média completaram o estudo. O sistema A-B-A de análise comparou o treinamento em esteira com suporte parcial de peso corporal (A) à fisioterapia com base no método Kabat (B), cada fase durando três semanas. O intervalo mínimo após o AVC foi de seis meses, Observamos que o treinamento em esteira foi mais efetivo no aumento em ciclo (p &lt; 0,01), velocidade da marcha (p &lt; 0,01) e torque muscular (p &lt; 0,01). O treinamento em esteira resultou na melhora das habilidades da marcha e aumentou o torque muscular quando comparado ao método Kabat em sujeitos com hemiparesia crônica.<br><br><b>Palavras-chave</b>: treinamento da marcha, reabilitação, AVC, torque muscular e esteira.</i></p></font>";

texto[7][20] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>AVALIAÇÃO DA EFICÁCIA DA ESTIMULAÇÃO ELÉTRICA NERVOSA TRANSCUTÂNEA SOBRE A INTENSIDADE DA DOR, VOLUMES PULMONARES E FORÇA MUSCULAR RESPIRATÓRIA NO PÓS-OPERATÓRIO DE CIRURGIA ABDOMINAL - ESTUDO DE CASO</b></font><p align=justify>Vieira, G. B.<sup>1</sup>, Bregagnol, R. K.<sup>2</sup>, Santos, A. C. B.<sup>3</sup> e Paiva, D. N.<sup>4</sup><br><br><sup>1</sup>Fisioterapeuta, Pós-graduanda do Curso de Formação em Acupuntura, Instituto Brasileiro de Acupuntura, IBRAMPA.<br><sup>2</sup>Fisioterapeuta, Pós-graduando do Curso de Especialização em Cinesiologia, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS.<br><sup>3</sup>Fisioterapeuta, Mestranda em Ciências Médicas, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, UFRGS, Pós-graduanda do Curso de Especialização em Cinesiologia, UFRGS.<br><sup>4</sup>Fisioterapeuta, Mestre em Fisiologia Respiratória, Universidade Federal do Rio de Janeiro, UFRJ, Doutoranda em Medicina: Clínica Médica, UFRGS. Professora da Universidade Luterana do Brasil, Canoas, RS.<br><br><b>Resumo</b>: O procedimento cirúrgico do abdome contribui para disfunções na musculatura respiratória, em razão da dor e dos anestésicos utilizados, podendo resultar em complicações pulmonares. Este trabalho objetivou verificar a eficácia dá Estimulação Elétrica Nervosa Transcutânea (TENS) sobre a intensidade da dor, os volumes pulmonares e a força muscular respiratória no pós-operatório de cirurgia abdominal em paciente do sexo masculino, 55 anos, com doença pulmonar obstrutiva crônica, submetido à incisão vertical mediana para realização de laparotomia exploratória. Os instrumentos utilizados neste estudo foram escala análogo-visual (EAV), ventilômetro OHMEDA&reg;, manovacuômetro e TENS HTM convencional. Foi realizada avaliação no pré e pós-operatório, quando foram obtidos valores de EAV, ventilometria e manovacuometria. No pós-operatório, os mesmos parâmetros foram avaliados após uma hora de aplicação da TENS. O valor numérico da dor referida variou de 7 para 4, da condição de pré para a pós-aplicação da TENS. Da condição pós-operatória pré-TENS à pós-TENS, o paciente apresentou aumento de 3,5% do volume corrente (Vc), diminuição de 9,5% da freqüência respiratória (Fr) e de 6,34% do volume minuto (VM) e incremento de 33% da PImax e de 100% da PEmax. A utilização da TENS diminuiu a dor e melhorou os volumes pulmonares e a força muscular respiratória no pós-operatório de cirurgia abdominal.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>TENS, cirurgia abdominal, volumes pulmonares e força muscular respiratória.</i></p></font>";

texto[7][21] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>PREVALÊNCIA DE FATORES AMBIENTAIS ASSOCIADOS A QUEDAS EM IDOSOS RESIDENTES NA COMUNIDADE EM SÃO PAULO, SP</b></font><p align=justify>Ferrer, M. L. P.<sup>1,2</sup>, PelTacini, M. R.<sup>2</sup> e Ramos, L. R.<sup>3</sup><br><br><sup>1</sup>UniversidadeSão Francisco, Bragança Paulista, SP<br><sup>2</sup>Universidade Federal de São Paulo, São Paulo, SP<br><sup>3</sup>Centro de Estudos do Envelhecimento, Disciplina de Geriatria, Universidade Federal de São Paulo, São Paulo, SP<br><br><b>Resumo</b>: O objetivo deste estudo foi determinar a prevalência de fatores ambientais de risco para quedas em idosos que vivem na comunidade e sua associação com idosos que nunca caíram e com os que caem recorrentemente. Foi realizado um estudo transversal com 87 idosos com idade superior a 65 anos morando na comunidade e participantes de um estudo coorte prospectivo. Uma avaliação ambiental padronizada foi realizada nos domicílios de 53 idosos que caíram recorrentemente e de 34 idosos que nunca haviam caído. Foi observada alta prevalência de riscos ambientais nos domicílios dessa população: piso escorregadio (88,5%), presença de tapetes na sala (62%), armários inacessíveis na cozinha (87,4%) e ausência de iluminação noturna (44,8%). Não houve domicílio livre de riscos, sendo a média encontrada de 22 riscos/domicílio de 47 avaliados. Só houve associação entre riscos ambientais e idosos que caíram recorrentemente para a presença de interruptores de luz inacessíveis em todos os cômodos. Tapetes nos banheiros, presença de escadas com riscos e a atitude de subir em um banco para alcançar objetos foram mais prevalentes entre os idosos que nunca caíram. Os domicílios apresentam muitos riscos ambientais. Não foi encontrada associação importante entre a presença dos riscos e idosos que caíram. Idosos que nunca caíram parecem adotar com mais freqüência comportamentos de risco diante dos atributos ambientais.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>idosos, riscos, ambientais, quedas e domicílio.</i></p></font>";

texto[7][22] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>ANÁLISE DAS INTERVENÇÕES UTILIZADAS PARA A PROMOÇÃO DA MARCHA EM CRIANÇAS PORTADORAS DE PARALISIA CEREBRAL: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA DA LITERATURA</b></font><p align=justify>Chagas, P. S. C.<sup>1</sup>, Mancini, M. C.<sup>2</sup>, Barbosa, A. P.<sup>3</sup> e Silva, P. T. G.<sup>4</sup><br><br><sup>1</sup>Mestranda, Professora Auxiliar do Departamento de Fisioterapia, Faculdade de Medicina, Universidade Federal de Juiz de Fora, UFJF, Juiz de Fora, MG<br><sup>2</sup>Doutora em Ciências (Sc. D.), Professora Adjunto, Departamento de Terapia Ocupacional, Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional, Universidade Federal de Minas Gerais, UFMG, Belo Horizonte, MG<br><sup>3</sup>Fisioterapeuta<br><sup>4</sup>Fisioterapeuta<br><br><b>Resumo</b>: Com o aumento da produção científica em reabilitação, a literatura tem sido fonte de informação para profissionais que atuam nessa área, indicando procedimentos válidos e adequados a determinada situação clínica. O objetivo deste estudo foi realizar na literatura uma revisão sistemática de artigos científicos que investigaram os efeitos de diferentes tipos de abordagem terapêutica não-invasiya, visando à promoção da marcha em crianças portadoras de paralisia cerebral espástica. Foi realizada busca em diferentes bases eletrônicas de dados entre janeiro de 1995 e maio de 2003. Com base nos critérios de inclusão, sete estudos foram selecionados e realizada análise da qualidade da evidência por dois examinadores separadamente, utilizando a escala PEDro (índice de concordância Kappa K = 0,95). Os resultados foram discutidos centrando-se nos seguintes pontos: tipo de investigação metodológica utilizada, caracterização dos participantes dos estudos, descrição dos procedimentos terapêuticos e dos efeitos da intervenção e análise da informação fornecida pelos estudos relacionando efeitos terapêuticos com funcionalidade. Os resultados desta revisão sistemática poderão nortear a atuação clínica em paralisia cerebral, estimulando prática com base em evidências.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>paralisia cerebral, fisioterapia, eletroterapia, equoterapia/hipoterapia e marcha.</i></p></font>";

texto[7][23] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>TRANSPORTABILIDADE E VISCO ELASTICIDADE DO MUCO BRÔNQUICO, DE UM PACIENTE COM BRONQUIECTASIA, EXPECTORADO APÓS A TAPOTAGEM E O APARELHO FLUTTER-VRP1- ESTUDO DE CASO</b></font><p align=justify>Pires Neto R. C.<sup>2</sup>, Ramos, E. M. C.<sup>1</sup> e Ramos, D.<sup>1</sup><br><br><sup>1</sup>Departamento de Fisioterapia da UNESP, FCT, Presidente Prudente, SP<br><sup>2</sup>Fisioterapeuta graduado pela UNESP, FCT, Presidente Prudente, SP<br><br><b>Resumo</b>: O Flutter-VRP1 tem sido comparado a técnicas de higiene brônquica convencionais, O objetivo do efeito flutter nas vias aéreas é alterar as propriedades de viscoelasticidade do muco brônquico, facilitando sua remoção. Para verificar esse efeito foi realizado um estudo de caso no qual foram realizadas diferentes consultas de tratamento fisioterapêutico: tapotagem e Flutter-VRPl. Cada consulta era composta de três sessões da técnica selecionada. A viscoelasticidade foi mensurada utilizando viscosímetro duplocapilar e transportabilidade pela velocidade relativa no palato de rã e deslocamento na máquina simuladora da tosse. Observou-se que o muco expectorado após a tapotagem obteve maiores valores de viscosidade no decorrer das sessões e menores valores de transportabilidade do muco, tanto no palato quanto na máquina simuladora da tosse, do que o muco removido após Flutter-VRP1 Com estes achados pode-se inferir que neste estudo o Flutter-VRP1 alcançou o objetivo de fluidificar as amostras de muco, tornando-as menos viscosas e com melhor transportabilidade.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>muco, flutter, reologia, tapotagem e viscosímetro.</i></p></font>";

texto[7][24] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>ALTERAÇÕES DA CRONAXIA, DA REOBASE E DA ACOMODAÇÃO NO MÚSCULO ESQUELÉTICO DESNERV ADO SUBMETIDO À ELETROESTIMULAÇÃO</b></font><p align=justify>Russo, T. L.<sup>1</sup>, França, C. N.<sup>1</sup>, Castro, C. E. S.<sup>2</sup> e Salvini, T. F.<sup>2</sup><br><br><sup>1</sup>Alunos do Curso de Fisioterapia, Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, SP<br><sup>2</sup>Docentes do Departamento de Fisioterapia, Universidade Federal de São Carlos, São Carlos SP<br><br><b>Resumo</b>: O uso da eletroestimulação (EE) no tratamento das lesões nervosas periféricas é controverso. Este estudo avaliou a alteração da cronaxia, da reobase e da acomodação no músculo tibial anterior (TA) desnervado de ratos submetidos à EE. Quatro grupos de ratos foram divididos: TA desnervado com eletrodiagnóstico (ED) semanal (DSN+ED); TA desnervado com EE em dias alternados (DSN+EE+ED); TA direito desnervado (DSN); e TA inervado (INV). O eletrodiagnóstico do grupo DSN+EE+ED  forneceu os parâmetros da EE (20 contrações intensas com corrente monopolar, exponencial; período de pulso igual a 2 x o valor da cronaxia; freqüência de 20 Hz; amplitude em nível motor; e tempo ON 3,0 s e OFF 6,0 s). Após 4 semanas, nota-se, em todos os músculos desnervados, diminuição na reobase, caracterizando hiperexcitabilidade muscular. A reobase foi maior no músculo só desnervado (1 &plusmn; 0 mA), se comparada ao DSN+ED (0,5 &plusmn; 0 mA, p = 0,00006) e ao DSN+EE+ED (0,58 &plusmn; 0,19 mA, p = 0,0001). A cronaxia do grupo DSN+EE+ED foi melhor (4,06 &plusmn; 2,1 ms) se comparada aos grupos DNS+ED (8,4 &plusmn; 0,93 ms, p = 0,0006) e DSN (5,31 &plusmn; 0,53 ms, p = 0,045). A acomodação diminuiu nos grupos DSN+ED (0,75 &plusmn; 0,42 mA) e DSN+EE+ED (0,75 &plusmn; 0,6 mA), mantendo-se com valores próximos à pré-desnervação no grupo somente desnervado (DSN 1,8 &plusmn; 0,45 mA). Conclui- se que, embora a EE e o ED tenham atrasado a recuperação da reobase e da acomodação, sua utilização conjunta favoreceu a recuperação da cronaxia. Esse resultado indica o efeito benéfico no tratamento do músculo desnervado.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>eletroestimulação, músculo esquelético, desnervação, cronaxia, reobase e acomodação.</i></p></font>";


//TEXTOS VOLUME 8, NUMERO 3

texto[7][25] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>AVALIAÇÃO DA AMPLITUDE ELETROMIOGRÁFICA DO MÚSCULO DELTÓIDE EM DIFERENTES FAIXAS ETÁRIAS</b></font><p align=justify>Oliveira, A. S.<sup>1</sup>, Rodrigues, D.<sup>2</sup> e Bérzin, F.<sup>3</sup><br><br><sup>1</sup>Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo, FMRP/USP, Ribeirão Preto, São Paulo<br><sup>2</sup>Universidade Metodista de Piracicaba, UNIMEP, Piracicaba, São Paulo<br><sup>3</sup>Faculdade de Odontologia de Piracicaba, Universidade Estadual de Campinas, FOP/UNICAMP, Piracicaba, São Paulo<br><br><b>Resumo</b>: O objetivo deste trabalho foi estimar o padrão de ativação eletromiográfica das três porções do músculo deltóide, em diferentes faixas etárias, durante o movimento dinâmico de abdução do braço, realizado no plano escapular com variação da rotação axial do úmero. Participaram dessa pesquisa 20 voluntárias, sedentárias e destras, igualmente divididas em 2 grupos. O Grupo 1 com média de idade 24 (&plusmn;3) anos e o Grupo 2 com média de idade de 57 (&plusmn;10) anos. Os sinais EMG foram adquiridos com eletrodos ativos duplos diferenciais e freqüência de amostragem de 1 kHz. O sinal EMG bruto foi retificado, os envoltórios lineares foram obtidos pela média móvel de 250 ms e normalizados pela amplitude média do sinal retificado e pela amplitude de movimento. Para examinar os efeitos da faixa etária e das porções do músculo deltóide, os valores médios dos coeficientes de variação e os próprios envoltórios de cada uma das porções do músculo deltóide foram comparados por meio da análise de variância de dois fatores (ANOYA e two-way) e pós-teste de Bonferroni, com nível de significância de 5%. Os resultados deste estudo mostram que entre os grupos pesquisados, de diferentes faixas etárias, não há diferenças nos envoltórios lineares normalizados e nos valores de coeficientes de variação das três porções do músculo deltóide. Assim, os resultados indicam que a ativação elétrica das porções do músculo deltóide está presente durante todo o movimento de abdução, independente da rotação umera!, e que não há mudanças nas proporções de atividade mioelétrica esperadas entre as faixas etárias estudadas.<br><br><b>Palavras-chave: eletromiografia, músculo deltóide, abdução do braço, idade.</i></p></font>";

texto[7][26] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>ANÁLISE DO TORQUE ISOMÉTRICO E DA ATIVIDADE ELÉTRICA APÓS LESÃO MUSCULAR INDUZIDA POR EXERCÍCIO EXCÊNTRICO EM HUMANOS</b></font><p align=justify>Serrão, E. v.<sup>1</sup>, Foerster, B.<sup>2</sup>, Pedra, V. M.<sup>3</sup>, Tannús, A.<sup>2</sup> e Salvini, T. F.<sup>1</sup><br><br><sup>1</sup>Laboratório de Neurociências, Unidade de Plasticidade Muscular, Departamento de Fisioterapia, Universidade Federal de São Carlos, UFSCar, São Carlos<br><sup>2</sup>Grupo de Ressonância Magnética, Instituto de Física de São Carlos, Universidade de São Paulo, USP, São Carlos<br><sup>3</sup>Laboratório de Avaliação e Intervenção em Ortopedia e Traumatologia, Departamento de Fisioterapia, Universidade Federal de São Carlos, UFSCar, São Carlos<br><br><b>Resumo</b>: Este estudo avaliou e relacionou as alterações funcionais do músculo quadríceps femora) após lesão induzida pelo exercício excêntrico. O torque isométrico máximo médio desse músculo e a eletromiografia de superficie (raiz quadrada da média dos quadrados, roa! mean square.- RMS; freqÜência mediana - FM) dos músculos vasto medial oblíquo (VMO) e vasto lateral (VL) foram avaliados antes, imediatamente após e durante os 7 dias após o exercício excêntrico. As imagens de ressonância magnética nuclear (RMN) de três voluntárias foram usadas para evidenciar a presença de lesão muscular. Nove mulheres (21,7 &plusmn; 1,48 anos), sedentárias e saudáveis, foram avaliadas. A lesão foi induzida por meio de contrações isocinéticas excêntricas. O torque isométrico máximo médio e a atividade elétrica foram mensurados por meio da contração isométrica máxima com o joelho a 90° de flexão. O torque isométrico máximo médio diminuiu imediatamente após o exercício excêntrico (p &lt; 0,01), com recuperação gradual na primeira semana. O RMS do músculo VL diminuiu imediatamente após o exercício excêntrico (p &lt; 0,05). Por outro lado, somente no músculo VMO ocorreu aumento na FM imediatamente após o exercício excêntrico (p &lt; 0,01). Correlação significativa foi observada entre o torque isométrico máximo médio e a FM do músculo VMO entre o 1&ordm; e 7&ordm; dia após o exercício (r = -0,32, p &lt; 0,05). Extensas áreas de lesão no músculo quadríceps femoral foram identificadas pela RMN. Em conclusão, o exercício excêntrico diminuiu o torque isométrico máximo médio e alterou o sinal eletromiográfico, os quais se recuperaram gradualmente na primeira semana, apesar da presença de lesão muscular.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>lesão muscular, exercício excêntrico, EMG, torque isométrico, ressonância magnética nuclear.</i></p></font>";

texto[7][27] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>AJUSTE DA RIGIDEZ MUSCULAR VIA SISTEMA FUSO-MUSCULARGAMA: IMPLICAÇÕES PARA O CONTROLE DA ESTABILIDADE ARTICULAR</b></font><p align=justify>Fonseca, S. T.<sup>1</sup>, Ocarino, J. M.<sup>2</sup> e Silva, P. L. P.<sup>2</sup><br><br><sup>1</sup>Professor adjunto do Departamento de Fisioterapia da UFMG<br><sup>2</sup>Mestres em Ciências da Reabilitação, UFMG<br><br><b>Resumo</b>: Diversos estudos biomecânicos têm investigado a importância das propriedades mecânicas musculares para manutenção da estabilidade articular. A rigidez de um músculo ou articulação está relacionada à capacidade dessas estruturas de resistirem a perturbações. Inúmeros estudos têm demonstrado a importância de um ajuste dinâmico da rigidez para manutenção da estabilidade durante atividades funcionais. Dessa forma, um mecanismo neuromuscular que possibilite o ajuste contínuo da rigidez muscular permitiria a adaptação de um indivíduo à grande variabilidade de demanda de estabilização articular existente nos diversos tipos de atividades de vida diária e esportiva. Foi objetivo desta revisão discutir a adequação de um mecanismo de ajuste da rigidez via sistema fuso-musculargama para o controle da estabilidade articular. Há evidências de que esse sistema pode ser responsável por aumento na rigidez muscular e articular, o que resultaria em maior habilidade da articulação em resistir a perturbações. Esse mecanismo de ajuste utiliza informações êxtero e proprioceptivas para garantir adaptação às inesperadas e variadas demandas do ambiente, protegendo as articulações contra perturbações. O conhecimento dos mecanismos relacionados ao ajuste da rigidez e do papel desse mecanismo na estabilização articular seria relevante para Fisioterapia, uma vez que poderia embasar o desenvolvimento de técnicas de reabilitação que tenham por objetivo facilitar este ajuste de forma a melhorar a estabilidade funcional dos pacientes.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>rigidez, fuso muscular, estabilidade articular, co-contração.</i></p></font>";

texto[7][28] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>LESÃO E RECONSTRUÇÃO DO LCA: UMA REVISÃO BIOMECÂNICA E DO CONTROLE MOTOR</b></font><p align=justify>Fatarelli, L. F. c.<sup>1</sup>, Almeida, G. L.<sup>2,1</sup> e Nascimento, B. G.<sup>2</sup><br><br><sup>1</sup>Universidade Estadual de Campinas, InstitUto de Biologia, Departamento de Fisiologia e Biofisica<br><sup>2</sup>Universidade de Ribeirão Preto, Curso de Fisioterapia<br><br><b>Resumo</b>: Neste artigo, é apresentada uma revisão da literatura sobre as principais modificações e adaptações biomecânicas e dos mecanismos de controle motor decorrentes de lesão no ligamento cruzado anterior (LCA) e/ou de sua reconstrução cirúrgica. Inicialmente, são descritas a função mecânica do LCA e sua anatomia. Em seguida, é discutido como essa funcionalidade é modificada do ponto de vista dos fatores neuromusculares na presença de lesão e/ou reconstrução do LCA. São enfatizadas as modificações proprioceptivas nas respostas reflexas e na ordem de recrutamento e a quantidade e o padrão de atividade da musculatura do membro inferior. Essas mudanças nos padrões eletromiográficos são debatidas com base nas modificações biomecânicas causadas pela lesão do LCA. Em especial, é mostrado como as mudanças nos padrões eletromiográficos podem explicar as alterações observadas nos movimentos rotacionais e translacionais do joelho nessa população. Finalmente, é discutido o efeito dessas mudanças na cinemática dos movimentos nos padrões dos torques musculares na articulação do joelho.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>ligamento cruzado anterior, controle motor, biomecânica, revisão.</i></p></font>";

