Notícia
Gisele Bicaletto
- Publicado em
29-01-2026
13:00
Pesquisa avalia e trata pessoas com dor crônica na face
Avaliar se existe maior benefício da realização de um Programa de Educação em Ciência sobre a Dor de forma mais breve ou mais prolongada. Este é o objetivo central de uma pesquisa de doutorado desenvolvida no Programa de Pós-Graduação em Fisioterapia da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar). Para isso, o projeto recruta voluntários, entre 18 e 60 anos, que tenham dor na face, mandíbula ou têmporas há, pelo menos, três meses. Os participantes passarão por avaliações e tratamentos gratuitos.
O estudo é conduzido pela doutoranda Juliana Spavieri, sob orientação de Thaís Cristina Chaves, professora do Departamento de Fisioterapia (DFisio) da Universidade, e apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). De acordo com a pesquisadora, o estudo é importante porque a Educação em Ciência sobre a Dor associada a exercícios é uma das estratégias mais eficazes na abordagem da dor crônica. "No entanto, nunca foi testada a melhor forma de se fazer essa educação. Tradicionalmente ela é aplicada de forma breve, mas a forma prolongada permite maior número de interações entre o paciente e o profissional e também tem a vantagem de permitir que as sessões sejam mais curtas", explica.
O Programa de Educação em Ciência sobre a Dor consiste em exposições teóricas e atividades práticas, com diversos conceitos que abrangem e explicam a complexidade do fenômeno doloroso e do indivíduo que sofre com dor. "Além disso, estratégias de manejo da dor são traçadas juntamente com o participante para que ele se torne protagonista do seu tratamento, capaz de discernir a respeito de terapias e abordagens de profissionais de saúde", complementa Spavieri.
O estudo é uma continuidade da linha de pesquisa do Laboratório de Pesquisa sobre Movimento e Dor (LabMovDor), do DFisio, sendo que já existem outras pesquisas realizadas anteriormente com resultados satisfatórios no manejo dos quadros dolorosos crônicos. "A expectativa é encontrar uma forma de apresentação da Educação em Ciência sobre a Dor que seja eficaz na abordagem de indivíduos com dores crônicas na face e cabeça", descreve a pesquisadora.
Voluntários
Para desenvolver o projeto, são recrutadas pessoas, entre 18 e 60 anos, que tenham dor na face, mandíbula ou têmporas há, pelo menos, três meses e que possam participar de sessões presenciais no LabMovDor. Os participantes passarão por avaliação completa dos fatores que podem estar envolvidos na dor crônica, além de receberem um tratamento com as abordagens de Educação em Ciência sobre a Dor, terapia manual e exercícios.
As pessoas interessadas podem entrar em contato pelo WhatsApp (16) 98255-8766 ou preencherem este formulário eletrônico. Projeto aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UFSCar (CAAE: 77273924.9.0000.5504).
O estudo é conduzido pela doutoranda Juliana Spavieri, sob orientação de Thaís Cristina Chaves, professora do Departamento de Fisioterapia (DFisio) da Universidade, e apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). De acordo com a pesquisadora, o estudo é importante porque a Educação em Ciência sobre a Dor associada a exercícios é uma das estratégias mais eficazes na abordagem da dor crônica. "No entanto, nunca foi testada a melhor forma de se fazer essa educação. Tradicionalmente ela é aplicada de forma breve, mas a forma prolongada permite maior número de interações entre o paciente e o profissional e também tem a vantagem de permitir que as sessões sejam mais curtas", explica.
O Programa de Educação em Ciência sobre a Dor consiste em exposições teóricas e atividades práticas, com diversos conceitos que abrangem e explicam a complexidade do fenômeno doloroso e do indivíduo que sofre com dor. "Além disso, estratégias de manejo da dor são traçadas juntamente com o participante para que ele se torne protagonista do seu tratamento, capaz de discernir a respeito de terapias e abordagens de profissionais de saúde", complementa Spavieri.
O estudo é uma continuidade da linha de pesquisa do Laboratório de Pesquisa sobre Movimento e Dor (LabMovDor), do DFisio, sendo que já existem outras pesquisas realizadas anteriormente com resultados satisfatórios no manejo dos quadros dolorosos crônicos. "A expectativa é encontrar uma forma de apresentação da Educação em Ciência sobre a Dor que seja eficaz na abordagem de indivíduos com dores crônicas na face e cabeça", descreve a pesquisadora.
Voluntários
Para desenvolver o projeto, são recrutadas pessoas, entre 18 e 60 anos, que tenham dor na face, mandíbula ou têmporas há, pelo menos, três meses e que possam participar de sessões presenciais no LabMovDor. Os participantes passarão por avaliação completa dos fatores que podem estar envolvidos na dor crônica, além de receberem um tratamento com as abordagens de Educação em Ciência sobre a Dor, terapia manual e exercícios.
As pessoas interessadas podem entrar em contato pelo WhatsApp (16) 98255-8766 ou preencherem este formulário eletrônico. Projeto aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa da UFSCar (CAAE: 77273924.9.0000.5504).