Notícia
Viviani Marchi
- Publicado em
30-11-2015
11:22
Jogo educativo é utilizado para consolidar alfabetização
O projeto Ludo Educativo, vinculado ao Centro de Desenvolvimento de Materiais Funcionais (CDMF), lançou o game Brigadeirolândia, voltado para crianças entre 10 e 12 anos, com idade escolar entre o 6º e o 7º ano. O jogo propõe desafios de soletração com palavras relacionadas à Astronomia para que os alunos possam consolidar, de forma lúdica e divertida, o processo de alfabetização. Marília Faustino, coordenadora pedagógica do projeto, explicou que o jogo pode fornecer de forma lúdica mais uma vivência para auxiliar na consolidação da alfabetização.
O tema do game é Astronomia e o jogador deve zelar para que nunca falte doces para os brigadeirolenses, amistosos habitantes desse universo. Assim, ele precisa acertar as palavras relacionadas às charadas. A cada acerto, o jogador acumula uma pontuação, mas deve ter cuidado ao errar, pois assim o personagem brigadeirolense não se alimentará, podendo quebrar a máquina de brigadeiros.
A ideia surgiu a partir da constante demanda de jogos de soletrar, por serem jogos de rápido consumo e servirem como ferramentas auxiliares nas escolas. Gabriel Lima, coordenador de desenvolvimento do projeto, explica que para que o jogo tenha sucesso como ferramenta auxiliar de aprendizado, é ideal que seja aplicado após uma aula de Astronomia e juntamente com o professor responsável pelo conteúdo. O professor poderá ajudar os alunos com as dicas fornecidas pelo jogo, reforçando o que foi visto em sala de aula com o objetivo de consolidar a alfabetização, além de promover o aprendizado em Astronomia, relatou.
A equipe do projeto é formada por designers, programadores e pedagogos da Aptor Software, uma empresa spin-off que surgiu entre a Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e a Universidade Estadual Paulista (Unesp).
Conheça o jogo Brigadeirolândia e outros jogos no site.
O tema do game é Astronomia e o jogador deve zelar para que nunca falte doces para os brigadeirolenses, amistosos habitantes desse universo. Assim, ele precisa acertar as palavras relacionadas às charadas. A cada acerto, o jogador acumula uma pontuação, mas deve ter cuidado ao errar, pois assim o personagem brigadeirolense não se alimentará, podendo quebrar a máquina de brigadeiros.
A ideia surgiu a partir da constante demanda de jogos de soletrar, por serem jogos de rápido consumo e servirem como ferramentas auxiliares nas escolas. Gabriel Lima, coordenador de desenvolvimento do projeto, explica que para que o jogo tenha sucesso como ferramenta auxiliar de aprendizado, é ideal que seja aplicado após uma aula de Astronomia e juntamente com o professor responsável pelo conteúdo. O professor poderá ajudar os alunos com as dicas fornecidas pelo jogo, reforçando o que foi visto em sala de aula com o objetivo de consolidar a alfabetização, além de promover o aprendizado em Astronomia, relatou.
A equipe do projeto é formada por designers, programadores e pedagogos da Aptor Software, uma empresa spin-off que surgiu entre a Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) e a Universidade Estadual Paulista (Unesp).
Conheça o jogo Brigadeirolândia e outros jogos no site.