texto[7][29] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>AVALIAÇÃO DA VARIABILIDADE DA FREQÜÊNCIA CARDÍACA EM REPOUSO DE HOMENS SAUDÁVEIS SEDENTÁRIOS E DE HIPERTENSOS E CORONARIOPATAS EM TREINAMENTO FÍSICO</b></font><p align=justify>Novais, L. D.<sup>1,2</sup>, Sakabe, D. I.<sup>1</sup>, Takahashi, A. C. M.<sup>1</sup>, Gongora, H.<sup>1</sup>, Taciro, C.<sup>1</sup>, Martins, L. E. B.<sup>3</sup>, Oliveira, L.<sup>1</sup>, Silva, E.<sup>1,4</sup>, Gallo Jr., L.<sup>5</sup> e Catai, A. M.<sup>1</sup><br><br><sup>1</sup>Núcleo de Pesquisa em Exercício Físico, Departamento de Fisioterapia, UFSCar, São Carlos, SP, Brasil<br><sup>1</sup>Departamento de Fisioterapia, Faculdades Federais Integradas de Diamantina, FAFEID, Diamantina, Mo, Brasil<br><sup>3</sup>Laboratório de Fisiologia do Exercício, Faculdade de Educação Física, UNICAMP, Campinas, SP, Brasil<br><sup>4</sup>Faculdade de Ciências da Saúde, FACIS, UNIMEP, Piracicaba, SP, Brasil<br><sup>5</sup>Laboratório de Fisiologia do Exercício, Divisão de Cardiologia, Departamento de Clínica Médica, FMRP, USP, Brasil<br><br><b>Resumo</b>: O objetivo deste estudo foi avaliar e comparar a variabilidade da freqüência cardíaca (VFC) em repouso supíno e sentado de 10 homens de meia-idade saudáveis (SA), 9 hipertensos (HA) e 9 com infarto do miocárdio (1M), com idade média de 52, 62 e 56 anos, respectivamente. Os voluntários SA não praticavam atividade física freqüentemente e os voluntários HA e 1M participavam de um programa de treinamento físico aeróbio (TFA) há aproximadamente 3 anos. A freqüência cardíaca (FC) e os intervalos RR (iR-R - ms) foram coletados durante 900 s nas posições supina e sentada, e os voluntários foram orientados a manter-se em repouso. Para a análise dos dados de domínio do tempo (DT), foi utilizado o índice RMSSD dos iR-R (ms). Para o domínio da freqüência (DF), foi aplicado um modelo auto-regressivo e obtidas as bandas de freqüência muito baixa (MBF), baixa (BF) e alta (AF), sendo os componentes BF e AF expressos em unidades norm'.llizadas e na razão BF/AF. Foram utilizados os testes estatísticos não-paramétricos de Wilcoxon, de Kruskall-Wallis e <i>pos-hoc</i> de Dunn, O nível de signifcância foi de &alpha; = 5%. Não foram observadas diferenças estatisticamente significativas nos índices de VFC, avaliados no DT e no DF nas condições supino e sentado, nas comparações inter e intragrupo. Os resultados mostram que a ausência de diferenças entre os grupos estudados pode estar relacionada aos efeitos do TFA realizado pelos HA e 1M, comparativamente aos SA.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>variabilidade da freqüência cardíaca, sistema nervoso autônomo, hipertensão arterial, doença da artéria coronária.</i></p></font>";

texto[7][30] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>SAZONALIDADE E ASMA INFANTIL: IMPACTO EM INDICADORES FUNCIONAIS E RESPIRATÓRIOS</b></font><p align=justify>Mancini, M. c.<sup>1</sup>, Barbosa, A. P.<sup>2</sup>, Brandão, L. C. A.<sup>3</sup>, Sampaio, R. F.<sup>4</sup>, Britto, R. R.<sup>5</sup> e Megale, L.<sup>6</sup><br><br><sup>1</sup>Profa. Adjunta do Departamento de Terapia Ocupacional, Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional, EEFFTO, Universidade Federal de Minas Gerais, UFMG<br><sup>2,3</sup>Fisioterapeuta<br><sup>4,5</sup>Profa. Adjunta do Departamento de Fisioterapia, Escola de Educação Fisica, Fisioterapia e Terapia Ocupacional, EEFFTO, Universidade Federal de Minas Gerais, UFMG<br><sup>6</sup>Especialista, Prof. Assistente do Departamento de Pediatria, Faculdade de Medicina, Universidade Federal de Minas Gerais, UFMG, Neonatologista do Hospital Mater Dei, Belo Horizonte, MG<br><br><b>Resumo</b>: A asma é uma enfermidade crônica de alta incidência na população infantil e associada a elevadas taxas de hospitalização e de procura por serviços médicos. Diferenças ambientais decorrentes de variações sazonais podem estar relacionadas ao agravamento da doença. O objetivo deste estudo foi avaliar longitudinalmente o impacto da sazonalidade no perfi I respiratório e no desempenho de atividades funcIOnais de cnanças asmáticas de 1 a 4 anos. O estudo foI iniciado com 60 crianças alocadas em dois grupos (asma n = 30 e controle n = 30), cujos perfis funcional e respiratório foram avaliados em três estações: inverno, primavera e verão. As crianças asmáticas faziam parte do programa Criança que Chia, da prefeitura de Belo Horizonte, MG. Foram uti lizados um exame clínico sobre o perfil respiratório das crianças e um teste infantil padronizado (PEDI) para ava1iar o desempenho das mesmas em atividades de autocuidado, mobilidade e função social. Modelos mistos do teste MANOVA, testes ANOVA c contrastes pré-planejados compararam os grupos nas variáveis quantitativas e testes qui-quadrado examinaram a associação entre grupos e variáveIs respiratórias categóricas. Os resultados revelaram efeito signitlcativo das estações, com desempenho funcional inferior no inverno para as crianças de ambos os grupos, comparado às outras duas estações. Associações signitlcativas foram encontradas entre os grupos e a presença de sintomas respiratórios, sendo que as crianças asmáticas apresentaram maior freqÜência desses sintomas na primavera e no verão, quando comparadas com o grupo-controle. Apesar das diferenças observadas nos indicadores respiratórios, essas não se manifestaram no desempenho funcional das cnanças asmáticas, sugerindo que tais crianças apresentam desempenho semelhante às do grupo-controle nas variáveis funcionais estudadas.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>asma, desenvolvimento infantil, função, sazonalidade.</i></p></font>";

texto[7][31] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>CORRELAÇÃO ENTRE MÉTODOS DE AUTO-RELATO E TESTES PROVOCATIVOS DE AVALIAÇÃO DA DOR EM INDIVÍDUOS PORTADORES DE DISTÚRBIOS OSTEOMUSCULARES RELACIONADOS AO TRABALHO</b></font><p align=justify>Poletto, P. R., Gil Coury, H. J. C., Walsh, I. A. P. e Mattielo-Rosa, S. M.<br><br>Universidade Federal de São Carlos, Departamento de Fisioterapia, Pesquisa apoiada pela CAPES (bolsa de mestrado)<br><br><b>Resumo</b>: Os distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho (DORT) são responsáveis por grande parte dos afastamentos e pelos altos custos em indenizações. O diagnóstico dessas lesões é essencial porque direciona as decisões clínicas e legais a serem adotadas. Como a presença de dor é um elemento freqÜente nessa síndrome, sua avaliação é importante para caracterizá-Ia. Assim, o objetivo deste estudo foi comparar diferentes formas de avaliação da intensidade dolorosa nos DORT, a fim de identificar as que melhor expressam esses quadros. Foram avaliadas 134 mulheres trabalhadoras de linha de produção industrial, sendo selecionadas 77 com idade média de 33,5 + 6,6 anos que relataram dor decorrente de DORT em um questionário de anamnese. Utilizaram-st.: no estudo um roteiro para anamnese, uma escala semântica, uma escala numérica de avaliação da dor e exames de palpação manual e algometria de pressão. Os dados foram analisados por meio da correlação de Spearman. A correlação entre as escalas de dor foi estatisticamente significativa e boa (r = 0,62; p &lt; 0,05) e entre a algometria de pressão e a palpação manual também foi significativa, porém fraca. A associação entre os testes provocativos (algometria de pressão e palpação manual) e os métodos de relato da percepção dolorosa (escalas numérica e semântica de dor) também foi significativa, porém pobre (r = 0,25-0,44; p &lt; 0,05). Os resultados sugerem a pertinência da utilização associada de um método de relato de dor e um teste provocativo para melhor caracterização da dor nos DORT.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>LER/DORT, dor, palpação manual, escalas de dor, algometria de pressão.</i></p></font>";

texto[7][32] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>EFEITOS DE UM PROGRAMA DE ATIVIDADE FÍSICA NA POSTURA HIPERCIFÓTICA TORÁCICA, NA DORSALGIA E NA QUALIDADE DE VIDA DE MULHERES COM OSTEOPOROSE</b></font><p align=justify>Granito, R. N.<sup>1</sup>, Rennó, A. C. M.<sup>2</sup>, Aveiro, M. c.<sup>1</sup>, Navega, M. T.<sup>1</sup>, Driusso, P.<sup>3</sup> e Oishi, J.<sup>4</sup><br><br><sup>1</sup>Mestrandos do Programa de Pós-graduação em Fisioterapia da Universidade Federal de São Carlos<br><sup>2</sup>Doutorandos do Programa de Pós-graduação em Fisioterapia da Universidade Federal de São Carlos<br><sup>3</sup>Doutora pelo Programa de Pós-graduação em Ciências Fisiológicas da Universidade Federal de São Carlos<br><sup>4</sup>Professor Adjunto do Departamento de Estatística da Universidade Federal de São Carlos<br><br><b>Resumo</b>: O objetivo deste estudo foi avaliar os efeitos de um programa de exercícios na postura hipercifótica torácica, na dorsalgia e na qualidade de vida de mulheres com osteoporose. Sujeitos: 16 mulheres, com idade entre 65 e 75 anos. Os voluntários foram submetidos a uma avaliação física e a uma avaliação do grau de cifose e responderam a questionários para avaliar a dorsalgia, o Br-MPQ, e a qualidade de vida, o OPAQ. O programa foi composto de três sessões por semana (com I hora de duração cada), durante 12 semanas. Os dados foram analisados estatisticamente pelo teste não-para métrico de Wilcoxon. Foram observadas diferenças significativas (p = 0,05) no grau de cifose (de 58,19° &plusmn; 14,83° na avaliação para 55° &plusmn; 13,26° na reavaliação), diminuição significativa na dorsalgia e melhora significativa da qualidade de vida. Os resultados encontrados permitem concluir que o programa de exercícios foi eficiente para melhorar a postura (com diminuição do grau de cifose), reduzir a dorsalgia e melhorar a qualidade de vida das mulheres osteoporóticas. Este estudo atingiu seu objetivo de desenvolver um programa de exercícios eficiente para melhorar alguns dos problemas fisicos presentes em indivíduos osteoporóticos.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>osteoporose, hipercifose torácica, dorsalgia, qualidade de vida, atividade física.</i></p></font>";

texto[7][33] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>DESENVOLVIMENTO MOTOR DE LACTENTES PRÉ-TERMO PARTICIPANTES DE UM PROGRAMA DE INTERVENÇÃO FIS I OTERAPÊUTI CA PRECOCE</b></font><p align=justify>Formiga, C. K. M. R.<sup>1</sup>, Pedrazzani, E. S.<sup>2</sup> e Tudella, E.<sup>3</sup><br><br><sup>1</sup>Fisioterapeuta, Mestre em Educação Especial pela UFSCar, Profa. da Universidade Estadual de Goiás, UEG<br><sup>2</sup>Enfermeira, Professora Doutora do Programa de Pós-graduação em Educação Especial da UFSCar, SP<br><sup>3</sup>Fisioterapeuta, Professora Doutora do Departamento de Fisioterapia da UFSCar, SP<br><br><b>Resumo</b>: O objetivo do presente estudo foi avaliar a evolução do desenvolvimento motor de lactentes pré-termo participantes de um programa de intervenção precoce com e sem treinamentos dos pais. Participaram do estudo 8 lactentes pré-termQ (idade gestacional média de 32 semanas e idade cronológica média de 3 meses e 6 dias) e suas famílias. Os participantes foram divididos em dois grupos: 4 lactentes participaram do grupo intervenção com orientação e treinamento dos pais (grupo experimental - GE) e 4 lactentes participaram do grupo intervenção sem orientação e treinamento dos pais (grupo-controle - GC). Os bebês foram avaliados pela Alberta Infant Motor Scale durante quatro meses, considerando os comportamentos motores nas seguintes subescalas: prona, supina, sentada e em pé. Os resultados demonstraram que os bebês do GE obtiveram melhor evolução dos comportamentos avaliados em relação ao Gc. Pode-se afirmar que a participação dos pais, associada ao programa de intervenção fisioterapêutica aplicado, beneficiou significativamente o desenvolvimento motor dos bebês estudados.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>desenvolvimento motor, lactente pré-termo, fisioterapia, intervenção precoce.</i></p></font>";

texto[7][34] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>EFEITOS DO FORTALECIMENTO MUSCULAR E SUA RELAÇÃO COM A ATIVIDADE FUNCIONAL E A ESPASTICIDADE EM INDIVÍDUOS HEMIPARÍ_TICOS</b></font><p align=justify>Junqueira, R. T., Ribeiro, A. M. B. e Scianni, A. A.<br><br>Pontificia Universidade Católica de Minas Gerais, Centro Clínico de Fisioterapia<br><br><b>Resumo</b>: Avaliar o impacto de um programa de fortalecimento muscular na atividade funclOnal e na espasticidade em indivíduos hemiparéticos. Dez sujeitos hemiparéticos foram submetidos a um protocolo de fortalecimento muscular global, associado a treino de tarefas específicas em nível ambulatorial durante 6 semanas. Avaliaram-se espasticidade (escala de Ashworth), força muscular (teste muscular manual), atividade funcional (Motor Assessment Scale - MAS) e teste de velocidade da marcha de 10m. Todos os indivíduos apresentaram melhora significativa da atividade funcional, demonstrada pela escala de avaliação motor a (MAS), da velocidade da marcha de 10m e também da força muscular. Não se observou aumento do tônus muscular em nenhum dos indivíduos (p  &lt; 0,05). O programa de fortalecimento muscular e treino de tarefas específicas promoveu melhora na produção de força e na atividade funcional, sem que houvesse aumento da espasticidade. Sugere-se a implementação deste programa para a melhora da atividade funcional do indivíduo hemiparétlco.<br><br><b>Palavras-chave</b>: fortalecimento muscular, atividade funcional, espasticidade, hcmiparesia.</i></p></font>";

texto[7][35] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>GRAVIDADE DA PARALISIA CEREBRAL E DESEMPENHO FUNCIONAL</b></font><p align=justify>Mancini, M. c.<sup>1</sup>, Alves, A. C. M.<sup>2</sup>, Schaper, c.<sup>2</sup>, Figueiredo, E. M.<sup>3</sup>, Sampaio, R. F.<sup>4</sup>, Coelho, Z. A. C.<sup>5</sup> e Tirado, M. G. A.<sup>6</sup><br><br><sup>1</sup>Doutora em Ciências (Sc.D.), Profa. Adjunta, Departamento de Terapia Ocupacional, Escola de Edtlcação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional, Universidade Federal de Minas Gerais, UFMG, Belo Horizonte, MG<br><sup>2</sup>Terapeuta Ocupacional<br><sup>3</sup>Doutora em Ciências (Sc.D.), Profa. Adjunta do Departamento de Fisioterapia, Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional, Universidade Federal de Minas Gerais, UFMG, Belo Horizonte, MG<br><sup>4</sup>Doutora em Saúde Pública (Ph.D.), Profa. Adjunta do Departamento de Fisioterapia, Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional, Universidade Federal de Minas Gerais, UFMG, Belo Horizonte, MG<br><sup>5</sup>Mestre em Ciências da Reabilidação, Profa. Assistente do Departamento de Terapia Ocupacional, Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional, Universidade Federal de Minas Gerais, UFMG, Belo Horizonte, MG<br><sup>6</sup>Doutora em Demografia (Ph.D.), Profa. Adjunta do Programa de Mestrado em Ciências da Reabilitação, Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional, Universidade Federal de Minas Gerais, UFMG, Belo Horizonte, MG<br><br><b>Resumo</b>: A paralisia cerebral (PC) é um distúrbio do movimento e da postura que resulta de lesão cerebral não-progressiva ocorrida no período inicial do desenvolvimento infantil, podendo apresentar sintomatologia variada, que caracteriza a gravidade do comprometimento neuromotor. Embora a literatura disponibilize evidências sobre a gravidade do comprometimento neuromotor desse grupo clínico, informações sobre a manifestação funcional das diferentes categorias de gravidade na capacidade e na independência da criança para realizar atividades do seu cotidiano não estão bem documentadas. O objetivo deste estudo foi comparar o impacto da gravidade neuromotora ao perfil funcional das crianças portadoras de Pc. Trinta e seis crianças portadoras de paralisia cerebral com níveis de comprometimento neuromotor leve, moderado ou grave classificados pelo GMFCS foram avaliadas pelo teste PEDI, que informa sobre as habilidades funcionais e a independência da criança nas áreas de autocuidado, mobilidade e função social. A análise de dados incluiu o modelo MANOVA para comparar os três grupos de gravidade e as variáveis referentes às habilidades funcionais e à independência. Quando diferenças significativas foram encontradas nas variáveis testadas, testes paramétricos (ANOVA) e de comparação múltipla post-hoc (Scheffé) foram utilizados para caracterizar as diferenças entre duas médias no que se refere à magnitude e sentido. Os resultados revelam que crianças com comprometimento moderado apresentam repertório funcional (habilidades de autocuidado e função social) semelhante às de gravidade leve e independência semelhante às graves. Resultados deste estudo ilustram a manifestação de diferentes categorias de gravidade de PC e a influência do ambiente em áreas específicas do desempenho funcional dessas crianças. Tais resultados poderão nortear profissionais que trabalham com essa clientela a definirem desfechos clínicos adequados.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>função, paralisia cerebral, gravidade, reabilitação, PEDI.</i></p></font>";

texto[7][36] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>INFLUÊNCIA DO BAIXO PESO AO NASCER SOBRE O DESEMPENHO MOTOR DE LACTENTES A TERMO NO PRIMEIRO SEMESTRE DE VIDA</b></font><p align=justify>Santos, D. C. c.<sup>1</sup>, Campos, D.<sup>1</sup>, Gonçalves, V. M. G.<sup>2</sup>, Mello, B. B. A.<sup>3</sup>, Campos, T. M.<sup>4</sup> e Gagliardo, H. G. R. G.<sup>3</sup><br><br><sup>1</sup>Programa de Pós-graduação em Fisioterapia, FACIS-UNIMEP<br><sup>2</sup>Departamento de Neurologia, Pós-graduação em Ciências Médicas, FCM-UNICAMP<br><sup>3</sup>Centro de Estudos e Pesquisas em Reabilitação &quot;Gabriel Porto&quot;, FCM-UNICAMP<br><sup>4</sup>Pós-graduação em Ciências Médicas FCM-UNICAMP; Universidade São Francisco<br><br><b>Resumo</b>: Este estudo teve por objetivo verificar a repercussão do baixo peso ao nascer (BPN) no desempenho motor, no primeiro semestre de vida, de lactentes nascidos a termo, pequenos para a idade gestacional (PIG), comparando esses com um grupo-controle nascido com peso adequado para a idade gestacional (AIG). Para verificar a influência do BPN sobre o desenvolvimento motor, foram excluídas da amostra a prematuridade e as patologias diagnosticadas ao nascimento. Tratou-se de um estudo de corte seccional e duplo-cego, no 3&ordm; e no 6&ordm; mês de vida. O desempenho motor foi mensurado com a Alberta Infant Motor Scale, a qual classifica os lactentes em uma curva de desenvolvimento, que varia entre o percentil 5 e 90. Para comparar os grupos foi utilizado o teste F para as variâncias e o teste t para as médias (nível de significância fixado em 5%). No 3&ordm; mês, o grupo PIG apresentou percentil médio inferior ao grupo AlG, no entanto, tal diferença não foi significativa. No 62 mês, o percentil médio do grupo AIG foi maior que o do grupo PIG, com diferença significativa (p &lt; 0,05). Ambos os grupos de lactentes apresentaram instabilidade na aquisição da motricidade e percentil médio inferior ao grupo normativo canadense (50%). Concluiu-se, então, que o peso de nascimento pode ter influenciado a performance motora dos grupos, favorecendo o grupo Alo. Os resultados contribuirão para o diagnóstico precoce de alterações motoras, bem como para o conhecimento dos fatores de risco para o desenvolvimento infantil.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>lactente, baixo peso ao nascer, desenvolvimento infantil, desenvolvimento motor.</i></p></font>";

texto[7][37] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>O IMPACTO DA DOENÇA DE PARKINSON NA QUALIDADE DE VIDA: UMA REVISÃO DE LITERATURA</b></font><p align=justify>Camargos, A. C. R.<sup>1</sup>, Cópia, F. C. Q.<sup>1</sup>, Sousa, T. R. R.<sup>1</sup> e Goulart, F.<sup>2</sup><br><br><sup>1</sup>Fisioterapeutas, Especialistas em Fisioterapia Neurológica, Departamento de Fisioterapia, Universidade Federal de Minas Gerais<br><sup>1</sup>Ph.D, Professora Adjunta do Departamento de Fisioterapia, Universidade Federal de Minas Gerais<br><br><b>Resumo</b>: A doença de Parkinson (DP) é uma enfermidade crônica de caráter progressivo que acomete um em cada mil indivíduos e apresenta características que afetam a qualidade de vida (QV) dessas pessoas. O objetivo desta revisão é descrever e discutir fatores encontrados na literatura que influenciam a QV dos portadores de tal patologia. Tem sido destacado que o foco de tratamento de indivíduos com DP deve ser a manutenção da QV e, para isso, a avaliação sistemática do paciente é imprescindível. Tal avaliação tem sido realizada por meio de instrumentos de medida genéricos, específicos ou por uma combinação de ambos. A DP apresenta sinais e sintomas que afetam a QV do indivíduo nos aspectos físico, mental/emocional, social e econômico. Os sinais e sintomas mais encontrados na literatura e que apresentam maior relevância são: bradicinesia, tremor, rigidez, instabilidade postural, distúrbios da marcha, dor, fadiga, depressão, distúrbios cognitivos e sexuais. Além disso, a limitação social e a sobrecarga econômica são fatores que também afetam diretamente a QV desses indivíduos. É importante destacar a relação entre todos os aspectos citados, embora as dimensões física e mental/emocional pareçam ser as mais relevantes, uma vez que podem ser as responsáveis pelo desenvolvimento de outras limitações. Sendo assim, qualquer programa de tratamento para indivíduos portadores da DP deve buscar minimizar as limitações decorrentes da progressão da doença e procurar contribuir para a melhora da QV dos portadores de tal enfermidade.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>doença de Parkinson, qualidade de vida, instrumentos de medida, fisioterapia.</i></p></font>";

texto[7][38] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>ANÁLISE DO PERFIL DO PACIENTE PORTADOR DE DOENÇA OSTEOMUSCULAR RELACIONADA AO TRABALHO (DORT) E USUÁRIO DO SERVIÇO DE SAÚDE DO TRABALHADOR DO SUS EM BELO HORIZONTE</b></font><p align=justify>Garcia, V. M. D.<sup>1</sup>, Mazzoni, C. F.<sup>2</sup>, Corrêa, D. F.<sup>3</sup> e Pimenta, R. U.<sup>4</sup><br><br><sup>1</sup>Bacharel em Fisioterapia, PUC-MG, e Especialista em Reabilitação Músculo-esquelética e Desportiva, UGF; Belo Horizonte, MG, Brasil<br><sup>2</sup>Coordenadora do curso de Pós-graduação em Ergonomia, PUC-MG, Belo Horizonte, MG, Brasil<br><sup>3</sup>Bacharel em Fisioterapia, PUC-MG, Belo Horizonte, MG, Brasil<br><sup>4</sup>Bacharel em Fisioterapia e Especialista em Reabilitação Cardiopulmonar, PUC-MG, Belo Horizonte, MG, Brasil<br><br><b>Resumo</b>: O presente trabalho pretende descrever o perfil do paciente portador de DORT atendido pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em Belo Horizonte. Conhecê-I o é de fundamental importância, pois essas patologias são responsáveis por cerca de 85% dos afastamentos do trabalho, além de causarem grandes impactos psicológicos e socioeconômicos. Realizou-se o levantamento de 145 prontuários de pacientes do Centro de Referência de SaÚde do Trabalhador (CERSAT), no período de 1998 a 2001. Dados como sexo, faixa etária, escolaridade, profissão, situação de trabalho e diagnósticos foram analisados. Os resultados apontam que as DORT acometem mais às mulheres entre 21 e 50 anos de idade com baixo grau de escolaridade. Dados importantes foram observados no item &quot;diagnósticos&quot;, pois estes têm-se mostrado inconclusivos, impedindo intervenção fisioterápica adequada. Constatou-se, contudo, que as tendinites continuam sendo as mais freqüentes (49%) e que as tenossinovites, as epicondilites e a fibromialgia têm aumentado nos últimos anos, sendo que, na maioria dos casos, os pacientes chegam ao tratamento em fases avançadas. Essa situação é um problema de saÚde pÚblica e tem trazido prejuízos aos trabalhadores, tomando evidente a importância de conhecer as necessidades dos pacientes e de oferecer-Ihes tratamento mais adequado.<br><br><b>Palavras-chave</b>: saúde ocupacional, DORT, epidemiologia, fisioterapia.</i></p></font>";

texto[7][39] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>EFEITOS DA HIDROCINESIOTERAPIA NA PRESSÃO ARTERIAL E NAS MEDIDAS ANTROPOMÉTRICAS EM MULHERES HIPERTENSAS</b></font><p align=justify>Arca, E. A.<sup>1</sup>, Fiorelli, A.<sup>2</sup> e Rodrigues, A. C.<sup>3</sup><br><br>Universidade do Sagrado Coração, USC, Rua Irmã Arminda, 10-50, Bairro Jardim Brasil, CEP 17011-160, Bauru, SP<br><sup>1,2</sup>Professores do Curso de Fisioterapia da Universidade do Sagrado Coração e Mestres em Saúde Coletiva<br><sup>3</sup>Professor Associado do Departamento de Ciências Biológicas FOB/USP, Bauru<br><br><b>Resumo</b>: A hipertensão arterial é considerada problema de saÚde não apenas em países desenvolvidos, mas também no Terceiro Mundo, sendo um dos principais fatores de risco para a doença cardiovascular. O propósito deste estudo foi verificar os efeitos de um programa de hidrocinesioterapia na pressão arterial e nas medidas antropométricas de mulheres hipertensas. A pressão arterial e as variáveis antropométricas foram analisadas antes e depois do programa de hidrocinesioterapia, que teve a duração de 10 semanas. Uma sessão típica era dividida em 4 etapas: I - Aquecimento, II - Alongamento, III - Atividades aeróbias e IV - Relaxamento. Os dados obtidos foram analisados utilizando-se o teste de Wilcoxon para amostras dependentes, nível de significância de 5%. Verificou-se diferença estatística significativa pré e pós-tratamento na pressão arterial sistólica (PAS) (redução de 5 mmHg) e na pressão arterial diastólica (PAD) (redução de 10 mmHg) (p &lt; 0,0001), porém não houve diferença significativa no peso corporal, na circunferência de cintura e na circunferência de quadril (p &gt; 0,05). Conclui-se que o programa de hidrocinesioterapia contribuiu para a redução da PAS e da PAD, porém não produziu modificações nas medidas antropométricas durante o período estudado.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>hipertensão arterial, hidrocinesioterapia, atividade física.</i></p></font>";

//TEXTOS VOLUME 9
//NUMERO 1
texto[8][0] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>FUNDAMENTAÇÃO TEÓRICA PARA IONTOFORESE</b></font><p align=justify>Oliveira, A. S.<sup>1</sup>,  Guaratini, M.I.<sup>2</sup> e Castro, C. E. S.<sup>3</sup><br><br><sup>1</sup>Universidade de São Paulo, FMRP/USP, Ribeirão Preto, SP, Brasil<br><sup>2</sup>Centro Universitário Barão de Mauá, Ribeirão Preto, Centro Universitário Central Paulista, UNICEP, São Carlos, SP, Brasil<br><sup>3</sup>Universidade Federal de São Carlos, UFSCar, São Carlos, SP, Brasil<br><br><b>Resumo</b>:<br>Contexto: A iontoforese é uma técnica não invasiva de administração de agentes iônicos terapêuticos que utiliza corrente elétrica para prover uma maneira controlada de aumentar a transferência.<br>Objetivo: Apresentar uma perspectiva histórica e os principais fundamentos teóricos envolvidos na transferência por iontoforese, a fim de incentivar o fisioterapeuta à prática racional e à investigação científica.<br>Métodos: O artigo foi elaborado como uma revisão da literatura relativa aos fundamentos para iontoforese. Resultados: São descritos os termos relativos à instrumentação, os mecanismos de transferência, a estimativa de penetração iônica e os principais fatores que influenciam a técnica.<br>Conclusão: A iontoforese constitui uma alternativa para potencializar a transferência de substâncias ionizáveis, garantindo níveis de concentração superiores à difusão passiva não facilitada pela corrente elétrica, suficientes para desencadear os efeitos terapêuticos desejados.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>iontoforese, fisioterapia, aplicação medicamentosa transdermal.</p></i></font>";

texto[8][1] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>ANÁLISE CINÉTICA E CINEMÁTICA DAS ARTICULAÇÕES DO QUADRIL E JOELHO DURANTE A ATIVIDADE DE STEP EM SUJEITOS IDOSOS</b></font><p align=justify>Kirkwood, R. N.<sup>1</sup>, Culham, E. G.<sup>2</sup> e Costigan, P.<sup>3</sup><br><br><sup>1</sup>Universidade Federal de Minas Gerais, Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional, Departamente de Fisioterapia, Belo Horizonte, Minas Gerais, Brasil<br><sup>2</sup>School of Rehabilitation Therapy, Faculty of Health Sciences, Queen's University, Kingston, Ontario, K7L 3N6, Canada<br><sup>3</sup>School of Physical and Health Education, Queen's University, Kingston, Ontario, K7L 3N6, Canada<br><br><b>Resumo</b>:<br>Contexto: O exercício com o step é uma atividade aeróbica normalmente indicada em programas de reabilitação para idosos. O efeito biomecânico desse exercício nas articulações do quadril e do joelho de pessoas idosas ainda não foi estudado.<br>Objetivo: Quantificar a cinemática e a cinética do quadril e do joelho em três dimensões durante a atividade de step em participantes acima de 55 anos de idade.<br>Método: Dados de 9 participantes (média de 64,8 anos) foram coletados. Os dados foram obtidos por meio do sistema Optotrak acoplado a uma plataforma de força e de raios-X padronizados para determinar com precisão os centros de rotação das articulações e dados antropométricos. A altura do step era de 16 cm e estava localizado em frente à plataforma de força.<br>Resultados: As articulações de quadril e joelho geraram maiores momentos internos de força abdutora de 0,66 Nm/kg e 0,29 Nm/ kg, respectivamente. O trabalho total realizado pelo quadril foi de 0,257 J/kg e pelo joelho, de 0,180 J/kg. Desse.total, 74% do trabalho do quadril e 94,4% do joelho foram realizados no plano sagital. Na articulação do quadril também foi observado um trabalho considerável no plano frontal (24%).<br>Conclusões: Nossos resultados sugerem que a atividade com step exige mais da articulação do quadril. Essas informações são importantes, pois permitem o desenvolvimento de programas específicos na reabilitação e mesmo na prevenção de patologias em idosos. O conhecimento da cinemática e da cinética de atividades como o step pode ajudar a clínicos e fisioterapeutas a entenderem melhor a biomecânica de cada articulação do membro inferior.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>biomecânica, step, articulação do quadril, articulação do joelho, idosos, atividade física.</p></i></font>";

texto[8][2] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>FATORES ASSOCIADOS À ALTERAÇÃO DA MOBILIDADE EM IDOSOS RESIDENTES NA COMUNIDADE</b></font><p align=justify>Maciel, A. C. C.<sup>1</sup> e Guerra, R. O.<sup>2</sup><br><br><sup>1</sup>Hospital Universitário Ana Bezerra, Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Santa Cruz, RN<br><sup>2</sup>Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Centro de Ciências da Saúde, Departamento de Fisioterapia, UFRN, Petrópolis, RJ<br><br><b>Resumo</b>:<br>Contexto: Alterações na mobilidade são problemas comuns entre os idosos, as quais levam à limitação na realização das atividades da vida diária. Neste contexto, a intervenção fisioterapêutica objetiva melhorar a funcionalidade e controle da deambulação, suficiente para tornar o idoso seguro e que lhe permita independência. Porém, para que ocorra uma intervenção precisa e eficaz, é necessário conhecer os idosos que são mais vulneráveis e quais os fatores que estão associados àquelas alterações.<br>Objetivo: Analisar a influência de fatores sociodemográficos, físicos e mentais sobre a mobilidade de idosos residentes no município de Santa Cruz, RN, Brasil. Metodologia: A amostra foi constituída de 310 idosos, aos quais foi aplicado teste &quot;timed get up and go&quot;. A análise estatística foi feita mediante o teste do Qui-quadrado de Pearson, na análise bivariada, seguida de regressão logística binária na análise multivariada, com a respectiva odds ratio (OR).<br>Resultados: Encontrou-se uma prevalência de 53,9% de idosos com alteração da mobilidade, e na análise multivariada verificou-se associação com a idade acima de 75 anos (p = 0,000), má percepção de saúde (p = 0,006) e o déficit cognitivo (p = 0,018).<br>Conclusão: Conclui-se que a identificação de fatores associados aos distúrbios da marcha é de fundamental importância para o planejamento da atuação fisioterapêutica.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>idoso, mobilidade, envelhecimento, comunidade.</p></i></font>";

texto[8][3] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>AVALIAÇÃO DOS NÍVEIS DE DOR APÓS SESSÕES DE ULTRA-SONOTERAPIA EM PACIENTES CIRÚRGICOS CARDIOV ASCULARES</b></font><p align=justify>Coertjens, P. C.<sup>1</sup>, Coertjens, M.<sup>2</sup>, Bemardes, C.<sup>1</sup>, Prati, F. A. de M.<sup>1</sup> e Sá, S. L. R. de<sup>1</sup><br><sup>1</sup>Rede Metodista de Educação, Instituto Porto Alegre (RME/IPA), Porto Alegre, RS<br><sup>2</sup>Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Laboratório de Pesquisa do Exercício (UFRGS/LAPEX)<br><br><b>Resumo</b>:<br>Contexto: O ultra-som é um exemplo de recurso utilizado pelos fisioterapeutas para obtenção de analgesia em diversos casos de reabilitação. Entretanto, na literatura não há um consenso quanto à real eficácia desse tipo de procedimento no processo reabilitativo. Não foram encontrados relatos da utilização desse recurso no tratamento de pacientes cardíacos pós-operatórios.<br>Objetivo: Verificar a eficácia da ultra-sonoterapia na diminuição dos níveis de dor e do tempo de permanência pós-operatório durante a reabilitação de pacientes que realizaram revascularização do miocárdio por meio da abordagem de esternotomia mediana. Método: A amostra foi composta por oito pacientes divididos em dois grupos: Tratamento e Placebo, cujo tratamento de reabilitação consistiu de 5 procedimentos de ultra-sonoterapia em modo pulsado, com freqüência de 3 MHz, intensidade de 0,2 W/cm<sup>2</sup> regime de pulso a 20%, durante 5 minutos por sessão, duas vezes por dia. Foram avaliados os níveis de dor por meio da escala de Borg para dor CR10, após o 1º, 3º e 5º procedimentos, nas situações de repouso e movimento, além do tempo de permanência no pós-operatório. Os dados foram analisados por meio da estatística descritiva e do teste de comparação de médias Mann-Whithey (Wilcoxon W).<br>Resultados: Foram encontrados menores níveis de dor em repouso, em movimento e no tempo de permanência pós-operatório (dias) no grupo Tratamento (6 &plusmn; 0,81) em comparação com o grupo Placebo (7 &plusmn; 0,81), sem apresentarem diferenças estatisticamente significativas (p &gt; 0,05).<br>Conclusões: Mesmo não sendo significativas, as diferenças encontradas podem representar relativa diminuição nos custos hospitalares, assim como aumento na qualidade de vida dos pacientes esternotomizados.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>terapia por ultra-som, dor, revascularização miocárdica, cirurgia, reabilitação, avaliação.</p></i></font>";

texto[8][4] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>ESTUDO DAS PROPRIEDADES REOLÓGICAS DO MUCO BRÔNQUICO DE PACIENTES SUBMETIDOS A TÉCNICAS DE FISIOTERAPIA RESPIRATÓRIA</b></font><p align=justify>Martins, A. L. P., Jamami, M. e Costa, D.<br><br>Programa de Pós-graduação em Fisioterapia, Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, SP, Brasil<br><br><b>Resumo</b>:<br>Objetivo: Analisar amostras de muco brônquico de pacientes com hipersecreção brônquica submetidos à higiene brônquica (HB), sendo avaliadas as propriedades reológicas, o volume expectorado e o índice de purulência (IP) do muco.<br>Método: O protocolo de HB constou de inalação, drenagem postural, tapotagem, aumento do fluxo expiratório e uso do aparelho Flutter<sup>&reg;</sup>. Foi coletado muco expectorado de 9 pacientes antes e após cada sessão de HB. O muco coletado foi conservado a -20°C. As medidas reológicas foram realizadas no reômetro Dynamic Stress Rheometer AR1000N, com a ferramenta placa paralela, deformação constante de 0,01 Pa, na faixa de freqüência de 1 a 20 Hz, a 37ºC. Foram obtidos valores de G\’ (módulo elástico), G\" (módulo viscoso), &eta;\' (viscosidade dinâmica) e &eta;\* (viscosidade complexa), sendo utilizados para a análise estatística não-paramétrica (p= 0,05) os valores observados nas freqüências de 1,2, 16 e 20 Hz.<br>Resultados: Os parâmetros reológicos G’ e &eta;* caíram significativamente no 2º e no 3º dia de tratamento em relação ao pré-tratamento em todas as freqüências. O volume de muco obtido no pré-tratamento foi significativamente menor se comparado aos outros. O IP reduziu significativamente no 3º dia e mostrou relação de dependência com parâmetros reológicos do muco coletado no 1º e no 2º dia, sendo a mais alta a 20 Hz, com G” (r = 0,91).<br>Conclusão: Considerando os resultados obtidos, sugerimos que houve melhora no perfil reológico do muco coletado após intervenção fisioterapêutica.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>muco, hipersecreção, Fisioterapia Respiratória, viscoelasticidade, reologia.</p></i></font>";

texto[8][5] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>UTILIZAÇÃO DO SISTEMA DVIDEOW NA ANÁLISE CINEMÁTICA DO ALCANCE MANUAL DE LACTENTES</b></font><p align=justify>Carvalho, R. P.<sup>1</sup>, Tudella, E.<sup>1</sup> e Barros, R. M. L.<sup>1</sup><br><br><sup>1</sup>Departamento de Fisioterapia, Universidade Federal de São Carlos<br><sup>2</sup>Faculdade de Educação Física, Unicamp<br><br><b>Resumo</b>:<br>Contexto: A análise cinemática tem sido utilizada como método de avaliação para aumentar os conhecimentos sobre a aquisição e o desenvolvimento do alcance manual em lactentes.<br>Objetivo: Definir e divulgar uma metodologia utilizando o sistema Dvideow para coleta de dados e análise do movimento de alcance manual em lactentes.<br>Métodos: Quatro lactentes com idade de 4 a 6 meses (5 &plusmn; 0,816) serviram como modelos para a adaptação dessa metodologia. A condição experimental consistiu na apresentação de um brinquedo, na altura dos ombros dos lactentes. As avaliações foram filmadas e analisadas pelo sistema Dvideow. Foram testados o número e a localização das câmeras e dos iluminadores, além do posicionamento e tamanho dos marcadores.<br>Resultados: Foi necessário utilizar, no mínimo, 3 câmeras digitais. A fim de possibilitar uma análise simultânea de ambos os membros superiores, uma das câmeras foi posicionada atrás e acima dos lactentes, enquanto duas outras foram colocadas nas laterais direita e esquerda. Para garantir a reflexão dos marcadores, foi necessário iluminar o lactente indiretamente, pois a luz direta interferia em seu comportamento. Marcadores esféricos de 0,5 em proporcionaram maior precisão durante a análise. Os resultados obtidos foram apresentados de acordo com a trajetória linear e angular de 10 alcances avaliados.<br>Conclusão: Essa metodologia permite a análise cinemática do movimento de lactentes, a qual pode ser extremamente útil para a compreensão do alcance de lactentes saudáveis.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>Dvideow, cinemática, alcance, lactente.</p></i></font>";

texto[8][6] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>O IMPACTO DE UM PROGRAMA DE ATIVIDADE FÍSICA NA QUALIDADE DE VIDA DE PACIENTES COM DOENÇA DE PARKINSON</b></font><p align=justify>Rodrigues de Paula Goulart, F.<sup>1</sup>, Barbosa, C. M.<sup>2</sup>, Silva, C. M.<sup>2</sup>, Teixeira-Salmela, L.<sup>1</sup> e Cardoso, F.<sup>3</sup><br><br><sup>1</sup>Fisioterapeutas, Ph.D, Professoras Adjuntas do Departamento de Fisioterapia, UFMG<br><sup>1</sup>Acadêmicas do Curso de Fisioterapia, UFMG<br><sup>3</sup>Médico, Ph.D, Professor Adjunto do Departamento de Clínica Médica, UFMG<br><br><b>Resumo</b>:<br>Introdução: A doença de Parkinson (DP) é uma doença crônico-degenerativa do sistema nervoso central que afeta 1 em cada 1.000 pessoas acima de 65 anos e 1 em cada 100 acima de 75 anos. Indivíduos com DP apresentam bradicinesia, tremor, rigidez, diminuição da força muscular e da aptidão física, alterações cognitivas, tendência ao isolamento e depressão. Tais alterações favorecem o sedentarismo, a dependência e a piora na qualidade de vida (QV).<br>Objetivos: Avaliar o impacto de um programa de fortalecimento muscular é condicionamento aeróbio na função e na QV de parkinsonianos.<br>Métodos: Dezoito indivíduos classificados nos estágios 1 a 3 da escala Hoehn e Yahr e com idade de 60,94 &plusmn; 10,35 anos participaram do programa, 3 vezes por semana, durante 12 semanas. A avaliação clínico-funcional foi realizada por meio da Unified Parkinson’s Disease Rate Scale (UPDRS) e a QV, pelo Nottingham Health Profile (NHP). A UPDRS avaliou a atividade mental, comportamento e humor; atividades de vida diária (AVD); e as atividades motaras. O NHP avaliou a QV, considerando o bem-estar físico, social e emocional.<br>Resultados: Observou-se melhoras significativas nas AVD (p = 0,004), nas atividades mo taras (p = 0,009), na UPDRS total (p = 0,007) e na percepção da QV (p = 0,001). Houve correlação significativa entre o ganho obtido na UPDRS total e o obtido no NHP (r = 0,61; P = 0,01) e entre o ganho na dimensão AVD com o do NHP (r = 0,82; P = 0,01).<br>Conclusão: Este estudo mostrou que o programa utilizado teve impacto positivo na melhora da QV de parkinsonianos leve a moderadamente afetados.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>doença de Parkinson, qualidade de vida, fisioterapia, força muscular, condicionamento aeróbio, ganhos clínico-funcionais.</p></i></font>";

texto[8][7] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>AVALIAÇÃO DA PROPRIOCEPÇÃO DO JOELHO EM INDIVÍDUOS PORTADORES DE DISFUNÇÃO FEMOROPATELAR</b></font><p align=justify>Lobato, D. F. M.<sup>1</sup>, Santos, G. M.<sup>1</sup>, Coqueiro, K. R. R.<sup>1</sup>, Mattiello-Rosa, S. M. G.<sup>1</sup>, Terruggi-Junior, A.<sup>1</sup>, Bevilaqua-Grossi, D.<sup>2</sup>, Mattiello-Sverzut, A. C. M.<sup>2</sup>, Bérzin, F.<sup>3</sup>, Soares, A. B.<sup>4</sup> e Monteiro-Pedro, V.<sup>1</sup><br><br><sup>1</sup>Laboratório de Avaliação e Intervenção em Ortopedia e Traumatologia, Departamento de Fisioterapia, Universidade Federal de São Carlos<br><sup>2</sup>Departamento de Biomecânica e Medicina do Aparelho Locomotor, Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, FMRP/USP<br><sup>3</sup>Departamento de Morfologia, Faculdade de Odontologia de Piracicaba, FOP/UNICAMP<br><sup>4</sup>Departamento de Engenharia Elétrica, Universidade Federal de Uberlândia<br><br><b>Resumo</b>:<br>Objetivo: Avaliar a propriocepção do joelho de indivíduos portadores de disfunção femoropatelar (DFP) e de indivíduos-controle em dinamômetro isocinético.<br>Método: Foram selecionados 20 sujeitos do sexo feminino, sendo 10 (22,5 &plusmn; 2,3 anos) portadores de DFP unilateral sem sintomatologia dolorosa (grupo DFP) e 1O (21,3 &plusmn; 1,7 anos) clinicamente normais (grupo N). As voluntárias, sentadas na cadeira do dinamômetro isocinético e com os olhos vendados, realizaram três reposicionamentos ativos para três diferentes ângulos-alvo (30, 45 e 60 graus) de flexão do joelho. As variáveis estudadas foram o ângulo de reposicionamento ativo do joelho e os erros absoluto e relativo em relação a cada ângulo-alvo avaliado.<br>Resultados: O teste t evidenciou que não houve diferença significativa na média dos reposicionamentos ativos (P<sub>30°</sub> = 0,33; P<sub>45°</sub> = 0,39; e P<sub>60°</sub> = 0,96) entre os grupos DFP e controle. Além disso, a análise de variância (ANOVA) não mostrou diferença significativa, tanto na média do erro absoluto (p = 0,66) quanto na média do erro relativo (p = 0,81) entre os diferentes ângulos-alvo de flexão do joelho.<br>Conclusão: Nas condições experimentais utilizadas, os dados do presente estudo não evidenciaram déficit proprioceptivo em relação ao senso de posição articular entre os grupos DFP e controle.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>propriocepção, disfunção femoropatelar, senso de posição articular, isocinética.</p></i></font>";

texto[8][8] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>POSTURAS DO OMBRO DURANTE EXAME ULTRA-SONOGRÁFICO UTILIZANDO DIFERENTES TRANSDUTORES</b></font><p align=justify>Oliveira, A. B.<sup>1</sup>, Sato, T. O.<sup>1</sup>, Paschoarelli, L. C.<sup>2</sup> e Gil Coury, H. J. C.<sup>3</sup><br><br><sup>1</sup>Programa de Pós-graduação em Fisioterapia, Universidade Federal de São Carlos<br><sup>2</sup>Professor Doutor da Universidade Estadual Paulista, Departamento de Desenho Industrial<br><sup>3</sup>Professora Titular do Departamento de Fisioterapia, Universidade Federal de São Carlos<br><br><b>Resumo</b>:<br>Contexto: A alta incidência de lesões no ombro na população em geral faz com que medidas preventivas sejam necessárias. Algumas atividades ocupacionais apresentam fatores de risco para o desenvolvimento dessas lesões, como a atividade do médico ultra-sonografista. Dentre os riscos existentes no ambiente de trabalho dos ultra-sonografistas está o uso de transdutores que requerem manuseio repetitivo em posturas às vezes extremas. Diante disso pressupõe-se que o redesenho do transdutor, a partir de princípios ergonômicos, possa melhorar a postura do membro superior. No entanto, um redesenho objetivando a melhoria de posturas em uma articulação não deve gerar problemas em outra.<br>Objetivo: Verificar se o redesenho de transdutores de ultra-sonografia (US) que visam à melhoria de posturas do punho implicaria em alguma alteração no movimento de abdução do ombro, assim como, descrever as amplitudes desse movimento durante exames simulados de ultra-sonografia diagnóstica.<br>Método: 11 sujeitos simularam a tarefa de US utilizando dois transdutores comerciais e dois redesenhos ergonômicos. Foram fixados marcadores em pontos anatômicos para que a determinação da amplitude de abdução do ombro fosse realizada por meio da fotometria. Amplitudes foram comparadas por diferença por meio da análise de variância (ANOVA).<br>Resultados: Foram identificadas amplitudes extremas para o movimento de abdução do ombro com o uso dos quatro transdutores analisados. Os resultados mostraram ainda que não houve diferença significativa (p &gt; 0,05) na amplitude de abdução do ombro direito quando os sujeitos manusearam os diferentes transdutores, indicando a necessidade de mudanças ergonômicas no posto de trabalho do ultra-sonografista.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>prevenção, distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho, ultra-sonografia, redesenho de ferramentas, ombro, fotogrametria.</p></i></font>";

texto[8][9] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>EFEITO DE DUAS TÉCNICAS DE ALONGAMENTO MUSCULAR DOS ISQUIOTIBIAIS NA AMPLITUDE DE EXTENSÃO ATIVA DO JOELHO E NO PICO DE TORQUE</b></font><p align=justify>Vieira, W. H. B.<sup>1</sup>, Valente, R. Z.<sup>1</sup>, Andrusaitis, F. R.<sup>1</sup>, Greve, J. M. A.<sup>1</sup> e Brasileiro, J. S.<sup>2</sup><br><br><sup>1</sup>lnstituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, IOT, HC, FMUSP<br><sup>2</sup>Universidade Federal do Rio Grande do Norte, UFRN<br><br><b>Resumo</b>:<br>Contexto: Os exercícios de alongamento são amplamente utilizados na fisioterapia. No entanto, seus reais benefícios não estão completamente esclarecidos.<br>Objetivo: O propósito deste estudo foi investigar o efeito do alongamento dos isquiotibiais na amplitude de movimento de extensão ativa do joelho e no pico de torque desse grupo muscular. <br>Método: Participaram da pesquisa 14 indivíduos de ambos os sexos, com idade média de 22,92 &plusmn; 0,9 anos, sedentários, os quais foram submetidos a 5 ciclos de alongamentos diários, com 30 segundos cada, por um período de três semanas. Foram utilizados dois protocolos de alongamento: o primeiro grupo (G1), representado pelos membros inferiores direitos dos indivíduos, utilizou a técnica FNP sustentar-relaxar, enquanto o segundo (G2), constituído pelos membros inferiores esquerdos, realizou manobras passivas/estáticas. Para a avaliação da ADM utilizou-se um goniômetro universal e para o pico de torque, um dinamômetro isocinético da marca Cybex - 6000. A análise estatística foi realizada por meio dos testes ANOVA e post-hoc de Dunn\’s, considerando o nível de significância &le; 5%.<br>Resultados: Observou-se aumento na ADM em ambos os grupos: de 149 &plusmn; 14° para 162 &plusmn; 11° (p &lt; 0,01) para o Gl e de 148 &plusmn; 14° para 162 &plusmn; 11° (p &lt; 0,01) para o G2. No entanto, não houve diferença entre os grupos. Ocorreu aumento significativo no torque dos membros do grupo G1 após a aplicação da técnica de alongamento do tipo FNP a 60°/s (de 89 &plusmn; 36 Nm para 96 &plusmn; 40 Nm) e a 240°/s (de 59 &plusmn; 24 Nm para 68 &plusmn; 27 Nm) - p &lt; 0,01. Por outro lado, não houve diferença estatisticamente significativa no torque dos membros do G2.<br>Conclusões: Esses dados sugerem que o programa de alongamento muscular utilizando a técnica contrair-relaxar pode influenciar na ADM e no torque muscular. Entretanto, a técnica de alongamento estático/passivo produziu ganhos apenas na ADM.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>flexibilidade, isquiotibiais, pico de torque, amplitude de movimento (ADM).</p></i></font>";

texto[8][10] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>COMPARAÇÃO ENTRE PROTOCOLOS DE EXAUST ÃO E DE 30 SEGUNDOS UTILIZADOS NA AVALIAÇÃO DA FADIGA ELETROMIOGRÁFICA DOS MÚSCULOS ERETORES DA ESPINHA</b></font><p align=justify>Barbosa, F. S. S. e Gonçalves, M.<br><br>Laboratório de Biomecânica, Departamento de Educação Física, Universidade Estadual Paulista, UNESP, Campus de Rio Claro<br><br><b>Resumo</b>:<br>Contexto: A dor lombar tem demonstrado relação com a baixa resistência isométrica dos músculos eretores da espinha, resultante da fadiga muscular. Por esse motivo, testes direcionados à avaliação dessa variável têm sido propostos. Entretanto, fatores subjetivos não relacionados à fadiga muscular podem ser responsáveis por interferência nos resultados desses testes.<br>Objetivo: Verificar se a identificação da fadiga dos músculos eretores da espinha a partir de um teste de resistência isométrica realizado até a exaustão (TRI) é reproduzida no mesmo teste, mas com duração de 30 segundos (T30). Nove voluntários saudáveis realizaram a extensão isométrica do tronco contra cargas de 5%, 10%, 15% e 20% da carga máxima. Foi captada a atividade eletromiográfica do músculo multífido bilateralmente. A fadiga muscular foi identificada por meio do coeficiente angular resultante da correlação entre os valores de Root Mean Square e de tempo, o qual, sendo positivo, revelou que a atividade eletromiográfica aumentou em função do tempo, indicando, assim, o desenvolvimento da fadiga muscular.<br>Resultados: Os resultados demonstraram que apenas o T30 foi capaz de demonstrar a fadiga do músculo multífido.<br>Conclusão: A partir dos resultados obtidos, recomenda-se a realização do teste proposto, o qual é suficiente para identificar a fadiga do músculo multífido ao mesmo tempo em que otimiza sua execução, exigindo menos tempo para a avaliação e minimizando, assim, interferências resultantes da condução de testes desse tipo até a exaustão, como motivação, medo e dor.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>biomecânica, eletromiografia, coluna vertebral, fadiga muscular, dor lombar, protocolos clínicos.</p></i></font>";

texto[8][11] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>CONFIABILIDADE DE UM MODELO DE AVALIAÇÃO PARA PORTADORES DE LER/DORT: A EXPERIÊNCIA DE UM SERVIÇO PÚBLICO DE SAÚDE</b></font><p align=justify>Pinto, P. R.<sup>1</sup>, Moraes, G. c.<sup>1</sup> e Minghini, B. v.<sup>2</sup><br><br><sup>1</sup>Aprimoramento em Saúde do Trabalhador do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo<br><sup>2</sup>Supervisão do Setor de Fisioterapia do Centro de Referência em Saúde do Trabalhador da Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo<br><br><b>Resumo</b>:<br>Contexto: Lesões por esforços repetitivos (LER) ou distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho (DORT) reúnem um conjunto de afecções musculoesqueléticas que muitas vezes apresentam difícil tratamento. Diferentes abordagens terapêuticas vêm sendo oferecidas pelos serviços de saúde e a necessidade de avaliá-las torna essencial a adoção de instrumentos de avaliação adequados.<br>Objetivo: testar a confiabilidade interobservadores do exame físico e verificar a correlação entre os achados físicos e a capacidade funcional dos pacientes avaliados.<br>Método: A ficha de avaliação proposta foi aplicada a 25 portadores de LER/DORT e incluiu critérios clássicos da avaliação fisioterapêutica, índice de amplitude articular para a mensuração funcional das amplitudes de movimento (ADM) e um questionário sobre atividades de vida diária. A concordância dos examinadores para os testes especiais e ADM foi verificada por meio de estatística descritiva, ICC e teste Kappa. A correlação entre exame físico e capacidade funcional foi analisada por meio do coeficiente de Spearman.<br>Resultados: Verificou-se boa confiabilidade interobservadores para os testes especiais, exceto para o teste de Adson modificado, e para as mensurações das ADM. Correlação moderada foi observada entre os achados físicos e o grau de capacidade funcional.<br>Conclusões: O modelo de avaliação proposto reúne testes especiais confiáveis, com exceção do teste de Adson modificado, mensurações de ADM mais rápidas em razão do uso de estimativa visual e uma análise funcional que complementa os achados do exame físico, possibilitando avaliação mais abrangente dos pacientes com dor crônica.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>avaliação, LER/DORT, confiabilidade, testes especiais, amplitudes de movimento, capacidade funcional.</p></i></font>";

texto[8][12] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>AVALIAÇÃO ISOCINÉTICA DA FUNÇÃO MUSCULAR DO QUADRIL E DO TORNOZELO EM IDOSOS QUE SOFREM QUEDAS</b></font><p align=justify>Pinho, L.<sup>1</sup>, Dias, R. C.<sup>2</sup>, Souza, T. R.<sup>3</sup>, Freire, M. T. F.<sup>3</sup>, Tavares, C. F.<sup>3</sup> e Dias, J. M. D.<sup>2</sup><br><br><sup>1</sup>Professora do Centro Universitário Newton Paiva; Mestre em Ciências da Reabilitação pela UFMG<br><sup>2</sup>Professores Adjuntos do Departamento de Fisioterapia da Universidade Federal de Minas Gerais; Doutores em Ciências da Reabilitação pela Universidade Federal de São Paulo<br><sup>2</sup>Bolsistas de Iniciação Científica; Alunos de graduação em Fisioterapia, Universidade Federal de Minas Gerais<br><br><b>Resumo</b>:<br>Objetivo: Analisar o impacto da função muscular dos membros inferiores sobre as quedas em uma população de idosos.<br>Métodos: Os participantes foram 30 idosos, 14 que não haviam sofrido quedas e 16 que já haviam sofrido quedas nos últimos 6 meses, selecionados aleatoriamente no ambulatório de geriatria de um hospital universitário. Todos foram submetidos à avaliação demográfica e clínica e ao teste de função muscular no Dinamômetro Isocinético Biodex. Os avaliadores não foram informados sobre o grupo a que pertencia cada idoso até o final do estudo. Foram feitas análises estatísticas descritivas para todas as variáveis e para a comparação entre os grupos foram utilizados o test t-Student, Mann-Whitney, Qui-quadrado ou teste exato de Fisher, no nível de significância &alpha; &lt; 0,05.<br>Resultados: Em relação à função muscular do tornozelo, os idosos que já caíram apresentaram menor potência média (p variando entre 0,005 e 0,001), menor trabalho proporcional ao peso corporal (p variando entre 0,046 e 0,028) e menor pico de tarque proporcional ao peso corporal (p = 0,023). Para a articulação do quadril não houve diferenças estatisticamente significativas entre os grupos em nenhuma das variáveis testadas.<br>Conclusões: Idosos que já caíram apresentaram menores valores de pico de tarque, trabalho proporcional ao peso corporal e potência média para a articulação de tornozelo em relação aos que não caíram. Não houve diferenças estatisticamente significativas para a função muscular do quadril. Nossos achados mostram que na abordagem fisioterapêutica do idoso é necessário incluir exercícios de fortalecimento para o tornozelo, contribuindo para a prevenção de quedas.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>idosos, quedas, função muscular - quadril e tornozelo, dinamometria isocinética.</p></i></font>";

texto[8][13] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>COMPARAÇÃO DO ALINHAMENTO ANATÔMICO DE MEMBROS INFERIORES ENTRE INDIVÍDUOS SAUDÁVEIS E INDIVÍDUOS COM TENDINOSE PATELAR</b></font><p align=justify>Mendonça, L. D. M.<sup>1</sup>, Macedo, L. G.<sup>1</sup>, Fonseca, S. T<sup>1,2</sup> e Silva, A. A.<sup>1</sup><br><br><sup>1</sup>Laboratório de Prevenção e Reabilitação de Lesões Esportivas (LAPREV), Centro de Excelência Esportiva (CENESP), Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)<br><sup>2</sup>Departamento de Fisioterapia, Escola de Educação Física, Fisioterapia e Terapia Ocupacional, Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG)<br><br><b>Resumo</b>:<br>Contexto: A tendinose é uma condição degenerativa do tendão causada por estresse excessivo, que pode evoluir para uma ruptura total. Alterações do alinhamento patelar e/ou anormalidades estruturais do pé são consideradas fatores de risco para tendinose patelar, entretanto, não foram demonstradas relações entre essas alterações e a patologia.<br>Objetivo: Examinar diferenças nos alinhamentos da patela, do retropé e do antepé entre grupos com tendinose patelar e de indivíduos saudáveis (controle).<br>Métodos: Foram avaliados 28 sujeitos, sendo 14 com tendinose patelar e 14 controle. Os ângulos Quadriciptal, de McConnell e de Amo e o alinhamento de retropé e antepé foram medidos com goniômetro bilateralmente. Análises de variâncias foram utilizadas na análise de dados.<br>Resultados: O grupo com tendinose patelar apresentou valores do ângulo de Amo significativamente maiores quando comparados com o grupo-controle (p = 0,0125). Esse aumento foi encontrado tanto no membro inferior envolvido como no não envolvido. Foi observada a presença de valores significativamente maiores do varismo de antepé do membro inferior não envolvido do grupo com tendinose patelar, quando comparado com o lado envolvido (p = 0,0027). Não foram encontradas diferenças em relação às outras medidas.<br>Conclusão: O grupo com tendinose patelar apresentou aumento bilateral do ângulo de Amo e maior varismo de antepé no membro inferior não envolvido, revelando possível papel dessas alterações no surgimento da tendinose patelar.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>tendão, tendinopatia, biomecânica, degeneração.</i></p></font>";

texto[8][14] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>A INFLUÊNCIA DA ESTIMULAÇÃO ELÉTRICA FUNCIONAL ASSOCIADA AO TREINAMENTO EM ESTEIRA COM SUPORTE PARCIAL DE PESO NA MARCHA DE HEMIPARÉTICOS</b></font><p align=justify>Lindquist, A. R R.<sup>1</sup>, Silva, I. A. B.<sup>1</sup>, Barros, R M. L.<sup>2</sup>, Mattioli, R.<sup>1</sup> e Salvini, T. F.<sup>1</sup><br><br><sup>1</sup>Laboratório de Neurociências, Departamento de Fisioterapia, Universidade Federal de São Carlos, UFSCar<br><sup>2</sup>Departamento de Educação Motora, Faculdade de Educação Física, UNICAMP<br><br><b>Resumo</b>:<br>Objetivo: Avaliar os efeitos do treino em esteira elétrica com suporte parcial de peso associado à estimulação elétrica funcional na marcha de sujeitos hemiplégicos por meio da análise de variáveis espaço-temporais.<br>Método: Para tal propósito foi utilizado o sistema A<sub>1</sub>-B-A<sub>2</sub> , no qual A<sub>1</sub> e A<sub>2</sub> correspondem ao treinamento em esteira elétrica com suporte parcial de peso e B, ao mesmo treinamento associado à estimulação elétrica funcional. Participaram deste estudo dois pacientes hemiparéticos crônicos que foram submetidos a treinamento durante 45 minutos, três vezes por semana durante 9 semanas. Ambos os sujeitos foram classificados no nível 3 da Escala de Avaliação Motora. Para a análise dos dados foi utilizado o sistema de videogrametria Digital Video for Biomechanics for Windows (Dvideow). Os dados foram analisados estatisticamente por meio dos testes ANOVA e post hoc Duncan.<br>Resultados: Os resultados mostraram redução na duração do ciclo em ambos os sujeitos após a segunda fase de treinamento de 2,9 para 2,3 s e de 2,3 para 1,9 s nos respectivos sujeitos (p = 0,05). A cadência aumentou de 20,8 para 27,7 e de 26,4 para 31,4 passos/mino (p &le; 0,05) e a velocidade também aumentou após a fase de treinamento com SPP e eletroestimulação de 0,4 para 0,5 e de 0,16 para 0,21 m/s (p &le; 0,05).<br>Conclusão: O treinamento em esteira elétrica com suporte parcial de peso associado à estimulação elétrica funcional foi mais eficaz na melhora dos parâmetros espaço-temporais da marcha de sujeitos hemiplégicos que o treinamento com suporte de peso corporal.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>hemiparesia, marcha, suporte parcial de peso, estimulação elétrica funcional.</i></p></font>";


//TEXTOS VOLUME 9
//NÚMERO 2

texto[8][15] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>SÍNDROME DO TÚNEL DO CARPO</b></font><p align=justify>Karolczak, A. P. B.<sup>1</sup>, Vaz, M. A.<sup>1</sup>, Freitas, C. R.<sup>1</sup> e Medo, A. R. C.<sup>2</sup><BR><BR><sup>1</sup>Escola de Educação Física, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS, Brasil<br><sup>1</sup>Hospital de Clínicas de Porto Alegre, Faculdade de Medicina, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, RS, Brasil<br><br><b>Resumo</b>:<br>Introdução: A síndrome do túnel do carpo (STC) é a neuropatia de maior incidência no membro superior e consiste na compressão do nervo mediano no interior do túnel do carpo. Atualmente, essa alteração neuromuscular tem atingido um número de pessoas cada vez maior, principalmente trabalhadores que desempenham atividades de intensa movimentação do punho. Uma série de estudos tem procurado investigar a fisiopatologia, o diagnóstico e o tratamento para a STC. No entanto, os mecanismos neuromusculares envolvidos em seu desenvolvimento ainda não são totalmente compreendidos, o que dificulta um diagnóstico mais sensível e capaz de detectar inclusive a presença de dupla compressão (coluna cervical e túnel do carpo), assim como o tratamento adequado.<br>Objetivos: Em função disso, os objetivos desta revisão de literatura são revisar os principais estudos que descrevem a fisiopatologia da STC, os principais métodos de seu diagnóstico e as principais formas de seu tratamento e apontar possíveis lacunas nessa área de estudo e os aspectos que ainda necessitam de um maior aprofundamento.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>síndrome do túnel do carpo, fisiopatologia, diagnóstico, tratamento.</p></i></font>";

texto[8][16] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>LESÕES DESPORTIVAS EM PRATICANTES DE ATIVIDADE FÍSICA: UMA REVISÃO BIBLIOGRÁFICA</b></font><p align=justify>Simões, N. V. N.<br><br>Departamento de Fisioterapia - Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, SP, Brasil<br><br><b>Resumo</b>:<br>Introdução: Esta revisão da literatura aborda a controvertida temática da relação entre atividade física, lesões desportivas e saúde a partir de uma perspectiva teórica que permite compreender não só a natureza de cada uma dessas três categorias como também os tipos de associações estabelecidas entre elas.<br>Conclusão: A introdução desse assunto é útil a fisioterapeutas, professores de Educação Física, dirigentes técnicos e atletas por trazer informações pertinentes para ajudar a resolver problemas próprios da área de atuação, com destaque para os males advindos dos danos desportivos ocorridos durante a prática de atividade física, mesmo que o objetivo desta seja obter a saúde.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>atividade física, lesão desportiva, saúde, prevenção, cuidados.</p></i></font>";

texto[8][17] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>APLICAÇÃO DA CLASSIFICAÇÃO INTERNACIONAL DE FUNCIONALIDADE, INCAPACIDADE E SAÚDE (CIF) NA PRÁTICA CLÍNICA DO FISIOTERAPEUTA</b></font><p align=justify>Sampaio, R. F.<sup>1</sup>, Mancini, M. C.<sup>2</sup>, Gonçalves, G, G. P.<sup>3</sup>, Bittencourt, N. F. N.<sup>3</sup>, Miranda, A. D.<sup>3</sup> e Fonseca, S. T.<sup>1</sup><br><br><sup>1</sup>Departamento de Fisioterapia, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, MG, Brasil<br><sup>2</sup>Departamento de Terapia Ocupacional, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, MG, Brasil<br><sup>3</sup>Fisioterapeutas<br><br><b>Resumo</b>:<br>Inlrodução: A Organização Mundial de Saúde publicou a Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF), em 2001, que reflete a mudança de uma abordagem baseada na doença para enfatizar a funcionalidade como um componente da saúde.<br>Objetivo: Analisar a aplicabilidade clínica desse modelo e a importância da CIF para o fisioterapeuta brasileiro.<br>Método: Avaliação fisioterapêutica de três pacientes com lombalgia crônica, no contexto da CIF.<br>Resultados: O paciente A relatou dor em grau três, prejudicando a qualidade do sono e algumas atividades de vida diária, não apresentou restrição na participação social e encontrava-se levemente satisfeito com a vida. O indivíduo B relatou dor graduada como quatro, chegando a nove no trabalho, limitação na participação social, principalmente restrições ao lazer, e mostrou-se levemente insatisfeito com a vida. O indivíduo C apresentou dor constante e de grau cinco, a lombalgia impactava negativamente seu trabalho e lazer. Este indivíduo mostrou-se extremamente insatisfeito com sua vida.<br>Conclusão: O estudo mostrou que uma mesma patologia diagnosticada em diferentes indivíduos não causará necessariamente as mesmas repercussões funcionais, daí a necessidade de os profissionais envolvidos na reabilitação centrarem suas avaliações e intervenções no paciente, baseando-se no modelo da CIF como ferramenta para a descrição e a classificação de todo o processo saúde-doença.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>Classificação Internacional de Funcionalidade, Incapacidade e Saúde (CIF), fisioterapia, lombalgia crônica.</p></i></font>";

texto[8][18] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>ESTUDO DOS PICOS DE TORQUE CONCÊNTRICO E EXCÊNTRICO DOS ROTADORES MEDIAIS E LATERAIS DO OMBRO DE ATLETAS DO PÓLO AQUÁTICO</b></font><p align=justify>Campos, T. F., Petrone, K. C. O., Navega, M. T., Renner, A. F. e Mattiello-Rosa, S. M.<br><br>Departamento de Fisioterapia da Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, SP, Brasil<br><br><b>Resumo</b>:<br>Contexto: O ombro é a região mais comprometida nos jogadores de pólo aquático. As lesões que ocorrem têm como fator predisponente um desequilíbrio entre os músculos do manguito rotador durante o arremesso, principalmente pela sobrecarga excêntrica.<br>Objetivo: Analisar os valores de pico de torque concêntrico e excêntrico e a relação de torque entre os movimentos de rotações lateral e medial do ombro, nos membros de arremesso e contralateral, em atletas do pólo aquático.<br>Método: Participaram deste estudo 12 atletas de pólo aquático do sexo masculino e com idade média de 20,8 &plusmn; 1,7 anos. O teste isocinético foi realizado no modo concêntrico e excêntrico, no dinamômetro BiodexII<sup>&reg;</sup>, nas velocidades de 60°/s e 150°/s. Os dados foram analisados por meio do teste t de Student, com nível de significância p &lt; 0,05.<br>Resultados: Os valores encontrados mostraram que houve diferenças estatísticas no pico de torque dos músculos rotadores mediais para ambos os membros em ambas as velocidades na contração concêntrica. Na contração excêntrica houve diferenças estatísticas apenas para o membro de arremesso em ambas as velocidades, sendo maiores para os músculos raladores mediais. Na relação entre o pico de torque dos músculos rotadores laterais e mediais houve diferença significativa na contração excêntrica, em ambos os membros, apenas na velocidade de 60°/s.<br>Conclusão: Os resultados apontaram desequilíbrio muscular nas contrações concêntrica e excêntrica entre pares de músculos do manguito rotador, no ombro de jogadores de pólo aquático, sendo mais evidenciado na contração excêntrica, principalmente no membro de arremesso.<br><br><b>Palavras-chave: <i>ombro, isocinético, manguito rotador, pólo aquático.</p></i></font>";

texto[8][19] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>AVALIAÇÃO DOS FATORES DE CO-MORBIDADE E SUA RELAÇÃO COM A QUALIDADE DE VIDA EM PACIENTES PORTADORES DE DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA</b></font><p align=justify>Kawakami, L.<sup>1</sup>, Martins, A. L. P.<sup>1</sup>, Jamami, M.<sup>2</sup> e Costa, D.<sup>2</sup><br><br><sup>1</sup>PPG-UFSCar, São Carlos, SP, Brasil<br><sup>2</sup>Departamento de Fisioterapia, Laboratório de Espirometria e Eletromiografia, UFSCar, São Carlos, SP, Brasil<br><br><b>Resumo</b>:<br>Contexto: A doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) acarreta déficits físicos e funcionais, podendo influenciar na qualidade de vida dos pacientes, e os fatores de co-morbidade podem potencializá-los.<br>Objetivos: Avaliar a existência de fatores de co-morbidade na qualidade de vida dos pneumopatas.<br>Métodos: Foram aplicados dois questionários, de qualidade de vida Short-Form 36 e de co-morbidades, em 63 pacientes portadores de DPOC, detectada pela espirometria, e em 10 voluntários sem problemas respiratórios (grupo-controle).<br>Resultados: Constatou-se que os pacientes com DPOC apresentavam maior número de co-morbidades que os do grupo-controle. As doenças mais freqüentes encontradas foram a insônia e a hipertensão arterial sistêmica, sendo que a maioria dos pacientes com DPOC apresentava mais de uma co-morbidade (84%) e quanto maior o número de co-morbidades pior era a qualidade de vida.<br>Conclusão: A co-morbidade é um fator relevante na qualidade de vida dos pacientes com DPOC.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>co-morbidade, qualidade de vida, doença pulmonar obstrutiva crônica.</p></i></font>";

texto[8][20] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>AVALIAÇÃO DA FORÇA MUSCULAR RESPIRATÓRIA NO TERCEIRO TRIMESTRE DE GESTAÇÃO</b></font><p align=justify>Lemos, A.<sup>1</sup>, Caminha, M. A.<sup>2</sup>, Melo Jr., E. F.<sup>3</sup> e Dornelas de Andrade, A.<sup>4</sup><br><br><sup>1</sup>Faculdade Integrada do Recife (FIR), Recife, PE, Brasil<br><sup>2</sup>Fisioterapeuta<br><sup>3</sup>Hospital das Clínicas de Pernambuco, Recife, PE, Brasil<br><sup>4</sup>Departamento de Fisioterapia da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Recife, PE, Brasil<br><br><b>Resumo</b>:<br>Contexto: Durante a gravidez, o sistema respiratório sofre adaptações importantes que são responsáveis pelas alterações nos volumes e nas capacidades pulmonares. Acredita-se que, com o crescimento uterino, as modificações na posição de repouso do diafragma e na configuração da parede torácica interfiram na força dos músculos respiratórios inspiratórios e expiratórios.<br>Objetivo: Este estudo visa a correlacionar os valores de volume corrente, volume minuto e a presença de dispnéia pós-esforço com a pressão inspiratória máxima (PImáx) e correlacionar a diástase dos músculos retos abdominais (DMRA) com a pressão expiratória máxima (PE máx ) durante o terceiro trimestre de gestação.<br>Método: Foram estudadas 10 mulheres primíparas entre a 28ª e a 38ª semana de gestação, com faixa etária de 16 a 35 anos, índice de massa corpórea abaixo de 40 kg/m2 e sem histórico de doença pulmonar.<br>Conclusão: Este estudo mostrou que as mudanças fisiológicas ocorridas no sistema respiratório durante o terceiro trimestre de gestação não ocasionaram alterações nos mecanismos das forças musculares inspiratória e expiratória. O estudo não encontrou correlações significativas entre as variáveis estudadas.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>pressão expiratória máxima, pressão inspiratória máxima, dispnéia gestacional, diástase dos retos abdominais.</p></i></font>";

texto[8][21] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>AVALIAÇÃO DO CONTROLE AUTONÔMICO DA FREQÜÊNCIA CARDÍACA E DETERMINAÇÃO DO LIMIAR DE ANAEROBIOSE EM HOMENS SAUDÁVEIS E CORONARIOPATAS</b></font><p align=justify>Takahashi, A C. M.<sup>1</sup>, Novais, L. D.<sup>1,2</sup>, Silva, E.<sup>1,3</sup>, Sakabe, D. I.<sup>1,4</sup>, Oliveira, L.<sup>1</sup>, Milan, L. A.<sup>5</sup>, Darezzo, F.<sup>6</sup> e Catai, A. M.<sup>1</sup><br><br><sup>1</sup>Núcleo de Pesquisa em Exercício Físico, Dep. de Fisioterapia, UFSCar, São Carlos, SP, Brasil<br><sup>2</sup>Dep. de Fisioterapia, Faculdades Federais Integradas de Diamantina (FAFEID), Diamantina, MG, Brasil<br><sup>3</sup>Faculdade de Ciências da Saúde, FACIS - UNIMEP, Piracicaba, SP, Brasil<br><sup>4</sup>Dep. de Ginecologia e Obstetrícia, FMRP - USP, Ribeirão Preto, SP, Brasil<br><sup>5</sup>Dep. de Estatística, UFSCar, São Carlos, SP, Brasil<br><sup>6</sup>Irmandade Santa Casa de Misericórdia de São Carlos, SP, Brasil<br><br><b>Resumo</b>:<br>Objetivo: (a) Avaliar a freqüência cardíaca (FC) e sua variabilidade (VFC) em repouso e durante teste de exercício físico dinâmico descontínuo tipo degrau (TEFDD-d) em homens saudáveis sedentários (SS) e infartados ativos (IA); (b) determinar e comparar o limiar de anaerobiose (LA) dos grupos estudados. Metodologia: Foram estudados 10 SS (52,5 anos) e 6 IA (59,2 anos) em repouso nas posições supino e sentado e em TEFDD-d realizado em cicloergômetro, iniciando na potência de 25 Watts (W) para os SS e em 15 W para os IA, com incrementos de 10 W, e após dois níveis de potência com decréscimo de 5 W e acréscimo de 5 W. A FC (bpm) e os intervalos R-R (iR-R) em ms foram captados batimento a batimento em repouso e em TEFDD-d. Foram calculados os índices RMSSD dos iR-R e a FC média das condições de repouso e do trecho estável de cada nível de potência. O LA foi determinado aplicando o modelo semiparamétrico aos dados de FC. Os testes estatísticos utilizados foram Wilcoxon, Mann Whitney e Friedmann, nível de significância p &lt; 0,05.<br>Resultados: Em repouso os valores de RMSSD dos iR-R e da FC não atingiram diferenças estatísticas significativas entre os grupos, já os SS apresentaram diferenças significativas nos valores de FC durante a mudança postura!. No nível da potência do LA ambos os grupos não apresentaram reduções significativas da VFC em comparação com 25 W.<br>Conclusão: Nossos resultados sugerem que a atividade física regular realizada pelos IA contribuiu para manter tanto a capacidade aeróbia como a modulação autonômica da FC similares a dos SS.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>limiar de anaerobiose, freqüência cardíaca, variabilidade da freqüência cardíaca, doença coronariana, infarto do miocárdio, exercício físico.</p></i></font>";

texto[8][22] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>AVALIAÇÃO DAS EQUAÇÕES DE REFERÊNCIA PARA PREDIÇÃO DA DIST ÂNCIA PERCORRIDA NO TESTE DE CAMINHADA DE SEIS MINUTOS EM IDOSOS SAUDÁVEIS BRASILEIROS</b></font><p align=justify>Barata, V. F.<sup>1</sup>, Gastaldi, A. C.<sup>2</sup>, Mayer, A. F.<sup>2</sup> e Sologuren, M. J. J.<sup>2</sup><br><br><sup>1</sup>Fisioterapeuta<br><sup>2</sup>Centro Universitário do Triângulo, UNITRI, Uberlândia, MG, Brasil<br><br><b>Resumo</b>:<br>Objetivo: O objetivo deste estudo foi comparar as distâncias percorridas por idosos brasileiros no teste de caminhada de seis minutos (TC6) com as distâncias previstas pelas equações de Enright & Sherrill<sup>9</sup> de Troosters et al.<sup>10</sup> e de Enright et al.<sup>8</sup>.<br>Método: 38 idosos saudáveis com idade entre 64 e 82 anos realizaram o TC6 duas vezes. A pressão arterial, as freqüências cardíaca e respiratória e a saturação de oxigênio foram mensuradas antes e ao final do teste. A análise estatística empregou o coeficiente de correlação de Pearson, sendo considerado significativo p &lt; 0,05.<br>Resultados: Os homens percorreram uma distância de 410,5 metros e as mulheres, de 371,0 metros. As distâncias previstas pelas equações de Enright & Sherrill <sup>9</sup> e Troosters et al.<sup>10</sup> correlacionaram-se com as distâncias caminhadas pelas mulheres (r = 0,7), não apresentando correlação estatisticamente significativa com as distâncias percorridas pelos homens. As distâncias previstas pela equação de Enright et al.<sup>8</sup> correlacionaram-se com as distâncias percorridas por homens (r = 0,6) e mulheres (r = 0,7).<br>Conclusões: Os resultados demonstram que houve grande variação entre as distâncias percorridas por idosos brasileiros e as previstas pelas equações, sendo necessária a realização de estudos adicionais para confirmar a aplicabilidade dessas equações para a população idosa brasileira.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>teste de caminhada de seis minutos, idosos, saudáveis.</i></p></font>";

texto[8][23] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>ALTERAÇÕES DO CONTEÚDO DE GLICOGÊNIO E DO PESO MUSCULAR EM FUNÇÃO DA POSIÇÃO ARTICULAR E DO PERÍODO DE IMOBILIZAÇÃO</b></font><p align=justify>Cancelliero, K. M.<sup>1</sup>, Dias, C. K. N.<sup>1</sup>, Silva, C. A.<sup>1</sup> e Guirro, R. R. J.<sup>1</sup><br><br><sup>1</sup>PPG-Fisioterapia, UFSCar, São Carlos, SP, Brasil<br><sup>2</sup>PPG-Fisioterapia, UNIMEP, Piracicaba, SP, Brasil<br><br><b>Resumo</b>:<br>Objetivo: Aplicar dois tipos de órteses (posição neutra e flexão plantar do tornozelo) em diferentes períodos (3 e 7 dias) e avaliar o glicogênio (GLI) e o peso muscular.<br>Método: Ratos machos adultos Wistar foram divididos em 5 grupos (n = 6): controle (C), imobilizado em posição neutra por 3 dias (IPN3), imobilizado em flexão plantar por 3 dias (IFP3), imobilizado em posição neutra por 7 dias (IPN7) e imobilizado em flexão plantar por 7 dias (IFP7). Após os períodos, os animais foram sacrificados e os músculos sóleo (S), gastrocnêmio branco (GB) e vermelho (GV), extensor longo dos dedos (ELD) e tibial anterior (TA) foram coletados para análise do GLI, além da avaliação do peso do S e ELD. A análise estatística constou da ANOVA e do teste t (p &lt; 0,05).<br>Resultados: A imobilização por 3 dias promoveu redução no GLI, tanto no grupo IPN3 (10,5% S, 34,8% GB, 14,6% GV, 38,9% ELD e 45,2% TA) quanto no IFP3 (44,7% S, 10,9% GB, 19,5% GV, 33,3% ELD e 6,4% TA). A redução também foi observada nos grupos IPN7 (31,6% S, 56,5% GB, 39% GV, 41,7% ELD e 38,7% TA) e IFP7 (65,8% S, 32,6% GB, 41,5% GV, 41,7% ELD e 51,6% TA). O peso muscular diminuiu estatisticamente no S dos grupos IPN7 (34%) e IFP7 (38%) e no ELD dos grupos IPN3 (20%) e IPN7 (27%).<br>Conclusão: A imobilização mostrou-se efetiva em promover alterações metabólicas diferenciadas pela posição articular e pelo período, além de sugerir sua aplicabilidade em outros estudos com técnicas fisioterapêuticas.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>imobilização, glicogênio, músculo esquelético.</p></i></font>";

texto[8][24] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>TRATAMENTO COM NIFEDIPINA, UM BLOQUEADOR DE CANAIS DE CÁLCIO, MELHORA O CONTEÚDO MUSCULAR DE GLICOGÊNIO DE MEMBRO IMOBILIZADO DE RATOS</b></font><p align=justify>Petermann, C. E. D.<sup>1</sup>, Cancelliero, K. M.<sup>2</sup> e Silva, C. A.<sup>1</sup><br><br><sup>1</sup>PPG Fisioterapia, UNIMEP, Piracicaba, SP, Brasil<br><sup>2</sup>PPG Fisioterapia, UFSCar, São Carlos, SP, Brasil<br><br><b>Resumo</b>:<br>Objetivo: Avaliar se o tratamento com nifedipina interfere nas reservas musculares de glicogênio que são alteradas pela imobilização (IM) de membro posterior de ratos.<br>Método: 24 ratos Wistar machos foram divididos em 4 grupos: controle, controle tratado com nifedipina (NI, via oral, sonda orogástrica 1 mg/kg), imobilizado (posição neutra do tornozelo) e imobilizado tratado com nifedipina, durante 7 dias. Após o período experimental, o conteúdo de glicogênio muscular (GLI) dos músculos sóleo (S), gastrocnêmios branco (GB) e vermelho (GV), extensor longo dos dedos (ELD) e tibial anterior (TA) foi avaliado pelo método do fenol sulfúrico, além do peso do S e ELD. Os dados foram analisados com o ANOVA (two way) seguido do teste de &quot;t&quot; (p &lt; 0,05).<br>Resultados: A IM promoveu redução no GLI (31,6% no S; 56,6% no GB; 39% no OV; 41,7% no ELD e 45,2% no TA). No grupo-controle, a NI promoveu elevação do GLI somente no S (31 %), por outro lado, no grupo imobilizado a elevação foi significativa no GLI dos músculos S (119%), GB (70%), GV (84%) e TA (41%). Cabe ressaltar que o tratamento não impediu a perda de peso induzida pela IM.<br>Conclusão: O tratamento com a nifedipina propiciou melhora nas reservas energéticas do músculo imobilizado, sugerindo interferência nas alterações calcêmicas desencadeadas concomitantemente com o processo de atrofia.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>imobilização, músculo esquelético, nifedipina, glicogênio.</p></i></font>";

texto[8][25] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>ESTUDO COMPARATIVO ENTRE TRÊS MÉTODOS DE AVALIAÇÃO DO ENCURTAMENTO DE MUSCULATURA POSTERIOR DE COXA</b></font><p align=justify>Polachini, L. O., Fusazaki, L., Tamaso, M., Tellini, G. G. e Masiero, D.<br><br>Universidade Federal de São Paulo, Escola Paulista de Medicina, São Paulo, SP, Brasil<br><br><b>Resumo</b>:<br>Contexto: Apesar de não haver um consenso na literatura, os transtornos de flexibilidade podem ser associados ao desenvolvimento de lesões musculares e a alterações articulares e/ou posturais, além de comprometerem atividades desportivas ou da vida diária. A existência de diferentes sistemas e protocolos de avaliação do comprimento e da flexibilidade da musculatura posterior da coxa, com interferências e facilidades operacionais distintas, justifica uma verificação da concordância entre essas técnicas diagnósticas.<br>Objetivos: Verificar a concordância das respostas do teste de elevação da perna estendida, do teste de sente-alcance e da medida do ângulo poplíteo e comparar os resultados obtidos entre os gêneros e dominância de membros inferiores.<br>Método: A flexibilidade da musculatura posterior da coxa foi avaliada em 60 voluntários (30 homens e 30 mulheres), com idade entre 18 e 30 anos, com protocolos definidos para os três testes.<br>Resultados: A concordância entre os três testes foi evidenciada por coeficientes de correlação variando de 0,626 a 0,977 (p &lt; 0,01) e ausência de diferença estatística no teste de McNemmar. A comparação entre os gêneros mostrou constância de desempenho superior nas mulheres. Apenas no teste de ângulo poplíteo em homens foi obtida diferença entre a lateralidade de dominância de membros (155° no membro dominante vs. 152° no sem dominância).<br>Conclusão: Esses dados permitem concluir que há concordância nas respostas dos testes estudados quanto à avaliação da flexibilidade da musculatura posterior da coxa, com desempenho melhor para as mulheres, que apresentaram maior flexibilidade na faixa etária estudada.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>flexibilidade, isquiotibiais, ângulo poplíteo, teste de sente-alcance, teste de elevação da perna.</p></i></font>";

texto[8][26] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>DIFERENÇAS ENTRE MEDIDAS QUALI E QUANTITATIVAS DURANTE TESTES DE COMPRIMENTO MÚSCULO- TENDÍNEOS DOS FLEXORES DO QUADRIL UNI E BIARTICULARES</b></font><p align=justify>Sarraf, T. A.<sup>1</sup>, Dezan, V. R.<sup>1</sup> e Rodacki, A. L. F.<sup>2</sup><br><br><sup>1</sup>Departamento de Pós-graduação em Engenharia Mecânica, Universidade Federal do Paraná, Curitiba, PR, Brasil<br><sup>2</sup>Centro de Estudos do Comportamento Motor, Departamento de Educação Física, Universidade Federal do Paraná, Curitiba, PR, Brasil<br><br><b>Resumo</b>:<br>Objetivos: O objetivo deste estudo foi determinar a concordância entre avaliadores nas medidas de análise subjetiva de comprimento músculo-tendíneo dos flexores uni e biarticulares do quadril durante a realização do teste de Thomas. Este estudo também objetivou comparar o diagnóstico qualitativo em relação ao diagnóstico quantitativo fotográfico e testar a reprodutibilidade do método fotográfico.<br>Métodos: Foram fotografados 15 sujeitos nas posições inicial e final do teste de Thomas. Imediatamente após o teste, os sujeitos foram novamente fotografados mais duas vezes, a fim de gerar três conjuntos de dados. Dessa forma, um total de 90 fotografias foram obtidas para a determinação da reprodutibilidade do teste. Um conjunto de 30 fotografias (15 em posição inicial e 15 em posição final) foram selecionadas aleatoriamente e apresentadas a 16 avaliadores experientes.<br>Resultados: Foi observada baixa concordância entre avaliadores nas avaliações subjetivas para comprimento músculo-tendíneo dos flexores uni e biarticulares do quadril. A análise da avaliação subjetiva demonstrou problemas para diferenciar indivíduos com comprimento músculo-tendíneo normal daqueles com leve encurtamento (p &gt; 0,05). Em contrapartida, a avaliação objetiva demonstrou alta reprodutibilidade entre as sessões (&alpha; = 0,96) e baixo erro absoluto (0,72°) para os flexores uniarticulares do quadril. Os flexores biarticulares do quadril também demonstraram alta reprodutibilidade (&alpha; = 0,95) e baixo erro absoluto (1,4º).<br>Conclusões: Sugere-se que os procedimentos objetivos sejam preferidos para a determinação do comprimento músculo-tendíneo dos flexores uni e biarticulares do quadril no teste de Thomas pela alta reprodutibilidade e baixo erro de medidas apresentados em comparação às abordagens subjetivas.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>teste de Thomas, flexores do quadril, comprimento músculo-tendíneo.</p></i></font>";

texto[8][27] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>EFEITOS DA ADMINISTRAÇÃO SISTÊMICA DE CORTICOSTERÓIDE SOBRE PROPRIEDADES MECÂNICAS MUSCULARES</b></font><p align=justify>Silva, E. C.<sup>1</sup>, Shimano, A. C.<sup>2</sup>, Neder, L.<sup>3</sup>, Rossi, A. C.<sup>4</sup> e Martinez, J. A. B.<sup>4</sup><br><br><sup>1</sup>EESC/FMRP/IQSC-USP, Ribeirão Preto, SP, Brasil<br><sup>2</sup>Departamento de Biomecânica, Medicina e Reabilitação do Aparelho Locomotor FMRP-USP, Ribeirão Preto, SP, Brasil<br><sup>3</sup>Departamento de Patologia - FMRP-USP, Ribeirão Preto, SP, Brasil<br><sup>4</sup>Departamento de Clínica Médica - FMRP-USP, Ribeirão Preto, SP, Brasil<br><br><b>Resumo</b>:<br>Introdução e Objetivos: Corticosteróides sistêmicos em altas doses podem causar miopatia metabólica. O objetivo deste estudo foi avaliar, por meio de ensaios de tração, os efeitos da miopatia induzida por corticosteróides nas propriedades mecânicas do músculo gastrocnêmio medial de coelhos.<br>Material e Métodos: Foram estudados dois grupos de 15 coelhas da raça Nova Zelândia: grupo experimental (GE), que recebeu injeções subcutâneas de metil-prednisolona (2 mg/kg/dia), e grupo-controle (GC), que recebeu solução fisiológica por via subcutânea. Os grupos foram tratados por 21 dias. Foram feitos ensaios de tração nos músculos gastrocnêmios mediais esquerdos.<br>Resultados: O peso final dos animais do GE foi 3,6 &plusmn; 0,1 kg e do GC, 4,0 &plusmn; 0, 1 kg. O peso final do gastrocnêmio do GE foi 5,6 &plusmn; 1,0 g e do GC, 7,0 &plusmn; 1,3 g. Os valores de área, largura e espessura do gastrocnêmio do GE foram 2,4 &plusmn; 0,1 x 10<sup>-4</sup> m<sup>2</sup>, 21,7 &plusmn; 05 mm e 5,4 &plusmn; 0,3 mm e do GC, 2,8 &plusmn; 0,2 x 10<sup>-4</sup> m<sup>2</sup>, 24,1 &plusmn; 0,6 mm e 6,7 &plusmn; 0,2 mm. Os valores da carga máxima e de carga e deformação no limite de proporcionalidade e rigidez dos gastrocnêmios não diferiram entre os grupos. A deformação máxima do GOE foi de 25,6 &plusmn; 1,7 x 10<sup>-3</sup> m e do GC, de 32,3 &plusmn; 34,5 x 10<sup>-3</sup> m (p = 0,012).<br>Conclusão: Metilprednisolona sistêmica não causou alterações das propriedades mecânicas musculares da fase elástica, embora tenha levado à redução significativa do limite máximo de deformação na fase plástica.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>corticosteróides, miopatia, biomecânica, ensaio de tração.</p></i></font>";

texto[8][28] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>COMPARAÇÃO DOS NÍVEIS DE POTÊNCIA E DA FREQÜÊNCIA CARDÍACA NO LIMIAR DE ANAEROBIOSE DETERMINADO POR DOIS MÉTODOS INDIRETOS</b></font><p align=justify>Sirol, F. N.<sup>1</sup>, Sakabe, D. I.<sup>2,3</sup>, Catai, A. M.<sup>2</sup>, Milan, L. A.<sup>4</sup>, Martins, L. E. B.<sup>5</sup> e Silva, E.<sup>1,2</sup><br><br><sup>1</sup>Laboratório de Pesquisa em Fisioterapia Cardiovascular e de Provas Funcionais, Faculdade de Ciências da Saúde, Universidade Metodista de Piracicaba, Piracicaba, SP, Brasil<br><sup>2</sup>Núcleo de Pesquisa em Exercício Físico, Departamento de Fisioterapia, Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, SP, Brasil<br><sup>3</sup>Departamento de Ginecologia e Obstetrícia, Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, SP, Brasil<br><sup>4</sup>Departamento de Estatística, Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, SP, Brasil<br><sup>5</sup>Laboratório de Fisiologia do Exercício da Faculdade de Educação Física da Universidade de Campinas, Campinas, SP, Brasil<br><br><b>Resumo</b>:<br>Objetivo: Avaliar se protocolos individualizados do tipo rampa podem ser melhor que os do tipo degrau na determinação do limiar de anaerobiose (LA).<br>Método: 10 homens de meia idade (54 &plusmn; 3,25 anos) saudáveis e sedentários foram submetidos a 2 testes de exercício físico dinâmico em cicloergômetro de frenagem eletromagnética (Quinton Corival 400). O primeiro teste foi contínuo do tipo rampa (TC-R), com incrementos de 15 W/min, até a exaustão física. O segundo teste foi descontínuo do tipo degrau (TD-D). A freqüência cardíaca (FC) foi captada batimento a batimento e as variáveis ventilatórias e metabólicas, respiração a respiração, em tempo real. No TC-R o LA foi determinado pela metodologia visual (média de 3 observadores) de análise das variáveis ventilatórias e metabólicas. Para determinação do LA no TD-D foi aplicado o modelo matemático e estatístico semiparamétrico ao conjunto de dados da FC. Análise estatística: Teste de Wilcoxon para amostras pareadas com nível de significância &alpha; = 5%.<br>Resultados: Foi observada diferença estatisticamente significativa (p &lt; 0,05) entre os valores de potência no LA determinado no TC-R (66,5 W) e no TD-D (45 W). Os valores de FC não foram estatisticamente diferentes (p &gt; 0,05) entre os 2 protocolos.<br>Conclusões: Nossos dados mostram que no protocolo com cargas descontínuas, os voluntários atingem o LA em níveis de potência inferiores, porém com resposta do trabalho cardíaco similar à do exercício realizado com protocolo contínuo do tipo rampa. Isso sugere que a carga de trabalho durante o treinamento físico para esses voluntários deve ser a do protocolo descontínuo.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>freqüência cardíaca, limiar de anaerobiose, exercício dinâmico.</p></i></font>";

texto[8][29] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>PREVALÊNCIA DE DESORDENS MUSCULOESQUELÉTICAS RELACIONADAS AO TRABALHO EM FISIOTERAPEUTAS DA REDE HOSPITALAR SUS-BH</b></font><p align=justify>Souza d’ Ávila, L.<sup>1</sup>, Fraga Sousa, G. A.<sup>1</sup> e Sampaio, R. F.<sup>2</sup><br><br><sup>1</sup>Curso de Fisioterapia, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, Brasil<br><sup>2</sup>Departamento de Fisioterapia, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, Brasil<br><br><b>Resumo</b>:<br>Objetivo: Estimar a prevalência de desordens musculoesqueléticas relacionadas ao trabalho (DMRT) em fisioterapeutas da Rede Hospitalar SUS-BH e os possíveis fatores de risco associados.<br>Métodos: Estudo transversal realizado com os fisioterapeutas da Rede Hospitalar SUS-BH. Para a coleta de dados foi utilizado um questionário auto-aplicável com 31 questões divididas em 4 partes: dados pessoais, características profissionais, percepção de DMRT e estratégias de prevenção.<br>Resultados: do total de respondentes (n = 213), 71 % relataram já ter sentido dor musculoesquelética constante ou intermitente, com tempo de persistência de 3 a 7 dias em 63% dos casos. A coluna lombar foi apontada como área afetada pela dor em 59% das queixas, seguida pela região cervical (55%). Tratar grande número de pacientes em um mesmo dia e levantar ou transferir pacientes dependentes foram os fatores de risco associados à ocorrência de DMRT mais citados, estando relacionados à queixa de dor lombar (p &lt; 0,05). Além disso, os resultados mostraram uma associação da queixa de DMRT com a não realização de atividade física regular (p &lt; 0,05) e trabalhar em contato direto com os pacientes por mais de 8 horas diárias (p &lt; 0,05). As variáveis sexo, idade, tempo de exercício da profissão, existência de outro emprego e realização de medidas preventivas não mostraram associação com a queixa de DMRT.<br>Conclusão: A prática em fisioterapia pode desencadear grande sobrecarga física e emocional ao profissional, podendo gerar prejuízos a sua saúde. Espera-se que este estudo contribua para a construção do perfil ocupacional dos fisioterapeutas da rede hospitalar, favorecendo a implementação de estratégias preventivas e melhores condições de trabalho.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>fisioterapia, desordens musculoesqueléticas, saúde do trabalhador.</p></i></font>";

texto[8][30] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>ASSIMETRIA E DESEMPENHO FUNCIONAL EM HEMIPLÉGICOS CRÔNICOS ANTES E APÓS PROGRAMA DE TREINAMENTO EM ACADEMIA</b></font><p align=justify>Teixeira-Salmela, L. F., Lima, R. C. M., Lima, L. A. O., Morais, S. G. e Goulart, F.<br><br>Departamento de Fisioterapia/UFMG, Belo Horizonte, MG, Brasil<br><br><b>Resumo</b>:<br>Contexto: É bem documentado que hemiplégicos apresentam assimetria, fraqueza muscular e baixa tolerância ao exercício. Tradicionalmente, programas de reabilitação procuram focar a melhora da simetria corporal como objetivo do tratamento, entretanto, os ganhos funcionais que isso representa não são bem estabelecidos.<br>Objetivo: Avaliar os comportamentos da simetria e do desempenho funcional e a relação entre o grau de assimetria e de desempenho funcional antes e após o treinamento de hemiplégicos utilizando a musculação e o condicionamento aeróbio.<br>Métodos: Trinta participantes com média de idade de 56,36 &plusmn; 10,86 anos e tempo de evolução pós-AVC variando de 1 a 14 anos foram avaliados antes e após o treinamento. As medidas de simetria foram obtidas em ortostatismo, durante o movimento de passar de sentado para de pé e durante a marcha pelo Balance Master, enquanto o desempenho funcional foi avaliado por meio da velocidade natural da marcha e da habilidade para subir escadas. Estatística descritiva, testes de normalidade, testes t pareados e coeficientes de correlação de Pearson foram utilizados para essa análise. Resultados: Após o treinamento, melhoras significativas foram observadas apenas nas medidas de desempenho funcional (p &lt; 0,001), sem alteração significativa de nenhum dos valores de simetria. Além disso, não foram observadas correlações significativas entre as variáveis funcionais e de simetria (r = 0,12 - 0,27).<br>Conclusões: Os achados indicaram que medidas de simetria não se mostraram sensíveis para demonstrar mudanças associadas ao treinamento, sugerindo que esse parâmetro pode não ser um desfecho relevante no processo de reabilitação para obter ganhos funcionais em hemiplégicos crônicos.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>hemiplegia, simetria, desempenho funcional, academia.</p></i></font>";

texto[8][31] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>ANÁLISE MORFOMÉTRICA DOS TECIDOS MUSCULAR E CONJUNTIVO APÓS DESNERVAÇÃO E ESTIMULAÇÃO ELÉTRICA DE BAIXA FREQÜÊNCIA</b></font><p align=justify>Fernandes, K. C. B. G.<sup>1</sup>, Polacow, M. L. O.<sup>1</sup>, Guirro, R. R. J.<sup>1</sup>, Campos, G. E. R.<sup>2</sup>, Somazz, M. C.<sup>2,3</sup>, Pinto, V. F.<sup>3</sup>, Fuentes, C. B.<sup>3</sup> e Teodori, R. M.<sup>1</sup><br><br><sup>1</sup>Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia - UNIMEP, Piracicaba, SP, Brasil<br><sup>2</sup>Instituto de Biologia - UNICAMP, Campinas, SP, Brasil<br><sup>3</sup>Curso de Fisioterapia - UNIMEP, Piracicaba, SP, Brasil<br><br><b>Resumo</b>:<br>Introdução: A estimulação elétrica muscular tem sido empregada após lesão nervosa periférica com o objetivo de minimizar a atrofia e a fraqueza muscular. Experimentos têm demonstrado que há plasticidade nas fibras musculares, sendo o músculo capaz de sofrer adaptações ante fatores como a desnervação e a estimulação elétrica.<br>Objetivo: Analisar a influência da estimulação elétrica sobre o perfil morfométrico do músculo sóleo de ratos desnervado por esmagamento do nervo isquiático.<br>Método: Foram utilizados 18 ratos Wistar (196,86 g &plusmn; 33,67) divididos em 3 grupos (n = 6): desnervado + estimulação elétrica (DEE); desnervado (D); e controle (C). Vinte e quatro horas após o esmagamento do nervo iniciou-se a estimulação elétrica muscular no grupo DEE (i = 5 mA, Fase = 3 ms, f = 10Hz) por 30 minutos, durante 20 dias consecutivos. O músculo sóleo foi retirado para análise morfométrica.<br>Resultados: A área média de secção transversa das fibras musculares do grupo C foi de 1.035 1035 &micro;m<sup>2</sup> &plusmn; 210, no grupo D foi de 375 &micro;m<sup>2</sup> &plusmn; 65 e no grupo DEE, de 600 &micro;m<sup>2</sup> &plusmn; 126 (p &le; 0,05). A densidade de área do tecido conjuntivo foi significativamente menor (p &le; 0,05) no grupo DEE (16,61 % &plusmn; 3,68) em relação ao D (34,49% &plusmn; 4,32), sendo que ambos os grupos apresentaram valores maiores que o grupo C (9,55% &plusmn; 2,62). A densidade de área das fibras do músculo sóleo foi significativamente maior (p &le; 0,05) no grupo DEE (83,37% &plusmn; 3,68) quando comparada ao grupo D (65,49% &plusmn; 4,32). A estimulação elétrica de baixa freqüência minimizou a atrofia das fibras musculares e a proliferação de tecido conjuntivo no músculo desnervado.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>Fisioterapia, estimulação elétrica, baixa freqüência, desnervação muscular, plasticidade muscular, morfometria.</p></i></font>";

texto[8][32] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>EFEITOS DA ESTIMULAÇÃO DE ALTA VOLTAGEM NO LINFEDEMA PÓS-MASTECTOMIA</b></font><p align=justify>Garcia, L. B.<sup>1</sup> e Guirro, E. C. O.<sup>2</sup><br><br><sup>1</sup>Universidade Metodista de Piracicaba, Piracicaba, SP, Brasil<br><sup>2</sup>Programa de Pós-graduação em Fisioterapia FACIS, UNIMEP, Piracicaba, SP, Brasil<br><br><b>Resumo</b>:<br>Contextualização: O câncer de mama constitui a primeira causa de morte entre as mulheres. Após tratamento cirúrgico (mastectomia) podem ocorrer algumas complicações, dentre elas o linfedema no membro homolateral à cirurgia.<br>Objetivo: Analisar os efeitos da corrente de alta voltagem (CAV) no linfedema de membro superior em mulheres submetidas à mastectomia.<br>Método: Foram selecionadas 15 voluntárias com idade entre 40 e 65 anos (51,13 &plusmn; 9,08) com mastectomia unilateral e apresentando como principal seqüela pós-cirúrgica o linfedema secundário. O protocolo de tratamento constituiu da aplicação de CAV por 20 minutos, no membro afetado, durante 7 semanas, totalizando 14 sessões. A evolução do tratamento foi analisada pela perimetria (em seis pontos distintos: A, B, C, D, E, F) e pela volumetria pré e pós-tratamento, além da análise de severidade do linfedema.<br>Resultados: Os resultados da perimetria do membro afetado [ponto A (20,33 cm &plusmn; 1,59 e 18,90 cm &plusmn; 1,48), ponto B (23,80 cm &plusmn; 1,64 e 22,30 &plusmn; 1,69), ponto C (26,13 cm &plusmn; 3,79 e 26,50 &plusmn; 3,45), ponto D (29,63 cm &plusmn; 3,76 e 27,93 &plusmn; 3,35), ponto E (32,90 cm &plusmn; 5,11 e 30,90 cm &plusmn; 4,54), ponto F (34,27 cm &plusmn; 5,28 e 32,17 cm &plusmn; 4,96)] e da volumetria (2,18 L &plusmn; 0,96 e 1,99 L &plusmn; 0,88) foram significativos (p &lt; 0,05) quando comparados aos membros-controle. A redução em 4,35% da severidade do linfedema também foi significativa (p &lt; 0,05).<br>Conclusões: Os resultados do estudo demonstram efetividade na redução do linfedema com o protocolo aplicado.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>eletroestimulação, alta voltagem, mastectomia, linfedema.</p></i></font>";


//VOLUME 9
//NÚMERO 3

texto[8][33] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>ESTIMULAÇÃO ELÉTRICA DE ALTA VOLTAGEM: UMA OPÇÃO DE TRATAMENTO</b></font><p align=justify>Davini, R.<sup>1</sup>, Nunes, C. V.<sup>1</sup>, Guirro, E. C. O.<sup>1</sup> e Guirro, R R J.<sup>1</sup><BR><BR><sup>1</sup>Curso de Fisioterapia, Universidade São Francisco - USF, Bragança Paulista, SP<br><sup>2</sup>PPG-Fisioterapia, Universidade Metodista de Piracicaba - UNIMEP, Piracicaba, SP<br><br><b>Resumo</b>:<br>Contexto: O uso de correntes elétricas que desenvolvem ações terapêuticas nos tecidos biológicos ou possibilitam a manutenção de suas funções tem sido extensamente preconizado como recurso fisioterapêutico em nosso país. A estimulação elétrica de alta voltagem (EEAV) é uma corrente terapêutica vastamente utilizada em alguns países da Europa, assim como nos Estados Unidos, sendo que as primeiras publicações científicas que utilizaram a EEA V datam da década de 1970. A literatura aponta vasto uso clínico desses estimuladores, contudo a sua comercialização e utilização no nosso país ainda são incipientes, em decorrência da pequena oferta de equipamentos, bem como do atual nível de conhecimento dos profissionais.<br>Objetivo: Revisar os efeitos da EEAV nas diferentes intervenções fisioterapêuticas, contribuindo na fundamentação da sua aplicação clínica.<br>Método: Revisão bibliográfica efetuada em livros textos e nas bases de dados Medline e PubMed e Periódicos da CAPES, no período de 1985 a 2004, tendo como ênfase os efeitos desencadeados nos diferentes tecidos, considerando os fatores como forma, freqüência, duração e amplitude do pulso, incluindo as modulações e as polaridades pertinentes que foram utilizadas em cada protocolo de tratamento.<br>Conclusão: Os estudos têm apresentado evidências acerca uso da EEAV no tratamento de edema e principalmente de lesões cutâneas crônicas, podendo se tornar um valioso recurso a ser utilizado pelo fisioterapeuta em nosso meio brevemente.<br><br><b>Palavras-chave</b>: estimulação elétrica, alta voltagem, edema, úlceras cutâneas crônicas.</p></i></font>";

texto[8][34] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>ATIVIDADE ELETROMIOGRÁFICA DOS MÚSCULOS MASSETER E TEMPORAL ANTERIOR DE CRIANÇAS COM MORDIDA CRUZADA POSTERIOR UNILATERAL (MCPu)</b></font><p align=justify>Bevilagua-Grossi, D.<sup>1</sup>, Chaves, T. c.<sup>2</sup>, Lima-Duarte, K.<sup>2</sup> e Oliveira, A. S.<sup>1</sup><br><br><sup>1</sup>Departamento de Biomecânica, Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo - FMRP-USP, Ribeirão Preto, SP<br><sup>2</sup>PPG-FMRP-USP, Ribeirão Preto, SP<br><sup>3</sup>Fisioterapeuta<br><br><b>Resumo</b>:<br>Contexto: A Mordida Cruzada Posterior unilateral (MCPu) pode estar relacionada ao desenvolvimento de alterações neuromusculares do sistema estomatognático. No entanto, um padrão de atividade elétrica da musculatura mastigatória de crianças com MCPu ainda não foi determinado na literatura.<br>Objetivo: Comparar a atividade elétrica de músculos mastigatórios em crianças com MCPu comparadas a crianças com normoclusão.<br>Método: Participaram deste estudo seis crianças com MCPu à direita (MCPO: 7,5 &plusmn; 1,87 anos), seis com MCPu à esquerda (MCPE: 7,5 &plusmn; 1,87 anos) e oito normoclusão (8,14 &plusmn; 2,91 anos). A atividade elétrica dos músculos temporal porção anterior e masseter bilaterais foi avaliada por meio de eletromiografia de superfície durante a mastigação habitual e bilateral com freqüência controlada de 0,9 Hz. Para análise estatística foi utilizado o teste de ANOVA (p &le; 0,05).<br>Resultados: Os resultados obtidos demonstraram não haver diferenças significativas entre os grupos MCPO, MCPE e normoclusão na atividade elétrica dos músculos mastigatórios avaliados nas duas situações de mastigação avaliadas, entretanto, foi observada tendência de maior atividade dos músculos elevadores homolaterais à mordida cruzada de crianças com MCPu, bem como maior atividade dos músculos masseteres e temporais anteriores direitos, em comparação aos músculos contralaterais, apenas em crianças com MCPO.<br>Conclusões: Esses resultados demonstram não haver diferenças na atividade elétrica dos músculos mastigatórios de crianças com MCPu. No entanto, a grande variabilidade observada nas crianças com MCPu, principalmente nas crianças com MCPO, pode ter mascarado as diferenças entre os grupos avaliados.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>mordida cruzada posterior, eletromiografia, mastigação habitual, mastigação não habitual, má oclusão.</i></p></font>";

texto[8][35] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>ESTUDO ANATÔMICO E MORFOMÉTRICO DO TENDÃO DO MÚSCULO SUBESCAPULAR - SUBSÍDIOS PARA A ANATOMIA PALPATÓRIA DO OMBRO</b></font><p align=justify>Camargo, P. R.<sup>1</sup>, Oishi, J.<sup>2</sup> e Viotto, M. J. S.<sup>1</sup><br><br><sup>1</sup>Departamento de Morfologia e Patologia, Laboratório de Anatomia. Universidade Federal de São Carlos - UFSCar, São Carlos. SP<br><sup>2</sup>Departamento de Estatística. UFSCar, São Carlos, SP<br><br><b>Resumo</b>:<br>Contexto: As afecções do manguito rolador limitam o movimento humano e a avaliação apropriada de suas estruturas é importante para o diagnóstico e a reabilitação dos indivíduos. No entanto, são escassos os estudos morfométricos que fornecem detalhes sobre a localização topográfica dessas estruturas.<br>Objetivo: O presente estudo identificou a localização anatômica do tendão subescapular, um componente anterior do manguito rotador, em 3 posições usualmente utilizadas durante a palpação para avaliação clínica: neutra, com o  membro superior aduzido ao lado do tórax (PN), antebraço f'letido atrás das costas (PAC) e antebraço fletido sobre o abdome  (PAB).<br>Método: Foram dissecados 13 ombros de cadáveres adultos, de ambos os sexos. Nas posições adotadas foram mensuradas as distâncias entre o tubérculo menor e o processo coracóide, assim como entre o tubérculo menor e o acrômio.<br>Resultados: As distâncias tubérculo menor ao processo coracóide nas posições PN, PAC e PAB foram: 2,29 &plusmn; 0,62 em. 1,71 &plusmn; 0,52 cm. 1.27 &plusmn; 0,23 cm respectivamente, com diferença nas distâncias da PN em relação à PAC (p = 0,01) e PAB (p = 0,0001), As distancia do tubérculo menor ao acrômio nas posições PN, PAC e PAB foram: 3,95 &plusmn; 0,59 cm. 4,96 &plusmn; 0,27 cm e 4,04 &plusmn; 0,50 cm, respectivamente, com diferença entre PN c PAC (p = 0,001) e entre PAC e PAR (p = 0,0002). Foi identificada fusão do tendão do subescapular com o do supra-espinal e com a cápsula articular. Algumas fibras tendinosas do músculo subescapular alcançam o ligamento transverso do úmero.<br>Conclusões: Os resultados deste estudo mostram que a maior exposição do tendão do subescapular ocorre na posição neutra.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>músculo subescapular, tendão, manguito rolador, ombro, anatomia.</i></p></font>";

texto[8][36] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>EFEITOS AGUDOS DA APLICAÇÃO DO BiPAP<sup>&reg;</sup> SOBRE A TOLERÂNCIA AO EXERCÍCIO FÍSICO EM PACIENTES COM DOENÇA PULMONAR OBSTRUTIVA CRÔNICA (DPOC)</font></b><p align=justify>Borghi-Silva, A.<sup>1</sup>, Sampaio, L. M. M.<sub>2</sub>, Toledo, A.<sup>3</sup>, Pincelli, M. P.<sup>4</sup> e Costa, D.<sup>2,3</sup><br><br><sup>1</sup>Núcleo de Pesquisas em Exercício Físico, Universidade Federal de São Carlos - UFSCar, São Carlos, SP<br><sub>2</sub>Laboratório de Espirometria e Eletromiografia - UFSCar, São Carlos, SP<br><sup>3</sup>PPG-Fisioterapia, Universidade Metodista de Piracicaba - UNIMEP, Piracicaba, SP<br><sup>4</sup>Faculdade de Medicina, Universidade de São Paulo - USP, São Paulo, SP<br><br><b>Resumo</b>:<br>Introdução: Pacientes com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (OPOC) apresentam prejuízos sobre a capacidade de exercício físico. A ventilação não-invasiva (VNI) tem sido associada ao exercício físico com o objetivo de melhorar a tolerância aos esforços lesses pacientes.<br>Objetivos: Avaliar os efeitos agudos da aplicação da pressão positiva nas vias aéreas por dois níveis pressóricos (BiPAP<sup>&reg;</sup>) sobre a tolerância ao exercício físico, a dispnéia e a saturação periférica de oxigênio (SpO<sub>2</sub>) em pacientes com DPOC.<br>Material e Métodos: Foram estudados 27 pacientes com DPOC (68 &plusmn; 8,3 anos) com volume expiratório forçado no 1º segundo (VEF<sub>1</sub>) &lt; 50% do previsto e sintomas de dispnéia aos esforços. Os pacientes foram submetidos, de modo randomizado, a dois testes da caminhada de 6 minutos em esteira (TC6E); um com a aplicação do BiPAP<sup>&reg;</sup>, com níveis pressóricos inspiratórios de 14 &plusmn; 1 cmH<sub>2</sub>O e expiratórios de 6 &plusmn; 1 cmH<sub>2</sub>O, e outro sem o BiPAP<sup>&reg;</sup>. Foram mensuradas as distâncias percorridas, a SpO<sub>2</sub>, a freqüência cardíaca (FC) e a dispnéia no início e a cada dois minutos do TC6E.<br>Resultados: Comparando o TCE6 com o BiPAP<sup>&reg;</sup> com o TC6E em o BiPAP<sup>&reg;</sup> constatou-se maiores valores na distância percorrida (338 &plusmn; 72 versus 300,5 &plusmn; 84 metros), da SpO<sub>2</sub> final (90 &plusmn; 3 .lcrsus 84 &plusmn; 5%) e menores valores de dispnéia (1 &plusmn; 1 versus 3 &plusmn; 2), respectivamente, com p &lt; 0,05. Entretanto, a FC foi semelhante entre os testes.<br>Conclusão: O BiPAP<sup>&reg;</sup> pode aumentar a tolerância ao exercício, manter a oxigenação e reduzir a dispnéia em pacientes com DPOC, constituindo um novo método a ser empregado pelo fisioterapeuta como coadjuvante ao treinamento físico.<br><br><b>Palavras-chave</b>:  <i>BiPAP<sup>&reg;</sup>, OPOC, dispnéia, tolerância ao exercício.</p></font></i>";

texto[8][37] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>COMPARAÇÃO DO PADRÃO RESPIRATÓRIO ENTRE ADULTOS E IDOSOS SAUDÁVEIS</b></font><p align=justify>Britto, R. R.<sup>1</sup>, Vieira, D. S. R.<sup>2</sup>, Rodrigues, J. M.<sup>2</sup>, Prado, L. F.<sup>2</sup> e Parreira, V. F.<sup>1</sup><br><br><sup>1</sup>Departamento de Fisioterapia, Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG, Belo Horizonte, MG<br><sup>2</sup>Fisioterapeuta<br><br><b>Resumo</b>:<br>Contexto: O sistema respiratório sofre alterações inerentes ao envelhecimento. O conhecimento dessas modificações contribui para a detecção e prevenção de disfunções respiratórias em idosos.<br>Objetivo: Comparar o padrão respiratório entre adultos e idosos saudáveis.<br>Métodos: Dezoito idosos (60-80 anos) e dezenove adultos (18-40 anos) foram estudados. A pletismografia respiratória por indutância calibrada foi utilizada para medir as variáveis volume corrente (VT), freqüência respiratória (<i>ƒ</i>), ventilação minuto (VE), porcentagem do tempo inspiratório em relação ao tempo total do ciclo respiratório (TI/TTOT), fluxo inspiratório médio (VT/TI), contribuição da caixa torácica (%CT/VT) e do abdome (%AB/VT) para o volume corrente. A oximetria de pulso foi utilizada para medir a saturação periférica da hemoglobina em oxigênio (SpO2) e freqüência cardíaca (FC). As medidas foram registradas em repouso, com os sujeitos posicionados em decúbito dorsal a 30° de inclinação de tronco. A análise estatística aplicada foi teste t de Student para grupos independentes, considerando significativo p &lt; 0,05.<br>Resultados: Não houve diferença estatística entre os grupos estudados em relação ao VI (p = 0,13) e à <i>f</i> (p = 0, 10); a contribuição toracoabdominal foi semelhante entre adultos e idosos (p = 0,79); a Sp0<sub>2</sub> foi significativamente menor nos idosos quando comparada a dos adultos (p = 0,002).<br>Conclusão: Os resultados mostraram que não houve diferença do padrão respiratório entre os adultos e os idosos avaliados em repouso em decúbito dorsal a 30° de inclinação de tronco, sugerindo que o processo de envelhecimento do sistema respiratório na população estudada não provocou grande impacto nos parâmetros analisados.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>envelhecimento, padrão respiratório, pletismografia respiratória por indutância.</p></i></font>";

texto[8][38] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>EFEITOS DE DIFERENTES SESSÕES DE EXERCÍCIOS RESISTIDOS SOBRE A HIPOTENSÃO PÓS-EXERCÍCIO</b></font><p align=justify>Lizardo, J. H. F.<sup>1</sup> e Simões, H. G.<sup>2</sup><br><br>Universidade Federal do Espírito Santo - UFES, Vitória, ES<br><sup>2</sup>Universidade Católica de Brasília - UCB, Brasília, DF<br><br><b>Resumo</b>:<br>Objetivo: Investigar os efeitos de diferentes sessões de exercícios resistidos sobre a hipotensão pós-exercício (HPE).<br>Métodos: 11 indivíduos normotensos treinados (23,9 &plusmn; 4,3 anos; 79 &plusmn; 7,7 kg; 177,6 &plusmn; 7,4 cm) realizaram, em dias distintos, 4 sessões de exercícios resistidos:</p><ul type='1'><li><p align='justify'> 2 séries de 30 repetições a 30% de I repetição máxima (1 RM) e pausa de 1 min. entre as séries (30% 1 RM: n = 11);</p></li><li><p align='justify'> 2 séries de 8 repetições a 80% 1 RM e pausa de 2 min. (80% I RM; n = 11);</p></li><li><p align='justify'> 4 séries de exercícios para membros superiores, sendo 30 repetições a 30% 1 RM e 1 min. de pausa (MS; n = 7); e</p></li><li><p align='justify'> 4 séries de exercícios para membros inferiores, com 30 repetições a 30% 1 RM e 1 mino de pausa (MI; n = 7).</p></li></ul><br><p align='justify'>Exercícios realizados: Supino reto, leg press, desenvolvimento, mesa extensora e flexora, adução-ombros, flexão plantar, puxador, abdução-quadril e rosca direta (30% 1 RM e 80% I RM); supino reto, desenvolvimento, adução-ombro, puxador e rosca direta (MS); leg press, mesa extensora e flexora, flexão plantar e abdução-quadril (MI). Pressão arterial sistólica (PAS), diastólica (PAD), média (PAM) e freqüência cardíaca (FC) foram mensuradas em \POUSO, no final dos exercícios e durante 120 pós-exercício.<br>Resultados: HPE de PAS foi observada após todas as sessões (p &lt; 0,05), enquanto HPE de PAD e PAM foi observada apenas após as sessões de 30% I RM e 80% I RM. Valores de PAD e PAM foram maiores 50 e 70 mino após sessão de MS quando comparados à sessão de MI (p &lt; 0,05).<br>Conclusão: Volume, intensidade massa muscular envolvida e/ou a proximidade dos músculos exercitados em relação ao coração (MS vs MI) podem influenciar a HPE resistido.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>pressão arterial, hipotensão pós-exercício, exercício resistido.</p></i></font>";

texto[8][39] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>A INFLUÊNCIA DAS TÉCNICAS DE INTERVENÇÃO FISIOTERAPÊUTICA E DA PRESSÃO POSITIVA CONTÍNUA NAS VIAS AÉREAS (CPAP) NO PÓS-OPERATÓRIO DE CIRURGIA CARDÍACA</b></font><p align=justify>Mendes, R. G.<sup>1</sup>, Cunha, F. V.<sup>1</sup>, Pires Di Lorenzo, V. A.<sup>2</sup>, Catai, A. M.<sup>3</sup> e Borghi-Silva, A.<sup>3</sup><br><br><sup>1</sup>Centro Universitário de Araraquara - UNIARA, Araraquara, SP<br><sup>2</sup>Departamento de Fisioterapia, Unidade Especial de Fisioterapia Respiratória, Universidade Federal de São Carlos - UFSCar, São Carlos, SP<br><sup>3</sup>Departamento de Fisioterapia, Unidade Especial de Apoio à Fisioterapia Cardiovascular, São Carlos, SP<br><br><b>Resumo</b>:<br>Introdução: A cirurgia cardíaca (CC) leva a importantes alterações na função pulmonar, sendo necessário oferecer recursos fisioterapêuticos eficazes a esses pacientes.<br>Objetivos: Avaliar o comportamento da função pulmonar, da força muscular inspiratória (FMI) e da mobilidade toraco-abdominal (MTA) em dois protocolos distintos de intervenção em pacientes submetidos à CC. Metodologia: Dezesseis pacientes (57 &plusmn; 11 anos) foram divididos aleatoriamente em 2 grupos: grupo CPAP (GCP; n = 8), que realizaram 30 minutos de pressão positiva contínua nas vias aéreas (CPAP) com níveis pressóricos de 7 a 10 cmH2O, e grupo intervenção fisioterapêutica (GIF; n = 8). Foram avaliados a capacidade vital (CV), a capacidade vital forçada (CVF), o volume piratório forçado no 1º segundo (VEF<sub>1</sub>), o fluxo expiratório forçado (FEF<sub>25-75%</sub>), o pico de fluxo expiratório (PF) e a FMI no pré-ratório, 1º e 5º PO e MTA no pré-operatório e 5º PO.<br>Resultados: Constatou-se reduções significativas de VEF<sub>1</sub>, FEF<sub>25-75%</sub>, PF e FMI em ambos os grupos tratados, quando comparado pré-operatório com 1º PO. Para a CV, apenas GIF apresentou reduções do pré-operatório para 1º PO (p &lt; 0,001). Analisando o retorno das variáveis do 5º PO aos valores pré-operatórios, somente a FMI não reverteu os valores no GIF, bem como o FEF<sub>25-75%</sub> não retomou no GCP. Em relação à MTA, foi constatada redução significativa em ambos os grupos apenas para os níveis axilares (p &lt; 0,05). Entretanto, não foram encontradas diferenças entre os grupos (Mann-Whitney test).<br>Conclusões: A CC produz alterações importantes da função pulmonar, FMI e MTA, sendo que tanto a aplicação da CPAP como a intervenção fisioterapêutica podem levar a reversão até a alta hospitalar.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>CPAP, fisioterapia, espirometria, cirurgia cardíaca, força muscular respiratória.</i></p></font>";

texto[8][40] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>TRANSFERÊNCIA DA POSIÇÃO SENTADA PARA EM PÉ: ESTUDO COMPARATIVO ENTRE IDOSAS ASSINTOMÁ TICAS E IDOSAS COM OSTEOARTRITE E CORRELAÇÃO ENTRE TEMPO DA TAREFA E FUNÇAOMUSCULAR</b></font><p align=justify>Faria, J. C.<sup>1</sup>,Dias, R. C.<sup>2</sup>, Machala, C. C.<sup>1</sup>, Alencar, M. A.<sup>3</sup>, Arantes, P. M. M.<sup>1</sup> e Dias, J. M. D.<sup>2</sup><br><br><sup>1</sup>Fisioterapeuta<br><sup>2</sup>Departamento de Fisioterapia - Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG, Belo Horizonte, MG<br><sup>3</sup>PPG-Fisioterapia, UFMG, Belo Horizonte, MG<br><br><b>Resumo</b>:<br>Contextualização: Em idosos, a capacidade de se levantar de uma posição sentada em um menor tempo associa-se a menos comonorbidades e para realizar essa atividade, força e potência de extensores e flexores de joelho são importantes. Ao aumentar a velocidade do levantar-se, mudanças temporais ocorrem apenas nas fases I e II do movimento.<br>Objetivo: Comparar o tempo para levantar-se até o final da fase II em idosas com e sem osteoartrite (OA) de joelho e determinar correlações entre esse tempo, pico de torque e potência das musculaturas de joelho nas idosas com OA.<br>Método: Os tempos dos dois grupos, com (n = 38) e sem OA (n = 22), ambos compostos por idosas vivendo na comunidade, foram comparados e no grupo sintomático foram investigadas correlações entre esse tempo, pico de torque e potência isocinética de extensores e flexores de joelho, nas velocidades de 60°/s e 180°/s.<br>Resultados: Os tempos foram estatisticamente diferentes (p = 0.0001) entre os grupos com OA (0,43 &plusmn; 0,24 s) e sem OA (0,23 &plusmn; 0,12 s). Não foram encontradas correlações significativas entre tempo e parâmetros de função muscular, em ambas as velocidades.<br>Conclusões: Idosas com OA levam mais tempo para realizar as fases I e II da atividade do que as assintomáticas. Isso aponta uma disfunção pré-clínica e a necessidade de intervenção precoce. A ausência de correlações sugere que a musculatura de joelho não é essencial para influenciar no tempo dessas fases, e mostra a necessidade de investigação de correlações desse tempo e outras musculaturas.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>idosas, osteoartrite, atividade de passar de sentado para de pé, joelho, função muscular.</p></i></font>";

texto[8][41] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>MODELO DE LESÃO NO MÚSCULO TIBIAL ANTERIOR DE RATO INDUZIDA PELA ESTIMULAÇÃO ELÉTRICA NEUROMUSCULAR</b></font><p align=justify>Botelho, A. P., Facio, F. A. e Minamoto, V. B.<br><br>Faculdade de Ciências da Saúde. Universidade Metodista de Piracicaba - UNIMEP, Piracicaba. SP<br><br><b>Resumo</b>:<br>Objetivo: Desenvolver modelo alternativo de lesão muscular causada por eletroestimulação (EE).<br>Materiais e Métodos: Foram usados ratos Wistar 306 &plusmn; 12,4 g) e o músculo analisado foi o tibial anterior (TA). O equipamento utilizado para a EE foi o Dualpex 961 com os seguintes parâmetros: largura de pulso de 1 m/s, intensidade de 3 ou 4 m/A. Ton/Tott de 4 s e freqüência de 30 Hz durante 90 minutos, por meio de 2 eletrodos fixados no nervo fibular. Durame todo o período da EE. o TA encontrava-se imobilizado em flexão plantar máxima com pequena tala de madeira fixada por meio de fita crepe. Previamente à EE, os animais foram anestesiados com hidrato de cloral (460 mg/kg - 1.4 ml/300g, IP) e sacrificados após 5 dias da indução. Os músculos eletroestimulado e contralateral de cada animal foram pesados e divididos em três regiões: proximal, média e distal. De cada região foram obtidas secções (10&micro;m) em criostato. Os cortes foram submetidos à coloração de Azul de Toluidina e avaliados por meio de microscópio de luz.<br>Resultados: Os músculos eletroestimulados apresentaram sinais característicos de lesão muscular, sendo a região distal a mais comprometida. Foi também observada diminuição do peso do músculo lesado quando comparado ao contralateral (0,20 &plusmn; 0,001 % versus 0,25 &plusmn; 0.010% p &lt; 0,01, teste t de Student, 5%).<br>Conclusão: O modelo proposto foi eficaz para produção de lesão. É de simples aplicação e utiliza materiais de baixo custo e fácil aquisição, sendo uma alternativa aos modelos tradicionais para indução de lesões muscular.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>modelo de lesão, estimulação elétrica, tibial anterior, rato Wistar.</p></i></font>";

texto[8][42] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>VALIDADE E CONFIABILIDADE INTRA-INDIVÍDUO DO CIFOLORDÔMETRO NA AVALIAÇÃO DACONVEXIDADE TORÁCICA</b></font><p align=justify>Baraúna, M. A.<sup>1,2</sup>, Canto, R. S. T.<sup>2</sup>, Sanchez, H. M.<sup>2</sup>, Bustamante, J. C. F.<sup>3</sup>, Ventura-Silva, R. A.<sup>4</sup> e Malusá, S.<sup>5</sup><br><br><sup>1</sup>Faculdade de Fisioterapia de Gurupi, PA<br><sup>2</sup>PPO-Fisioterapia, Centro Universitário do Triângulo - UNITRI, Uberlândia, MG<br><sup>3</sup>Departamento de Fisioterapia, Universidade de Ituana - UIT, Ituana, MG<br><sup>4</sup>Fisioterapeuta<br><sup>5</sup>PPOE-UFU (Universidade Federal de Uberlândia), Uberlândia, MG<br><br><b>Resumo</b>:<br>Objetivo: O presente estudo teve por finalidade verificar a presença ou não de correlações existentes entre a cifolordometria e o método de Cobb, exame radiográfico, avaliando a sua validade e confiabilidade, estabelecendo critérios para avaliar a curva torácica por meio do cifolordômetro.<br>Método: Para avaliar a convexidade torácica foram utilizados dois métodos distintos: o exame radiográfico e a avaliação realizada no cifolordômetro. Foram submetidos 30 pacientes com idade média de 39 &plusmn; 15,8 anos a uma radiografia da coluna torácica, incidência perfil, e posteriormente a mesma curva foi mensurada no cifolordômetro. A avaliação da curva torácica no cifolordômetro constou de três medidas sucessivas, realizadas com o objetivo de verificar a validade intra-observatória desse método.<br>Resultados: Observou-se que há correlação positiva e significativa entre os dois métodos abordados (rs &gt; 0,72 e p &lt; 0,000). Também foi estabeleci da uma metodologia clara e de fácil reprodução para avaliar a curva torácica no cifolordômetro, e por meio da análise das três medidas realizadas em cada elemento da amostra foi confirmada a confiabilidade intra-observatória (p &gt; 0,02) do método em discussão.<br>Conclusão: Os resultados deste estudo mostram que o cifolordômetro é um método confiável, de fácil acesso, alta reprodução e de muita eficácia na mensuração da curva torácica.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>coluna torácica, mensuração da cifose, confiabilidade, validade, cifolordômetro.</p></i></font>";

texto[8][43] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>CONFIABILIDADE INTRA E INTEREXAMINADORES E REPETIBILIDADE DA AVALIAÇÃO PASTORAL PELA FOTOGRAMETRIA</b></font><p align=justify>Iunes, D. H.<sup>1</sup>, Castro, F. A.<sup>2</sup>, Salgado, H. S.<sup>2</sup>, Moura, I. C.<sup>2</sup>, Oliveira, A. S.<sup>1</sup> e Bevilaqua-Grossi, D.<sup>1</sup><br><br><sup>1</sup>Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo - USP, Ribeirão Preto, SP<br><sup>2</sup>Universidade de Alfenas - UNIFENAS, Alfenas, MG<br><br><b>Resumo</b>:<br>Objetivo: Propor avaliação quantitativa das assimetrias posturais e verificar a confiabilidade intra e interexaminadores e a repetibilidade do método.<br>Métodos: Participaram 21 voluntários (24 &plusmn; 1,9 anos) que tiveram fotografados a face e o corpo todo nos planos frontal anterior, posterior e sagital. Os ângulos estudados foram traçados nas fotos digitais, a partir de marcadores fixos à pele em vários pontos anatõmicos, que são referências freqüentes na avaliação postural tradicional. A análise da confiabilidade foi efetuada a partir das medidas angulares de uma mesma foto, obtidas por um único examinador em duas ocasiões (intra-examinadores) intervaladas por um mês e de uma só medida realizada por um terceiro examinador (interexaminadores). A repetibilidade do método foi analisada pelas medidas angulares tomadas por um examinador em 2 fotos diferentes do mesmo sujeito, realizadas com intervalo de uma, semana. O coeficiente de correlação intraclasse (lCC) foi aplicado com nível de significância de 5%.<br>Resultados: O método proposto apresenta significativa confiabilidade intra e interexaminadores para a maioria dos ângulos estudados. No entanto, a cifose torácica apresentou níveis não aceitáveis de confiabilidade para a análise inter (lCC = 0,603) e intra-examinador (ICC = 0,031). Na repetibilidade do método, a maioria dos ângulos estudados apresentou baixo nível de confiabilidade, exceto pelos ângulos de inclinação do pé direito (lCC = 0,863) e triângulos de Talles (esquerdo ICC = 0,922 e direito = 0,867).<br>Conclusão: Nessas condições experimentais, a maioria dos valores angulares obtidos pelo método proposto apresentou confiabilidade intra e interexaminadores. No entanto, sua repetibilidade é baixa, sugerindo que o método é pouco indicado para o acompanhamento de mudanças posturais.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>fotogrametria, postura, avaliação, repetibilidade, confiabilidade.</p></i></font>";

texto[8][44] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>FREQÜÊNCIA DA DISCREPÂNCIA DE MEMBROS INFERIORES APÓS ARTROPLASTIA TOTAL DE QUADRIL</b></font><p align=justify>Possi, F. Z., Marin, A. C., Almeida, F. L., Lahoz, G. L., Takata, E. T. e Masiero, D.<br><br>Setor de Fisioterapia da Disciplina de Fisiatria, Departamento de Ortopedia e Traumatologia, Escola Paulista de Medicina, Universidade Federal de São Paulo - UNIFESP, São Paulo, SP<br><br><b>Resumo</b>:<br>Objetivo: Verificar a freqüência da ocorrência de discrepância de membros inferiores após a artroplastia total de quadril, por meio de análise radiográfica. São apresentados o conceito de discrepância de membros inferiores, os métodos de avaliação existentes para a obtenção da discrepância de membros inferiores e sua importância clínica.<br>Material e Métodos: Foram analisados exames de 120 pacientes portadores de osteoartrose primária ou secundária unilateral, sendo 72 do sexo masculino e 48 do feminino, com idades variando entre a 2ª e a 7ª década de vida. Os participantes desta pesquisa foram pacientes operados pelo Grupo do Quadril, do Departamento de Ortopedia e Traumatologia do Hospital São Paulo. Com radiografias simples em plano anteroposterior utilizando o software Corel Draw, versão 10, foram realizadas três linhas para medida e pela diferença entre essas linhas de medida foi obtida a diferença entre os membros inferiores. O teste de hipótese foi verificado pela aplicação de teste paramétrico da diferença das médias. A apresentação estatística incluiu o cálculo de medidas de tendência central e de dispersão.<br>Resultados: Foi observado que entre os 120 pacientes submetidos a artroplastia total de quadril avaliados neste estudo, 100 apresentaram discrepância de membros inferiores, sendo 35% alongamentos (discrepâncias positivas) e 65% encurtamentos (discrepâncias negativas). Essas diferenças foram maiores que 1 cm, seja negativos ou positivos, em 36% dos pacientes avaliados.<br>Conclusão: Houve discrepâncias entre os membros inferiores após artroplastia total de quadril, sendo maiores de I cm em 36% dos pacientes.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>discrepância de membros inferiores, artroplastia total de quadril.</p></font></i>";

texto[8][45] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>SINAIS E SINTOMAS DE DISFUNÇÃO TEMPOROMANDIBULAR EM CRIANÇAS PORTADORAS DE PARALISIA CEREBRAL</b></font><p align=justify>Ries, L. G K.<sup>1</sup> e Bérzin, F.<sup>2</sup><br><br><sup>1</sup>Universidade do Desenvolvimento do Estado de Santa Catarina - UDESC, SC; Programa de Biologia Buco-Dental - FOPIUNICAMP, SP<br><sup>2</sup>Faculdade de Odontologia de Piracicaba - FOPIUNICAMP-SP<br><br><b>Resumo</b>:<br>Objetivo: O objetivo deste estudo foi analisar os sinais e sintomas de disfunção temporomandibular em crianças portadoras de paralisia cerebral.<br>Material e Métodos: Foram avaliadas 22 crianças entre 5 e 13 anos, sendo 10 portadoras de paralisia cerebral espástica (9,1 &plusmn; 2,64 anos) e 12 normais (7,91 &plusmn; 0,99 anos). Foram colhidas informações sobre mastigação, dor muscular e articular e ruídos articulares. Também foi determinado o índice de disfunção clínica de Helkimo e o grau de espasticidade por meio da Escala de Espasticidade Ashworth Modificada.<br>Resultados: Os resultados indicam que não há diferença significativa (p = 0,231) na máxima abertura bucal entre os grupos. Contudo, no movimento lateral direito (p = 0,001), no movimento lateral esquerdo (p = 0,048) e na protrusão (p = 0,009) observou-se significativa diferença.<br>Conclusão: Muitas crianças com paralisia cerebral não realizaram o movimento de protrusão (50%) e a lateral idade para um dos lados (40%), mas a severidade da disfunção temporomandibular não está relacionada com a severidade da espasticidade.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>disfunção temporomandibular, crianças, paralisia cerebral.</p></i></font>";

texto[8][46] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>TREINAMENTO FÍSICO E DESTREINAMENTO EM HEMIPLÉGICOS CRÔNICOS: IMPACTO NA QUALIDADE DE VIDA</b></font><p align=justify>Teixeira-Salmela, L. F., Faria, C. D. C. M., Guimarães, C. Q., Goulart, F., Parreira, V. F., Inácio, E. P. e Alcântara, T. O.<br><br>Departamento de Fisioterapia, Universidade Federal de Minas Gerais - UFMG, Belo Horizonte, MG, Brasil<br><br><b>Resumo</b>:<br>Contextualização: A alta incidência de Acidentes Vasculares Encefálicos (AVE), a significativa taxa de sobrevida e a permanência de incapacidades pós-AVE justificam a importância de avaliar a Qualidade de Vida (QV) desses pacientes.<br>Objetivo: Avaliar os ganhos na QV de hemiplégicos crônicos comunitários após a realização de um programa de treinamento físico em grupo e apontar os domínios de QV significativamente responsáveis por tais ganhos.<br>Método: 30 indivíduos de ambos os sexos realizaram 30 sessões de um programa de treinamento físico envolvendo atividades aeróbias associadas a exercícios de musculação e foram avaliados antes e imediatamente após a intervenção. Desses, 22 (57,66 &plusmn; 11,95 anos) foram reavaliados após um ano do término das atividades (Ifollow-up). A QV foi investigada nas três avaliações mediante o Perfil de Saúde de Nottingham, questionário com seis domínios de QV. ANOVA medidas repetidas com contrastes pré-planejados foi utilizada para investigar o comportamento da pontuação total e de cada domínio nos três momentos avaliados (&alpha; &lt; 0,05).<br>Resultados: Foram observadas melhoras significativas com o treinamento físico na pontuação total e nos domínios de nível de energia, reações emocionais e habilidades físicas (p &lt; 0,05), sendo habilidade física o que apresentou os maiores ganhos (34,2%). Os resultados do follow-up revelaram que não houve diminuição significativa em nenhuma das medidas.<br>Conclusão: Os benefícios obtidos com o treinamento físico permaneceram após um ano do término das atividades, sugerindo que os indivíduos incorporaram os ganhos advindos com o programa em suas rotinas diárias, mantendo uma melhor percepção de QV.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>AVE, hemiplegia, treinamento, destreinamento, qualidade de vida, Perfil de Saúde de Nottingham.</i></p></font>";

texto[8][47] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>VALIDAÇÃO DO ROTEIRO PARA AVALIAÇÃO DE RISCOS MUSCULOESQUELÉTICOS (RARME) - APLICAÇÃO EM SITUAÇÕES OCUPACIONAIS INDUSTRIAIS</b></font><p align=justify>Sato, T. O. e Gil Coury, H. J. C.<br><br>Departamento de Fisioterapia, Laboratório de Fisioterapia Preventiva, Ergonomia, Universidade Federal de São Carlos - UFSCar, São Carlos, SP<br><br><b>Resumo</b>:<br>Objetivo: Comparar os resultados do Roteiro para Avaliação de Riscos Musculoesqueléticos (RARME) com a Análise Ergonômica do Local de Trabalho (EWA) e com sintomas relatados pelos trabalhadores, a fim de testar a validade do RARME.<br>Métodos: Quarenta trabalhadores industriais que realizavam atividades repetitivas e de manuseio de cargas participaram do estudo. Foram aplicados: o RARME, a EWA e um questionário avaliando a presença de sintomas e as regiões acometidas.<br>Resultados: Os resultados indicaram que o RARME é capaz de distinguir entre atividades de alto, médio e baixo risco, mas esta não é uma condição suficiente para assegurar a validade do protocolo, uma vez que o RARME não se correlacionou com os sintomas relatados e com a avaliação do local de trabalho realizada pelo trabalhador. No entanto, a EWA também não apresentou boa correlação com a presença de sintomas, indicando a existência de dificuldades na avaliação da validade desses protocolos.<br>Conclusões: A especificidade dos protocolos, associada à variabilidade da exposição e a dificuldades metodológicas na aplicação desses instrumentos, parece explicar parte desses resultados. Apesar disso, o RARME pode ser considerado uma ferramenta útil, fácil de ser aplicada e abrangente, por incluir a maioria dos fatores de risco apontados na literatura. Além disso, não há ferramenta similar disponível em língua portuguesa. Uma versão aprimorada do RARME é apresentada.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>LER/DORT, avaliação de risco, registro postural, RARME, análise ergonômica do posto de trabalho.</p></i></font>";

texto[8][48] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>EFEITO DO ULTRA-SOM E DO D-PANTENOL NA REGENERAÇÃO TEGUMENTAR</b></font><p align=justify>Polacow, M. L. O.<sup>1</sup>, Dib-Giusti, H. H. K.<sup>1</sup>, Leonardi, G. R.<sup>1</sup>, Vieira, C. E. C.<sup>2</sup>, Guirado, G. N.,<sup>2</sup> Zague, V.<sup>2</sup>, Di Pierro, R.<sup>2</sup>, Ribeiro, M. C. de A. P.<sup>1</sup> e Pires-de-Campos, M. S. M.<sup>1</sup><br><br><sup>1</sup>Faculdade de Ciências da Saúde, Universidade Metodista de Piracicaba - UNIMEP, Piracicaba, SP<br><sup>2</sup>PIBIC/CNPq e FAP/UNIMEP, Piracicaba, SP<br><br><b>Resumo</b>:<br>Objetivo: Estudar os efeitos dos tratamentos com ultra-som (US) e d-pantenol (d-p) na reparação tegumentar em ratos por meio de análise histométrica e histopatológica.<br>Método: Foram utilizados 50 ratos Wistar, anestesiados por Thionembutal Sádico (50 mg/kg), dos quais foi retirado 1 cm<sup>2</sup> de pele na região dorsal, sendo que 25 foram submetidos a tratamento diário por 7 dias e 25 por 14 dias. Os grupos experimentais (n = 5) foram: controle (C), gel (G), US (3 MHz, O, 1W/cm<sup>2</sup>, 1 minuto, modo contínuo), d-p na concentração de 10% e US+d-p. Secções de 6 &micro;m de espessura da lesão foram processados para coloração em Hematoxilina-Eosina. A re-epitelização e o número de fibroblastos e leucócitos foram obtidos num processado r de imagens (Software Image-ProPlus<sup>&reg;</sup> e analisados pelo teste ANOYA, seguido de Tukey para comparação das médias.<br>Resultados: A re-epitelização dos grupos US (1869,6 &plusmn; 238,4 &micro;m) e US+d-p (2167,7 &plusmn; 232 &micro;m) foi maior (p &le; 0,05) em relação ao C (987,7 &plusmn; 146,8 &micro;m), mas não diferiram entre si. O número de fibroblastos no grupo US (419 &plusmn; 37) com sete dias de tratamento foi significativamente maior em relação aos demais grupos: (C: 250 &plusmn; 17), (d-p: 296 &plusmn; 49) e (US+d-p: 274 &plusmn; 18). No grupo US, tratado por sete dias, a média de leucócitos (134 &plusmn; 15) foi menor (p &le; 0,05) em relação ao C (253 &plusmn; 37), d-p (222 &plusmn; 29) e US+d-p (153 &plusmn; 14), evidenciando seu efeito na fase inicial do processo inflamatório.<br>Conclusões: O US acelera o processo de reparo, bem como associado ao d-p. Porém, essa associação dos tratamentos, US+d-p, não mostrou resultados significantivos em relação ao tratamento com US isolado.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>ultra-som, d-pantenol, re-epitelização, histometria, fonoforese.</p></i></font>";

texto[8][49] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>DESENVOLVIMENTO E TESTE DE SUPORTE DE PESO CORPORAL INSTRUMENTALIZADO PARA O TREINO DE MARCHA EM ESTEIRA</b></font><p align=justify>Roesler, H., Canavezzi, A., Bonamigo, E. C. B. e Haupenthal, A.<br><br>Laboratório de Pesquisas em Biomecânica Aquática, Centro de Educação Física, Fisioterapia e Desportos, Universidade do Estado de Santa Catarina - UDESC, Florianópolis, SC<br><br><b>Resumo</b>:<br>Objetivo: O objetivo deste trabalho foi testar a funcionalidade do sistema de suporte de peso corporal (SPC) instrumentalizado e medir a quantidade de suporte de peso durante o treino de marcha em esteira. Método: No SPC instrumentalizado foram inseridas duas células de carga, uma tipo anel para medição da força vertical e outra tipo viga retangular para medição da carga no suporte manual. Somando-se as forças das células tem-se a carga total do SPC durante a marcha. Para testar a funcionalidade do sistema foi realizado ensaio com um paciente com paralisia cerebral diplégica. Resultado: Este paciente que possuía autonomia de 33 passos sem apoio conseguiu realizar o ensaio nas velocidades de 1,0 km/h a 3,5 km/h, caminhando por 10 mino Foi conseguida a mensuração da quantidade de peso suportada pelo instrumental durante todo o ensaio. Com base nas aquisições, pode-se ver que o porcentual suportado está continuamente variando com a locomoção do paciente. A utilização do SPC instrumentalizado durante o treino de marcha gerou algumas vantagens: saber o valor e a variação da porcentagem de peso, gerar retroalimentação para o paciente e armazenar dados para o acompanhamento do paciente e de sua evolução ou para compará-lo aos outros pacientes. Conclusão: O equipamento desenvolvido funcionou eficazmente e foi possível mensurar a força durante a marcha com SPC na esteira. Ficou caracterizado que esta força não é constante e varia também com o aumento da velocidade da marcha.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>instrumentação, suporte de peso corporal, marcha.</p></i></font>";

texto[8][50] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>LIMIAR DE ANAEROBIOSE EM RATOS SUBMETIDOS A TREINAMENTO FÍSICO EM ESTEIRA E LASER DE BAIXA INTENSIDADE</b></font><p align=justify>Vieira, W. H. B.<sup>1</sup>, Santos, G. M. L.<sup>1</sup>, Parizotto, N. A.<sup>1</sup>, refez, S. E. A.<sup>2</sup>, Baldissera, V.<sup>2</sup> e  Shwantes, M. L. B.<sup>3</sup><br><br><sup>1</sup>Lab. de Eletrotennofototerapia, Departamento de Fisioterapia, Universidade Federal de São Carlos - UFSCar, São Carlos, SP<br><sup>2</sup>Lab. de Fisiologia do Exercício, Departamento de Ciências Fisiológicas - UFSCar, São Carlos, SP<br><sup>3</sup>Lab. de Evolução Molecular, Departamento de Genética e Evolução - UFSCar, São Carlos, SP<br><br><b>Resumo</b>:<br>Objetivo: O propósito deste estudo foi verificar o limiar de anaerobiose em resposta ao exercício em esteira em ratos submetidos à fotoestimulação por laser de baixa intensidade (780 &eta;m).<br>Método: Foram utilizados neste estudo 40 ratos machos jovens (30 dias), Wistar, com peso inicial médio de 111 &plusmn; 10 g, os quais foram divididos em dois grupos:</p><ul type='1'><li><p align='justify'> grupo exercício controle (GEC) e</p></li><li><p align='justify'> grupo exercício laser (GEL), ambos submetidos a um treinamento aeróbio em esteira e a testes de esforço crescente (em degraus descontínuos) visando à determinação do limiar de anaerobiose.</p></li></ul><p align='justify'>O laser foi aplicado nos principais músculos da marcha, imediatamente após cada sessão de treinamento. Para a dosagem do lactato utilizou-se um lactímetro. A estatística foi realizada por meio dos testes ANOVA e post-hoc de TUKEY. O nível de significância foi considerado (p &le; 0,05).<br>Resultados: Após o período de treinamento, os dois grupos exibiram aumento na velocidade máxima da corrida e o limiar de anaerobiose se mostrou deslocado para um nível de maior esforço (p &lt; 0,01). As medidas de lactacidemia mostraram ligeira redução durante a obtenção do limiar de anaerobiose, sobretudo no GEC. Entretanto, não houve diferença estatisticamente significativa entre os grupos para as variáveis analisadas, apesar de o GEL ter mostrado comportamento diferenciado no decorrer das semanas, no que se refere ao padrão da curva de esforço.<br>Conclusões: Esses dados sugerem que alterações na lactacidemia, em ratos treinados, permitem a determinação do limiar de anaerobiose e que o treinamento aeróbio possibilitou adaptações fisiológicas no sentido de aumento na capacidade oxidativa dos animais.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>limiar anaeróbio, lactato sanguíneo, treinamento de endurance, rato, LLLT.</p></i></font>";


/*//TEXTOS VOLUME 10
//NÚMERO 1

texto[9][0] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>Estratégias Eletromiográficase Cinéticas para o Controle dos Movimentos</b></font><p align=justify>MARCONI N. F.<sup>1,2</sup>, ALMEIDA G .L.<sup>1,2</sup>, GOTTLIEB G. L.<sup>3</sup><BR><BR><sup>1</sup>Departamento de Fisiologia e Biofísica, Instituto de Biologia, Universidade Estadual de Campinas, Campinas, SP, Brasil<br><sup>2</sup>Curso de Fisioterapia, Universidade de Ribeirão Preto, Ribeirão Preto, SP, Brasil<br><sup>3</sup>Motor Control Laboratory, Boston University Supervisar, Neuramuscular Research Center, Boston, USA<br><br><b>Resumo</b>:<br>Introdução: O presente trabalho é uma revisão de literatura sobre as estratégias eletromiográficas e cinéticas usadas pelo sistema nervoso central para controlar movimentos voluntários. Essas estratégias foram identificadas durante a execução de movimentos simples e complexos, com e sem reversão em direção.<br>Objetivo: A proposta desse artigo é discutir o conjunto de regras usadas para modular os padrões de atividade muscular e a força gerada nas articulações (torgue muscular). Primeiramente, abordamos as estratégias eletromiográficas usadas para controlar movimentos envolvendo uma ou duas articulações. Discutimos as estratégias cinéticas, em termos de geração e modulação do tarque muscular para realizar movimentos simples e complexos. A sinergia linear entre atividade muscular e torque muscular e a correlação entre torque muscular gerado em articulações ligadas em cadeia também será discutida. Além disso, abordamos o papel das forças de interação para o controle dos movimentos.<br>Conclusão: A prática da fisioterapia requer um arcabouço teórico baseado no conhecimento técnico-científico para guiá-Ia. Nesse sentido, as teorias de controle motor são ferramentas importantes. Tais conhecimentos seriam utilizados para entender as adaptações e modificações que ocorrem nos mecanismos de controle motor devido a uma disfunção ou doença.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>reconstrução de movimento, cinemática, cinética, EMG, controle motor.</i></p></font>";

texto[9][1] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>Fadiga Muscular Localizada: Revisão de Três Estudos</b></font><p align=justify>KUMAR S.<BR><BR>Ergonomics Research Laboratory, Department ofPhysical Therapy, University of Alberta, Edmonton, Canada<br><br><b>Resumo</b>:<br>Contexto: A fadiga afeta consideravelmente a reabilitação e ergonomia. Muitas abordagens a este fenômeno complexo, incluindo fisiológicas e psicológicas, têm sido utilizadas para obter medidas significativas da fadiga. No entanto, nenhum dos métodos descritos na literatura mede diretamente a fadiga. É, portanto de interesse a determinação de quais dos métodos indiretos melhor representa a condição de fadiga.<br>Método: A fadiga por contração foi medida na contração voluntária máxima (CVM) e 40% da CVM em músculos bíceps braquial, quadríceps e músculos eretores da coluna (três avaliações independentes). As medidas objetivas mais relatadas (força de contração, freqüência mediana na eletromiografia, freqüência cardíaca, oxigenação do leito muscular e volume sangüíneo muscular) e as medidas subjetivas (escala visual analógica, avaliação de desconforto em partes do corpo e avaliação percebida do esforço) foram anotadas simultaneamente. Dados dos três estudos foram submetidos a análises estatísticas separadamente. Dados estatísticos descritivos, efeitos lineares mistos (para avaliar a previsibilidade da força de fadiga) e análise de tendências (correlação comparativa intra e extra indivíduos) foram calculadas.<br>Resultados: ANOVA univariada em todas as variáveis objetivas mostraram que o sexo foi um fator importante (p &lt; 0,001). Todas as variáveis subjetivas e objetivas foram significantes (p &lt; 0,05-O,001) para predizer a força de fadiga. No entanto, as variações explicáveis de porcentagem permaneceram pequenas. Através da combinação de variáveis, a variabilidade explicável aumentou entre 60,2% e 71,9%. As correlações entre as variáveis foram pequenas, porém significativas (p &lt; 0,05-0,001). Entre as variáveis simples, a medida da freqüência da eletromiografia foi o fator preditivo um pouco melhor para fadiga CVM (p &lt; 0,001), assim como a escala visual analógica para sub-CVM.<br>Conclusão: É desejável que não se meça ou prediga a fadiga com base em apenas uma variável. A combinação de variáveis melhora as medidas e predição da fadiga. Indexar uma variável simples na fadiga muscular localizada é portanto problemático.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>fadiga, força, eletromiografia, escala visual analógica.</p></i></font>";

texto[9][2] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>TIPOS DE PREENSÃO E MOVIMENTOS DO PUNHO DURANTE ATIVIDADE DE MANUSEIO DE CARGA</b></font><p align=justify>PADULA R. S.<sup>1,2</sup>, SOUZA V. C.<sup>1</sup>, GIL COURY H. J. C.<sup>1</sup><br><br><sup>1</sup>Departamento de Fisioterapia, Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, SP<br><sup>2</sup>Curso de Fisioterapia, Universidade São Francisco, Bragança Paulista, SP<br><br><b>Resumo</b>:<br>Introdução: O tipo de tarefa realizada determina o tipo de preensão utilizada, a força aplicada, bem como as posturas adotadas para sua execução. Diferentes posturas e preensões envolvidas nessas tarefas apresentam maiores ou menores riscos de lesões musculoesqueléticas.<br>Objetivo: Descrever os tipos de preensão empregados durante atividades de manuseio de cargas de 5 e 10kg entre superfícies de alturas diferentes e, quantificar os movimentos de flexo/extensão, desvio radial e ulnar do punho registrados por meio da eletrogoniometria.<br>Método: 10 voluntários masculinos manusearam caixa entre superfícies de alturas diferentes. Os tipos de preensão utilizados foram filmados. Diferentes categorias de preensão utilizadas durante essa tarefa foram identificadas. As amplitudes de movimentos e a porcentagem de tempo gasto dentro e fora das faixas de amplitudes pré¬estabelecidas (15° de flexão e extensão, 10° de desvio radial, e 15° desvio ulnar) foram determinadas. Uma análise de univariância foi utilizada para avaliar diferenças significativas entre a antropometria das mãos dos voluntários, e entre os movimentos utilizados para o manuseio de cargas e alturas diferentes.<br>Resultados e Conclusões: Os resultados mostraram que as alturas das superfícies para as quais os objetos eram manuseados influenciaram significativamente (p=0,000) as amplitudes articulares, contudo não houve diferença nos movimentos para as diferentes massas das cargas manuseadas (p=0,43). Tempo acima do considerado recomendável foi gasto em desvio radial quando os manuseios envolviam superfícies altas. Recomendações sobre local adequado para o acondicionamento de material a ser manuseado deveriam constar nos programas de treinamento visando a prevenção de lesões musculoesqueléticas.<br><br><b>Palavras-chave</b>: <i>preensão, manuseio de carga, disfunções musculoesqueléticas, eletrogoniometria.</p></i></font>";

texto[9][3] = "<font face=arial size=2><font size=3><b>SINTOMAS OSTEOMUSCULARES EM PROFESSORES DO ENSINO FUNDAMENTAL</b></font><p align=justify>CARVALHO A. J. F. P.<sup>1</sup>, ALEXANDRE N. M. C.<sup>2</sup><br><br><sup>1</sup>Centro Universitário das Faculdades Associadas de Ensino, São João da Boa Vista, SP<br><sup>2</sup>Universidade Estadual de Campinas, Campinas, SP<br><br><b>Resumo</b>:<br>Objetivo: Identificar a ocorrência de sintomas osteomusculares em professores do Ensino Fundamental.<br>Método: Foi utilizado um questionário com um inventário sobre dados gerais e ocupacionais e o Questionário Nórdico. Para a análise estatística foram comparados os sujeitos com e sem sintomas nos últimos 12 meses, independente da região e considerando as mais afetadas. Foi realizada análise de regressão logística univariada e multivariada com um nível de significância de 5%. Para a análise multivariada, foi utilizado o critério Stepwise. As variáveis foram analisadas pelo teste de associação Qui-Quadrado ou teste de Fisher.<br>Resultados: A idade média dos participantes foi de 40 anos, 99,4% eram mulheres, sendo que, 90,4% apresentaram sintomas osteomusculares. As áreas mais atingidas foram: lombar, torácica, cervical, ombros, punhos e mãos. A presença de dor associou-se significativamente com a ausência de filhos (p = 0,03) e com o tempo de atuação profissional menor ou igual a 15 anos (p = 0,03). Na análise multivariada, a presença de dor na região cervical (OR = 6,2, IC à 95% = 1,4 - 26,7), nos ombros (OR = 2,8, IC à 95% = 1,1 - 7,2), na região torácica (OR = 2,5, IC à 95% = 1,1 - 5,5) e punhos e mãos (OR = 2,0, IC à 95% = 1,0 - 3,9) apresentou associação significativa para a idade menor que 30 anos, sujeitos entre 30 e 39 anos, ausência de filhos e não ter uma união estável, respectivamente.<br>Conclusão: Os professores apresentaram elevada ocorrência de sintomas osteomusculares e confirmam a necessidade de novos estudos.<br><br><b>Palavras-chave</b>: sintomas osteomusculares, professores, ergonomia, fisioterapia.</p></i></font>";

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//TEXTOS VOLUME 10
//NÚMERO 2

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//TEXTOS VOLUME 10
//NÚMERO 3

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